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CURRENT MOON

Archive for março, 2012

Today’s Sound: Paris is Burning por Arthur Mendes Rocha

Hoje falaremos de um documentário que não é exatamente sobre música, mas que tem tudo a ver já que trata de uma dança: “Paris is Burning”.

“Paris is Burning” é um documentário cult de 1990,dirigido por Jenny Livingston, que causou sensação na época e até hoje gera bastante interesse.

Neste link abaixo do Vimeo, está o documentário em sua versão completa:

http://vimeo.com/8350272

O doc nos mostra o “voguing”, dança iniciada nos salões de bailes dos guetos gays, latinos e negros nova-iorquinos, onde cada participante dança como se estivesse em uma passarela de um desfile de moda e fazendo poses glamurosas como sendo fotografados para a revista Vogue.

Estas competições de danças são julgadas por um pequeno júri, que deve escolher qual é a melhor ‘house” (como as fashion houses),ou seja, o melhor grupo de performances, premiando os vencedores.

Assim conhecemos alguns dos melhores representantes desta cena, dançarinos e drags como Pepper LaBeija, Willi Ninja, Dorian Corey, Octavia St Laurent, Angie e Venus Xtravaganza, entre outros.

‘Paris is Burning” é o nome de um destes eventos, onde cada participante se monta e quer arrasar com o concorrente, seja no visual ou na dança.

Mas o doc também aborda o lado social do vogue, ou seja, como cada integrante sofria preconceitos de suas famílias (muitas vezes sendo expulsos de casa), da sociedade por causa de raça e da Aids, como eles enfrentavam a pobreza e a falta de oportunidades.

Entre vários depoimentos, estórias, alternativas de vida como roubar roupas de lojas ou até mesmo se prostituir, “Paris is Burning” mostra que nem tudo na vida deles era glamour.

Quando do lançamento do filme, a diretora foi ao programa de Joan Rivers juntamente com o elenco de drags do filme e explicou um pouco sobre o filme e o conceito voguing:

O filme foi bastante premiado em festivais como Sundance (onde venceu o grande prêmio do júri) e Berlin (vencendo o Teddy Bear de melhor documentário), bem como figurou nas listas de melhores filmes do ano de 1991.

Malcom McLaren lançou uma homenagem aos dançarinos de voguing com a música “Deep in Vogue’, que inclusive homenageia algumas das “houses ” e têm a participação de Ninja e LaBeija:

Logo em seguida, em 1990, Madonna espalhou o voguing para o mundo inteiro, com o sucesso da música “Vogue”.

É uma pena que muitos dos participantes do filme já tenham falecido, mas o voguing teve um revival recentemente, com suas danças sendo novamente vistas nas pistas de dança e um livro de fotos foi lançado a respeito.

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Minhas minhocas

Foi numa viagem para um sítio que as crianças quiseram pescar, cavoucaram a terra, encontraram

minhocas e me pediram para colocar no anzol. Baixou o dilema com certo aperto no coração.

Como poderia eu sacrificar uma minhoca se dou alimento para elas diariamente?


Tenho um minhocário em casa. Uma composteira doméstica adquirida na intenção de diminuir os

resíduos orgânicos da família. Mesmo por que o lixo orgânico integra 50% de material de um

aterro sanitário.

Ele que é o principal vilão no apodrecimento dos lixões a céu aberto e na contaminação das

águas através do chorume.

Além de ver o nosso resíduo orgânico sendo digerido, o minhocario produz mais dois ativos. O bio-fertilizante, um líquido marrom escuro (chorume do bem), oriundo da digestão das minhocas é tirado através da torneirinha embutida no produto que diluído e colocado na terra, fertiliza. Diluído e burrifado nas plantas, defende. Maravilha !!!



Hortas caseiras e lindos nano  jardins podem ser feitos em sua casa. È um prazer pegar o temperinho da sua mini horta, sabendo que foi fertilizado com os seus resíduos.

Quando a compostagem é completada. O que antes era lixo vira terra de excelente qualidade. O tal do Húmus de minhoca que as lojas de jardinagem vendem por aí.


As minhocas são luxuosas, californianas e consumistas ao extremo. Vorazmente desintegram os resíduos do dia para noite.

Quando divulgo minha prática vem o Pré-conceito:

- Não atrai ratos e baratas ? Não fede  ? Minhocas ??? Eca !!!


Sendo feito como nas instruções, não há cheiro nem “bichos escrotos que saem dos esgotos”. Na compostagem são regras simples assim. Nada de carnes e gorduras animais, nada de açúcar, óleo, frutas cítricas(limão, laranja, mexerica e abacaxi) e pouco sal. Pequenos restos de comida são bem vindos,  porém, o que elas gostam mesmo é diversidade de cascas de frutas e legumes, café com coador e tudo, sacos de chá, verduras passadas, podas secas, serragem, jornal picado…Um aprendizado da nova era ver o que era considerado lixo, se transformar em terra fértil.


As galinhas sempre foram o melhor tipo de digestão de resíduos orgânicos da história, porém nos centros urbanos fica impossível. Algumas empresas fabricam os minhocários e já vendem os kits com as minhocas dentro. Tenho uma amiga que tem minhocário num apartamento de 50m2. Se você tiver um jardim podem-se fazer as composteiras em casa, que as minhocas aparecerão. Veja o passo a passo.

compostagemdomestica-100218234657-phpapp02

Lá vou eu arear a casa das minhas minhocas e dar-lhes umas cascas de carambola.

Faça você mesmo:

http://www.youtube.com/watch?v=-UWuaFJJVlo

http://www1.folha.uol.com.br/folhinha/1052606-saiba-mais-sobre-as-minhocas-e-aprenda-a-fazer-um-minhocario.shtml

Onde comprar:

www.moradadafloresta.org.br

www.minhocasa.com

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Today’s Sound: Krautrock por Arthur Mendes Rocha

Outro documentário que a BBC 4 apresentou é sobre a música feita na Alemanha, no pós-guerra, quando esta buscava algo mais moderno e com características próprias que foi chamado de ‘Krautrock – the Rebirth of Germany”.

O krautrock foi um movimento musical alemão que no final dos anos 60, início dos 70 dominou algumas das bandas do país, com influências da música eletrônica, progressiva, clássica, minimalista; utilizando guitarras elétricas, sintetizadores (quando estes ainda eram primitivos) e bases pré-gravadas.

Ele mostra que este termo foi inventado pela imprensa musical inglesa e pela gravadora Virgin, que editou na Inglaterra os discos dos grupos alemães do gênero e precisava categorizá-los.

O doc está todo disponível no youtube conforme link abaixo.

Entre as bandas que estão presentes no documentário estão alguns dos maiores expoentes do krautrock tais como Popol Vuh, CAN, Neu!, Aamon Düll II, Tangerine Dream, Cluster, Faust, entre outros.

Vários integrantes destas bandas dão seus depoimentos, mostra os estúdios onde criaram suas músicas, a atmosfera da época; as estórias curiosas de, como um gênero mais viajante e sofisticado de música, tentava se sobressair numa Alemanha dominada pela mesmice de uma música pop sem graça.

Um dos segmentos é sobre o Popul Vuh, que inclusive fez várias trilhas-sonoras para Werner Herzog como “Aguirre”, além de ser o primeiro grupo alemão a utilizar o sintetizador em 1970.

Conhecemos mais também do grupo CAN, que era formado por estudantes de Stockhausen e que incluíram o jazz experimental em sua música e considerado uma das grandes bandas do gênero, que também vivem um revival na música eletrônica produzida atualmente.

Claro que o Kraftwerk não poderia ficar de fora, estando presente em um bom trecho do doc, falando de suas inspirações na tecnologia e na modernidade da Alemanha na época como as auto-estradas (auto-bahn).

Outro segmento interessante é o que fala da vinda de David Bowie a Berlin para gravar seu disco “Heroes’, altamente influenciados pelo krautrock e a cena alemã da época, sendo gravado no estúdio Hansa, por onde passeamos com Florian Schneider (ex-integrante do Kraftwerk).

É recomendável assistir à este documentário e saber mais sobre o rock alemão da época, que diferenciava-se do americano e inglês por ser muito mais experimental; utilizando fontes da música de vanguarda, psicodélica e futurista para criar o chamado krautrock.

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Majorelle cap. 3, residência e fundação de Yves Saint Laurent e Pierre Bergé

Um dos casais mais chiques do mundo, na minha opinião, Pierre Bergé e YSL desfrutaram  diversas casas pelo mundo.

Cada uma destas faraônicas mansões guardavam suas coleções de arte particulares, objetos e móveis do mais puro bom gosto; tudo com qualidade de museu.

Sem dúvida, este bom gosto era baseado em cultura e história.

Quando montavam uma casa, não era sobre a dimensão do imóvel, havia uma história a ser contada.

De fato, uma mistura de mágica com poesia.

Muitas vezes, costumavam adquirir casas em ruínas e restaurá-las de volta ao esplendor.

Este foi o caso com o Jardin Majorelle.

Já era a terceira casa que o casal adquiria em Marrocos, Saint Laurent que nasceu e cresceu na Argelia, sinalizava um retorno ao ensolarado norte da África que foi grande fonte de inspiração na moda que criava.

As outras residências do casal ficavam em Paris, Normandia e no Tânger.

E sobre todas as suas outras residências, foi no Jardin Majorelle em Marrakech que Yves Saint Laurent, desejou que fossem jogadas suas cinzas. Então, sem sombra de dúvida, além de ser um lugar especial, foi onde YSL foi mais feliz.

Seu personagem marroquino tornou-se tão conhecido na cidade, que o homenagearam nomeando a rua de seu jardim com seu nome.

Muitos de seus amigos, do jet-set internacional,  passavam lendárias temporadas por lá, relaxando debaixo das estrelas, ouvindoMaria Callas no terraço forrado de tapetes persas.

Mergulhei no universo desta época e descobri algumas delícias para contar para vocês:

O casal, que eu fiquei mais passada, era o mais chique da época: Thalita e Paul Getty.

Photo by: Patrick Lichfield, on a Marrakesh rooftop in 1969.

Paul era herdeiro do petróleo, filho do homem mais rico do mundo naquela época e Thalita, absolutamente chic!

Thalita Getty, nascida na Indonésia, enteada do pintor Augustus John, musa absoluta de Saint Laurent, inventou o termo “Bohemian”, tão usado nos dias de hoje, foi pioneira usando seus looks numa etnia hippie chic, como só um ícone de estilo sabe usar.

Até o grande bailarino Rudolph Nureyev ficou enlouquecido por ela, imaginem!

Thalita e Paul Getty compraram e decoraram um palazzo em Marrakech e claro, eram assíduos frequentadores do Jardin Majorelle de Bergé e Saint Laurent.

Acontece que Thalita Getty alimentava um vício por drogas pesadas com tamanha voracidade, que seu hábito em heroína a matou com apenas 30 anos de idade, deixando para trás um filho de 3 anos apenas e uma vida pra lá de maravilhosa.

Haviam também Mick Jagger (este, dispensa apresentações) e Marianne Faithful, que viviam um tórrido romance durante este período.

Já, o melhor amigo da época de escola de Saint Laurent, designer de lingerie, Fernando Sanchez, estava sempre presente.

Sem falar em Loulou de La Falaise, musa, designer, colaboradora e grande amiga de Yves Saint Laurent. Faleceu recentemente em Novembro  de 2011. Sua notória elegância, estava em seu sangue já que descendia de uma longa linhagem  de condes ingleses.

Criou jóias e acessórios para a boutique do Jardin Majorelle, inclusive.

E como não poderia deixar de ser, outra grande amiga de Saint Laurent, Catherine Deneuve também era assídua frequentadora do Jardin Majorelle.

 

E Bill Willis, o genial decorador americano que criava cenários de sonho não apenas para Bergé e Saint Laurent, mas grandes socielites como Marie-Hélene de Rothschild, a família Agnelli, e como não poderia deixar de ser,  o casal  Getty no famoso Palais de La Zahia.

Bill Willis ajudou a decorar assim como restaurar, transformando a Villa Oasis numa fantasia Marroquina;

Segundo Bergé, ninguém compreendia a cultura Marroquina tão bem quanto Bill Willis.

Willis que era um Orientalista na tradição de George Clairin (minha mais nova obsessão), se apropriou de uma linguagem estética e a reinventou com maestria.


Conhecido pela sua personalidade difícil, Bill Willis era uma mistura de exigência com indolência.

Permitia que seus desejos e entusiasmos governassem sua vida.

Surpreendentemente, seus talentos passaram desconhecidos pelo mundo, nunca tendo conseguido o sucesso material concedido para muitos infinitamente menos talentosos.

Faleceu de hemorragia cerebral, sem um aviso escasso de sua morte em qualquer lugar, segundo Bergé.


Este Jardim de 12 acres também é onde fica o Museu de Arte Islâmica de Marrakech, que guarda a coleção têxtil norte-africana pessoal de YSL, cerâmicas, raríssimas  jóias das tribos Berber e  pinturas de Jacques Majorelle.

Essa é a história do Jardin Majorelle que inspirou e seduziu grandes nomes da cultura mundial dos séculos XX e XIX, entre eles Jacques Majorelle e Louis Majorelle, sendo inclusive a última morada de YSL.


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Today’s Sound: Joy of Disco por Arthur Mendes Rocha

O canal de televisão inglesa BBC 4 costuma lançar ótimos pequenos documentários, geralmente de uma hora de duração, mas que são muito bem produzidos e um que eles lançaram recentemente foi “Joy of Disco”.

Como o próprio nome já diz, Disco music é pura alegria, com seu ritmo contagiante, é a avó de toda a música eletrônica que veio a seguir, é música feita para dançar, sem preconceitos de raça, sexo ou o que for a não ser o puro prazer na pista de dança. Iniciando como uma música urbana, negra e gay.

O doc mostra um pouco da história deste ritmo que dominou as pistas e paradas de sucessos a partir da metade dos anos 70, numa visão divertida e com depoimentos bem bacanas de pessoas como Nile Rodgers (do Chic), Kathy Sledge (do Sister Sledge), Giorgio Moroder, Nicky Siano (idealizador e DJ do Gallery), Robin Gibb (dos Bee Gees), Ian Schrager (um dos proprietários do Studio 54), Tom Moulton (o criador do single de 12 polegadas), Mark Moore (do S-Express), David Mancuso (criador do The Loft), entre outros.

“Joy of Disco” está disponível em sua totalidade no youtube, conforme link abaixo:

É uma delícia de assistir a um pouco de como tudo começou, fala-se de Stonewall, o movimento gay que abriu as portas para que a disco acontecesse, os lugares que iniciaram a tocar o ritmo quando este ainda era underground como The Loft e The Gallery (com raras imagens destes clubs) e mais.

Um dos melhores segmentos vemos  o depoimento de Giorgio Moroder, o papa da eurodisco, autor do hit que mudou a história da música dançante para sempre: ‘I feel love’, interpretado por Donna Summer. Moroder fala que se ele resolvesse processar os que o copiaram, teria que processar o mundo inteiro … e ainda completa: “ah, mas eles gostaram”…

Claro que o doc teria que falar do apogeu da disco: quando esta virou um fenômeno de massa, o lançamento de “Saturday Night Fever” (a trilha sonora mais vendida de todos os tempos)e o estrelato de John Travolta e Bee Gees, o Studio 54 e as discothéques, enfim, tudo o que o movimento mudou em termos musicais e comportamentais.


Inclusive é abordado o declínio da disco, quando resolveram fazer o ridículo movimento homofóbico “Disco Sucks’, queimando vinis de disco em um estádio de futebol americano em Chicago (cidade esta onde nasceria a house music, cria direta da disco).

Mas falem o que falarem da disco, uma coisa é certa: foi um movimento fundamental em termos musicais e sociais e como prova a house, a nu-disco, além de reedits (reedições modernas de clássicos da disco); a disco nunca vai morrer!

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Today’s Sound: Marley por Arthur Mendes Rocha

Que Bob Marley foi a maior lenda do reggae, todo mundo já sabe, mas faltava um documentário definitivo sobre este ícone e isso vai acontecer agora com “Marley”.

“Marley” é um documentário de mais de duas horas de duração, dirigido pelo cineasta Kevin McDonald e com estréia prevista para 20 de abril nos EUA.

Ainda não tivemos oportunidade de assisti-lo, mas pelo trailer podemos ver que é um ótimo trabalho de seleção de imagens de arquivo e entrevistas com as pessoas que melhor o conheciam:

“Marley” vai á fundo na vida de Bob, traçando um retrato sério e profundo deste artista jamaicano que conseguiu transformar um som feito na periferia de Kingston em um gênero admirado em todo o mundo.

O diretor Kevin MacDonald é o mesmo diretor de “O último rei da Escócia” (que deu o Oscar de melhor ator a Forrest Whitaker) e também de dois excelentes documentários: “One Day in September” (que ganhou o Oscar de melhor documentário em 1999) e “Touching the void” (também bastante premiado em festivais).

Assim, com toda esta experiência, Kevin foi atrás de vários materiais de Bob Marley, incluindo apresentações e entrevistas inéditas, bem como cenas de arquivo pertencentes à família Marley e nunca então divulgadas.

Entre os depoimentos do doc estão o de sua mulher Rita, seu filho Ziggy, além de Jimmy Cliff, Lee “Scratch” Perry, The Wailers (o grupo que acompanhava Marley), Chris Blackwell (o dono do selo Island que lançava os discos de Marley) e outros.

Nesta cena do doc vemos os depoimentos de seu empresário, Allan ‘Skill” Cole e de seus amigos como Neville Garrick (também seu diretor de arte) que falam de como Bob abraçava a filosofia “rasta” de cuidado com o corpo e harmonia com a natureza, além de cenas de Marley jogando futebol, uma de suas grandes paixões:

Com cenas rodadas em Gana, Japão, Inglaterra e Jamaica, ‘Marley” teve sua estréia mundial no último festival de Berlim, tendo sido bem recebido pela crítica e ainda não tem previsão de estréia no Brasil. Abaixo uma foto do diretor com outro filho de Marley, Rohan, no festival:

São mais de 50 canções de Marley presentes no doc , incluindo ‘Get up, stand up”, “No woman no cry” e até um dueto com Stevie Wonder em “I shot the sheriff”, que o ajudou a estourar no mercado americano.

Ano passado completou-se 30 anos da morte deste grande ícone da música que foi o reggaeman por excelência e este doc presta uma linda homenagem ao homem atrás do mito.

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