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novembro – 2011 – Japa Girl












































































    Encontrei essa cachorra, com mais de 10 anos, castrada, com uma cirurgia ainda cicatrizando na região torácica, cheia de moscas e pulgas, na pracinha em frente ao colégio Santa Cruz, região de Pinheiros. Muito fraca, está pele e osso. Internei no @citvet por 24 hrs, está inteira, sem anemia, sem infecção, fígado e rins bons! Acredito que fugiu! Por favor me ajudem compartilhando, deve ter um dono procurando por ela. Por hora, colocamos o nome de Angelita. #cachorraperdida #procurasecachorroHoje!!!
#climatestrikeLunatic Magic Beware...🦇 Theophile-Alexandre Steinlen “Chat au Clair de Lune”, c 1900Greve Global pelo clima - São Paulo, 20.9.2019! É de suma importância que todos participem dessa greve global. Acontece que a Amazônia, o Pantanal e o Cerrado, continuam queimando, numa destruição avassaladora, apesar da pressão feita até agora. Além disso, incêndios se espalham por diversos cantos do mundo, como Sibéria, Indonésia e o continente africano. Não podemos relaxar, enquanto mudanças significativas sejam aplicadas de fato.Emocionante! Nunca vi passeata igual, com tanta gente. Acordamos. Graças à Deus e Deusa. Não podemos mais permitir que isso aconteça as Florestas e aos Animais. Fora demônio #forasalles #sosamazoniaPor favor assistam!Gigante pela própria natureza e pela própria ignorância 🇧🇷Precisamos ir para a rua protestar urgente!!! Profundamente abalada com a destruição de lugares sagrados, lugares que sustentam a Vida neste planeta! Todos vão sofrer as consequências desse desmatamento e queimadas! Árvores de 500 anos já eram! Estão encontrando animais queimados, jamais estudados ou conhecidos pelo homem! Estamos sentenciando nossa existência. #prayfortheamazonÉ com profundo pesar, estão cortando uma pequena floresta de no mínimo 70 anos, que cresceu numa casa desocupada. Ainda que haja autorização da PMSP e compensação em outro local, como fica o entorno? Quem irá compensar os morcegos e periquitos que moram nessas árvores?Unforgetable veggie lunch exxxperience!
Thank you so much @saporebrasil @pietroleemann @lideresempreendedores 
Risoto com aspargos verdes e abóbora, contraste de mousse de couve-flor defumada e arroz silvestre crocante.

                
       
















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CURRENT MOON

Archive for novembro, 2011

Today’s Sound: Ella Fitzgerald por Arthur Mendes Rocha

Esta semana dedicaremos às grandes damas do jazz, começando hoje pela magnífica Ella Fitzgerald e sua voz que é puro swing.

Ella é uma das cantoras mais perfeitas, sua voz aveludada faz carícias em nossos ouvidos, era perita no “scat singing”, a técnica vocal de improvisar sem palavras em cima dos instrumentos, como por exemplo nesta interpretação de “One Note Samba” (Samba de uma nota só) de Tom Jobim:

Sua extensão vocal era mesmo impressionante, ela abrangia três oitavas, era considerada uma das grandes intérpretes da canção americana, vencendo mais de 10 prêmios Grammys e vendendo mais de 40 milhões de discos em uma carreira de mais de 50 anos.

Ella não teve uma vida fácil, perdeu sua mãe cedo, vadiou pelas ruas, viveu de subempregos, foi presa, enviada a um reformatório até ter sua primeira chance como cantora aos 17 anos, cantando na noite de amadores do teatro Apollo em NY.

No ano seguinte, ela foi contratada pela big band de Chick Webb, onde começou a ser reconhecida e depois da morte dele, ela passa a liderar a banda que passa a se chamar “Ella Fitzgerald and her famous orchestra”.

Mas ela queria mesmo era a carreira solo, assim ela abandona a banda e passa a gravar pela gravadora Decca. Neste período, as big bands estão em decadência e o bebop domina o jazz, assim Ella começa a incluir o scat em suas interpretações, influenciada pela banda de Dizzy Gillespie, a qual acompanhava.

A grande guinada aconteceu quando seu empresário Norman Granz (que mais trade lançaria excelentes documentários de jazz) a convidou para um novo selo chamado Verve e ela gravou o primeiro dos seus songbooks: Ella Fitgerald sings the Cole Porter Songbook, onde interpreta músicas como “Everytime we say goodbye”:

No de Gershwin, ela canta “Summertime”:

Gravar os american songbooks, as canções escritas pelos grandes compositores americanos de música popular, torna-se um sucesso em sua carreira e assim ela grava George Gershwin, Irving Berlin, Duke Ellington, entre outros, lançando discos inesquecíveis, com grande reconhecimento da crítica pela sua contribuição à cultura americana.

Ella tem uma extensa obra gravada, onde também podemos destacar os discos que fez juntamente com Louis Armstrong, onde os dois “duelam”com suas vozes incríveis em músicas como “Cheek to cheek” de Irving Berlin:

Bem como “Ella in Berlin” onde ela interpreta “Mack The Knife”, gravação esta que conquista um Grammy:

A partir dos anos 60, Ella se desliga da Verve quando esta é vendida e passa a gravar pelo selo Pablo Records, onde grava bons álbuns como “Ella in London”, além de álbuns com Joe Pass como “Easy living”.  Nos anos seguintes, sua voz começa a entrar em declínio e ela escolhe usar frases mais curtas e secas.

Problemas de saúde como diabetes a fazem diminuir o ritmo de gravações e apresentações e no início dos anos 90 ela faz seu último concerto no Carnegie Hall, vindo a falecer em 1996.

Ella se apresentou ao lado dos maiores músicos americanos, desde Frank Sinatra, até Duke Ellington, Nat King Cole, Count Basie, Oscar Peterson e muitos outros; Ella é uma verdadeira lenda do jazz e da música de qualidade.

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Today’s Sound: Crime Scene music por Arthur Mendes Rocha

Para encerrarmos a semana de música lounge, hoje falaremos de um estilo musical caracterizado por servir de trilha sonora a filmes ou séries de TV de mistério e suspense, geralmente envolvendo crimes:

Crime Scene.


Crime Scene é o nome desta biblioteca de músicas jazzísticas, instrumentais que são o acompanhante perfeito para aquelas cenas dos filmes noir produzidos a partir dos anos 40 ou mesmo as séries policiais americanas dos anos 50/60.






Assim, ao escutar este tipo de música, imaginamos uma femme fatale, um crime não resolvido, becos escuros, detetives em lugares enfumaçados; seu estilo é melódico, ao mesmo tempo tem suspense e bem marcante, podendo ser alta e explosiva em determinados momentos e mais suaves em outros.








Na ótima série de discos chamada Ultralounge, um dos volumes é dedicado a Crime Music scene, incluindo a música da série “Dragnet’ e também de “Peter Gunn” (que teve uma versão cover feita pelo Art of Noise) interpretadas pela orquestra de Ray Anthony:





Outra pérola é a música do filme “Man with the golden gun” (O homem do braço de ouro) interpretada pela orquestra de Billy May  com trompetes e saxofones bem acentuados e que é um ótimo acompanhamento para o filme PB estrelado por Frank Sinatra:

A música de Crime scene é climática, solitária, dark, pode até ser melancólica. Entre os artistas que podemos citar estão o grande compositor Elmer Bernstein, autor de trilhas memoráveis como “Walk on the wild side”, “Sweet smell of success”, “Some came running”; Nelson Riddle, o grande maestro que fez um cover de sucesso da música tema de “Untouchables” (Os Intocáveis):

Bem como Leroy Holmes, Elliot Fisher, Henry Mancini, John Barry e muitos outros. Podemos também citar as músicas como o tema de “Mission Impossible” e mesmo dos vários filmes de James Bond como exemplares da CMS.

Recentemente o game L.A. Noire lançou duas trilhas sonoras bem estilo crime scene: uma com clássicos de jazz interpretados por Ella Fitzgerald, Dizzy Gillespie, Thelonius Monk , e outra com músicas mais modernas como DJ Premier, Moodyman, mas a música tema composta por Andrew Hale não pode ser mais crime scene:

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Viva Las Vegas

No lobby do Hotel Venetian em Las Vegas, Japa Girl veste:

Lenço – Yves Saint Laurent (coleção As Quatro Estações, sendo esta o Outono, para Jardin Majorelle, Marrakesch)

Corrente e pingente com chave de ouro e brilhantes - Tiffany & Co. #devolveachaveQuintella

Jaqueta de couro – D’Arouche

Calça e regata – Gloria Coelho

Bolsa de franjas - Prada

Coturno – Miu Miu

Óculos aviador – Ray-Ban

Japa foi fotografada com Leica V-Lux 20

Batom – Mac Spirit A23

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Today’s Sound: Dimitri from Paris por Arthur Mendes Rocha

Já que estamos falando de Lounge Music, não poderíamos deixar de falar de um dos representantes mais fortes deste gênero que bebe na fonte da Exotica, do Space Age Pop, que é o DJ francês Dimitri from Paris.

Dimitri iniciou sua carreira como DJ de rádio, indo em 1986 para a NRJ, uma das maiores da Europa e onde fazia o primeiro programa dedicado a house music na época.

Dimitri nunca escondeu a sua paixão por músicas de cinema dos anos 60, cocktail music, orquestras, bem como disco, funk e soul, ele foi um dos precursores do boom do house francês nos anos 90.

Esta paixão por filmes como “Um convidado bem trapalhão”(The Party), “La Dolce Vita”, “Bonequinha de Luxo” (Breakfast at Tiffany’s) misturado com o jazz Jet-Set dos anos 60 e sua experiência como dj de house, o inspirou a lançar em 1996 o álbum “Sacrebleu”.


“Sacrebleu” foi um divisor de águas na época, deu um sopro de vitalidade na música produzida na França, misturando em um mesmo caldeirão jazz, trilha sonora, easy listening, bossa nova e house, juntamente com este twist de cocktail music e muitos samples que tornou o álbum um clássico do gênero. Entre os destaques do álbum estão “Sacre Français”

E “Une very stylisch fille”, ambos com clipes homenageando a estética cool francesa dos anos 60:

O disco vendeu mais de 300 mil cópias, foi eleito o melhor álbum do ano pela revista Mixmag (que na época pré internet era a bíblia da música eletrônica) e serviu de trilha sonora para coquetéis a beira da piscina, em barcos, e para muitos lounges.

O DJ estava tão bombado na época, que chegou a fazer a trilha sonora de desfiles da Chanel, Jean Paul Gaultier e Yves Saint Laurent, além de viajar o mundo com seus sets.

Lembro de ter visto em 1997, Dimitri discotecando em uma festa promovida pela marca francesa Agnés B. no PS1 em NY e ali já percebíamos o quão contagiante eram seus sets que misturavam músicas novas com antigos hits da disco music.

Depois de “Sacrebleu”, Dimitri continuou lançando compilações, mas mais voltadas para a disco music (como as famosas compilações da Playboy Mansion, que resgatam o glamour das festas da revista dos anos 70), bem como “Cruising Attitude”, “Cocktail Disco” (2007), “Night Dubbin’ (2009), “Get down to the Philly Sound” (2010) e “Knights of the Playboy Mansion” (lançada este ano).


Dimitri também é reconhecido por seus ótimos remixes, seja para artistas como Bjork, The Cardigans, Quincy Jones, James Brown, Chic, New Order, bem como vários re-edits (músicas antigas re-editadas de forma a tornarem-se mais contemporâneas para as pistas de hoje).

Recentemente, Dimitri passou pelo país tocando em um evento somente para convidados em SP e também no Rock in Rio.


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Today’s Sound: Esquivel! por Arthur Mendes Rocha

Esquivel é um músico e compositor mexicano que interpreta músicas instrumentais sofisticadas dentro do gênero Space Age Bachelor Pad Music e é considerado o grande expoente deste estilo.

Esquivel é o nome artístico de Juan Garcia Esquivel, que demonstrou ser um prodígio desde cedo, trabalhando na rádio mexicana e liderando uma banda de mais de 20 músicos.

 



A música de Esquivel caracteriza-se por arranjos complexos, sonoridade jazzística, percussão exótica, solos de piano, sem improvisações; ele é um perfeccionista em todos os sentidos.

Em 1957, ele foi contratado pela gravadora RCA e lançou álbuns como “To Love again” (1957), “Other Words, Other Sounds” (1958), “Four Corners of the World”(1958), “Exploring new sounds in Hi-Fi” (1959), entre outros.






Muitas vezes o nome Esquivel é escrito com uma exclamação no final, já que mostra o seu estilo inconfundível misturando orquestrações com coros que repetem sílabas sem sentido como “zu-zu’ ou “pow!” como em “Frenesi”:

Esquivel foi um dos primeiros artistas a fazer um uso inovador das capacidades que o Stereo permitia, chegando a gravar com duas orquestras ao mesmo tempo e simultaneamente, apenas trocando o canal de cada uma, como em seu álbum “Latin-Esque” (1962) e na música “Mucha Muchacha”:

Em 1963, Esquivel abandona um pouco os estúdios de gravação em troca das performances ao vivo, levando um grupo de vocalistas femininas, luzes e coreografias para o circuito de Las Vegas, acabando por abrir shows de celebridades como Frank Sinatra.

Ele também compôs músicas para algumas séries da TV americana como “The Bob Cummings Show”, além de várias músicas incidentais tais como o logo de encerramento das produções do estúdio Universal.

Esquivel parou de gravar para a RCA em 1968, dedicando-se mais aos shows; ele teve alguns problemas devido a sua fase festeira em Hollywood, com uso abusivo de álcool e drogas. Ele veio a falecer em 2002 de um infarto.

Sua música é considerada à frente de seu tempo, já que vários artistas modernos utilizam-na como inspiração. Nos anos 90, Esquivel teve um forte revival, com relançamentos e compila-ções de Space Age Pop, além de servir como trilha sonora em filmes como “Big Lebowsky” e “Four Rooms”. Um de seus últimos trabalhos foi a colaboração com o grupo Combustile Edison onde fez uma nova versão para seu hit “Miniskirt”:

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Today’s Sound: Space Age Bachelor Pad Music por Arthur Mendes Rocha

Space Age Bachelor Pad Music foi um termo cunhado pelo artista americano Byron Werner para descrever um tipo de música instrumental feita por compositores e artistas entre os anos 50 e 60 da chamada Space Age (a era espacial).

Na verdade este termo foi criado nos anos 80, depois que este tipo de música já havia saído de moda, mas é um bom termo para descrever a excitação que aqueles novos tempos despertavam, com a economia em forte crescimento e o avanço da tecnologia combinados com as possibilidades do homem explorar o espaço. Lembrando que seria um espaço imaginado, já que o homem ainda não havia viajado á Lua (isto só veio a ocorrer em 1969).





Mesmo que na música várias avanços estavam ocorrendo (como o nascimento do rock n’ roll e do soul), a população adulta americana ainda preferia uma música suave, sofisticada, com toques de swing, às vezes sexy e sem compromisso, que pudesse ser tocada em suas salas de estar, nos apartamentos de solteiros (bachelor pad) que liam a revista Playboy e haviam comprado recentemente seus aparelhos stéreo e na hora dos drinks ou coquetéis (cocktails).







Musicalmente falando, este estilo mistura diferentes tipos de ritmos, composições e arranjos, geralmente com o uso de uma orquestra de cordas combinados com percussão latina, além de piano, marimba e orgão e até mesmo o uso do theremin. Outro diferencial é o jeito que as canções são gravadas, com os estúdios de gravação mais bem equipados, a música podia ser gravada em diferentes canais, com efeitos sonoros (manipulação da velocidade do som, equalização, reverberação e mais) que testavam a capacidade dos aparelhos hi-fi stéreo da época.

Digamos que o arranjador tinha um papel fundamental dentro deste gênero, já que ele mudava os standards de jazz e mesmo de música clássica, dando uma nova sonoridade a uma música já conhecida, tornando-a inovadora e irreverente.

São diversas as influências do Space Age Pop tais como compositores clássicos como Ravel e Debussy, as grandes orquestras (big bands) dos anos 40, os estilos exóticos como samba, música latina, calypso; a própria música Exotica (que falamos na semana passada), lounge music são precursores deste estilo.




Entre os principais representantes pode-se destacar Esquivel (considerado o rei do Space Pop), bem como Bob Thompson, Three Suns, Dick Hyman, Hugo Montenegro, Marty Gold, Manny Albam, Enoch Light, Syd Bass, Ferrante & Teicher, Sauter-Finnegan e mesmo em alguns trabalhos de Henry Mancini (o grande compositor de músicas para o cinema) e Les Baxter (como o disco Space Escapade).



Mesmo as capas dos discos de Space Pop são bem caracterizadas com elementos espaciais, designs abstratos como os da série Stereo Action da gravadora RCA e Perfect Presence Sound da gravadora Mercury para poder guiar melhor os compradores.


Na metade dos anos 90, junto com o revival da Exotica, houve um ressurgimento do Space Pop, com relançamentos de discos e coletâneas como a de Esquivel, “Space-Age Bachelor Pad Music”, que vendeu mais de 70 mil cópias e até inspirou um nome de um EP da banda Stereolab, além de ser influência em bandas dos anos 90 como Combustile Edison e Squirrel Nut Zippers, entre outras.

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