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julho – 2013 – Japa Girl












































































    Hoje!!!
#climatestrikeLunatic Magic Beware...🩇 Theophile-Alexandre Steinlen “Chat au Clair de Lune”, c 1900Greve Global pelo clima - SĂŁo Paulo, 20.9.2019! É de suma importĂąncia que todos participem dessa greve global. Acontece que a AmazĂŽnia, o Pantanal e o Cerrado, continuam queimando, numa destruição avassaladora, apesar da pressĂŁo feita atĂ© agora. AlĂ©m disso, incĂȘndios se espalham por diversos cantos do mundo, como SibĂ©ria, IndonĂ©sia e o continente africano. NĂŁo podemos relaxar, enquanto mudanças significativas sejam aplicadas de fato.Emocionante! Nunca vi passeata igual, com tanta gente. Acordamos. Graças Ă  Deus e Deusa. NĂŁo podemos mais permitir que isso aconteça as Florestas e aos Animais. Fora demĂŽnio #forasalles #sosamazoniaPor favor assistam!Gigante pela prĂłpria natureza e pela prĂłpria ignorĂąncia đŸ‡§đŸ‡·Precisamos ir para a rua protestar urgente!!! Profundamente abalada com a destruição de lugares sagrados, lugares que sustentam a Vida neste planeta! Todos vĂŁo sofrer as consequĂȘncias desse desmatamento e queimadas! Árvores de 500 anos jĂĄ eram! EstĂŁo encontrando animais queimados, jamais estudados ou conhecidos pelo homem! Estamos sentenciando nossa existĂȘncia. #prayfortheamazonÉ com profundo pesar, estĂŁo cortando uma pequena floresta de no mĂ­nimo 70 anos, que cresceu numa casa desocupada. Ainda que haja autorização da PMSP e compensação em outro local, como fica o entorno? Quem irĂĄ compensar os morcegos e periquitos que moram nessas ĂĄrvores?Unforgetable veggie lunch exxxperience!
Thank you so much @saporebrasil @pietroleemann @lideresempreendedores 
Risoto com aspargos verdes e abĂłbora, contraste de mousse de couve-flor defumada e arroz silvestre crocante.Happy Sunday!
Plantio de mais de 320 árvores nativas da nossa Mata Atlñntica para #florestadebolso de Ricardo Cardim. @fabricadearvores 😉

                
       
















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CURRENT MOON

Archive for julho, 2013

TODAY’S SOUND: BLANK CITY E NO WAVE POR ARTHUR MENDES ROCHA

Acabo de assistir ao documentĂĄrio “Blank City”, filme sobre o No Wave, o movimento undergrond nova-iorquino que misturava mĂșsica, cinema, performances e artes plĂĄsticas no final da dĂ©cada de 70, em New York.

blank-city-poster

O movimento No Wave foi uma resposta a um momento que a cidade de NY vivia de falta de opçÔes para determinados artistas alternativos, que não tinham como se expressar e resolveram juntar-se e propor algo de novo no mundo das artes, tudo feito por eles mesmos, sem dinheiro, mas com muito talento e criatividade.

O doc mostra cenas de vĂĄrios filmes feitos na Ă©poca com baixĂ­ssimos orçamentos, alĂ©m de entrevistas com figuras fundamentais do movimento e do underground NY como Debbie Harry (a vocalista do Blondie e atriz em muitos dos filmes do movimento), John Lurie (mĂșsico, ator dos filmes de Jarmush), Jim Jarmush (o cineasta de ‘Stranger than Paradise”, e do qual falaremos num post especial), John Waters (o rei do trash-cinema), Thurston Moore (do Sonic Youth), Steve Buscemi (que na Ă©poca era ator de pequenos filmes como “Parting Glances”), Glen O’Brien (membro Da Factory e editor da Interview), Ann Magnuson (atriz e performer em clubs como Club 57 e Mudd Club), Susan Seildelman (diretora de “Smithreens” e ‘Desperately Seeking Susan”), Fab Five Freddy (um dos precursores do hip hop), Kembra Pfahler ( do grupo The Voluptous Horror of Karen Black e que tambĂ©m merecerĂĄ um post), entre outros.

 varias

Todos eles moravam no downtown, no East Village, que era um lugar sujo, mal cuidado, cheio de ratos, insetos e muitos mendigos de rua; o aluguel era barato e todos se drogavam e iam se divertir nos clubs da Ă©poca como o Peppermint Lounge, o CBGB’s ou o Max’s Kansas City, lugares onde esta geração troca idĂ©ias que iriam mudar o cenĂĄrio das artes.

blank-city--foto-1

A No wave é fruto direto do punk, do Dada, com atitude DIY (do it yourself), com filmes baratos, influenciados por diretores europeus como Godard, Antonioni, Melville, flyers e fanzines feitos de Xerox, sempre contestando uma sociedade jå começava a sentir os efeitos da Aids e da criminalidade.

foto-2

Uma de suas principais representantes é Lydia Lunch, que aparece no documentårio dando vårios depoimentos, jå que foi uma musa da No Wave, ela cantava na banda Teenage Jesus and the Jerks (no vídeo abaixo) e sua figura branca de cabelos bem pretos arrepiados também chamava a atenção dos cineastas independentes.

Ela foi convidada a aparecer em dois filmes dos cineastas Scott B. e Beth B. (que tambĂ©m estĂŁo no doc) como “Black Box” (de 1978) e “Vortex” (1983), bem como filmes de Vivienne Dick como “She had her gun all ready” (1978) e “Beauty becomes the beast” (1979).

Lydia+Lunch---foto-1

Lydia acabou participando de vårias bandas até se dedicar à carreira solo, fazendo leituras, performances, poesia; ela é uma entidade do underground nova-iorquino e até hoje estå na ativa, gravando e fazendo shows.

lydia-lunch-foto-2

Ela sempre optou por uma carreira independente, lançando seus trabalhos por selos pequenos ou selos prĂłprios e trabalhando em colaboraçÔes com os mais diferentes artistas como Sonic Youth, Birthday Party, Nick Cave, Marc Almond, EinstĂŒrzende Neubaten e muitos outros.

lydia-lunch3

Do grupo Teenage Jesus and the Jerks tambĂ©m participava James Chance, inclusive a banda terminou com a saĂ­da de Chance (que tambĂ©m se envolveu romanticamente com Lydia). Chance Ă© um mĂșsico importante na cena e que misturava funk com jazz mais punk rock, integrando tambĂ©m as bandas The Contortions, James White & The Blacks (tambĂ©m presentes no filme “Downtown 81”) e muitas outras.

james-chance

Ele continua na ativa, agora como James Chance & Terminal City, gravando e fazendo shows.

Outro que tambĂ©m estĂĄ no doc Ă© Nick Zedd, com o qual Lydia estreou em “The Wild World of Lydia Lunch” (no vĂ­deo abaixo) e que Ă© um cineasta que circulava nesta mesma turma de artistas descontentes e que queriam transgredir, ele inclusive cunhou o termo “Cinema of Transgression” (Cinema de TransgressĂŁo), com filmes feitos para chocar as plateias e carregados de humor negro.

Alguns de seus filmes incluem “They eat scum” (1979), “The Bogus man” (1980) “Geek Magott Bingo” (de 1983), alĂ©m de publicar e editar o Underground Film Bulletin, de 1984 a 1990; com seu look andrĂłgino, ele tambĂ©m aparecia vestido de mulher em alguns filmes.

Zedd tambĂ©m Ă© autor, pintor, diretor de fotografia, cantou em bandas de rock  e tambĂ©m participou de alguns filmes como ator (como “The Manhattan Love Suicides”); no filme “They eat scum”, ele “inventou” o death rock com a fictĂ­cia banda punk canibalĂ­stica, a Suzy Putrid and the Mental Deficients”.

 ajuste

Outro cineasta do cinema transgressor Ă© Richard Kern, tambĂ©m fotĂłgrafo e escritor, que colaborou em um dos primeiros vĂ­deos do Sonic Youth, ‘Death Valley 69”, quando eles eram uma banda iniciante em 1985. Kern dirigiu filmes experimentais como The Right side of my brain”(1985), “Fingered” (1986), entre outros, com temas como sexo, perversĂŁo e violĂȘncia.

Ele tambĂ©m editava fanzines undergrounds sobre poesia, arte, fotografa, ficção intitulados ‘The Heroin Addict” e ‘The Valium Addict”, de 1979 a 1983.

no-wave---richard-kern

Kern foi tambĂ©m quem descobriu Lung Leg (tambĂ©m no doc) a qual era estrela de seu primeiro filme “You killed me first” (1985), alĂ©m de participar de outros filmes e ficar conhecida como a garota da capa do disco EWOL do Sonic Youth (foto abaixo) e tambĂ©m pelos romances com Blixa Bargeld e Nick Cave, uma figura especial do movimento.

no-wave---lung-leg

Um filme que aparece bastante no doc Ă© o “Downtown 81”, pois Ă© um dos filmes que melhor retrata este movimento pĂłs-punk nova iorquino, estrelado por Jean Michel Basquiat e Debbie Harry, entre outros, mostrando muitas cenas dentro dos clubs, nas ruas,os grafites, toda aquela efervescĂȘncia cultural que acontecia na Ă©poca.

downtown-81

Uma figura de destaque tambĂ©m Ă© Patti Astor, outra das musas do movimento, atriz de ‘Unmade Beds’, “Underground USA” (de Eric Mitchell) e que ficou conhecida pelo filme “Wild Style”, que mostra o inĂ­cio da cultura hip-hop de NY e tornou-se um cult.

blank-city---patti-astor

Astor e seu visual descolorido, com figurino super moderno (fotos acima e abaixo), também era dona da galeria FUN, uma das primeiras galerias a surgirem no East Village nos anos 80, exibindo a graffiti art de artistas como Basquiat, Keith Harring, Futura 2000, Kenny Scharff, entre outros.

no-wave---patti-astor-2

Outro cineasta importante do No Wave Ă© Amos Poe, que aparece em vĂĄrias entrevistas no doc e que inclusive Ă© o co-diretor (juntamente com Ivan Kral) do cultuado “Blank Generation’ (1976), um dos primeiros filmes genuinamente punks e que nada mais Ă© do que o registro de bandas, que na Ă©poca eram iniciantes, se apresentando, tais como Talking Heads, Television, Patti Smith, Wayne County, Blondie, entre outras.

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Amos Poe tambĂ©m Ă© um dos precursores do No Wave Cinema como “Unmade Beds” (1976), “The Foreigner’ (1978), ambos com Debbie Harry, e “Subway Riders” (1981), entre outros.

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Ele tambĂ©m dirigiu os programas de Glen O’brien e Chris Stein, para a TV a cabo, chamados ‘TV Party” (de 1978 a 1981), fundamentais para saber o que estava acontecendo no cenĂĄrio cultural underground e que podemos ver algumas cenas abaixo com participaçÔes de Debbie Harry, Klaus Nomi, Fred Schneider (do B-52’s) e outros:

Amos atĂ© hoje continua a dirigir, roteirizar e uma de sua ultimas colaboraçÔes Ă© “The Guitar” (2007).

no-wave---foto-1

O movimento No Wave foi muito especial para NY, deu um novo alento à cidade, que enfrentava forte crise econÎmica, desem-prego, e reuniu talentos incríveis que viam na arte a sua vålvula de escape, a maneira de expressarem aquilo que acreditavam e que pelo qual lutavam. Não era pelo dinheiro apenas, era para transformar suas idéias em realidade, para espalhar os pensa-mentos de um coletivo de amigos e conhecidos que marcaram para sempre a cultura mundial.

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Very special day look! @hrchcvtch @_fabiosouza

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TODAY’S SOUND: BAD GUYS & EVIL INSTINCTS POR ARTHUR MENDES ROCHA

A revista americana de moda e estilo masculina GQ (Gentlemen Quaterly) teve a idéia de reunir atores que jå viveram alguns dos maiores vilÔes do cinema e da TV para um ensaio fotogråfico.

Assim, foi reunido um time de primeirĂ­ssima:

Benicio Del Toro (“Os Suspeitos”, ‘Traffic”), que se diz fã de Drácula, Jack Nicholson (em “O Iluminado”) e Al Pacino (em “Scarface”);

benicio

Malcom McDowell ( “Laranja Mecñnica”, “Calígula”) que considera James Cagney o melhor ator de todos os tempos;

bad-guys---malcom-mcdowell

Ron Perlman  (‘Sons of Anarchy”, ‘Hellboy” e que vem aí no novo de Guilhermo Del Toro, “Pacific Rim”) que se diz fã de Basil Rathbone (o vilão de filmes do anos 30/40 como “As aventuras de Robin Hood”), Robert de Niro (em “Cabo do Medo” e “Os Intocáveis) e Joe Pesci (em “Goodfellas”);

ron-perlman

Jack Gleeson (o tirano Joffrey de “Game of Thrones”), que declara ter Rutger Hauer em “Blade Runner” como grande influĂȘncia;

jack-gleeson

Mark Strong (o Ăłtimo ator inglĂȘs que faz filmes direto em Hollywood como “Kick Ass”e “Sherlock Holmes”) e que se declara fĂŁ de Ricardo III, Ralph Fiennes (na ‘Lista de Schindler”) e Anthony Hopkins (em “O SilĂȘncio dos Inocentes”)

mark-strong

John Hawkes (“Martha, Marcy, May, Marlene”, ‘Winter’s Bone” , concorreu ao Oscar este ano por “The Sessions”), que considera Malcom McDowell como Alex em “Laranja MecĂąnica” um dos vilĂ”es mais interessantes;

john-hawkes

Walter Goggins (de sĂ©ries como “The Shield” e “Justified”), fĂŁ de Robert Duvall (em ‘The Great Santini”), Robert de Niro (em “Taxi Driver”) e Ben Kingsley (em “Sexy Beast”).

waletr-goggins

Todos eles estão acostumados a viver nas telas os “Bad Guys”, aqueles que causam todo tipo de maldade para os mocinhos e justamente aí que reside o seu charme; nós adoramos odiá-los.

Abaixo o link da matéria da GQ, que inclui também entrevista com cada um dos atores:

http://www.gq.com/entertainment/movies-and-tv/201206/best-villains-bad-guys-portfolio

Tudo começou como uma normal sessão de fotos destes vilÔes para a revista, mas o fotógrafo/diretor Nadav Kander viu que reunir este time poderia render algo a mais.

Sendo assim, alĂ©m das fotos, ele juntou seus esforços ao editor J.D. Smith da Final Cut e criaram o conceito “Evil Instincts”.

benicio-2

A revista GQ topou a idéia e bancou a produção dos short films junto com a produtora Chelsea.

Cada vĂ­deo tem uma sacada bacana por trĂĄs, jĂĄ que de inĂ­cio nĂŁo vemos o que cada um estĂĄ fazendo e que acabam sendo atividades normais do dia-a-dia; sĂł que a atuação, misturada com a edição e a mĂșsica, nos dĂĄ uma ideia de que algo perverso estĂĄ acontecendo.

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O interessante Ă© vermos cada vĂ­deo e tentarmos adivinhar o que acontece no final, por isto nĂŁo irei falar antes o que eles estĂŁo fazendo na realidade para nĂŁo estragar a surpresa de cada um.

Assim temos o de Malcom McDowell que começa com ele usando luvas de borracha e aquela cara de sådico que ele faz com maestria:

O de Benicio começa com ele cortando alguma coisa…

Ron Perlman parece estar torcendo algo e suando muito:

Mark Strong estå amassando alguma coisa com força:

John Hawkes começa com uma bota na mão, pronto para meter a porrada em alguém:

Jack Gleeson estĂĄ com uma pĂĄ na mĂŁo e pronto para cavar…

E Walter Goggins começa falando consigo mesmo com uma voz distorcida até entrar uma ópera:

Estes foram os primeiros vĂ­deos dirigidos pelo fotĂłgrafo Nadav, acostumado a fotografar celebridades para diversas revistas e ele declarou sobre este projeto: “A idĂ©ia dos vilĂ”es repousa no lado sombrio da psique humana.

Onde alguns tendem a ignorar esta condição humana, eu acredito que há uma maneira de capturar sua beleza”.

Se depender dos resultados, Nadav pode vir a se tornar um interessante diretor, agora basta acompanharmos seus prĂłximos trabalhos.

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