Bom dia com a paixãozinha da America elétrica, filha de @daniela54321 Posso passar a vida olhando pra essa carinha ❤️Virginia Biddle, atriz e bailarina do Ziegfeld Follies. Hoje no site www.japagirl.com.br/blog/dj-sets/todays-sound-ziegfeld-por-arthur-mendes-rocha/Paixão de lobinho, Tiguelitos ❤️Meu amor Tigre e a roseira roxa. Bom dia, boa semana!
Olha @junmatsui já abriu!!!Blood Moon#Orquídea #DendrobiumNymphea blossom...Cherry blossoms over lake 🌸🌸🌸Viva o sábado de sol!!!
#Orquídea #Miltônia primeira floração comigo 🙅 Primavera chegou!Bom dia! Boa semana!!!

                
       





















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CURRENT MOON

Archive for novembro, 2011

Only for business!

Na ala VIP da American Airlines em Dallas, Japa Girl que aguarda conexão para Las Vegas, veste:

Camisa branca – Alexandre Herchcovitch

Gravata – Patricia Field

Cardigan – Marcelo Sommer

Colete desmontável – Gloria Coelho

Calça boufant – Ronaldo Fraga

Tênis – Adidas

Bolsa - Parcel (Dá para conectar o cabo do I-Pod e ouvir música pelo auto-falante!)

Pulseira art-déco – Kenneth Lane

Óculos – Cartier

Japa foi fotografada com – Leica V-Lux 20

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Today’s Sound: Maria Callas por Arthur Mendes Rocha

Maria Callas foi uma das grandes divas do século XX, uma das maiores cantoras líricas de todos os tempos, personalidade marcante, temperamental, perfeccionista, sua vida já inspirou inúmeros romances e filmes.


Callas nasceu em NY em 1923, filha de imigrantes gregos, começou cedo sua carreira na música, estudando piano aos 09 anos e, desde então, seu ouvido foi treinado com as notas e partituras musicais.

Na sua adolescência, ela muda novamente para a Grécia e ingressa no Conservatório Nacional de Atenas, mesmo com idade inferior ao permitido e faz seu primeiro recital numa montagem de “Cavalleria Rusticana”, vencendo o prêmio do Conservatório.

Era o início de uma brilhante carreira que começou de verdade em 1940, ao cantar canções de “O Mercador de Veneza” de Shakespeare no Royal Theatre de Atenas.

Callas foi sem dúvida a musa das musas da ópera, seu alcance vocal era estupendo, seu domínio técnico era absurdo, ela se entregava com toda a carga dramática nos papéis que a consagraram como na ópera “Norma” de Bellini.

Sua voz lhe permitia desde o alcance de mezzo-soprano até o do soprano coloratura, isto a tornava a favorita dos diretores de óperas que a chamavam para os papeis mais difíceis.





Mas a personalidade forte de Callas, a atrapalhava também, pois fazia exigências absurdas, além de se meter em escândalos, ela gerava notícias seja pela sua rivalidade com a cantora Renata Tebaldi ou pelo seu romance tempestuoso com Aristóteles Onassis, sua grande paixão.

Na verdade, Callas jamais se conformou de ter sido trocada por Jacqueline Kennedy, já que Onassis a abandonou para se casar com a viúva do presidente americano em 1968, um escândalo na época.


Durante os anos 50, ela vive seu apogeu, cantando nas melhores casas de óperas mundiais como o La Scala (Milão), Convent Garden (Londres) e o Metropolitan (NY), além de interpretar os papéis de maior destaque em óperas como “La Traviata” de Verdi, “Tosca” de Puccini, “Lucia de Lammermoor” de Donizzetti, ‘Die Waküre” de Wagner, entre outras.




Callas revolucionou o mundo da ópera, ela imprimia uma característica única em suas interpretações, já que não beneficiava apenas o canto e sim toda a mise en scène com sua verdadeira presença cênica.

Não é a toa que Callas foi admirada e reverenciada como um mito por seus admiradores fanáticos e pelas celebridades mais famosas como Marilyn Monroe, Grace Kelly, Elizabeth Taylor, entre outras.

Ela abandonou os palcos em 1974, um ano antes da morte de Onassis, fato este que a marcou,  optando por uma vida reclusa em Paris.

No cinema, ela mostrou seus dotes de atriz para Pasolini no filme “Medéia” de 1969, onde fez o papel título.

Um filme que mostra bem a tentativa de Callas em voltar à cena foi levado às telas em 2002 por seu amigo Franco Zefirelli, “Callas Forever”, sendo que realmente Zefirelli (que também dirige óperas) fez esta tentativa quando Callas ainda era viva e seu papel foi vivido por Fanny Ardant.

Nos anos 70, sua voz já estava menos poderosa, ela vivia a depressão de ter perdido Onassis e acabou falecendo em circunstâncias até hoje não muito bem explicadas, solitária em seu refúgio parisiense, em 1977.

Seu estilo e elegância também são fatores determinantes na construção deste mito, com sua maquiagem carregada nos olhos, geralmente de delineador, com coques e vestidos vaporosos que até inspiraram capa da Vogue Paris com Gisele Bünchen no papel da musa.

A atriz Eva Mendes, fascinada por sua história, quer levar às telas uma nova versão da vida emocionante de Callas, aguardemos.

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Today’s Sound: Dinah Washington por Arthur Mendes Rocha

Dinah Washington fecha nossa semana de divas do jazz, menos badalada que as outras, mas não menos talentosa e dona de uma voz penetrante e um estilo inconfundível.

Seu nome verdadeiro era Ruth Jones e ela nasceu nos anos20 no Alabama e logo mudou-se para Chicago. Sua mãe tocava piano na igreja batista e logo ela teve contato com os golspels e spirituals cantados nas cerimônias.

Ao vencer um concurso de calouros, ela foi convidada a integrar um grupo de gospel e sua vontade de cantar era tanta, que fugia de casa para cantar em bares e clubes noturnos de Chicago, onde adquiriu o hábito de beber bastante.


Em 1943, ela foi descoberta pelo bandleader Lionel Hampton, que se encantou com seu jeito de cantar, meio rápido, mas com ótimo senso de fraseado, além da voz clara e afinada como em “I don’t hurt”:

Nesta época, ela troca seu nome para Dinah Washington, alcançando sucesso nas apresentações com a big band de Hampton. Porém, com a banda, Dinah tinha poucas ofertas para gravar e finalmente em 1946 ela assina com o selo Mercury e por volta de 1948 sua estrela está em plena ascenção.

Dinah grava com instrumentistas conceituados como Clifford Brown, Max Roach e Cannonball Adderley, entre outros, além de trabalhar com Quincy Jones como arranjador.

É em 1959, com a gravação de “What a difference a Day makes” que seu nome vira um sucesso pop instantâneo:

Mas Dinah custou a aceitar que fosse rotulada uma cantora pop, já que sua grande inspiração era mesmo o jazz ou até o blues, os quais gravou vários standards como ‘Lover come back to me”:

Sua parceria com o cantor Brook Benton também trouxe ótimo lucro para a gravadora, vendendo muitos álbuns.

Dinah gastava bastante com o fruto de seu trabalho, procurava compensar a infância pobre, gastando muito em carros, jóias e presentes para sua filha.

Uma mistura de álcool com remédios para inibir o apetite acabaram causando sua morte cedo, aos 39 anos.

Hoje em dia, Dinah virou uma figura cult, era a cantora favorita de Amy Winehouse e até serviu como fundo musical de um anúncio da Levi´s nos anos 90, com a música “Mad about the boy”, que reacendeu o interesse pela sua obra.

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Today’s Sound: Sarah Vaughan por Arthur Mendes Rocha

Sarah Vaughan, a Sassy, junta-se a Ella e Billie como outra grande voz do jazz, com timbre poderoso e toda a versatilidade de uma excelente vocalista.

Ela ficou famosa por seu impressionante alcance vocal, indo do soprano ao barítono, além do seu lindo vibrato; ela via a sua voz mais como um instrumento melódico do que um veículo para interpretação dramática das letras.

Sarah nasceu em uma família simples, mas sempre rodeada de música: seu pai era carpinteiro e tocava violão e sua mãe era lavadeira e cantava no coral gospel da igreja.

Ela começou a estudar música aos sete anos de idade e perto de sua adolescência já era organista e solista na igreja Batista. Aos 18 anos, ela participa da noite de amadores do teatro Apollo e lá é avistada por Billy Eckstine, que a convida para integrar a orquestra de Earl Hines, a qual fazia parte juntamente com Dizzy Gillespie e Charlie Parker.

Foi a primeira das bandas de jazz que Sarah participou, quando Eckstine formou a sua própria, ela juntou-se a ele mais Miles Davis e Art Blakey.

Mas ela queria alçar vôos maiores e no final da década de 40, ela se lança como artista solo, gravando músicas que se tornariam sucesso como “Tenderly”:

Durante esta década, ela se apresenta em vários clubes de jazz de NY, sempre acompanhada de preferência por trios, que melhor a conheciam e estavam mais preparados para suas improvisações. Ao assinar com diferentes selos, ela grava discos onde também inclui várias canções pop e mesmo canções da Broadway, o que a torna um nome mais popular nas paradas de sucessos.

No final dos anos 60, Sarah volta com força total ao jazz, gravando durante os anos 70 e 80 com alguns dos maiores nomes do jazz como Oscar Peterson, Quincy Jones, Ron Carter, Herbie Hancock, Don Cherry, Louie Bellson, Zoot Sims e muitos outros. Suas gravações de Duke Ellington estão entre os pontos altos de sua carreira, além de disco cantando Beatles e alguns em homenagem ao Brasil.

Com o passar dos anos, Sarah não perdeu nada de seu talento, seus altos e baixos e seu timbre gostoso e sensual, com muito soul, permaneceram inalterados durante toda sua carreira. Mesmo com idade mais avançada, ela continuou a se apresentar mundo a fora, lotando teatros e auditórios e empolgando sua audiência.

Sarah a divina (outro de seus apelidos) teve o reconhecimento de crítica com prêmios Grammy, Emmy, bem como o maior prêmio do jazz: o NEA Jazz Masters award, além de uma estrela na calçada da fama em Hollywood e cantar para o presidente na Casa Branca.

Ela veio a falecer em 1990, aos 66 anos, e até hoje é considerada uma das maiores vozes do século XX, sendo influência direta em cantoras como Amy Winehouse, Chaka Khan, Anita Baker e Alison Goldfrapp, entre outras.

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today’s Sound: Billie Holiday por Arthur Mendes Rocha

Billie Holiday é uma personalidade única dentro da música, seu estilo inconfundível, sua voz de timbre meio rouco, sua atitude a fazem a mais especial de todas as damas do jazz.

Billie ficou famosa por sua vida trágica e por sua capacidade de transformar qualquer música em sua marca registrada, cantando com todo swing e sensualidade e com um talento nato.

O nome verdadeiro dela era Eleanora Fagan, nasceu em uma família pobre, seu pai saiu de casa quando ela ainda era um bebê; foi violentada aos dez anos de idade, além de tornar-se prostituta aos 14 anos.

Ela tinha tudo para desistir da carreira artística, mas ela foi forte e insistente, começando a cantar ao tentar acompanhar os discos de Bessie Smith e Louis Armstrong, isto em clubs de jazz after-hours nos anos 20.

Quando sua mãe muda para NY, Billie a acompanha e passa a fazer o circuito de obscuros clubes noturnos do Harlem, muitas vezes cantando em troca de pequenas gorjetas.

Um detalhe interessante de sua trajetória é que Billie nunca teve um treinamento técnico ou nunca aprendeu a ler música, seu aprendizado foi na intuição e na prática, usando toda sua criatividade e sua voz fluía lindamente como em “Good Morning Heartache’:

Foi aos 18 anos, que Billie foi descoberta por John Hammond que a convidou a gravar com a orquestra de Benny Goodman e nos anos seguintes ela participa das orquestras de Lester Young (que criou para ela o famoso apelido de Lady Day), além da de Count Basie, Artie Shaw e Duke Ellington.

Billie sempre enfrentou o racismo em sua época, o que lhe causou vários problemas e foi impedida de se apresentar em alguns lugares mais conservadores. Nos anos 30, ela conhece o poema “Strange Fruit” (sobre o linchamento de um negro) e resolve gravá-lo, porém a Columbia (sua gravadora na época) se recusa, pois se trata de um tema polêmico e ela grava em um selo menor, na Commodore, acabando por se tornar um de seus grandes clássicos e uma das primeiras canções anti-racistas:

Seu vício em heroína no início dos anos 40 e sua conturbada vida amorosa contribuíram mais para que sua música fosse uma expressão de seus dramas e paixões, a música de Billie é visceral, cortante, de grande intensidade dramática como em “The Man I Love” de Gershwin:

Billie gravou nos anos 50 pelo selo Verve, além de excursionar pela Europa, mas nesta época sua voz já estava mais vulnerável em comparação com os anos anteriores.

Seu visual ficou marcado pelas lindas gardênias que usava no cabelo, criando seu próprio estilo no vestir e cantar.

Nos anos 70, Diana Ross viveu Billie no filme “Lady Sings the blues”, mas o filme é um tanto melodramático e não faz jus ao carisma da verdadeira Billie.

Sua música hoje em dia ainda é bastante admirada, ela tornou-se com o passar dos anos em um verdadeiro ícone, pois morreu cedo ( aos 44 anos) de overdose de drogas e é cultuada pelas mais diferentes gerações que a consideram a diva jazz definitiva.

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Grand Canyon’s Indian Girl

Na beira do abismo do Grand Canyon, Japa Girl veste:

Casaco vintage camurça – What Goes Around Comes Around NYC

Moleto capuz  Motorhead – It’s Only Rock and Roll

Bolsa franjas –  Artesanato da tribo Berber em Marrocos

Calça alfaiataria – Gloria Coelho

Bota camurça com franjas – Waltão Boots & Belts

Óculos – Cartier

Brinco – American Museum of Natural History (gift shop)

Japa foi fotografada com Leica V-Lux 20

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