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junho – 2013 – Japa Girl












































































    Happy Halloween at the witch’s home 🎃☠️🎃☠️🎃My heroes are leaving this world too fast.
RIP true icon #hughhefner 🖤Quédate Luna 
#devendrabanhartAbout last night, Gabriel & Yasmin wedding.
Beauty & Hair @celsokamuraoficial 
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Dress @reinaldolourencoEaster details...
Flower arrangements by @marcioslemeFeliz Lua Cheia de Outono com os melhores amigos da vida e nossos filhotes!!!
Flores babado do amor de @marcioslemeLandscape in progress 💚Após 3 décadas de cabelo muito longo, finalmente CORTEI!!! Vida nova 2017!!!
Gracias @celsokamuraoficial 💋🌹❤Melhor noite e som absurdo @djfelipevenancio  @djeducorelli @marcelona @melissadepeyre ❤❤❤ @club.jerome #toiletteMrs. Jones

                
       
















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CURRENT MOON

Archive for junho, 2013

Lado de dentro…!

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Lado de fora…

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Minha Sakura em flor!

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ASICS EAST COAST PROJECT NO COLETIVO AMOR DE MADRE

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Fotos: Bete Miguez

Asics apresenta seu GEL_LYTE III, parte do East Coast Project, de Ronnie Fieg, que esta no Brasil justamente pra ocasião no Coletivo Amor de Madre

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TODAY’S SOUND: COCTEAU TWINS POR ARTHUR MENDES ROCHA

O Cocteau Twins é uma das bandas mais influentes surgidas no pós-punk inglês dos anos 80, seu som etéreo, com a suave voz de Liz Fraser, marcou toda uma geração que viveu sua música intensamente.

O Cocteau se originou em uma cidadezinha industrial, Grangemouth, na Escócia, quando dois amigos, Robin Guthrie e Will Heggie, frequentavam a disco Nash, na qual Robin era o DJ.

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Sua preferência na época era o punk e uma das frequentadoras da noite era também Elizabeth Fraser, que gostava do som que Robin colocava e era uma das poucas a dançar.

Tanto Robin quanto Will já haviam participado de outras bandas, mas eles propuseram a Liz, que no começo achou que não seguraria a onda de cantar em um grupo. A banda se chamava Cocteau Twins e o nome foi originado por uma canção obscura do Simple Minds.

Liz e Robin acabaram se envolvendo romanticamente e assim ela acabou voltando para a banda.

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Uma das paixões em comum deles era o Birthday Party (que Nick Cave fazia parte) e que gravava pelo selo 4AD.
Numa apresentação do Birthday, Robin fala com Phil Cavert (um dos integrantes) e este o sugere de escrever para a 4AD, se oferecendo. Robin acaba escrevendo e a gravadora o responde de volta solicitando mais fitas com músicas da banda.

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Era o começo de uma relação que durou quase toda a existência do Cocteau, eles acabaram se tornando a banda símbolo da gravadora 4AD, especialmente com sua incrível direção de arte, com capas lindas e enigmáticas, sempre com imagens diferentes de tudo que se via na época.

A direção de arte dos discos da 4AD era feito por uma firma de design, dentro da própria gravadora, chamada 23 Envelope.

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Para se ter uma idéia, o Cocteau nunca apareceu na capa de nenhum de seus discos.
O primeiro álbum, lançado em 1982, chamava-se “Garlands” e um dos destaques era a música título:

E também “Wax and Wane”, que tocava nas pistas:

Seu som era diferente de tudo que se fazia na música da época, lembro que ao ouvi-los pela primeira vez, senti que era algo especial, único, eles conseguiam ter um pouco de cada estilo da época, seja pós-punk, gótico, new wave ou new romantic.

Cada vez que um disco deles chegava nas lojas de importados, era uma verdadeira loucura, eram disputadíssimos já que não eram lançados por aqui.

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O baixo de Will combinado com a guitarra minimalista e cheia de efeitos de Robin, mais as distorções, além do uso da Roland 808, e o vocal de Liz Fraser (aqui neste disco em língua compreensível) era um conjunto perfeito de texturas e sonoridades.

O disco foi um sucesso na parada independente, ficando no quinto lugar, além de ter ganhado o apoio de John Peel, o influente apresentador de um programa semanal da BBC Radio One (e das chamadas “Peel Sessions”) e uma das figuras mais emblemáticas da cena independente inglesa.

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Mesmo assim, a banda manteve sempre um perfil mais quieto, evitando declarações à imprensa e badalações e criando toda uma mítica em torno deles.

Depois de lançarem mais dois EPs, a banda sofre uma importante perda: Will amigavelmente deixa o Cocteau (e mais tarde forma o Lowlife).

O próximo trabalho da agora dupla é o álbum “Head over heels” que tem entre suas faixas ”Musette and drums”, aqui numa apresentação na TV inglesa em 1983:

O álbum acaba sendo um desafio ao Cocteau, pois a ausência de Will fez com que a dupla improvisasse e experimentasse bastante, além de ter que viajar em turnê (abrindo para o O.M.D.), assim eles acabam não cumprindo todas as datas acertadas.

O vocal de Liz vai ficando cada vez mais apurado, influenciado por suas constantes audições de Edith Piaf e Billie Holiday, e as letras mais enigmáticas, muitas vezes em línguas incompreensíveis, o que acaba se tornando marca registrada do Cocteau.

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Logo em seguida, a gravadora 4AD lança um projeto que junta diversas bandas da gravadora chamado This Mortal Coil, na qual se destaca a música “Song to the Siren”, cantada por Liz (acompanhada da guitarra de Robin) e que acaba tendo boa repercussão nas rádios:

Robin se questiona como as rádios tocam This Mortal e não tocam Cocteau…

No final de 1983, a banda volta a ser um trio com a entrada de Simon Raymonde, que já era um admirador da banda e também havia participado do Drowning Craze.

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O primeiro trabalho de Simon no Cocteau é o single ‘Pearly Dewdrops Drops, que acaba sendo o bem mais sucedido comercial-mente da banda até então, chegando no 29º lugar da parada de singles:

A adição de Simon ao grupo se mostra bem frutífera, levando mais experiência de estúdio ao Cocteau e tornando sua sonoridade ainda mais atmosférica em músicas como “Lorelei” do álbum “Treasures”, lançado em 1984.

E também “Pandora”

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Depois de “Treasures”, o Cocteau ficou um período sem gravar, somente voltando com o single “Aikea-Guinea” em 1985:

Nos anos seguintes, eles lançam mais EPs, enquanto Simon realiza um novo trabalho com o This Mortal Coil e Liz e Robin com seus amigos Dif Juz e o Felt.

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Simon continua ocupado com o This Mortal e acaba não participando do novo álbum do grupo que é o acústico “Victorialand”, um álbum elegante, delicado que acabou sendo confundido com new age, no ápice deste movimento.

Mas o Cocteau foi contra esta denominação e o álbum hoje é reconhecido como um importante trabalho dentro do movimento ambient/dub.

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Logo em seguida, eles se unem ao compositor clássico Harold Budd e lançam o lindo álbum “The Moon and the Melodies”, muito bem recebido pela crítica.

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Seu próximo trabalho é a música “Love’s easy tears”, incluída na compillação “Lonely is na eyeshore”:

Mais um hiato acontece com a banda e eles só voltam no final de 1986 com seu primeiro álbum por uma gravadora grande: “Blue Bell Knoll”, gravado em seu próprio estúdio. Entre os destaques está “Carolyn’s fingers” (aqui numa apresentação no programa de Jools Holland nos anos 90)

O álbum acaba sendo um novo caminho para o Cocteau, que chega ao 14º lugar da parada de sucessos.

Seu trabalho seguinte será o seu maior sucesso comercial: “Heaven or Las Vegas”, lançado em 1990, um trabalho bem mais tecnológico e que originou “Iceblink Luck”, entre outros sucessos:

Apesar de estar no pico de sua carreira, o Cocteau enfrentava problemas: seu contrato com a 4AD havia sido finalizado, a banda estava livre, mas Simon enfrentava dependência em álcool e drogas.

Um detalhe interessante nesta trajetória é que quando a banda fazia a turnê de Heaven or Las Vegas no Brasil, duas gravadoras foram procurá-los aqui e eles acabaram optando pela Fontana na Inglaterra e Capitol nos EUA.

Mais um trabaho e outra turnê acontece com “Four-Calendar Café”, de 1993, álbum que contém a música “Evangeline”:

Durante este período, Liz e Robin se separam e ela se envolve com outro músico, que dizem ter sido Jeff Buckley, o músico americano falecido precocemente em 1997.

O oitavo e último álbum do Cocteau acaba sendo “Milk & Kisses’ , lançado em 1996.

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Em 1998, eles haviam estabelecido uma nova gravadora, Bella Union, tentaram gravar um novo disco, mas acabaram desistindo e optaram por dissolver o grupo.

Mas este não seria o final definitivo para o Cocteau, já que duas compilações foram lançadas, bem como investiram em suas carreiras solo:

Simon lançou um disco, “Blame someone else” em 1998, com ótimas resenhas da crítica especializada.

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Liz fez várias participações em projetos do Massive Attack, Futre Sound of London, Craig Armstrong, Peter Gabriel, e até participando da trilha de “Lord of the Rings”. No ano passado, ela participou do festival Meltdown, sob curadoria de Antony Hegarty, do Anthony & the Johnsons.

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Robin já lançou três álbuns, bem como turnês com sua banda Violet Indiana, além de trilhas para filmes e novas colaborações com Harold Budd.

Em 2005 houve a quase participação no festival de Coachella, deixando os fãs em polvorosa, porém eles acabaram cancelando de vez qualquer reunião do Cocteau Twins.

No mesmo ano, a 4AD completou 25 anos e relançou todos os EPs e álbuns da banda totalmente remasterizados.

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Abismo da existência

 

Animus by Rudrik

Animus by Rudrik

Começa 2013, o mundo não acabou, mas milhares de espécies de animais continuam sendo extintas em ritmo frenético e jamais serão conhecidas pelas próximas gerações.

Para eles foi o final dos tempos  e o gênero humano é o maior responsável.

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Desmatamento, efeito estufa, caça predatória, monoculturas, desertificação, mudanças climáticas e outras peças do efeito dominó geram dados alarmantes.

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O relatório Planeta Vivo, elaborado pela WWF, aponta uma queda significativa na quantidade de espécies entre 1970 a 1995.

Este estudo monitorou diversas espécies e chegou a triste conclusão de que 35% dos animais de água doce foram extintos nos últimos 100 anos.

Com relação aos animais marinhos, a perda foi maior, pois atingiu a ordem de 44%.

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A União para a Conservação da Natureza mostrou que um quarto das espécies conhecidas pelo homem estão ameaçadas de extinção.

Entre estes animais, podemos destacar: o panda gigante da China, o elefante africano, o cervo-da-tailândia, o cavalo selvagem da Europa Central, o bisão da França, a baleia-azul, o leopardo, o lobo-vermelho, o orangotango, entre outros.

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No Brasil a situação não é diferente.

O tráfico de animais silvestres, as queimadas e as agressões aos ecossistemas colocaram vários animais brasileiros na triste lista negra.

São alguns exemplos: ariranha, arara-azul, cachorro-vinagre, cervo-do-pantanal,  jaguatirica, lobo-guará, mono-carvoeiro, mico-leão-dourado, onça-pintada, tamanduá-bandeira, tatú-canastra, veado-campeiro e outros tantos a beira da inexistência.

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Veja só por imagens, alguns dos animais em extinção nos últimos 20 anos.

 

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Tartaruga Gigante de Galápagos — 24 de junho de 2012

O Lonesome George (ou George, o Solitário) viveu por, aparentemente, um século.

Um bom tempo ao considerarmos que George estava habitando Galápagos tranquilamente no período de duas guerras mundiais.

A parte triste da história, no entanto, está no fato de que ele foi o último de sua espécie.

Quando vivo, o animal chegou a ser considerado uma das criaturas mais raras do mundo, especialmente por não ter tido filhos ou outro indivíduo conhecido de sua subespécie — e é possivelmente daí que vem o apelido “solitário”.

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Rinoceronte-Negro-do-Oeste — 2011

Vítima da caça desenfreada — apesar dos esforços de ambientalistas e de leis de proteção —, a subespécie de rinoceronte-negro foi oficialmente declarada extinta em 2011.

Além disso, as outras três subespécies de rinocerontes-negros restantes também estão criticamente em perigo.

AA

 

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 Mergulhão-de-Alaotra — 2010

Um lago em Madagascar foi, até 2010, o lar da espécie de um pequeno pato de mergulho. No entanto, a perda de habitat e a predação por peixes carnívoros de espécies não nativas extinguiu os mergulhões-de-alaotra.

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Foca-Monge-das-Caraíbas — 2008

Os representantes dessa espécie foram caçados extensivamente durante os séculos 1700 e 1800, especialmente pela gordura desses animais ser utilizada como óleo para lâmpadas e máquinas.

O último exemplo da foca-monge-das-caraíbas foi visto com vida em 1952, mas foi apenas em 2008 que essa espécie passou a ser considerada oficialmente extinta.

A extinção dessas focas também significa o desaparecimento de uma espécie de inseto que só vivia dentro do nariz desses animais aquáticos.

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Golfinho Baiji — 2006/2007

 Bastante parecido com o boto da Amazônia, existiu por  20 milhões de ano. Em 1979 a China declarou-o em perigo de extinção.

Após a construção da represa de 3 Gargantas, que alterou de forma irrecuperável seu habitat, foi praticamente dizimando.

A Fundação de Conservação de Wuhan “Delfín Baiji”, fundada em dezembro de 1996 gastou ao redor de 100 mil dólares para a preservação de células in vitro, pelo qual talvez algum dia possamos vêlo novamente

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 Poouli — 2004

Mesmo ainda sendo listada tecnicamente como “criticamente em perigo”, esta espécie de pássaro do Havaí pode ser considerada extinta desde 2004,  já que nenhum representante foi encontrado na natureza nos últimos anos.

Muitos apontam que o principal motivo dessa extinção foi a aparição de espécies não nativas no ecossistema havaiano — o que causou o declínio dessa espécie de pássaro e um desequilíbrio na natureza.

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Mariana Mallard — 2004

Esta espécie de pato foi considerada extinta em 2004, mas o último par desses animais foi vistos na natureza ainda em 1979.

A perda de habitat — ocasionada pela drenagem de pântanos para a agricultura e pelos danos na natureza trazidos pela Segunda Guerra Mundial — foi o principal motivo que causou o declínio desta espécie, que era encontrada em apenas três ilhas do Pacífico.

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A última representante desta espécie de mamífero foi morta em 2000 por uma árvore que caiu sobre ela.

Ainda assim, os cientistas tentaram manter a linhagem viva, realizando, em 2009, a criação de um clone.

Este, no entanto, morreu ainda pequeno por complicações nos pulmões.

golfinho1Golfinho do Rio Chinês – 1996

Uma das espécies extintas mais recentemente.

Bastante parecido com o boto da amazônia, e existiu por  20 milhões de anos.

Em 1979 a China declarou-o em perigo de extinção.

Após a construção da represa de 3 Gargantas, que alterou de forma irrecuperável seu habitat, foi praticamente dizimando.

A Fundação de Conservação de Wuhan “Delfín Baiji”, fundada em dezembro de 1996 gastou ao redor de 100 mil dólares para a preservação de células in vitro, pelo qual talvez algum dia possamos velo novamente

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Tigre-de-Java — 1994

Esta subespécie de tigre vivia em Java, uma ilha da Indonésia.

Ainda em 1984, um representante dela foi morto, mas, até 1993, os cientistas não conseguiram encontrar qualquer outra evidência de que esses tigres ainda estavam por lá.

Aparentemente, a principal causa da extinção foi a perda de habitat ocasionada pela agricultura da região.

Das oito subespécies reconhecidas de tigre, três já estão extintas: o tigre-do-bali, desde 1940; o tigre-do-cáspio, desde 1970 e o tigre-de-java.

O estatuto de conservação dos tigres-brancos não está avaliado pela União Internacional para a Conservação da Natureza.

São animais muito raros que não existem em estado selvagem, apenas sob cativeiro.

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Pica-Pau-Bico-de-Marfim —1994

O último Pica-pau-bico-de-marfim foi visto na natureza em 1940.

Desde então, há vários relatos de pessoas que já avistaram esses pássaros.

Além disso, uma gravação de áudio de 2002 causou um grande alvoroço entre cientistas e aficionados, que passaram a procurar aves dessa espécie — aparentemente, o som era de um pássaro bicando uma árvore.

Apesar de algumas pistas promissoras, a ave permanece oficialmente extinta.

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Canarian Oystercatcher — 1994

Esta ave foi recolhida pela última vez em 1913 na ihas Canárias.

Supõe-se que morreram por causa do esgotamento de sua fonte de alimento ocasionado pela pesca comercial.

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Concretamente, estão ameaçadas em todo planeta 12% das espécies de aves, 23% de mamíferos, 52% de insetos, 32% de anfíbios, 51% de répteis, 25% de tubarões e 20% de raias.

Outros tantos animais são extintos desde a existência de vida.

Que a seleção natural vá fazendo suas escolhas é perfeitamente natural, o dolorido é sabermos que o padrão de pensamento contemporâneo acelera o consumismo desenfreado fazendo desaparecer em níveis alarmantes espécies animais e vegetais em todo o Planeta.

O medo não é que o mundo acabe; o medo é que ele continue o mesmo rumo ao limite da nossa própria extinção.

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