De longe, melhor burrito veggie de São Paulo @veggiesnapraca !!!Orquídea Catleya escândalo #9, abrindo pela primeira vez na Cerejeira. Bom dia! #orquídea #catleya #orchidsDiana Vreeland's portrait by Cecil Beaton.
"You gotta have style. It helps you get down the stairs. It helps you get up in the morning. It's a way of life...I'm not talking about lots of clothes."
Hoje no www.japagirl.com.br/blog/dj-setsAnna Pavlova and her pet swan Jack, 1905Mini-orquídeas abrindo em homenagem a Minha Avó.Minha Tucki era amiga da gatinha Pantufa e adorava quando ela vinha visitar.Cherry blossoms blessings! Boa segunda, boa semana!Hoje faz uma semana que a minha princesa Tucki se foi e só agora consigo falar sobre a minha perda. A perda da minha Filha, da cachorra perfeita, a perda de um pedaço do meu coração, da minha companheira, da minha amiga sempre tão carinhosa. Obrigada Tutu, por ter sido parte da minha vida nesses anos. Vc está fazendo muita falta, pro Papai, pra Mamãe e pro Tigre, que está doente sem vc e nem sabe mais quem ele é, sem a sua presença. Descanse em paz, minha filha, meu amorzinho.Orquídeas Cymbidium abrindo! #orchids #cymbidiumIcy mermaids talking

                
       





















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CURRENT MOON

Archive for janeiro, 2012

Today’s Sound: Motorhead por Arthur Mendes Rocha

O Motorhead, banda criada por Lemmy, é de influência fundamental no rock, mesclando um pouco de glam rock, punk , trash metal e heavy, ela é influência direta em bandas como o Metallica.

Lemmy Kilmister era roadie da banda de Jimmi Hendrix até ingressar na banda psicodélica Hawkind, na década de 70.  A banda chegou a fazer um certo sucesso na época, mas Lemmy acaba sendo dispensado da banda por problemas com drogas.

Ele não desiste e resolve formar sua própria banda, juntamente com Lucas Fox e Larry Wallis e a chamam de Bastards, mas logo trocam pelo nome que os tornou lendas no rock: Motorhead (gíria que significa viciados em anfetaminas).

A banda sofre novas substituições, mas continua tendo Lemmy como líder e gravam “Parole”, que acaba não sendo lançado por ser pouco comercial.

O primeiro trabalho acaba sendo lançado apenas em 1977 e é simplesmente intitulado ‘Motorhead’. A banda começa a ser notada mesmo a partir do segundo trabalho “Overkill” que contém o hit “Louie Louie” (cover da original de Richard Berry & the Pharons)

Nos anos seguintes, eles lançariam mais dois álbuns de sucesso: “Bomber” (1979) e “Ace of Spades” (1980), além de finalmente lançar o álbum “Parole”. O álbum “Ace of Spades” acaba se tornando o grande clássico da banda, reverenciado pelos amantes do metal e colocando o Motorhead entre as grandes bandas do gênero. Um dos destaques do álbum é a faixa título:

Logo em seguida eles lançam o álbum “Iron fist’ puxada pela faixa título que mais uma vez mostra o carisma de Lemmy:

Os próximos trabalhos vêm marcados por desentendimento na banda, saída de integrantes, mas Lemmy continua firme e forte lançando novos discos, tanto de estúdio quanto ao vivo e se apresentando em vários países.


Em 1992, eles lançam seu maior sucesso comercial, o álbum ‘March or Die” com Slash (na época no “Guns n’ Roses”) participando em várias faixas e uma contribuição com Ozzy Osbourne, a faixa “Hellraiser”, incluída na trilha sonora do cultuado filme de terror:

Lemmy, a figura central da banda, é um cara polêmico, mas sabe o que diz e faz, ele já viu de tudo em optar por uma vida de rockstar e até lançou uma autobiografia com o sugestivo título de “White line fever” (a febre da linha branca).  Seu estilo inconfundível com cabelão comprido, bigodão, calça de couro, chapéu teve influência na moda e nos fãs que copiam seu jeito. Ele já está com 67 anos, alega que está ficando surdo, mas está lá sempre mandando bem nos shows da banda, com toda a energia possível.


Wendy O' Williams and Lemmy Kilmister

No ano de 2000, o Motorhead completou 25 anos de estrada e fez shows comemorativos, bem como fez parceria com o Sepultura até vencer um Grammy na categoria metal. A banda continua na ativa, tendo se apresentado no Rock in Rio no ano passado. Seu trabalho mais recente é “The World is yours” de 2010. Neste mesmo ano foi lançado o documentário ‘Lemmy”, sobre sua carreira e contribuição ao rock com depoimentos de Alice Cooper, entre outros.

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Today’s Sound: Kiss por Arthur Mendes Rocha

O Kiss é uma das bandas de maior destaque do chamado Glam Metal Rock, estilo que falaremos nesta semana, com um som vigoroso e seu incrível visual, eles fizeram história no rock.

O Kiss foi formado em 1973 (portanto tem quase 40 anos de estrada) por Gene Simmons e Paul Stanley, a eles se juntaram Ace Frehley e Peter Criss, que responderam um anúncio na revista Rolling Stone.

O Kiss é uma das bandas símbolos dos anos 70, época em que sua popularidade era ainda maior, já que causavam sensação por onde passavam.


A maquiagem da banda com o rosto pintado de preto e branco foi concebido conforme a personalidade de cada integrante: Gene, The Demon, com um make lembrando filmes de terror; Paul, The Starchild, uma estrela do rock; Ace, The Spaceman, com estética futurista e Peter, The catman, remetendo a felinos.

O figurino, ultrajante, com botas de salto bem alto, foi calcada em uma mistura de super-heróis com teatro japonês.





Eles estavam prontos a dominar o mundo, no início chamando mais a atenção pelo visual, bem como a pirotecnia utilizada em suas apresentações ao vivo, com direito a guitarras enfumaçadas, fogos (e sangue) sendo cuspidos, bem como vôos na platéia, fogos de artifício, além de mostrar revolta quebrando os instrumentos.

Ao assinar com a Casablanca, eles lançaram seu primeiro álbum em 1974, simplesmente intitulado Kiss, mas que não obteve o resultado esperado.

Foi com o álbum de 1975, “Dressed to kill” que a carreira do Kiss dá uma guinada, alavancado pelo sucesso de “Rock and roll all nite”. Mas a música só viria a estourar mesmo quando foi incluída em “Alive!”, primeiro álbum da banda a alcançar o disco de ouro e um dos primeiros álbuns duplos ao vivo a serem lançados, vendendo mais de 20 milhões de cópias e conquistando seu lugar na história do rock n’ roll:

A partir daí, o Kiss cai nas graças do público americano e mundial, lança um novo disco, “Destroyer”, e acaba conquistando a Europa e Japão. Um dos hits do disco é “Detroit Rock City”:

Durante o restante dos anos 70, o Kiss mantém a boa fase, gravando bons discos e fazendo turnês de grande sucesso pelo mundo. Outro hit deles de 1979 é “I was made for lovin’ you”:

A banda começa a ter problemas nos anos 80, com vendagens menores e brigas internas que acabam na saída de Peter Criss em 1980. Em 1982, com o disco “Creatures of the night”, o Kiss tem outro sucesso com “Love it loud”:

Em 1983, a banda toca no Brasil para um dos maiores públicos deles em todos os tempos no Maracanã, mas desta turnê não participa também Ace Frehley, devido a problemas com drogas.

Durante meados nos 80 até meados dos 90, a banda não tem das melhores fases, depois de algumas trocas na formação original, resolvem também lançar um disco sem maquiagem, mas não é muito bem aceito. Até que em 1995, eles aceitam o convite da MTV e gravam um Unplugged (acústico)com a volta da formação original.

A banda vê que uma volta da banda original e mantendo a maquiagem daria um bom retorno e fazem uma turnê milionária pelo mundo. Até 2000, eles permanecem juntos, mas neste ano, antes da “Farewell tour”Peter Criss tem uma laringite e se afasta da banda. Logo em seguida, Ace Frehley sai novamente da banda.

Hoje o Kiss continua a excursionar, sem Frehley e Criss (que partiram em carreira solo), mas mantendo a tradição de fazer o que os fãs gostam: muito barulho, efeitos especiais e o máximo em diversão e rock. Este ano eles devem lançar um novo disco, “Monster”, e provavelmente uma nova turnê mundial.


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Today’s Sound: Charlotte Gainsbourg por Arthur Mendes Rocha

Ela é uma mulher especial: talvez sejam os genes de seus pais, o misto de garota, mulher, atriz, cantora…Charlotte Gainsbourg é definitivamente uma diva moderna.

Charlotte é a filha primogênita do casal Jane Birkin e Serge Gainsbourg, ela não tem uma beleza de padrão tradicional, mas ela tem um charme, uma presença em cena, que não desgrudamos os olhos dela.


Ela cresceu no meio artístico, cercada por músicos, artistas, atores e atrizes, desenvolvendo o gosto pelas artes e se expressar através desta.


Charlotte tem uma excelente carreira no cinema, onde estreou diversos filmes seja de Michel Gondry (“The Science of sleep”), Alejandro Iñárritu (“21 Gramas”), e agora ela é a musa de Lars Von Trier, com quem fez dois filmes “Anticristo” e “Melancholia”. Ela já ganhou o prêmio César de revelação e a Palma de Ouro do Festival de Cannes por “Anticristo”.

Mas na música, Charlotte tem um relacionamento especial, já que em 1986 ela lançou “Charlotte Forever”, com produção de seu pai. Antes disso, ela já causava polêmica com “Lemon Incest”, dueto com Serge que chocou os franceses com seu vídeo mostrando Charlotte cantando na cama ao lado de seu pai:

Charlotte só voltou a lançar outro álbum solo em 2006, com “5:55” que tem a produção do duo francês Air.  Ela juntou-se ao Air em uma apresentação com a música “Beauty Mark”:

A música dela é um pop sofisticado, com excelente produção como mostra o clipe de “The Operation”:

Ela gostou tanto de voltar a cantar que, logo em seguida, lançou o álbum “IRM”, desta vez com produção de Beck, onde destacamos “Master Hand”:

Charlotte além de tudo, é naturalmente elegante, ela não precisa fazer esforço algum, cada gesto seu, o jeito de andar, a postura, fora o jeito de vestir conquistaram estilistas como Nicolas Ghesquière, que tem nela uma das musas máximas da Balenciaga, para quem ela posou para anúncios como este do perfume, como mostra a foto abaixo:

No final do ano passado, Charlotte lançou “Stage Whisper” onde ela interpreta “Terrible Angels” e o vídeo é ótimo com várias Charlottes look- a- likes:

O interessante é que este álbum é como um disco duplo, pois além de trazer oito músicas novas, ainda traz onze canções ao vivo, incluindo músicas dos álbuns anteriores. Mas Charlotte se sai melhor em estúdio com orquestrações mais elaboradas.

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Today’s Sound: Zooey Deschanel por Arthur Mendes Rocha

Zooey Deschanel é a típica musa indie: bonita, graciosa, estilosa, boa atriz e além de tudo canta divinamente.

Zooey despontou para a fama com sua participação em filmes como “Almost Famous” (Quase famosos), “The hitchhiker’s guide to the galaxy” (O Guia do mochileiro das galáxias), entre outros.


Antes disso, em 2002, ela já mostrava seus dotes musicais, loira e cantando duas canções no filme “Elf”:

No filme “Bridge to Terabithia” (Ponte para Terabítia), de 2006, ela canta duas músicas: ‘Why can’t we be friends” e “Someday”

Mas foi com o filme ‘500 days of Summer” (500 dias com ela) de 2009, que ela virou um household name (um nome facilmente reconhecido pelas platéias), no papel de Summer, a paixão do personagem de Joseph Gordon-Levitt e com quem ela termina um relacionamento deixando-o desesperado. Mesmo não cantando no filme (somente na trilha), ela ‘rouba” o filme e conquista vários novos fãs.

Um ano antes do filme estrear, ela lançou o álbum ‘Volume One” com seu companheiro de banda, Matt Ward. Os dois são conhecidos como She & Him. Aqui destacamos o seu primeiro single: ‘Why do you let me stay here”

O She & Him faz um pop suave, suas composições são românticas e sonhadoras. Além de cantar, Zooey também é letrista e instrumentista sabendo tocar teclado, percussão, banjo e até ukulele (violão de 4 cordas de origem havaiana). Ela denomina como suas principais influências ColePorte, Gershwin, Carole King, Roy Orbison e Bobbie Gentry.

O seu segundo álbum chama-se Volume 2 e entre os destaques estão as músicas “Don’t look back” e “Thieves”

O duo também se apresentou em festivais como o South by Southwest, bem como o Newport Folk Festival. No Natal que passou, eles lançaram o álbum “A Very She & Him Christmas”, todo recheado de canções natalinas.


Zooey continua a mil com sua carreira de atriz, ela é a estrela principal do seu próprio sitcom, a série “New Girl”, divertida comédia sobre uma jovem que vai morar com três rapazes sem conhecê-los direito. Zooey inclusive compôs e canta o tema de abertura:

No último final de semana, ela apareceu no Globo de Ouro onde concorria como melhor atriz de série cômica, mas acabou não levando o prêmio. Mesmo assim, Zooey foi bem estilosa em um modelito Prada verde e preto com penteado 60’s e com as unhas pintadas de uma maneira bem original.

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Today’s Sound: Scarlett Johansson por Arthur Mendes Rocha

Scarlett Johansson não é apenas uma das atrizes mais sexy e cool do momento, ela também sabe cantar, e bem.

Scarlett começou a ganhar mais destaque no cinema a partir do filme “Ghost World”, um filme independente baseado nas histórias em quadrinhos ‘Mundo Cão” ,em 2000.

Mas foi com “Lost in Translation” (Encontros e Desencontros) dirigido por Sofia Copolla e com Bill Murray que ela realmente estourou, todos só falavam nela e no quanto o filme era bacana e contava uma história simples e emocionante. Ela foi indicada ao Globo de Ouro e ganhou um BAFTA (O Oscar britânico).

No filme ela já ensaiava cantar, como na famosa cena do karaokê onde interpreta a música “Brass in Pocket” dos Pretenders:

Scarlett conquistou a todos com seu jeito de menina moderna, simples e com algo a dizer,ela era diferente da estrela típica hollywoodiana, era mais alguém como nós, podia ser uma amiga ou mesmo uma colega de escola.

Porém, com o passar dos anos, Scarlett começou a fazer de tudo um pouco e acabou fazendo suas escolhas baseadas mais no retorno comercial e não nos filmes de maior valor artístico. Uma das exceções foram os filmes com Woody Allen (“Match Point”, “Scoop” e “Vicky Christina Barcelona”).

Mesmo assim, no meio desta trajetória, Scarlett lançou em 2008 um álbum bem interessante e surpreendeu a todos com seu talento de cantora: “Anywhere I lay my head down”, um trabalho com covers de canções de Tom Waits no qual destacamos o clipe de “Falling Down”:

Antes de lançar este álbum, ela já vinha preparando sua estréia como cantora, tendo gravado uma colaboração com o compositor Peter Yorn, vários duetos que se tornaram o segundo álbum de Scarlett: “Break Up”. Confiram abaixo o clipe de “Relator”.

Seus álbuns sempre demonstram uma preferência por blues e folk e os vocais de Scarlett são roucos, suaves e sensuais.

Recentemente ela gravou uma participação no álbum de Lulu Gainsbourg, ‘From Gainsbourg to Lulu”, um tributo a Serge Gainsbourg (pai de Lulu), onde os dois regravaram “Bonnie & Clyde” com Scarlett fazendo às vezes de Brigite Bardot:

Scarlett também se dedica à carreira de modelo, já que as grifes adoram seu estilo, tendo posado para  Louis Vuitton, Dolce & Gabbana, Mambo, Moet Chandon, entre outras.

No Natal que passou, ela gravou um dueto com Dean Martin (o falecido ator e cantor hollywoodiano dos anos 50/60), no estilo do que fizeram com Natalie Cole e seu falecido pai Nat King Cole, “casando” as duas vozes em “I’ll be home for Christmas”:

Scarlett está sempre em voga, seja nos noticiários devido ao seu recente caso com Sean Penn (depois de haver se separado de Ryan Reynolds) e no cinema ela está em cartaz no filme “We bought a Zoo” (Compramos um zoológico), ao lado de Matt Damon. Este ano ela deve repetir o papel de a Viúva Negra (que já havia aparecido em “O Homem de Ferro 2”) no filme “The Avengers” (Os Vingadores).


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Today’s Sound: Judy Garland por Arthur Mendes Rocha

Judy Garland foi uma das grandes atrizes cantoras de sua época, ela é a típica estrela americana da era de ouro dos poderosos estúdios de cinema e dos musicais hollywoodianos.

Judy praticamente nasceu nos palcos, começando a cantar aos dois anos e meio de idade junto com suas irmãs no chamado Sisters Gumm (Gumm era seu sobrenome original). As irmãs apresentaram-se em várias casas de shows até mudarem seu nome para The Garland Sisters e ela mudar seu nome de Frances para Judy, pois soava melhor.

Em 1935, aos 13 anos, ela assina com o estúdio Metro Goldwyn Mayer, a ‘casa” de estrelas lindas como Ava Gardner, Elizabeth Taylor, Lana Turner. Judy era considerado o “patinho feio’, já que não tinha o padrão de beleza destas outras estrelas (nem sua magreza) e isso a perseguiu pela vida inteira. Um de seus sucessos na época era a música ‘Zing! Went the strings of my heart”:

Ela se torna um sucesso na Metro, dedicando-se completamente às exigências do estúdio que era presidido por Louis B. Mayer, o todo poderoso chefe e ela acaba se tornando uma espécie de “filha” da Metro, pois seu pai havia falecido.

Na Metro, Judy torna-se uma mina de ouro para o estúdio, pois seus filmes acabam sendo um sucesso, estrelando inicialmente em vários filmes da série Andy Hardy, ao lado de Mickey Rooney. Em 1938 ela estrela ‘Broadway Melody” onde canta a música “You made me love you” para Clark Gable, chamando a atenção dos outros estúdios

Em 1939, aos 16 anos, ela estrela aquele que seria um de seus papéis mais memoráveis: Dorothy, a personagem principal do clássico “O Mágico de Oz”. Para conseguir o papel, Judy submete-se a utilizar fitas para segurar os seus seios, bem como o uso de colete para diminuir suas curvas e parecer mais jovem. No filme ela canta a música que virou sua marca registrada: “Over the Rainbow” e ela ganha um Oscar especial juvenil por suas atuações naquele ano:

Depois de alguns casamentos fracassados, Judy tentava fazer a transição de estrela juvenil para estrela adulta. Um dos resultados é o filme ‘Meet me in St Louis” (1944), um musical clássico dirigido por seu futuro marido Vincent Minelli (pai de sua filha Liza) e no qual canta músicas como “Trolley Song”:

Louis B. Mayer (da Metro) foi um carrasco com Judy, pois esta não cedeu a suas investidas sexuais, assim ele acaba fazendo tudo que pode para conseguir seus objetivos, chegando a “financiar’ a sua depressão pagando médicos para viciá-la em remédios e paparazzis para persegui-la.

Judy continua filmando com os maiores astros da época como Fred Astaire e Gene Kelly, mas tem cada vez mais problemas com remédios, dos quais cria dependência, utilizando anfetaminas para ficar acordada e barbitúricos para dormir e atrasando-se nas filmagens, bem como tentando o suicídio.

Ela acaba sendo substituída em alguns de seus papéis por outras atrizes até ser dispensada da Metro em 1951. Neste ano ela divorcia-se de Minelli e contrata o empresário Syd Luft que fecha vários concertos no Reino Unido, incluindo uma apresentação de muito sucesso no London Palladium.

No ano seguinte, ela casa com Syd (com o qual tem uma filha, Lorna) e em 1954 ela estrela para a Warner o filme “A Star is Born”, com direção do mestre George Cukor e ao lado de James Manson. Aqui ela canta “The man that got away”:

Em meados dos anos 50 e início dos 60, os papéis no cinema vão diminuindo cada vez mais e Judy segue com sua carreira musical, fazendo vários especiais para a TV e shows. Um deles era o “The Judy Garland Show”, onde recebia convidados ilustres como Barbra Streisand, aqui elas cantam “Get Happy/Happy days are here again” (recentemente homenageada na série ‘Glee”):

Em 1961 ela participa de um dos maiores acontecimentos no show business americano: Judy at Carnegie Hall, show histórico e gravado em disco, ficando 13 semanas no primeiro lugar da Billboard, além de receber cinco prêmios Grammy.


No final dos anos 60, Judy estava com sua saúde cada vez mais deteriorada de um passado de abuso com remédios, drogas e álcool, sua aparência estava bem envelhecida e ela acaba por falecer em 1969, devido a uma autosobredossagem de barbitúricos.

Judy enfrentou vários problemas em carreira, sempre teve sua vida devassada pela imprensa, mas nunca saiu do spotlight, vencendo os principais prêmios do entretenimento, sendo admirada e reverenciada por uma enorme legião de fiéis fãs. Ela foi eleita pelo American Film Institute como a oitava maior estrela de todos os tempos.

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