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novembro – 2013 – Japa Girl



























































                
       
















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CURRENT MOON

Archive for novembro, 2013

Íris

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TODAY’S SOUND: PUNKS POR ARTHUR MENDES ROCHA

Os punks londrinos já foram até tema de exposição este ano; agora está sendo lançado, na Inglaterra, um novo livro que mostra imagens que permaneciam inéditas até hoje: ‘Punks” da editora Gost.

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As fotos foram feitas em 1977 por Karen Knorr e Olivier Richon, que na época eram estudantes de filme e fotografia na Polytechnic of Central London (a escola politécnica londrina).

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Knorr é alemã e Richon suíço, então a própria visão deles é diferente do jeito que os ingleses encaravam o movimento punk; hoje em dia ela é professora de fotografia na University for the Creative Arts em Surrey e ele é professor de fotografia no Royal College of Art.

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Os dois documentaram a cena punk da época, incluído eles no trabalho, na escola e também á noite, quando se montavam para irem à clubs como o Roxy em Convent Garden e o Global Village em Charing Cross.

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Eles acompanharam os frequentadores durante três meses, documentando suas transformações com o passar do tempo, durante este período. O cenário do club acaba sendo como uma dark room, um estúdio, com o flash revelando os detalhes que estavam no escuro.

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O legal do livro é que além das imagens serem inéditas, elas mostram uma visão mais artística, sem produção forçada, é um retrato fiel da geração que vivia o movimento em seus primórdios.

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Lembremos que o punk era uma novidade em 1977 e “era um movimento não apenas verbal como visual e gestual”, como afirmam os autores.

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As fotos são posadas, mas procuram ser o mais natural possível, pois é mesmo para afirmar a presença dos fotógrafos que procuravam um confronto direto com seus enfocados.

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Eles tiveram como ponto inicial fugir da fotografia suja e granulada que é associada com os punks.

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Até a opção em fotografá-los em p&b foi pensado, pois o contraste das roupas escuras com as peles brancas cria toda uma dramaticidade.

Eles declaram: “Esta era uma rebelião da juventude contra tudo que era jovem, uma recusa à beleza cosmética. Marx, Mao e suásticas cancelam um ao outro. A diferença se torna indiferença”.

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A editora Gost, especializada em livros de fotografia e artes visuais, teve um cuidado gráfico excelente, com uma capa bem bacana, com figuras geométricas cinza sob um fundo preto, conforme foto abaixo.

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Basta analisarmos algumas das fotos e notar que as poses são mais inusitadas: a luz é cheia de contrastes, há muita sombra, vemos somente os detalhes de uma cinta liga em uma delas, em outra apenas as costas, uma mostra uma mão apertando o pescoço de uma punk, entre outras.

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As fotos também celebram o ‘girl Power”, com muitas fotos de punks mulheres, numa época que artistas como Siouxsie, Poly Styrene e outras apresentavam-se no Roxy.

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A visão de Knorr e Richon é que tornam estas fotografias especiais, procurando retratar uma geração que mostrava tédio, utilizando os símbolos usuais do punk, mas com atitudes e códigos próprios, de uma clandestinidade que os torna ainda mais interessantes.

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Azulejo

Azulejo

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ADOTE A MEL


MEL
Status: Para Adoção
Castrado: Sim
Porte: Médio
Gênero: Femea
Idade: Adulto 2 anos
Raça(s): SRD
Adicionado em: 26/11/2013
Vacinas: Vacinado
Pelagem: Curta
Cores: Chocolate. Dourado e olhos verdes.
Contato: LAR DA DAURA
Outras informações: -
Adicionado em: 1 ano
Temperamento: Carinhosa, companheira e calma.


Em Construção

Leiam aqui sobre as responsabilidades de uma adoção.

Mel
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Posse Responsável

São muitos os motivos  que levam alguém a adquirir um animal: presentear o filho, aplacar a solidão, seguir a moda, não resistir ao encanto que eles têm quando filhotes, compaixão e tantos outros. A aquisição de um animal deve ser decidida depois de muita reflexão, pois você  estará assumindo uma responsabilidade que pode durar de 12 a 15 anos.

O filho presenteado normalmente vê o animal como brinquedo.  Crianças cansam de seus brinquedos e costumam deixá-los de lado depois de um tempo e  nem sempre  conseguem compreender que o animal pode se ferir, sentir medo ou ficar assustado com abordagens mais agressivas. Portanto, dar animais como presente não é aconselhável.  A solidão pode ser aplacada sim, mas se algo mais interessante vem melhorar a solidão, o animal que antes era útil acaba ficando em segundo plano. O encanto do filhote  acaba pois eles chegam pequenos mas logo começam a crescer e crescem muito rápido.  Os cães precisam de passeios, de brinquedos para roer, de  horinha de sono, de água fresca, de alimento saudável, de vacinas, de visitas frequentes ao veterinário, de espaços limpos , arejados e adequados, de castração, de muita atenção , de um lugar legal para deixá-lo nas férias e feriados (época em que o numero de abandonados cresce muito) e principalmente precisam da companhia dos humanos:  ficar perto da família que  o trouxe para casa  é o que eles mais querem. Tratar um cão como se deve custa dinheiro, demanda tempo e principalmente disponibilidade afetiva. Por todos esses motivos é que precisamos pensar se estamos prontos para  assumir todas essas responsabilidades.

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TODAY’S SOUND: BUTTHOLE SURFERS POR ARTHUR MENDES ROCHA

Eles têm um dos nomes mais ultrajantes do rock; a imprensa e rádio americanas tinham receio em pronunciá-los e seu som com letras subversivas e seu mix de rock com psicodelia, os colocou nas paradas de college rock: eles são os Butthole Surfers.

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Os Butthole Surfers (ou traduzindo: Os surfistas do olho do cú) tiveram sua origem em 1977, quando Gibby Haynes conheceu o guitarrista Paul Leary na faculdade de Santo Antonio, na Califórnia.

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Quatro anos depois, eles formam a banda Ashtray baby heads e logo em seguida assinam como Nine Foot Worm makes home food (além de outros nomes esquisitos) e passam a tocar nas rádios locais.

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Certa vez o locutor de uma destas rádios pronuncia o nome deles trocado com o nome de uma canção e eles adotam o nome Butthole Surfers.

O som do Butthole é vigoroso, com muita guitarra, humor negro, um noisy-rock que agradou em cheio ao público de rock alternativo e dos universitários, skatistas e surfistas que curtiam um som mais experimental, quase um ‘acid punk”.

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Apesar de toda a demência, o BS tinha uma boa estrutura melódica e sensível nas canções.

Em 1981, eles assinam com o selo Alternative Tentacles, pertencente à Jello Biafra e finalmente lançam, em 1983, o seu mini LP de estreia: ‘Brown reasons to live”.

Entre os títulos das canções havia: “The Shan sleeps in Lee Harvey’s grave”, ‘Bar B-Q Pope” e “The revenge of anus Presley’.

Em 1983 é que a banda define um line-up mais sólido com dois bateristas: King Coffey e Theresa Nervosa.

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Cada apresentação deles é surpreendente e conquistam fãs que passam a segui-los, incluindo shows de pirotecnia por parte do vocalista Haynes (ele usava seu cymbal com fogo), além de dançarinas nuas (como Ta-da, the shit lady), projeções absurdas de operações ou de filmes de terror (um de seus favoritos era ‘The Texas chainsaw massacre”), gerando o disco ao vivo ‘Live PCPPEP’, lançado em 1994, agora pelo selo Touch & Go.

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Seu estilo irreverente incluía cabelos moicanos de um lado só, dreadlocks, cabelos coloridos, perucas, alfinetes fincados no corpo e nas roupas, além de ficarem de cuecas nos shows, com sutiãs inusitados, capas transparentes, saia com a bandeira americana, entre outras coisas.

Na nova gravadora, seu primeiro trabalho é ‘Psychic… Powerless…Another man’s sac”, considerado pelos fãs como o melhor trabalho da banda, com seu som cheio de referências ás drogas psicodélicas e contém músicas como ‘Concubine”, com os vocais distorcidos de Haines:

No disco, eles gravam oficialmente a música que deu origem ao nome da banda: Butthole Surfer e também  ‘Lady Sniff’:

As capas e material gráfico dos BS são bem marcantes, os projetos gráficos chamam à atenção com uso de desenhos inusitados, como homens nus e barrigudos, um verme ou um lápis sendo enfiado em uma orelha, entre outras bizarrices.

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Da metade dos anos 80 até o início dos anos 90, o Butthole Surfers lançaram alguns EPs e novos álbuns, com cada vez mais loucuras, regravações de alguns clássicos do rock como do Guess Who e um deboche ao Led Zeppelin e até criando efeitos vocais intitulados ‘Gibby-tronics’.

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A banda ia se mantendo com seu rock cada vez mais influenciado pelo metal, punk e art-rock.

Em 1992, eles chocam a todos quando resolvem assinar com uma gravadora major, a Capitol, pois haviam sido acusados de se “venderem’ ao sistema que tanto criticaram.

Seu disco pela Capitol é produzido pelo baixista do Led Zeppelin, John Paul Jones, e lançado em 1993 e chamava-se ‘Independent Worm Saloon”, que continha a música “Who was in my room last night”:

O surpreendente é que a canção passou a ter alta rotatividade nas rádios, que se referiam a eles como o BH Surfers.

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Em meados dos anos 90, a banda (agora um trio, já que Nervosa havia se desligado) se dedica a projetos alternativos como a banda P, que tinha a participação de Johnny Depp.

Em 1996, eles lançam ‘Electriclarryland”, que origina um hit com a canção trip-hop  ‘Pepper”, dando-lhes finalmente um disco de ouro e chegando no primeiro lugar da parada ‘Modern Rock’ da Billboard, além de começar a ter músicas em filmes de Hollywood:

A banda continuou gravando no final da década de 90 e no início dos anos 00, eles lançam um álbum por outra gravadora, “Weird Revolution” (de 2001) com grande influência da música eletrônica e que acabou sendo seu último álbum lançado.

Mas, o Butthole Surfers não declarou o seu fim, já que em 2011, eles fizeram uma turnê americana e um disco pode estar vindo em breve.

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Uma banda como o Butthole é sempre necessária na música: seja pela sua atitude, pelas letras anarquistas, pelo comportamento subversivo, eles davam uma sacudida em toda a caretice que dominava o pop.

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