Bom dia com a paixãozinha da America elétrica, filha de @daniela54321 Posso passar a vida olhando pra essa carinha ❤️Virginia Biddle, atriz e bailarina do Ziegfeld Follies. Hoje no site www.japagirl.com.br/blog/dj-sets/todays-sound-ziegfeld-por-arthur-mendes-rocha/Paixão de lobinho, Tiguelitos ❤️Meu amor Tigre e a roseira roxa. Bom dia, boa semana!
Olha @junmatsui já abriu!!!Blood Moon#Orquídea #DendrobiumNymphea blossom...Cherry blossoms over lake 🌸🌸🌸Viva o sábado de sol!!!
#Orquídea #Miltônia primeira floração comigo 🙅 Primavera chegou!Bom dia! Boa semana!!!

                
       





















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CURRENT MOON

Archive for junho, 2011

Today’s Sound: Zola Jesus


Nem santa, nem herége, abram alas para Zola Jesus. Mais um nome feminino que vem para firmar-se na cena ao lado das dramáticas e maravilhosas Ema e Bat for Lashes. Seu estilo combina o lirismo vocal com pitadas de trip hop noventista, goticismo dos 80 e uma suave dose de canto lírico.

A descendente de Russos (de apenas 21 anos) vinda da calorenta Phoenix no Arizona, tem uma paixão por Diamanda Galás, Lydia Lunch, Throbbing Gristle , Swans, Cold Cave e Siouxsie (citada na coluna anterior). iniciando sua carreira em 2009, Nika Roza Danilova , criou seu alter-ego combinando os nomes de Jesus Cristo e da escritora francesa Émile Zola. Algo feito há algumas décadas atrás pelo “assustador” Marylin Manson.

A cantora agradou de cara os fãs de Fever Ray e do hypado The XX. Sim, parece que o gosto pela melancolia na música felizmente está longe de terminar. Foi lançado neste ano o seu terceiro disco, “Conatus”, que pode ser ouvido uma prévia em sua página. Sua filosofia de vida é – “Você não deve evitar as coisas que te dão medo. Especialmente as mais sombrias”.

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Today’s Sound: Shindu regrava Siouxsie

Ainda sem gravadora fixa, a trinca vinda da Bélgica composta pelas figuras que atendem pelos nicknames Chibbi, Static & Greedy querem espalhar seu som eletrônico baseado no synthpop com toques atmosféricos da house music. Batizado de Shindu, o projeto está na edição mais recente das badaladas coletâneas da Kitsuné.

Como de bobos eles não tem nada, resolveram revisitar um clássico absoluto da geração dark para agregar ouvintes de diferentes idades e meios. A musa gótica Siouxsie mal poderia pensar que futuras gerações a teriam como um objeto de culto e sua música iria sobreviver aos modismos. Composta em 1980, “Happy House”foi mais uma daquelas faixas que surgiram com caráter desbravador e caiu nas graças da crítica e público.

A versão 2011 chega junto com um clipe (lançado nesta segunda), que nos transporta para um clima ensolarado de férias no campo, que tem seu ápice numa festa dentro da “casa feliz”. Divirtam-se.

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Today´s Sound: Eddie Vedder em mais um voô solo


Com uma enxurrada de lançamentos neste primeiro semestre de 2011, fica difícil dar atenção a tantos artistas, mas sempre tem aqueles que estão fincados em sua memória afetiva e cedo ou tarde você vai ouvir um disco novo dele. É o caso de “Ukelele Songs” do vocalista do Pearl Jam, Eddie Vedder, que mais uma vez sai em trabalho solo.

Ele já havia feito a ótima trilha para o filme “Into the Wild” de seu amigo Sean Penn, e outras particiações em discos de diversos artistas da cena mais alternativa. Não há como discutir, Vedder é um dos frontmans mais carismáticos das últimas décadas e conseguiu envelhecer com dignidade sobrevivendo ao espectro do grunge e aos tantos imitadores de seu incomparável vocal que surgiram ao longo dos anos.


Em seu novo álbum, permeiam influências da música havaiana, um certo ar tiki e muita coisa que nos remete a uma paisagem paradisíaca em alguma praia deserta que ainda não foi violada pela civilização. Além da voz, a outra estrela brilhante deste disco é o ukelele, instrumento típico usado no havaí desde a década de 1920.

Destaques para as músicas:  “Can´t Keep”, a romântica “More Than You Know”, “Satellite” e a melancólica “Broken Heart”. A pedido da Japa, nossa trilha da coluna fica com a faixa “Without You”. Não deixe de ouvir, especialmente se for um fã de longa data (como esse que vos escreve). Mais uma prova que é possível envelhecer com dignidade.

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Labirintos, o Caffé Florian e a descoberta do joalheiro dark.

Poucas experiências na vida carregam o status de “indescritível”.

E ao procurar palavras para descrever os Labirintos de Veneza, defino que é realmente indescritível caminhar pela mágica teia de ruas daquela cidade.

Mesmo assim, vou tentar:

Em primeiro lugar, o mistério, sempre.

A cada pequena rua descoberta a sensação de suspense e até mesmo a impressão de estranhas lendas misteriosas, era palpável dentro do peito, que pulsava.

Estreitos becos, passagens secretas, silêncios do vento e de hora em hora o som dos sinos das catedrais, são reino livre para a sua imaginação.

Além de cada esquina uma surpresa de beleza decadente praticamente infinita.

Acredito que a combinação do ingrediente “decadente” ou a imperfeição é essencial para que a beleza não seja óbvia.

A medida que o óbvio não desafia.

Em Segundo, a minha noção de mortalidade é ativada perante a visão do tempo e seus fantasmas que lá viveram um dia.

Qualquer simples estabelecimento tem facilmente 300 anos, sendo nossa média de vida apenas 80 anos, me faz pensar como é breve nossa existência.

Caminhando através dos labirintos notei que na arquitetura de Veneza existem muitos elementos orientais destacados e sentia aqui e alí perfumes árabes, turcos, indianos da era bizantina.

Descobri que Veneza floresceu através do comércio, sendo o último portal entre o ocidente e o oriente.

Tão forte foram suas transações que La Sereníssima foi a cidade mais rica da Itália por 500 anos!

E com este rico comércio acontecendo em alto mar as histórias de piratas fazem parte do folclore veneziano assim como Lampião e o cangaço fazem parte do nosso.

Explorar labirintos perdidos num passado riquíssimo entre a neblina que desce no final da tarde, assistir as sombras que dançam sobre as águas, andar sem destino certo, ora adentro um pequeno antiquário, ora entro numa papelaria artesanal, depois tropeço numa loja de tapeçarias raras…assim, quase “extasiada”de tanto glamour, informação e mistério, levanto os olhos e eis que surge…a avenida mais Linda do mundo: o Grand Canal!

Define felicidade pra mim.


Pallazzos talhados em ouro, fachadas cobertas pelos mais nobres mármores, vitrais, escadarias colunas no melhor do estilo rococo, barroco, gótico, bizantino que saem literalmente de dentro da água do mar!



Que engenharia era esta que erguia palácios de sonho em cima da água do mar, há 900 anos atrás pra mim,  é inimaginável.

Artes perdidas, literalmente.

Embriagados após tanta beleza, estamos com fome e vamos conhecer a casa de chá mais antiga da Itália, o Caffe Florian de 1720.

Nas últimas viagens venho pesquisando e colecionando  chás e aprimoro meu conhecimento a cada viagem.

Não apenas isso, venho estudando o ritual e a etiqueta ao degustar um chá.

Noto que a presença de flores é um constante ingrediente em suas composições.

A ideia de beber flores é fascinante p/ mim, pela pureza que representa.

No chiquérrimo Caffé Florian, recomendo o Venetian Rose tea que é um delicado chá preto com pétalas de rosas, levemente bergamota.

Existe um item indispensável aos cardápios que acompanham chás, são leves sanduichinhos em pão de forma sem casca.

Amei o meu pedido que foi um sanduíche de  pasta de camarões e caviar, a verdadeira perfeição.

O Caffe Florian foi inaugurado em 1720 é o café´mais antigo da Itália.

Situado na famosa piazza San Marco foi ponto de encontro de grandes personalidades européias como Goethe, Charles Dickens, Marcel Proust, Gabrielle D’Annunzio, Rousseau, Modigliani, Lord Byron e até o Don Juan mais conhecido de Veneza o Casanova, assim como é até hoje parada obrigatória para os carnavalescos em festa.

Lord Byron

Jacques-Emile Blanche, Portrait de Marcel Proust, 1892

Pequeno e aconchegante, com serviço impecável, não existe nenhum centrímetro desse café que não seja completamente bem decorado com afrescos, pinturas, espelhos e esculturas.

Acho chic uma pessoa incorporar na sua rotina diária, uma passagem pelo seu café de preferência e pedir sempre a mesma coisa; se puder ser o Caffé Florian então…

Japa veste cashcouer H&M, luvas Prada

A caminho de volta para o hotel, acreditando que já havia visto toda a beleza possível por um dia olho para uma vitrine de jóias e alguma peça me fez parar e olhar novamente.

Eram brincos, colares e anéis em formato de caveira e esqueletos em caixãozinhos com olhos de rubi, serpentes cravejadas de brilhantes, camafeus de crystal bisotado, broches de mouros com seus turbantes em ônix, muitas cruzes esmaltadas e lagartos tudo com aspecto de antiguidade como se fosse um baú de tesouros perdido.

Meus olhos brilhavam, literalmente.

Olho para a placa da loja que dizia “Codognato”; nunca ouví falar!

É um acontecimento quando uma “fashionista” como eu, digamos assim, descobre alguma grife nova.

Especialmente nesse caso, onde essa grife representa tudo o que eu gosto e admiro com fervor desde que me dou por gente.

Outro motivo que me deixa bastante feliz, é o fato dessa joalheria ainda ser uma empresa particular, nos dias de hoje chega a ser bastante raro.

Attilio Codognato, atual designer e proprietário vem de uma família de joalheiros situados exatamente no mesmo local, passando o aprendizado de pai para filho desde 1866.

Digamos que a esta altura da viagem já não podia mais cultivar tais esplendores, infelizmente.

Mas só pela descoberta já valeu a pena…pelo menos por enquanto.

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Today´s Sound : Pylon

Se você pensa que as únicas bandas vindas de Athens na Geórgia são o REM e os B-52′s, pesquise um pouco mais e ouça o Pylon. A banda nascida em 1978 moldou vários clichês contidos na cartilha do indie rock feito para as pistas. Seu som foi classificado na época como Jangle Pop, eram bandas que traziam a melodia do Power Pop e guitarras marcantes de volta a cena. Uma espécie de “resposta”ao punk rock.

O grupo foi formado na universidade de Athens pelos estudantes Michael Lachowski, Curtis Crowe & Vanessa Briscoe Hay. Sua estreia nos palcos ocorreu em 1979 e contou com forte apoio da modesta cena local. Isso lhes rendeu turnês com Gang of Four, Mission of Burma, Talking Heads e U2. O trio se transformaria num quarteto com a guitarra extra de Randall Bewley.


Com uma discografia respeitável, o Pylon teve no single “Crazy”de 1981, seu maior sucesso. Graças a uma regravação dos conterrâneos do REM no final dos anos 80. Boa parte de seu acervo foi gravado pela DB records. Em 1990, lançaram seu último trabalho “Chain”pela Sky Records.

Nos anos 2000 com toda onda de revival do pós punk, kraut rock e afins, era mais que esperado que o quarteto fosse redescoberto por uma nova geração. O selo DFA apostava em muitos nomes que veneravam bandas que praticavam o mix de punk com funk, disco ou simplesmente fugiam do óbvio. Entre 2007 e 2009, foram relançados dois discos com faixas extras: “Gyrate”& “Chomp”. Eles continuam na ativa se apresentando em pequenos festivais.

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Today´s Sound: Yacht e seu novo vídeo 2 em 1

O quarteto americano Yacht, já foi queridinho da cena indie eletrônica, aposta do selo “supercool” DFA e fez muito sucesso com o single “Psychic City” que acabou caindo em trilha de filme e anúncios publicitários. Eles também já deram as caras no Brasil em 2009 no evento Smirnoff Experience.

Após um ano silencioso, eles retornam com um novo clipe 2 em 1. Sim, eles estão divulgando duas músicas num mesmo vídeoclipe, “Utopia” & “Dystopia (The Earth is on Fire)”, com direção de Rene Daalder. Algo incomum nos dias de hoje.

O som está menos electropop que de costume e conta com uma levada afrobeat acompanhada de synths ácidos e um visual no melhor estilo “delírio de designer”. O novo álbum “Shangri-La” já está disponível na rede.

YACHT Utopia / Dystopia (The Earth Is On Fire) from DFA Records on Vimeo.

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