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setembro – 2013 – Japa Girl












































































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Archive for setembro, 2013
 

@BeteMiguez encantada na ong da Daura!

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TODAY’S SOUND: BOB DYLAN POR ARTHUR MENDES ROCHA

Bob Dylan é um herói da música pop americana, ele é um dos que mudou os rumos musicais deste estilo: cantor, instrumentista, compositor, poeta, escritor, pintor; ele é influência fundamental na música mundial e sua carreira continua depois de mais de 50 anos.

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Dylan lançou seu primeiro disco em 1961, depois de formar grupos de rock na escola e tocar em bares, optando primeiramente pelo rock e para depois seguir pelo folk, influenciado por Woody Guthrie, seu grande ídolo.

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Seu papel em conscientizar toda uma geração de jovens nos anos 60 foi essencial, com canções de protesto com letras de conotação política, gerando muitas controvérsias a seu respeito. Abaixo sua apresentação na defesa dos direitos civis norte-americanos, “The times they are a changin’”:

Dylan estourou mesmo com o segundo disco, “The Freewheelin’ Bob Dylan”, com canções como “Blowin’ in the Wind” e a “Hard rain ‘s a-gonna-fall, e que este ano completou seu cinquentenário:

Com sua voz anasalada, ele conquistava a todos, ainda mais com o apoio de Joan Baez, que foi sua namorada e que já era uma cantora consagrada e gravou músicas dele, bem como The Byrds, Sonny & Cher, Manfred Mann e muitos outros.

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Entre 1964 e 1966, Dylan optou por mudar um pouco a temática de suas letras e falar mais de sentimentos, com canções mais pessoais, falando de liberdade, desilusões, viagens interiores e exteriores, com influência da geração beat.

Canções como “Lay lady lay”, “Mr Tamborine man”, “Like a Rolling Stone” dominavam as paradas:

Também nesta época, ele conhece a turma da Factory de Andy Warhol e Edie Sedgwick se apaixona por ele, porém ele só saia e se divertia com ela, enquanto ela acreditava que ele tinha intenções mais sérias, mas muito do envolvimento deles não passou da imaginação de Sedgwick, apesar de no filme “Factory Girl” mostrar um romance entre os dois.

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Neste período ele também torna suas canções mais próximas do rock e mais elétricas. Seu look nos 60’s também é o mais cool de todos, com os cabelos espetados, sempre de óculos pretos e vestindo ternos escuros, como nos mostrou Cate Blanchett, que interpretou Dylan no filme ‘I’m not there”, uma linda homenagem ao legado de Bob Dylan, com vários tores fazendo Dylan em diferentes fases.

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Evitando as turnês, ele se apresenta somente em festivais como o da Ilha de Wright ou eventos beneficentes como o Concerto de Bangladesh.

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Em 1970, ele lança o álbum “Self Portrait”, álbum que na época é mal recebido pela crítica e que hoje, 43 anos depois, mostra que foi incompreendido durante seu lançamento, pois era todo composto de covers, ou seja, de canções de autoria de outros artistas, mas que eram partes do movimento folk.

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Através de depoimentos de músicos que participaram das sessões, a gravação do álbum e o período que Dylan enfrentava em sua carreira renderam-lhe a capa da última revista Rolling Stone americana (foto abaixo).

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No restante dos anos 70, apesar de seus álbuns já não serem unanimidade na crítica musical, ele gravou trabalhos de sucesso comercial como “Desire”.

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Também nesta época, em 1973, ele faz a trilha do cultuado filme “Pat Garret & Billy the kid”, western dirigido pelo grande Sam Peckinpah, além de participar como ator no mesmo.

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A trilha rendeu um de seus grandes hits, até hoje interpretado pelos grandes nomes da música, “Knockin’ on heaven’s door”, clássico absoluto de Dylan:

Nos anos 80 e 90, Dylan continua a lançar discos constantemente, até lançando um Acústico MTV, bem como a formação do supergrupo The Travelling Wilburys com Roy Orbison, George Harrison (antes de ambos falecerem) mais Tom Petty e Jeff Lynne.

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Sua relação com a religião inclui o cristianismo, o judaísmo e até m período que lançou músicas influenciadas pelo gospel americano.

Ao todo, Dylan lançou mais de 30 álbuns e já vendeu mais de 100 milhões de discos.

Além disso, ele já foi tema de dois documentários: “Don’t look back” de D. A. Pennebaker, que mostra uma turnê do artista em 1965, cuja cena abaixo mostra Dylan com Donovan:

E também “No direction home”, dirigido por Martin Scorcese e que cobre sua carreira nos anos 60, até seu acidente de moto em 1966, com depoimentos de amigos e colaboradores.

Mas, um dos mais interessantes, é um raro documentário intitulado “Eat the document”, inicialmente dirigido pelo mesmo Pennebaker a partir de uma turnê na Inglaterra em 1966, o doc foi recusado por Dylan, que o reeditou, deixando ainda mais confuso. Scorcese aproveitou algumas cenas no seu documentário e no youtube existe uma versão, conforme abaixo:

Dylan já venceu dez Grammys, além de um Oscar e um Globo de Ouro, que ele conquistou pela música “Things have changed’ do filme “Wonder Boys”, em 2001.

No ano passado, ele recebeu a Medalha da Liberdade do Presidente Obama e este ano deverá ser nomeado Cavalheiro da Legião de Honra na França.

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Bob Dylan, além de super premiado, é peça fundamental na cultura musical do século 20, mesmo com menos lançamentos nos anos 00, ele lançou no ano passado seu 35º álbum: “Tempest”, que dividiu a crítica, mas bem recebido de maneira geral.

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Seu lançamento mais recente foi o volume 10 da sua Bootleg Series, uma box set intitulada ‘Another Self Portrait”, com 35 faixas inéditas de faixas que sobraram nas sessões de gravação dos álbuns ‘Self Portrait” e “New morning”.

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Filmando reclames…

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TODAY’S SOUND: JIM MORRISON POR ARTHUR MENDES ROCHA

Muito já foi dito sobre Jim Morrison: estrela do rock, drogado, alcoólatra, mulherengo, até filme ele já virou; mas pouco é falado sobre o seu lado poeta, ele vivia lendo algum livro e refletia muito de seus sentimentos tanto em poemas como em músicas.

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Morrison era o vocalista do The Doors, uma das bandas mais famosas nos anos 60, responsável por um culto em torno de si, já que aglutinavam desde personalidades de Hollywood até os modernos da época.

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Ele também era o compositor da maioria das letras das músicas da banda, onde destilava sua veia poética.

The Doors virou um ícone também por ser uma banda de curta existência, já que gravaram apenas seis álbuns, todos eles clássicos imediatos e fundamentais em qualquer discografia que se preze.

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Não é a toa que o nome Doors (portas) é originário do livro “As portas da percepção” de Aldous Huxley, livro que mostrava as experiências do autor com mescalina, uma droga originária do peyote, um cactus psicodélico utilizado pelos nativos norte-americanos e que Morrison muito experimentou.

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Isto junto com poemas como “Céu e Inferno” de Blake, no qual ele faz uma tentativa de fundir luz e escuridão, bem e mal, inocência e experiência, como maneiras de ampliar a percepção humana, eram fonte de inspiração para Morrison.

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Junto com seus colegas, Ray Manzarek, John Densmore e Robby Krieger, o The Doors reinaram em Los Angeles, tornando lugares como o Fillmore, o Whisky a Go Go, o Hollywood Bowl (uma de suas apresentações mais clássicas como vemos no clipe abaixo), lugares obrigatórios para ver suas concorridas apresentações.

Cada um destes shows tem seu lugar garantido na cultura pop como momentos únicos de poesia, música de primeira, luzes, psicodelia, tudo isto embalados pela personalidade de Morrison:

É claro que o físico e o estilo de Morrison agradavam em cheio: bonito, com seu cabelo de franja e levemente despenteado, uma boca carnuda, geralmente vestindo com calças de couro, cintos com pedrarias, camisas ou túnicas incríveis, sejam estampadas ou lisas com detalhes em passamanaria, batas brancas vaporosas, botas de couro e mais.

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Aqui ele interpreta “Light my fire” ao vivo, num show gravado na Europa em 1968:

Abaixo ele canta “Touch me”, com direito a uma abertura com um poema seu e até a presença de uma orquestra:

Morrison tinha predileção por poetas como William Blake, Arthur Rimbaud, Charles Baudelaire, filósofos como Nietzsche, escritores como os da geração beat, Kafka, aos quais estudava junto com sua faculdade de cinema na UCLA.

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Foi graças à sua poesia que Manzarek convidou Morrison a montarem uma banda, em Venice Beach, Califórnia, em 1965 e daí o resto virou história.

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As letras de Morrison são carregadas de sexo, violência, liberdade física e espiritual, através de sua música ele expressava seus medos, suas crenças, tudo regado a drogas, álcool, misticismo e o que fosse uma fonte de inspiração.

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Até nos shows da banda, ele recitava poemas, além de também escrever poesias e ensaios, tendo lançado dois livros em vida: ‘The Lords/Notes on vision” e “The New creatures”.

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Ele chegou a gravar seus poemas em sessões, entre 1969 e 1970, tendo sido utilizados em ‘The Lost Paris Tapes” e mais tarde no álbum do The Doors, “The American Prayer’, lançado em 1978.

Ele não economizou em experimentações, em jornadas pela busca de si mesmo, procurando alcançar o desconhecido.

No cinema, ele participou do obscuro filme “HWY: An american pastoral’ e depois de sua morte foi retratado no filme ‘The Doors” de Oliver Stone (com Val Kilmer fazendo seu papel), bem como no documentário “When you’re strange” de Tom DiCillo.

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Morrison lia tudo que caia em suas mãos e seu vocabulário era riquíssimo, pois vivia estudando o significado das coisas desde o ginásio.

Uma das suas grandes canções foi ‘The End”, utilizada por Coppola no filme ‘Apocalypse Now”; prestem atenção no final da canção quando ele começa a gritar e a plateia parece entrar em transe com ele:

Claro que ele não foi compreendido por todos na época, que o julgavam um louco, irresponsável e causador de problemas;

Morrison não conseguia fazer shows completos, muitas vezes tinha que ser carregado e chegando a se despir por completo, ou impedido pela polícia de continuar, mas nem por isso deixava de ser reverenciado, afinal um gênio é sempre assim, ele não é reconhecido como tal e acaba virando uma figura lendária.

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E foi bem isto que aconteceu com ele; ele viveu todos os excessos da época, sem medos e acabando por optar por um autoexílio em Paris, aonde veio a falecer em 1971, na fatídica idade de 27 anos, com um look mais inchado, de barba, deitado na banheira de seu apartamento francês.

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Até hoje sua morte não foi totalmente esclarecida, já que não houve autópsia e muitos atribuem a causa à heroína, já que sua companheira Pamela era usuária.

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Ele está enterrado no cemitério de Pére-Lachaise em Paris, sendo que legiões de fãs visitam o seu túmulo até hoje, sempre lhe rendendo homenagens.

Depois de sua morte, foram lançados mais dois livros com seus poemas: ‘The Lost writings of Jim Morrison volume 1: Wilderness” e o volume 2: “The American Night’.

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Chamado de lizard king (rei-lagarto) e xamã, Morrison era mais que um rock-star, ele era real, era aquilo que vemos no palco. Sua definição de música era uma expressão de alegria, de fantasia, como um pôr do sol ou a chegada da primavera.

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Como ele não se sentia seguro de apenas ler poemas, Morrison cantava e assim fazia com que suas letras atingissem mais pessoas.

Recentemente, em maio deste ano, perdemos outro membro do Doors: Ray Manzarek, o tecladista e produtor de todos os discos da banda, o que dava o contraponto musical às letras e à voz de Morrison e que, sem ele, também não existiria o som do The Doors.

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Luzes, câmera…

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