Orquídea Catleya escândalo #9, abrindo pela primeira vez na Cerejeira. Bom dia! #orquídea #catleya #orchidsDiana Vreeland's portrait by Cecil Beaton.
"You gotta have style. It helps you get down the stairs. It helps you get up in the morning. It's a way of life...I'm not talking about lots of clothes."
Hoje no www.japagirl.com.br/blog/dj-setsAnna Pavlova and her pet swan Jack, 1905Mini-orquídeas abrindo em homenagem a Minha Avó.Minha Tucki era amiga da gatinha Pantufa e adorava quando ela vinha visitar.Cherry blossoms blessings! Boa segunda, boa semana!Hoje faz uma semana que a minha princesa Tucki se foi e só agora consigo falar sobre a minha perda. A perda da minha Filha, da cachorra perfeita, a perda de um pedaço do meu coração, da minha companheira, da minha amiga sempre tão carinhosa. Obrigada Tutu, por ter sido parte da minha vida nesses anos. Vc está fazendo muita falta, pro Papai, pra Mamãe e pro Tigre, que está doente sem vc e nem sabe mais quem ele é, sem a sua presença. Descanse em paz, minha filha, meu amorzinho.Orquídeas Cymbidium abrindo! #orchids #cymbidiumIcy mermaids talkingLição de caligrafia #50
Boa noite!

                
       





















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CURRENT MOON

Archive for agosto, 2011

Leone Fatale

Mari Leone veste:

- Maxi T-shirt Neon

- Sutiã Vasado D’Arouche

- Bota 7/8 Marcelo Quadros

- Luvas Patricia Field

- Gargantilha e Piteira acervo Japa Girl


Créditos:

- Foto: Droodroo fotografa com Leica v-lux 20

- Styling: Japa Girl

- Make-up & Hair: Adriana Mantovani Lunardelli

- Produção de Moda: Mari Leone

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Today’s Sound: Punk NY x Punk London (parte 2) por Arthur Mendes Rocha

Continuamos hoje o post sobre punk NY x punk Londres:

Mesmo NY também vivendo uma crise econômica, o punk lá era diferente, era um movimento mais underground, não tinha a mídia toda que tinha em Londres. Esta é outra diferença crucial entre o movimento punk nas duas cidades, a cobertura dos meios de comunicação de massa: as bandas americanas fazem seus shows longe da mídia, enquanto as inglesas tinham notoriedade nacional.

Os punks nova-iorquinos neste sentido são mais cool que os londrinos, chamam menos atenção, o que importa é mais a música e não apenas o visual conforme lembra Elliot Kidd, ex guitarrista da banda Demons: “As bandas de NY estavam muito mais na dor, enquanto as bandas inglesas estavam muito mais na fúria”.

O primeiro concerto dos Sex Pistols na Inglaterra estava vazio, tinha umas cinco pessoas vestidas de punk e todas se conheciam, como em NY. Esta cena é retratada no filme “A festa tem que terminar” (24 hour party people).

Tanto Johnny Rotten quanto Sid Vicious gostavam de ser escrotos, de provocar os outros. Na primeira turnê punk da Inglaterra, a Anarchy (que não chegou a ser completa, pois os lugares se recusavam a recebê-los), tocavam Pistols, Clash e eles tinham esta atitude de ser chocante, irritante e debilóide, coisa que as bandas de NY já não se identificavam mais.

Já o The Clash era uma banda que questionava mais a política vigente, não apenas se revoltava contra o sistema. Ao lançarem seu primeiro single “White Riot” em 1976, eles escreveram na contracapa: “um choque de gerações não é fundamentalmente perigoso para a arte de governar como seria um choque entre os que ditam as regras e os que as obedecem”.

Os Sex Pistols ao tocarem na América e ao proclamarem seu tédio e raiva, atraíam as mais diferentes reações possíveis; a mídia tornou o punk algo inglês, acabou perdendo-se o controle. “Não havia mais a preocupação com a música, em fazer algo inventivo, criativo, em tornar tudo de embaraçoso e estúpido em pontos a favor. Depois dos Pistols, o punk não era mais nosso, parecia uma armação da mídia, tinha se transformado em tudo que odiávamos” declara Legs McNeill, autor de “Please Kill me” e criador da revista Punk.

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Picnic – Alley – 27/agosto

Fotos Lex Mendes

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Peacock – Hot Hot – 25/agosto

Fotos Lex Mendes

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Sonhos de um pierrot robô

Nossa segunda eleita para participar do 1 Look é a boneca ruiva Jessica Philodimos.

Essa designer de tecidos para decoração, que curte Social Distortion e Foo Fighters, nos conquistou com sua aura doce-perversa neste ensaio fashion.



Jessica veste:


Macaquinho de bolinhas – TNG Edição Limitada

Bolero – Glória Coelho

Meia calça – Fogal

Cinto e pulseira coral – EME


Créditos:

Fotos e tratamento de imagem: Drodroo

Styling: Japa Girl

Make-up & Hair: Adriana Mantovani Lunardelli

Produção de moda: Mari Leone

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Today’s Sound: Punk NY x Punk London por Arthur Mendes Rocha

Continuando os posts sobre punk, quem está acompanhando deve estar estranhando por que não falamos de Londres ainda. Bem, Londres foi a capital onde o punk realmente estourou, muito já foi dito das bandas londrinas de punk rock tais como os Sex Pistols, The Clash, etc. e o debate de onde o punk realmente começou é sempre uma polêmica.

Se formos analisar este começo, vemos que bandas como MC5, The Stooges, Velvet Underground, New York Dolls,no final dos anos 60, início dos 70, já faziam uma espécie de música que viria a se tornar o punk (quando falamos das raízes do punk).

Mas a cena punk que conhecemos surgiu em meados dos anos 70 em Nova York, com bandas como Ramones, Dead Boys, The Dictators, etc, bandas que se reuniam no CBGB, fazendo shows para um público pequeno. Nesta época surgiu a revista/fanzine Punk (onde a palavra era utilizada pela primeira vez) e a filosofia de que todos podiam fazer o que quisessem, mesmo sem saberem tocar, utilizando instrumentos precários, o importante era fazer à sua maneira (DIY-do it yourself).

Malcom McLaren (falecido ano passado) nesta época andava por NY e empresariava o NY Dolls. Ele mesmo declara que se inspirou no look de Richard Hell (que já falamos aqui) para criar o visual punk dos Sex Pistols, vendendo esta imagem em sua loja SEX na King´s Road ( junto com sua mulher Vivienne Westwood): ‘Eu trouxe para Londres a imagem daquela coisa angustiada e estranha chamada Richard Hell e essa frase ‘The Blank generation”.

O primeiro show dos Ramones em Londres, em 1976, tinha na sua platéia membros do The Clash, Siouxsie Sioux, Generation X (a banda de Billy Idol), Adam Ant,  enfim, jovens que viriam a montar suas bandas justamente por que viram que podiam fazê-lo, sem receios, já que eles (os Ramones) tinham uma banda, por que nós não podemos ter também?

Mary Harron, diretora de “I shot Andy Warhol” e ex-repórter da revista Punk tem um ótima declaração sobre isto: Senti que o que a gente tinha feito como piada em Nova York fora levado a sério na Inglaterra por uma platéia mais jovem e mais violenta. O que para mim tinha sido uma cultura rock muito mais adulta, intelectual e boêmia em N.Y. se tornara esta coisa louca adolescente na Inglaterra”

Punk Londrino

Punk Nova Iorquino

O que os londrinos fizeram foi transformar o punk em um movimento, foi dar uma “exagerada” naquilo tudo, ao invés de apenas vestirem jaquetas de couro, eles resolveram ir além, utilizando mais acessórios (como alfinetes de segurança), cabelos espetados, chamando mais atenção: Anarchy in the U.K. (Anarquia na Inglaterra) era a palavra de ordem.

Os Sex Pistols eram a imagem disto tudo, eram mais marqueteiros, sem dúvida, viviam nas manchetes de jornais, vomitavam em público, falavam ‘fuck’ na tv; as pessoas tinham medo deles, isto era ser punk. O punk em Londres era um movimento social, o país vivia uma época de recessão, de desemprego e o punk era uma reação á isto. A música “Blank generation” (em NY) virou “Pretty Vacant” (pelos Sex Pistols em Londres).

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