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janeiro – 2012 – Japa Girl












































































    Encontrei essa cachorra, com mais de 10 anos, castrada, com uma cirurgia ainda cicatrizando na região torácica, cheia de moscas e pulgas, na pracinha em frente ao colégio Santa Cruz, região de Pinheiros. Muito fraca, está pele e osso. Internei no @citvet por 24 hrs, está inteira, sem anemia, sem infecção, fígado e rins bons! Acredito que fugiu! Por favor me ajudem compartilhando, deve ter um dono procurando por ela. Por hora, colocamos o nome de Angelita. #cachorraperdida #procurasecachorroHoje!!!
#climatestrikeLunatic Magic Beware...🦇 Theophile-Alexandre Steinlen “Chat au Clair de Lune”, c 1900Greve Global pelo clima - São Paulo, 20.9.2019! É de suma importância que todos participem dessa greve global. Acontece que a Amazônia, o Pantanal e o Cerrado, continuam queimando, numa destruição avassaladora, apesar da pressão feita até agora. Além disso, incêndios se espalham por diversos cantos do mundo, como Sibéria, Indonésia e o continente africano. Não podemos relaxar, enquanto mudanças significativas sejam aplicadas de fato.Emocionante! Nunca vi passeata igual, com tanta gente. Acordamos. Graças à Deus e Deusa. Não podemos mais permitir que isso aconteça as Florestas e aos Animais. Fora demônio #forasalles #sosamazoniaPor favor assistam!Gigante pela própria natureza e pela própria ignorância 🇧🇷Precisamos ir para a rua protestar urgente!!! Profundamente abalada com a destruição de lugares sagrados, lugares que sustentam a Vida neste planeta! Todos vão sofrer as consequências desse desmatamento e queimadas! Árvores de 500 anos já eram! Estão encontrando animais queimados, jamais estudados ou conhecidos pelo homem! Estamos sentenciando nossa existência. #prayfortheamazonÉ com profundo pesar, estão cortando uma pequena floresta de no mínimo 70 anos, que cresceu numa casa desocupada. Ainda que haja autorização da PMSP e compensação em outro local, como fica o entorno? Quem irá compensar os morcegos e periquitos que moram nessas árvores?Unforgetable veggie lunch exxxperience!
Thank you so much @saporebrasil @pietroleemann @lideresempreendedores 
Risoto com aspargos verdes e abóbora, contraste de mousse de couve-flor defumada e arroz silvestre crocante.

                
       
















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Archive for janeiro, 2012

Today’s Sound: Jane Birkin por Arthur Mendes Rocha

Jane Birkin não é o tipo de beleza tradicional, ela é magra, seus dentes da frente são bem separados, mas ela tem o seu lugar garantido no panteão das estrelas de cinema que também são cantoras.

Jane Birkin é inglesa, a típica it girl da swinging London que queria algo mais além de ser bonita. Uma de suas primeiras aparições no cinema foi no filme “Blow Up”, o clássico de Michelangelo Antonioni dos anos 60, onde ela faz uma pequena participação como uma namoradinha do fotógrafo interpretado por David Hemmings. Logo no início de sua carreira, ela já tinha atração pela música, casando-se com o grande compositor de trilhas de cinema, John Barry.

A vida de Birkin deu uma guinada mesmo quando se separou de Barry e mudou-se para a França, onde conheceu Serge Gainsbourg, que vinha de uma decepção amorosa com Brigitte Bardot. Ela tinha aulas de piano com o pai de Gainsbourg e daí conheceu o gênio da música moderna francesa e apaixonou-se perdidamente por ele.

O casamento dos dois foi um prato perfeito para os tablóides da época, Birkin era linda e descolada, Gainsbourg era o pegador feio e desta combinação saiu apenas Charlotte Gainsbourg (de quem falaremos próxima semana).

A música tema dos dois acabou sendo um dos maiores hinos ao sexo jamais cantados por um casal: “Je t’aime, moi non plus”, escândalo absurdo na época, lançado em 1969, sofrendo toda a espécie de censura possível e entrando para a história como um dos grandes duetos homem-mulher. O single acabou sendo o mais vendido por um casal cantando em uma língua não-inglesa. Birkin sabia que a música não tinha sido feita para ela, mas feliz ao lado de Gainsbourg, ela cantou (e sussurou) divinamente:

O casamento dos dois durou de 1968 a 1980. Neste meio tempo, Jane estreou em filmes de bons diretores franceses como “A piscina”, onde contracena com Alain Delon e Romy Schneider.

Outro de seus papéis de destaque foi na versão cinematográfica de “Je t’aime moi non plus” ao lado de Joe Dallesandro sob a direção de Gainsbourg (sim, ele também dirigia), onde está mais andrógina do que nunca.

Birkin era um ícone fashion, ela era modelo e ditava moda, seu estilo era copiado e ela sempre se manteve cool, investindo mais em sua carreira como atriz e cantora. Não é a toa que ela é a inspiração da icônica bolsa de Hermés, a bolsa Birkin, e inspira editoriais de moda até hoje.

Ela gravou alguns discos com Gainsbourg como “Histoire de Melody Nelson”, onde fez ás vezes de Lolita, posando para a capa como também fez um vídeo da canção “Ballade de Melody Nelson”.

Ela também gravou outras músicas de Gainsbourg como “Quoi”, nesta apresentação para a TV francesa:

Mas Birkin levou sua carreira adiante mesmo sem Gainsbourg, lançando discos solo e também dirigindo um filme.

Lembro que a vi em um show de encerramento da Mostra de Cinema de São Paulo em 2004, ela mantém o mesmo charme e aquele jeitinho de garota francesa cantando músicas em francês e inglês. Abaixo um vídeo dela em dueto com sua filha Charlotte:

Birkin continua na ativa, fazendo shows, lançando discos, fazendo um pouco de cinema bem como se dedicando a causas humanitárias como a Anistia Internacional e também ao combate à Aids.

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Today’s Sound: Marilyn Monroe por Arthur Mendes Rocha

Marilyn Monroe foi sem dúvida o maior símbolo sexual de Hollywood em todos os tempos e este ano completam-se os cinqüenta anos de sua morte, mas pouco se fala sobre um outro lado de sua carreira: a de cantora.

Marilyn nasceu Norma Jean, uma menina tímida com problemas familiares e que acabou se tornando a loira mais desejada do mundo, a mulher fatal que fazia às vezes de burra, mas que na verdade não tinha nada de tonta; Marilyn era bem inteligente e escrevia poemas, ensaios, enfim, interessava-se por leitura e chegou a ser casada com o grande dramaturgo americano Arthur Miller.


Seus filmes tiveram grande sucesso na década de 50 e início dos 60, foi o seu ápice como intérprete desde comédias sofisticadas como “Quanto mais quente Melhor” de Billy Wilder até dramas mais adultos como “Os Desajustados” de John Huston (seu último filme), ela trabalhou com grandes diretores e sempre que podia cantava também nestas películas. Aqui ela canta “I wanna be loved by you” na comédia de Wilder:

Em “Os Homens preferem as loiras” de Howard Hawks, ela tem dois ótimos números de canto e dança: um com Jane Russell, outra bombshell hollywoodiana, em “A Litle girl from little rock”:

E também cantando uma de suas músicas mais famosas, “Diamonds are a girl’s best friend”, copiado por Madonna no clipe de “Material Girl”:

Mas um de seus melhores papéis foi no filme “Let’s make Love” no qual contracena ao lado de Yves Montand, que faz um milionário que deseja aprender a cantar, um dos números mais famosos é onde ela canta “My heart belongs to Daddy”:

Ela levava a sério sua carreira de cantora também, estudando com treinadores de voz e com artistas como Ella Fitzgerald, do qual era grande amiga e impulsionou a carreira da mesma.


Além disso, vários discos foram lançados com suas gravações, além de entreter as tropas americanas durante a Guerra da Coréia:

Marilyn teve uma vida curta, porém intensa, além dos filmes que fez, casou-se três vezes, teve vários casos extraconjugais como o com o então presidente dos EUA, John Kennedy (na época casado com Jacqueline). Inclusive na festa de aniversário deste, ela lhe cantou o parabéns a você mais sensual de todos os tempos, “Happy Birthday Mr. President”, como mostra o vídeo abaixo:

Até hoje não se sabe direito a causa de sua morte, todo o tipo de teoria já foi levantado, terá sido apenas um suicídio? Terá sido uma armação da Máfia sabendo do caso dela com Kennedy? Vários livros e teorias foram escritos a respeito, mas nunca saberemos da verdade, pois várias provas desapareceram e muitos dos prováveis envolvidos já faleceram.


Todo este mistério em torno de sua morte alimentou ainda mais a mitologia em torno de Marilyn. Seja no cinema ou na moda, ela influenciou toda uma geração de atrizes, com seu estilo sexy, seu visual com os cabelos platinados e ao mesmo tempo “girl next door” em filmes como “O Pecado mora ao lado’, famoso pela cena onde seu vestido levanta no metrô. Vestido este recentemente vendido em um leilão pelo recorde de 5.52 milhões de dólares.

Ela era puro estilo, nunca uma atriz já falecida continua tão falada e tão publicada. Este ano será lançado no Brasil o filme ‘My week with Marilyn” com a atriz Michelle Williams no papel de MM, reascendendo o interesse das novas gerações sobre a misteriosa Marilyn.

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Today’s Sound: Marlene Dietrich por Arthur Mendes Rocha

Marlene Dietrich sempre esteve rodeada de polêmicas: era admirada pelos nazistas, bissexual, exigente ao extremo, mas uma coisa não pode se negar, ela foi uma das maiores atrizes do cinema, dona de uma personalidade única, de um estilo inconfundível e também tinha o dom de cantar.

Nascida na Alemanha, Marlene começou a sua carreira atuando no teatro, pois havia se formado em artes cênicas, até ser descoberta pelo diretor austríaco Joseph Von Sternberg que a convidou a estrear em “O Anjo Azul” (The Blue Angel). No filme ela faz o papel de Lola-Lola, uma cantora de cabaré que enlouquece um professor e dona da cruzada de pernas mais sensual do cinema (muito antes de Sharon Stone), tornando-a um mito da noite para o dia:

Na década de 30 ela atua em vários filmes de Sternberg  como  “O expresso de Shangai”, “A Vênus loira”, entre outros. Neste último ela canta vestida com uma roupa de gorila, cena esta que ficou famosa na época:

Na década de 40, ela vai para Hollywood onde trabalha com vários diretores importantes como Hitchcock (“Pavor nos bastidores”), Fritz Lang (“O Diabo feito mulher”), Orson Welles (“A marca da maldade”), Billy Wilder (“A Mundana”), entre outros.


Dietrich era admirada pelos nazistas, mas nunca foi simpatizante de Hitler, tendo recusado o convite deste para estrear em filmes pró-nazistas, o que foi considerado um desrespeito com a pátria alemã e ela acaba se naturalizando cidadã americana para poder seguir com sua carreira.

Durante a Segunda Guerra Mundial, Dietrich resolve entreter as tropas que estão no campo de batalha, cantando para eles músicas como “Lili Marlene”, “Falling in love again”, “Boys in the backroom” e a partir daí dedica-se também a sua carreira musical.

Além de cantar em seus filmes, ela participou de vários concertos ao redor do mundo, a partir do final dos anos 50, apresentando-se nas melhores casas de espetáculos como o Sahara Hotel em Las Vegas e com ótima aceitação do público e de seus fãs. Ela até chegou a se apresentar no Brasil, no teatro da Record em São Paulo e no Golden Room do Copacabana Palace no Rio, em 1959, tendo como partner o famoso compositor Burt Bacharach, em início de carreira.

Uma das histórias interessantes a seu respeito é que ela conhecia tão bem a melhor luz que a iluminava nos filmes, que chegava a dar as diretrizes para os diretores de fotografia sobre o melhor posicionamento dos spots e no melhor ângulo para fotografá-la.

Dietrich tinha uma preocupação absurda com o estilo, ela sempre está impecável em seus filmes, com um figurino arrasador, feito pelos melhores figurinistas da época e com cabelo e maquiagem de acordo. Ela inclusive foi uma das primeiras mulheres a fazer uso do estilo andrógino, ela adorava vestir ternos masculinos como no filme “Marrocos’, onde ela aparece de smoking e também beija uma mulher, causando escândalo e boatos sobre sua sexualidade.

Em 1984, seu amigo Maximilian Schell realizou um ótimo documentário a seu respeito chamado ‘Marlene”, no qual ela recusou-se a ser filmada e somente concordou em que fosse utilizado o áudio de sua voz.

Dietrich cantava em alemão, inglês e francês e suas apresentações como cantora viraram discos, compilações que até hoje são reeditadas com sucesso. Aqui ela canta “La Vie em Rose”, famosa na voz de sua grande amiga Edith Piaf, no Café de Paris em Londres, em 1972:

Dietrich fez seu último filme em 1978, “Apenas um Gigolô” (ao lado de David Bowie), e optou por uma vida reclusa em Paris, aonde veio a falecer em 1992.

Dietrich era a encarnação do glamour de uma grande estrela, chique, elegante, extremamente preocupada com sua imagem, até hoje ela é referência indispensável seja no cinema, na música e na moda; artistas como Madonna e estilistas como Yves Saint Laurent a reverenciam. Se fosse viva, ela teria completado cem anos no ano passado.

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Today’s Sound: ATRIZES-CANTORAS, BRIGITTE BARDOT por Arthur Mendes Rocha

Brigitte Bardot além de ser uma ótima atriz e musa do cinema francês das décadas de 60 e 70, ainda se lançou na música e na dança com bons resultados.

Ok, ela não tinha uma super voz, mas cantava bem, escolhendo músicas que combinavam com seu desempenho vocal e além de tudo era apenas a Brigitte cantando, aquele misto de mulher, garota, dona de uma sensualidade e uma beleza especial que a tornaram um mito.

Este documentário foi realizado em 1992, mas até hoje não o tinha visto, é um ótimo apanhado da carreira musical de B.B. com depoimentos da própria antes de optar pelo recluso total e também depoimentos de Serge Gainsbourg, Sacha Distel (seu ex-marido), Jane Birkin, entre outros. Abaixo o link com o doc completo:

http://www.dangerousminds.net/comments/brigitte_bardot_sings_documentary_featuring_bardot_serge_gainsbourg_and_jan

Brigitte começou a cantar no início dos anos 60, com o empurrão de Claude Bolling entre outros, que insistiu para que ela ensaiasse bastante e treinasse antes de se aventurar pela música. BB seguiu o conselho e treinou bastante antes de se apresentar em especiais da TV francesa. Aqui ela canta um rockinho com passos de twist chamado “L’appareil à sous” em 1963:

Em 1968 ela teve um tórrido romance com Serge Gainsbourg e ele compôs várias músicas para ela (como “Harley Davidson”), bem como participou de clipes com BB como “Bonnie & Clyde” e “Comic Strip”:

Inclusive a famosa música “Je t’aime, moi non plus” foi composta para Brigitte, que implorou para que Gainsbourg nunca lançasse a versão em que os dois cantam juntos, já que na época ela era casada com Gunter Sachs.

Portanto ele acabou regravando a música com Jane Birkin (que viria a se tornar sua esposa) e lançando a canção com enorme sucesso. Abaixo a versão de “Je t’aime…” com Serge e Brigitte nunca lançada comercialmente:

Um dos destaques do documentário são os depoimentos de Brigitte sobre seus encontros com John Lennon e Marilyn Monroe. Lennon solicitou que para encontrá-la em um hotel em Londres, toda a mobília fosse retirada do quarto e acendessem velas. Já com Monroe, Brigitte encontrou em um banheiro quando elas iriam conhecer a rainha Elizabeth e as duas conversaram enquanto retocavam a maquiagem, um encontro histórico sem dúvida.


BB fez vários especiais musicais para a TV francesa, o doc mostra várias cenas destes e também de filmes da atriz. Ela geralmente lançava especiais de fim de ano como o “Le Bardot Show” de 1967, com vários videoclipes da atriz como este onde canta “La Madrague”, música feita em homenagem ao seu refúgio em Saint Tropez:

A música sempre correu nas veias de Bardot, inclusive ela fala de seu encontro com o Gipsy Kings, os quais ela já conhecia desde os anos 70 quando eram apenas um grupo de ciganos, que tocavam nas praias francesas e ela dançava suas músicas.

BB também cantou músicas em outras línguas, além do francês, como em inglês, espanhol e até mesmo em português como mostra em “Maria Ninguém”:

Apesar de nunca mais ter aparecido em público, preferindo dedicar-se à proteção dos animais, Brigitte Bardot será sempre admirada por sua carreira no cinema e também na música onde lançou vários discos e compilações que merecem ser (re) descobertas.


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