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março – 2014 – Japa Girl



























































                
       
















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Archive for março, 2014

TODAY’S SOUND: MARISA BERENSON POR ARTHUR MENDES ROCHA

Para começar nossos posts sobre algumas mulheres que foram ícones de estilo, iniciaremos com a estonteante Marisa Berenson.

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Marisa nasceu em berço esplêndido, já que sua mãe era a condessa Maria Luisa Yvonne Radha de Wendt de Kerlor e sua avó materna era ninguém menos que Elsa Schiaparelli, a genial estilista que trouxe o surrealismo para a moda.

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Além disso, seu pai era diplomata e executivo naval, frequentando os mais badalados eventos sociais nos EUA e Europa e o casal era amigo de pessoas como Greta Garbo, Audrey Hepburn, Dirk Bogarde, entre outros.

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Marisa começou sua carreira como modelo nos anos 60, fotografando para alguns dos nomes mais famosos da época como Richard Avedon, Irving Penn, Henry Clark, David Bailey, entre outros.

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Nesta fase como modelo, ela chegou a ser uma das mais bem pagas, já que seu rosto exótico, sempre realçado com enormes cílios postiços e seu tipo esguio estampavam capas de revistas e campanhas publicitárias.

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Ela se tornou um modelo de beleza e elegância nos anos 70.

Marisa chegou a ser uma das favoritas de Diana Vreeland, a toda-poderosa editora da Harper’s Bazaar e depois da Vogue America, para as quais fez diversas capas.

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Ela virou a “toast of the town”, convidada para as melhores festas e acontecimentos, além de se tornar amiga de socialites, atrizes, estilistas e muito mais. Uma de suas companhias era o barão David René de Rotschild e também o ator Helmut Berger (com o qual está na capa abaixo).

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Um de seus grandes admiradores era Yves Saint Laurent, que a elegeu ‘the girl of the seventies” (a garota dos anos 70)e a revista Newsweek a colocou em sua capa em 1973 com a chamada “Queen of the scene” (rainha da cena).

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Não demorou muito para que ela fosse descoberta pelo cinema e estreasse nas telonas em 1971, sob a orientação de Luchino Visconti, o aristocrático cineasta italiano que a utilizou no filme “Death in Venice” (Morte em Veneza).

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Apesar do pequeno papel, ela chamou a atenção de Bob Fosse, o diretor e coreógrafo americano que a convidou para participar de “Cabaret” (Cabaré), no segundo papel feminino de destaque ao lado de Liza Minelli, Joel Grey e Michael York.

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O filme está sendo relançado este ano e houve agora a reunião dos astros originais, 41 anos depois (foto abaixo) para uma sessão especial (foto abaixo):

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‘Cabaret” acabou se tornando um grande sucesso e indicado para dez Oscars, vencendo três, além de indicações para o Globo de Ouro, no qual Marisa foi indicada nas categorias Melhor atriz coajuvante e melhor revelação.

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Ela andava muito com Andy Warhol, que adorava desfilar ao lado de celebridades e as colocar na capa de sua revista, a Interview.

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Em seu próximo filme, ela consegue um papel ainda de maior destaque, como Lady Lyndon, a esposa de “Barry Lyndon”, no magnífico filme de Kubrick, onde ela desfila em magistrais vestidos e perucas enormes, além da iluminação natural de velas (exigência de Kubrick em muitas cenas), destacando ainda mais sua bela figura.marisa-in-barry-lyndon

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Com este papel, ela finalmente tem o reconhecimento da crítica que elogia seu desempenho, além de ganhar a capa da Time.

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Marisa foi casada duas vezes, uma com James Randall em um badalado casamento em Beverly Hills e com a qual teve a filha, Starlite; e a outra com o advogado Aaron Richard Golub, do qual se divorciou no final dos anos 80.

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Ela tem feito menos aparições no cinema e TV, a mais recente foi o filme “I am love”, no qual ela faz o papel de sogra de Tilda Swinton (com ela na foto do lançamento do filme em Veneza).

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Em 2001, ela perdeu sua irmã, a modelo e fotógrafa Berry Berenson (que foi casada com Anthony Perkins), que estava em um dos aviões que se chocou com uma das torres do World Trade Center.

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Mesmo assim, seu estilo, classe e elegância continua tendo a admiração de fotógrafos como Steven Meisel (com ela na foto abaixo), que a considera uma das inspirações para as supermodels (que ele ajudou a criar).

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Recentemente, sua vida virou livro com “A life in pictures”, publicado pela Rizzolli e com fotos extraordinárias de sua trajetória na moda e no Jet set internacional.

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Ano passado, ela participou com Jerry Hall e Pat Cleveland da campanha da M.A.C. em homenagem a Antonio Lopez, o famoso ilustrador de moda dos anos 70, do qual ela era uma de suas musas.

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Seu estilo é referência fundamental para os apreciadores da moda e estética e sempre servirá de inspiração para estilistas como Tom Ford, que a convidou para desfilar para sua marca.

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Segundo Marisa, hoje em dia as pessoas não celebram a elegância e sim a vulgaridade e falta nelas um estilo próprio, coisa que ela soube fazer muito bem durante todos estes anos: criar um estilo único e celebrado.

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Orquídea Catleya #4 Most beautiful pink! Bom dia, bom fds! #nofilter #orchids #catleya

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Feliz aniversário @marcelinhaandrade @djfelipevenancio

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TODAY’S SOUND: LEE SCRATCH PERRY POR ARTHUR MENDES ROCHA

Lee “Scratch” Perry é nada menos que uma lenda do reggae e do dub e acaba de completar 78 anos, com seu talento dedicado à produção, mixagem e composição de várias e importantes músicas do gênero.

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Rainford Hugh Perry nasceu na Jamaica, em 1936, o apelido Lee lhe foi dado pela mãe e o Scratch pela sua habilidade nas mixagens, tendo também o apelido de The Upsetter.

Lee, na verdade, é mais famoso por suas produções, já que tudo o que a música jamaicana criou a partir da década de 60 passou pelas mãos dele (como vimos com Bob Marley, Peter tosh, entre outros).

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Suas experimentações inovadoras e audaciosas ajudaram a sedimentar o dub e o reggae de maneira fundamental na história da música pop.

Sua carreira musical iniciou ao trabalhar com Prince Buster (nos primórdios do ska) e vendendo discos para Clement “Coxsone” Dodd, vindo mais tarde a trabalhar no icônico Studio One, pertencente a Coxsone.

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Ao brigar com Coxsone, ele vai trabalhar com Joe Gibbs na Wirl Records, lançando vários artistas novos até abrir a sua própria gravadora, a Upsetter records, em 1968.

O primeiro lançamento de sua gravadora é histórico, já que “People funny boy” é o primeiro disco que mostrava a linha de baixo um pouco mais lenta que o ska, lançando as raízes do reggae:

Durante os anos  70, Perry lançou várias faixas instrumentais sob os mais diferentes pseudônimos, tais como Jah Lion, Pipecock Jakson, Super Ape, The Upsetter e Scratch.

Entre elas estava “The return of Django’, assinada por sua banda, The Upsetters; esta faixa foi influenciada pelos spaghetti-westerns (que Perry adorava) e cultuada pelos skinheads ingleses:

Para entender sua importância para a música eletrônica, o dub, ou seja, o reggae remixado de forma mais instrumental, no qual se tira o vocal, dando destaque para baixo e bateria bem pronunciados, foi fundamental para a base de muitas faixas, incluindo várias de rap.

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Hoje quando se fala de dub, os apreciadores já entendem como um estilo com vida própria.

Perry teve seu primeiro contato com o dub ao escutar King Tubby e suas experimentações, abriu os ouvidos e resolveu ele mesmo experimentar em seu novo estúdio, Black Ark.

Abaixo cenas dele gravando com os Upsetters no estúdio:

Sua colaboração mais famosa com King Tubby foi ‘Blackboard Jungle dub”:

Foi no Black Ark que ele produziu ótimas músicas para Bob Marley e the Wailers, mas com os quais ele queimou o filme a vender faixas, sem a autorização deles, para a Trojan Records.

Em 1976, ele lança o lendário álbum ‘Super Ape”, com muito dub, sopros e vocais dos mais variados, como em ‘Dread Lion’:

Mesmo depois de se desentender com os Wailers, Perry acabou produzindo faixas para oThe Clash, que já haviam regravado uma produção dele: ‘Police & thieves”.

O jeito loução de Perry teve alguns momentos complicados, já que ele abusou das drogas e acabou botando fogo no seu próprio estúdio numa viagem de ácido.

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O figurino de Perry mostra bem a sua personalidade, ousando na mistura cores inusitadas, usando boinas cheia de bottons, casacões estampados ou militares, correntes douradas, anéis enormes, até pintando barba e cabelo de vermelho, criando todo um estilo único como vemos nestes comerciais que ele fez para a cerveja Guiness:

Mas mesmo com todas estas viagens de Perry, ele continuou a produzir, lançar discos, fazer turnês, tendo tocado aqui no Abril Pro Rock em 2007 e também no Tim Festiva,l e no ano passado no Festival de Coachella.

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Em toda sua carreira, Perry já lançou mais de 30 discos, como o álbum de 2004, “Panic in Babylon’, cuja faixa título podemos ouvir abaixo:

Além disso, Perry gravou em várias companhias ilustres como Mad professor e mais recentemente com o The Orb, cujo vídeo de ‘Golden Clouds” está abaixo:

Ele continua na ativa e do alto dos seus 78 anos, parece não querer parar tão cedo e continua dando sua contribuição da melhor forma possível.

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#orchids #denphal #thnxgoditsfriday

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TODAY’S SOUND: EDDY GRANT POR ARTHUR MENDES ROCHA

A música de Eddy Grant inclui vários gêneros: reggae, calypso, pop, soul, eletrônica, soca e até um gênero criado por ele, o ringbang.

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Eddy nasceu na Guiana, tendo contato com a música negra desde cedo, seja africana ou caribenha.

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Logo cedo, sua família acaba se mudando para Londres, e ele conhece o som de Chuck Berry e do pop inglês: esta mistura de culturas tem influência fundamental na sua música.

Eddy forma, no final dos anos 60, o grupo The Equals, um dos primeiros grupos inter-raciais a atingir sucesso nas paradas com “Baby come back”, a qual ele era o compositor, guitarrista e produtor e com a qual o grupo chegou no Top of the Pops em 1968:

Outro hit deles foi “Police on my back”, regravado pelo Clash:

Porém as pressões de apresentações e turnês lhe causaram um ataque cardíaco, isto aos 23 anos, o que o levou a rever suas prioridades.

Nos anos 70, ele deixa o grupo e abre um estúdio de gravação, onde treina suas habilidades, além de produzir novos grupos que havia descoberto.

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Eddy toca vários instrumentos, além de cantar muito bem e com a influência da música africa-na, mais o reggae, o pop, rock, calypso, baixo predominante; tudo isto deriva no som da soca, cujo hit “Hello Africa” estava no seu primeiro disco solo:

Em 1979, ele lança o álbum “Walking on Sunshine”, cuja música título é influência fundamental na cena electro, especialmente na versão que Arthur Baker, sob o nome de Rockers Reveng, refez em 1982:

O disco é todo produzido por Eddy, que coloca um pouco de funk, disco, e gera também uma música de protesto que ficou famosa: “Living on the frontline”

Nos anos 80, Eddy lança vários álbuns, todos eles são bem sucedidos em vendagens e originam sucessos como “I don’t wanna dance”, primeiro lugar na parada inglesa em 1982:

Outro grande sucesso foi “Electric Avenue”, que atingiu o segundo lugar das paradas inglesas e americanas, além de virar um hit nas pistas de dança em todo o mundo:

Mas as pressões por mais hits acabam o estressando e ele se muda com a família para Barbados, no Caribe, onde monta um estúdio de ponta, utlizado pelos Rolling Stones, Sting, Elvis Costello, entre outros.

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Eddy continua se apresentando em grandes shows e festivais fora do Caribe, bem como adquirindo o catálogo de artistas clássicos do calypso e tornando o gênero mais difundido no resto do mundo através de sua gravadora, a Ice Records.

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No novo milênio, ele se dedica de corpo e alma ao calypso, soca e ringbang, este último ritmo é uma concepção dele, um rimo musical de fortes raízes na música africana, um ritmo jovem e dançante, que transpõe as barreiras geográficas e culturais, tornando uma música apreciada nos mais diferentes lugares e que ele acredita que terá um dia a mesma força do reggae.

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