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Como é "mixado" tem a vantagem de não crescer, vai ser sempre tamanho médio.
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CURRENT MOON

Archive for março, 2013

Abrace o Muriqui

 

Imagem de Bart Van Dorp

Imagem de Bart Van Dorp

Jogos Olímpicos de 2016.

A tocha olímpica acenderá e se as autoridades permitirem e a opinião pública defender,  pela primeira vez uma causa ambiental se tornará símbolo mascote dos Jogos, na defesa da exuberante Mata Atlântica brasileira, onde vive o Macaco Muriqui, espécie endêmica, ameaçada severamente de extinção.

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 Conhecido também por macaco aranha é o maior primata não humano do continente americano e o maior mamífero endêmico do Brasil, podendo atingir até 1,5m de altura, 20 quilos e vive entre 10 e 15 anos.

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 Muriqui em tupi-guarani significa gente que bamboleia, que vai e vem.

De natureza dócil, foi apelidado pelos indígenas como “povo manso da floresta”.

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Foto: cortesia de Carla B. Possamai/Universidade Federal do Espírito Santo

Uma característica encantadora é que em vez de brigarem, os Muriquis têm o hábito de abraçar uns aos outros.

Abraçam para tudo.

Quando se sentem ameaçados, atraídos, felizes, satisfeitos, famintos…assim vai.

São observados neste ato solidário quando encontram outros Muriquis ou animais de outras espécies.

Abraçam-se durante o encontro de tropas ou num ritual entre indivíduos que, aparentemente, se reconhecem.

Pendurados em suas caudas fazem um grande círculo e promovem um abraço coletivo.

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Imagem de Bart Van Dorp

Na busca de alimento, procuram coletivamente e usando sua cauda comprida que funciona como um braço flexível, coloca seu corpo entre uma árvore e outra, servindo de ponte para outros integrantes do grupo passarem com facilidade.  

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Foto de Luciano Candisani

 O mundo fala de paz e os animais a promovem.

Muito temos que aprender com o comportamento desta espécie.

Foto de Paula Breves

Foto de Paula Breves

 Os Muriquis são animais herbívoros  ou seja, se alimentam de uma grande diversidade de itens vegetais: frutos, folhas, flores de árvores…

Durante a alimentação, o Muriqui demonstra seletividade e sofisticação na manipulação do alimento, sabendo muito bem separar “o joio do trigo”.

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 Precisando de grandes áreas preservadas para sobreviver, ele é um dispersor natural de sementes.

Sua conservação é estratégica, pois é considerada uma espécie “guarda-chuva”, isto é, sua preservação ajuda também à sobrevivência de outras espécies da fauna e da flora e, por tabela, de toda a Mata Atlântica.

“São reflorestadores naturais, sendo assim, muitas espécies nativas estão sobrevivendo principalmente por causa dessa dispersão natural de sementes”, explica vigorosamente Paula Breves, veterinária a frente da ONG Eco Atlântica e percussora do movimento pró-Muriqui 2016.

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São duas espécies, o muriqui-do-norte (Brachyteles hypoxanthus) que ocorre nos estados de Minas Gerais, Espírito Santo e sul da Bahia, e o muriqui-do-sul (Brachyteles arachnoides) que ocorre nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e parte do Paraná.

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 São Paulo e Minas Gerais já conseguiram um plano de manejo para ampliar a mata e os corredores verdes de alguns parques nacionais dando condições para que os Muriquis se reproduzam.

Imagem de Fernanda Tabacow

Imagem de Fernanda Tabacow

 No Rio de Janeiro a ação está iniciando e estima-se que existam cerca de 300 Muriquis no estado e uns 3.000 no Brasil.

Infelizmente não se reproduzem em cativeiro e só existem exemplares desta espécie num único jardim zoológico do mundo.

O mistério que ronda o “O Povo Manso da Floresta” é que, atualmente, todos os filhotes que nascem, são machos.

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Foto de Andrew Young

O projeto, chamado oficialmente de “Conservação do Muriqui no Rio de Janeiro” quer estudar melhor este afetivo primata e farão um levantamento da situação da espécie para a elaboração de um plano de ação estadual, mobilizando especialistas da ONG Ecoatlântica, do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), entre outras instituições.

Eles pretendem estudar os hábitos deste peculiar mamífero, o que não será tarefa fácil.

Sensível, ele foge com o mínimo ruído, sua agilidade é tão grande que é praticamente impossível persegui-lo.

A desenvoltura do animal na mata, que faz lembrar a agilidade de um atleta olímpico, é um dos argumentos para fazer do muriqui a mascote dos Jogos Olímpicos do Rio.

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Foto de Luciano Candisani

 

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Foto de Fernanda Tabacow

Este macaco só muito raramente desce ao chão e nunca abandonam os bosques altos entre 600 e 1800m de altitude ao longo da costa onde a Mata Atlântica ainda existe.

Há um século atrás cerca de 100.000 muriquis viviam tranquilamente nesses bosques, porém,  a caça e as árvores abatidas para criar pastagens e núcleos urbanos, o seu território ficou reduzido e fragmentado a uns dez por cento da extensão original e o muriqui tornou-se uma das espécies mais ameaçadas de extinção

 

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 Enquanto a Floresta Atlântica vai sumindo, o Muriqui também.

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 A devastação profunda que se deu na Floresta Atlântica, desde que os portugueses pisaram o solo de Pindorama, em 1500, não acabou.

Não se fala FLORESTA ATLÂNTICA, mas MATA (que tem um significado mais restrito e urbano do que o de floresta).

Mesmo cobrindo apenas 13% do território nacional, cerca de 70% da população brasileira encontra-se na Mata Atlântica.

Inclusive, 10 das 20 cidades com maior população no Brasil estão dentro da Mata Atlântica.

Hoje apenas 10% da floresta ainda se encontram de forma nativa.

Apesar de reduzida a poucos fragmentos, na sua maioria descontínuos, a biodiversidade seu ecosistema é uma dos maiores do planeta.

 

Remanescentes da Mata Atlântica no Brasil em 2010[61]

Estado

Remanescente (Km²)

% remanescente

Alagoas

1.498,72

10,02%

Bahia

16.927,34

8,97%

Ceará

1.502,83

16,50%

Espírito Santo

5.107,53

11,07%

Goiás

493,81

4,7%

Mato Grosso do Sul

3.601,21

5,65%

Minas Gerais

27.339,26

10,04%

Paraíba

756,41

11,34%

Paraná

20.944,01

10,65%

Pernambuco

2.292,72

12,68%

Rio de Janeiro

8.617,66

19,61%

Rio Grande do Norte

485,48

14,12%

Rio Grande do Sul

10.289,90

7,48%

Santa Catarina

22.100,61

23,04%

São Paulo

26.703,24

15,78%

Sergipe

1.098.87

9,17%

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 Um  aliado incrível na campanha Muriqui 2016 é a Conservation International (CI), uma das mais respeitadas entidades de programas ambientais do mundo.

O seu presidente da CI, Russell Mittermeier, biólogo primatologista renomado, já vem difundido a candidatura em suas conferências e defende “O Muriqui tem importância tão grande quanto o panda gigante da China.

É um animal realmente simbólico para o Brasil, pois só existe no país e só vive na Mata Atlântica, ou seja, só há registros neste tipo de bioma.

Em reuniões internacionais tenho falado do esforço que estamos fazendo para protegê-lo” — disse Mittermeier

Russell Mittermeier, biólogo primatologista

Paula Breves defende : “A escolha está nas mãos do COB, que pode deixar um legado que para ajudar a salvar o Muriqui e a Mata Atlântica.

Esta é uma grande possibilidade pois o Rio tem uma carência histórica de conhecimento sobre o seu maior primata”.

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A campanha da ONG Ecoatlântica para transformar o primata em mascote ganhou uma visibilidade inédita, levando o Muriqui pela primeira vez, de um modo consistente, ao imaginário da opinião pública.

O trabalho está no caminho de tornar o maior primata das Américas uma das mais importantes espécies-bandeira da Mata Atlântica e um símbolo da defesa global da biodiversidade.

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Falando-se de diversidade, na sociedade dos Muriquis não existe predominância de machos sobre fêmeas.

Eles se conservam em seu bando toda uma vida, ela procura outro bando na sua adolescência.

Enquanto outras espécies se agridem na disputa da cópula, os muriquis compartilham a mesma fêmea e abraçados aguardam sua vez na fila da procriação.

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Sem ciúmes ou agressividade.

Com generosidade e solidariedade salta o Muriqui de galho em galho, rumo ao estrelato, divulgando a causa ambiental para todos os cantos do nosso amado planetinha.

logoweb

http://www.ecoatlantica.org.br

http://oglobo.globo.com/ciencia/os-ultimos-300-muriquis-macaco-um-dos-animais-com-maior-risco-de-extincao-no-mundo-6489325#ixzz2JBIR4TiJ 

 

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TODAY’S SOUND: 8½ POR ARTHUR MENDES ROCHA

Ele é um dos meus filmes favoritos, uma aula de cinema, de sonho, de loucura, de delírios, de surrealismo: ‘8 ½” (Oito e Meio) de Fellini.

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Federico Fellini foi um dos maiores diretores de todos os tempos e em 1963 ele dirigiu este filme que é considerado a sua obra-prima.

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No trailer italiano original, abaixo, Fellini usa a sequência que acabou ficando para o final, já que pretendia acabar o filme de outra maneira:

No papel principal, o seu alter-ego Marcelo Mastroianni como Guido Anselmi, um diretor vivenciando um bloqueio criativo e um personagem totalmente autobiográfico.

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O próprio título do filme se refere à Fellini, já que ele havia dirigido seis filmes, dois episódios e uma co-direção, perfazendo o total de oito filmes e meio.

8-e-meio-fellini-e-cardinalTodas as listas de melhores filmes de todos os tempos constam este magnífico filme, que é uma grande homenagem ao ato de filmar, uma ode de amor ao cinema e a todo este processo.oito-e-meio.-foto-1O filme arrebatou o Oscar de melhor filme estrangeiro em 1963 e também para o belíssimo figurino de Piero Gherardi (que já havia vencido antes por outro filme de Fellini, “La Dolce Vita”), além de diversos prêmios internacionais.oito-e-meio-foto-2

Destaque também para a fotografia em p&b de Gianni di Venanzo (responsável pela fotografia de “A Noite” e “o Eclipse” de Antonioni, além de “Eva” de Joseph Losey e ‘Julieta dos Espíritos” de Fellini) e também pela inspirada trilha de Nino Rotta, usual colaborador de Fellini em muito de seus filmes.

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A cena de abertura já nos prepara para o que virá a seguir, com Guido preso num engarrafamento, sufocado dentro de seu carro, somente o barulho de sua respiração e do barulho dele batendo no vidro enquanto observa os outros carros até que ele sai voando e se imagina preso por uma corda, como se fosse uma “pipa humana”:

O filme é com se fosse um grande sonho e se desenrola nesta tentativa de Guido terminar um filme que deixou pela metade: um filme de ficção científica com várias referências auto-biográficas.

Assim, ele se refugia em uma estação de águas, onde é perseguido pelos executivos que querem que ele termine o filme, bem como as mulheres de sua vida.

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Entre elas estão:

A esposa Luisa Anselmi, vivida pela atriz francesa Anouk Aimée, a mesma de ‘Um Homem, Uma Mulher” e tantos outros filmes

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a confidente Rossela e também a melhor amiga de sua mulher, papel de Rossela Falk

a amante, a tempestuosa Carla  interpretada por Sandra Milo, atriz que também trabalharia com o diretor em “Julieta dos Espíritos”

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a atriz e a “mulher ideal” Claudia vivida pela deslumbrante Claudia Cardinale

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a namorada de seu amigo, Gloria, vivida por Barbara Steele, a mesma de “Black Sunday” de Mario Bava

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Além destas, Guido tem delírios com flashbacks de sua infância e adolescência, como quando conheceu a prostituta, La Saraghina (Eddra Gale) , na famosa cena da dança dela:

Abaixo, cenas dos bastidores do filme, com Fellini filmando e também entrevista com o diretor e as atrizes que participam do filme:

Scorcese afirma que quando Fellini dirigiu “8 1/2” ele deu um salto em sua filmografia, pois era diferente de tudo que ele havia feito antes, foi como se ele tivesse pulado dez anos, afirmou o diretor.

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Agora, para apreciar o filme em todo seu brilhantismo, aconselho a vê-lo na edição da Criterion Collection, que fez, mais uma vez, um incrível trabalho de remasterização além da inclusão de preciosos extras.

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No filme a câmera não pára um minuto, ela está sempre em movimento, bem como ele deixa bem forte os contrastes entre branco e preto, é um filme bem moderno e uma quebra com a estética vigente na época.

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‘8 e ½” é pura fantasia, mágica, em uma de suas mais famosas cenas, a do harém, Guido está cercado por todas as mulheres de sua vida, desde sua mãe, professora, amigas, esposas, amantes, todas convivendo pacificamente e lhe fazendo todas as vontades enquanto preparam seu banho:

Em entrevistas Fellini declara que quando está fazendo um filme, ele deixa se levar por este, como a própria vida, e que sua tristeza é realmente quando esta alegria de filmar acaba quando encerra o filme. Como nessa cena abaixo onde Guido fala do ato de viver e onde dirige todos os personagens de seu filme, o filme de sua própria vida:

Através deste emaranhado de imagens, sonhos, delírios, Fellini discute arte, filosofia, psicologia, modernidade e todos os aspectos técnicos e pessoais que estão envolvidos no processo criativo, é um filme como poucos: faz rir, chorar, pensar e, principalmente, se emocionar.

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TODAY’S SOUND: TWILIGHT ZONE POR ARTHUR MENDES ROCHA

Uma série que mudou os conceitos da televisão para sempre, acrescentado terror, fantasia, ficção científica e surrealismo como nunca se tinha visto: estamos falando de “Twilight Zone” (Além da Imaginação).

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“Twilight Zone” foi lançado na TV americana no final dos anos 50, mais precisamente em 1959, sob a concepção de Rod Serling.

Tudo começou quando ele preparou um roteiro chamado ‘Time Element’ para a TV que Alfred Hitchcock queria produzir, mas a CBS se interessou e o adquiriu.

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O roteiro falava de uma viagem ao tempo, uma interessante estória sobre um cara normal que volta ao passado, para Honolulu, durante os ataques de Pearl Harbour.

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Este roteiro acabou sendo engavetado e redescoberto por outro produtor, Bert Granet, que imediatamente entrou em contato com Serling.

Eles produziram o roteiro e estava lançado o embrião de “Twilight Zone’, com forte influência dos programas de rádio da época.

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Eu lembro que a primeira vez que vi a série na TV quando reprisavam à noite, eu ficava apavorado, muitas vezes com medo do que pudesse acontecer,  já que a série abordava os mais diferentes temas com estórias diferentes de tudo que se via na época.

A abertura já era de arrepiar, com o seu tema original e que já nos levava a outra dimensão:

Sem ‘Twilight Zone”,  jamais existriam séries como “Arquivo X”, “Twin Peaks”, Fringe”, e muitas outras.

A série era narrada por Rod Serling, com sua presença forte e voz marcante. Abaixo ela apresenta o primeiro episódio da série:

Foram muitos episódios exibidos nas primeiras temporadas do programa, produzidos entre 1959 e 1964, num total de cinco temporadas originais e um total de 156 episódios.

Um dos fatos mais legais do programa é que eles falavam da situação política da época encoberto pela fantasia, ou seja, faziam críticas à sociedade e mascaravam através de alegorias, fazendo fortes críticas a temas como a guerra nuclear e o macarthismo, por exemplo.

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Outro fator importante do seriado era a sua ficha técnica, composta de diretores, atores e atrizes que também despontariam nas telonas ou em suas próprias séries, podemos citar alguns como: Ida Lupino, Ron Howard, Burgess Meredith (o Pingüim do ‘Batman”), Rod Taylor (de ‘Os Pássaros”), Paul Mazursky, Vera Miles, Roddy McDowall, Sydney Pollack, Jonathan Harris (o Dr. Smith de ‘Perdidos no Espaço”), Peter Falk (de ‘Columbo”), Lee Marvin, Cloris Leachman, Robert Redford (em um de seus primeiros papéis), Leonard Nimoy (o Dr. Spock), Dennis Hopper (na foto abaixo), Robert Duvall, Julie Newmar (a Mulher Gato), Burt Reynolds, Mickey Rooney, James Coburn, Telly Savallas (o Kojak), Richard Donner, e muito mais.

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Foram vários episódios incríveis e absurdos, contando as mais diferentes estórias, envolvendo alienígenas, viagens ao passado e ao futuro, pessoas que lêem mentes, visões, paranóias, medos, tudo contado de maneira que não sabemos mais distinguir a ficção da realidade.

Os finais de cada episódio da série sempre eram enigmáticos e surpreendentes.

Entre os episódios que se destacaram, podemos citar alguns como:

“Walking Distance” – homem percebe que voltou a sua cidade natal, só que nos seus tempos de infância, como era há vinte e cinco anos atrás.

“Escape Clause” – homem vende a sua alma ao diabo em troca de não ter mais doenças e ser imortal

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‘Third from the Sun” – um cientista e um amigo tentam escapar de uma destruição nuclear na terra em uma nave

‘The Hitch-Hiker” – mulher que viaja sozinha em uma estrada, vê sempre o mesmo homem pedindo carona em vários lugares

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“The Monsters are Due on Maple Street” – a vizinhança de uma rua desconfia que seus vizinhos são na verdade monstros vindos do espaço

“People are Alike All Over” – um foguete colide com Marte e o passageiro sobrevivente descobre que os marcianos são parecidos até demais com os humanos.

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“A World of his Own” – um escritor consegue fazer com que seus personagens ganhem vida

“A Thing About Machines” – um escritor recluso acha que as máquinas de sua casa estão se rebelando contra ele

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“The Invaders” – mulher encontra no sótão de sua casa dois pequenos alienígenas hostis que passam a atormentá-la. No elenco Agnes Moorehead ( a Endora de “A Feiticeira”).

‘A Penny for your Thoughts” – bancário tira a sorte na moeda e adquire a capacidade de ler a mente dos outros

‘The After-Hours – Anne Francis é uma mulher que, ao visitar uma loja de departamentos, descobre que os manequins da loja adquirem vida quando a loja fecha

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“The Midnight Sun’ – com a proximidade do Sol, a terra fica impossível de se viver devido ao calor e duas mulheres tentam sobreviver em uma cidade quase abandonada. O interessante é que ação se desenrola no dia 11 de setembro…

Um dos meus episódios favoritos é ‘Nightmare at 20.000 feet”, onde William Shatner (de “Jornada nas Estrelas”) é um passageiro que vê uma criatura esquisita, como se fosse um monstro da neve, na asa do avião em que está viajando, porém ninguém acredita nele.

Este episódio inclusive foi recriado na versão do filme para o cinema em 1983, com direção de diretores como Spielberg, John Landis, George Miller e Joe Dante, onde cada um dirigiu um episódio em homenagem á série que todos admiravam.

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Porém, o filme ficou famoso por que em suas filmagens houve um estranho fato: um helicóptero perdeu a hélice e esta atingiu o ator Vic Morrow (pai de Jennifer Jason Leigh) e mais dois atores infantis, que morreram na hora.

Rod Serling sempre foi um ativista pelos direitos humanos, contra a guerra, as injustiças sociais e procurava passar isto em seus roteiros. Ele também foi um os co-roteiristas do filme “O Planeta dos Macacos”.

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Várias tentativas foram feitas para recriar a série, mas nenhuma chegou aos pés da original, com sua inventividade, seus temas, suas imagens surreais e que ficaram para sempre na memória de seus admiradores. 

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Há boatos de um novo reboot da série, agora basta esperar para ver o que nos espera dentro deste mundo fantástico e inesperado da “Twilight Zone”.

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