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junho – 2014 – Japa Girl



























































                
       
















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Archive for junho, 2014

Cherry blossoms blessings! Boa segunda, boa semana!

Cherry blossoms blessings! Boa segunda, boa semana!

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TODAY’S SOUND: JUNGLE FEVER POR ARTHUR MENDES ROCHA

E finalizando os documentários do Music Nation, um projeto da revista Dazed & Confused em parceria com o Channel 4 inglês, hoje falaremos de “Jungle Fever”.

JUNGLE - LOGO 2

Jungle é a denominação para o ritmo que aumenta a velocidade dos breaks (batidas quebradas) e cujo bass é bem pronunciado.

 É uma subcultura bem inglesa, influenciada pelo caldeirão de sonoridades que é a Inglaterra, com ritmos como ragga, música caribenha e som da comunidade negra, um R&B bem mais sujo, mais gueto e bem urbano; uma espécie de resposta dos ingleses ao hip hop americano.

jungle - FOTO 1

O jungle seria o princípio do que veio a se tornar o drum & bass, que acabou dando uma suavidade para o jungle, privilegiando a sonoridade mais Black, mais melódica.

Quando eu vivia na Inglaterra, em 1989, as primeiras experimentações de jungle foram realizadas pelo Shut Up and Dance, presentes no doc com músicas como “Derek Went Mad” e “Dance Before the Police Come”:

Os Ragga Twins também foram precursores do gênero e tinham produções como “Splifhead”, que eles lançaram pelo selo Shut up and dance, e que apostava na sonoridade jungle, utilizando samples e vocais ragga e uma das primeiras músicas com breaks, quando ninguém estava fazendo isso, já que a Inglaterra estava dominada pela cultura clubber e principalmente pelo house e techno.

Assim, o jungle ia conquistando pouco a pouco o seu espaço, convivendo com os outros ritmos nos clubs ou em festas menores até começar a se tornar mais e mais difundido.

jungle - foto 2

É claro que isso não aconteceria sem a ajuda das rádios piratas, especialmente as localizadas em Hackney, um dos lugares de onde saiam os sons do jungle.

Outra peça fundamental no jogo eram lojas de discos como a Blackmarket, cujo proprietário, Nicky (foto abaixo), e a Music Power, lançavam os vinis de forma independente, sem a ajuda das grandes gravadoras, que ainda não tinham acordado para este novo movimento.

jungle - nicky

No início dos aos 90, DJs e produtores vão aparecendo e fazendo com que aquele som soturno, muitas vezes dark, com uma atitude mais séria, extremamente rápido, fosse tomando conta da juventude inglesa e dos antenados ao redor do mundo.

Djs e frequentadores da cena como Fabio, Grooverider, DJ Hype (nas fotos abaixo), Daddy Earl, Slipmatt, Brockie, Ray Keith, Kenny Ken, DJ Outrage, Skibadee, todos eles falam no doc de como tudo começou como um movimento ao estilo dos punks, onde eles tinham os seus clubs, o seu jeito de dançar, os seus códigos, a sua linguagem.

jungle - groverider e fabio

jungle - dj hype

O DJ Hype tem uma track no doc que é “Roll the beats”:

Clubs como o Labyrynth, Sanctuary, as noites de jungle aos domingos no Blue Note, a Metalheadz (fotos abaixo), tudo isto aparece em ótimas imagens de arquivo, mostrando algo que na época era o que de mais moderno a música estava produzindo.

jungle - metalheadz

 jungle - metalheadz 2

Não demorou muito para que o jungle tivesse o seu superstar, Goldie, que produziu um dos álbuns mais importantes do movimento, ‘Timeless”, cujo hit era “Inner City Life”:

Goldie também funda o selo Metalheadz em 1994 e com sua fama aumentando, acaba ficando amigo de outros artistas como Bjork (com quem teve um romance), Oasis e até mesmo David Bowie, que acabou fazendo um álbum influenciado pelo jungle.

jungle - bowie e goldie

Mas como toda a subcultura, esta acabou se tornando cool demais, ela teria que mudar para continuar existindo e isto acabou acontecendo quando o drum & bass se tornou uma sensação mundial, com várias noites dedicadas ao gênero.

jungle - records

Quando o gênero chegou ao Brasil , ele teve aqui uma cena que foi reconhecida mundialmente e formando Djs como Mark Marky, Patife, entre outros, que passaram a tocar nos melhores clubs.

Abaixo o link para ver o documentário completo:

 

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TODAY’S SOUND: SOAP THE STAMPS POR ARTHUR MENDES ROCHA

Hoje, na quarta parte dos docs Music Nation, o tema é “Soap the stamps”, falando sobre a cena de punk hardcore na Inglaterra do início dos anos 80.

stamps - foto 1

Os jovens ingleses enfrentavam o governo Thatcher, uma forte crise econômica atingia o país e com isso, menos chance de emprego, isto os tornava ainda mais desiludidos e a saída para isso foi expressar sua revolta através da música.

stamps - foto 2

O termo Soap the Stamps (que pode ser traduzido como “ensaboando selos”) se refere ao modo como os punks e fãs do gênero na época trocavam correspondências, nas quais enviavam pelo correio, fanzines, mixtapes, demos, enfim, tudo o que pudessem fazer para ter acesso aos mais diferentes tipos de bandas de punk hardcore de outras partes do mundo, especialmente dos EUA.

stamps - punk zines

Os fãs eram obsessivos mesmo, iam fundo na sua procura pelo que gostavam e curtiam e, como a grana era curta, eles reaproveitavam os selos mergulhando-os no sabão para poderem ser reutilizados e trocar o maior número de informações possíveis.

stamps - COWBOY_KILLERS_1986.sized

Temos que lembrar que esta era uma época sem internet, a informação era duramente batalhada, e foi graças a isso que isso se espalhou e se tornou conhecido nas diferentes partes da Inglaterra e não apenas em Londres.

Na cena punk hardcore inglesa haviam bandas como Discharge, Chaos UK, Napalm Death, Crass, mas as mais faladas no doc são Heresy (na foto abaixo), The Stupids, Cowboy Killers, Ripcord, bandas surgidas no início dos 80 e cuja principal influência eram os sons das bandas americanas de hardcore.

stamps - heresy

 Como estas bandas já eram da terceira geração do punk hardcore, suas preocupações  não eram apenas política, eles queriam um som mais agressivo, mais rápido, mais pesado.

Eles não queriam o som mainstream do punk dos Sex Pistols, por exemplo, e sim um som mais underground, para quem realmente curtia aquele tipo de música.

stamps - the stupids

 As demos destas bandas eram ainda mais sujas e barulhentas do que quando lançavam a mesma música em disco por uma gravadora por exemplo.

 Todos falam muito da importante influência de John Peel (foto abaixo) e seus programas de rádio, no qual apresentava o som das bandas mais diferentes; ele gostava de extremos e dava chance para bandas novas, sempre antenado nas subculturas.

 stamps - john peel

 Assim, são entrevistados integrantes destas bandas como Tommy Stupid, baterista e vocalista dos Stupids; John & Baz, do Ripcord, Beddis, do Cowboy Killers (foto abaixo), todos contando fatos e histórias interessantes acontecidos na época.

stamps - cowboy

The Stupids está na trilha com três músicas; abaixo eles interpretam duas músicas “The memory Burns/Slumber party massacre”, ambas de uma Peel Session (as sessões de John Peel):

Já do Ripcord temos “Wicked”:

E do Cowboy Killers, “The kkk wives on Holiday”:

Uma das entrevistas mais legais é a do engenheiro Mark Harwood, que possuía um estúdio em Ipswich (celeiro de muitas destas bandas) e no qual ele explica como obtinha aquele tipo de som bem sujo, bem barulhento, utilizando equipamentos antigos, como alguns da guerra, e que faziam aqueles ruídos característicos das produções punks hardcore dos 80’s.

stamps - Chaos-UK

Harwood fala que se não fosse assim, este som não teria aquela atmosfera de bandas como o Extreme noise terror, banda surgida em 1985 em Ipswich e fundamental na cena hardcore hardcore inglesa (e ainda na ativa).

stamps -extreme+noise+terror

 Com o crescimento da cena hardcore inglesa, selos como Dischord e Touch & Go chegavam na Inglaterra através dos mixtapes trocados pelo correio, bem como subculturas como o skate punk.

stamps - james_sherry_crossfire

 

Outros depoimentos no doc são do historiador de punk, Ian Glasper; o promotor Paul Thorpe; James Sherry, do Crossfire Sound System, todos eles intensos fã e pesquisadores que admiravam esta cena e faziam parte para que o UK Hardcore viesse com tudo.

Abaixo, o documentário em versão completa:


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TODAY’S SOUND: BRISTOL BASS ODDITY POR ARTHUR MENDES ROCHA

Hoje falaremos sobre a terceira parte de Music Nation, desta vez abordando o som de Bristol e de bandas como Portishead e Massive Attack, entre outras, no doc “Bristol Bass Oddity”, com direção de James Jessett.

bristol - logo

Bristol fica a sudoeste de Londres e tem uma população de meio milhão de habitantes, mas foi lá que floresceu, no final dos anos 80 e início dos 90, uma cena onde predominava um baixo pesado, mais influências de dub, hip hop, muitos breaks & beats, criando lá a cena do que foi chamado de trip-hop.

bristol - wild bunch

 

Mas isto foi um rótulo da indústria fonográfica para denominar este som cujas bandas de lá faziam, como os crews Wild Bunch, FBI E Fresh Four que organizavam festas, utilizando os soundsystem usados nas festas de carnaval de rua (como o de St Paul na foto abaixo) e reggae, mais caixas enormes de som ao ar livre, juntando grafiteiros, dançarinos de hip-hop, tudo numa atmosfera de paz e integração, onde o principal era curtir a música, sem carões.

bristol - carnaval

O Wild Bunch é o embrião do Massive Attack,  lança em 1988 o single “The look of love”, regravação do clássico de Bacharach &  David:

Esta cultura é o próprio DYIY (do it yourself), já que alguém precisava fazer algo, sair daquela mesmice que a cidade oferecia, era a maneira deles se expressarem: através da música – então havia festas em galpões abandonados e casas vazias espalhadas pela cidade.

bristol - foto 1

O doc mostra entrevistas com integrantes da comunidade de Bristol, que vivenciaram isto, testemunharam a cena iniciar como Jon Stapleton, do selo Def Com; Beezer, fotógrafo que registrou importantes momentos, como o da foto abaixo, Krissy Kris, ou MC Kinsman, que fazia mixtapes de hip-hop e dub; entre outros.

bristol - photo by beezer

Ray Mighty, do Smith & Mighty, é outro que fala no doc sobre suas experiências como quando produziu o Fresh Four, com “Wishing on a star”, música que fez as gravadoras se antenarem para o som que vinha de Bristol, isto em 1989:

bristol - ray mighty

Nesta época, este som ainda era muito novo, Smith & Mighty também lançava nesta época sua versão breakbeat para “Anyone Who had a heart”de Burt Bacharach, intitulada simplesmente de “Anyone”, onde vemos a música transformada numa versão cheia de dubs, bass e mais, ouçam abaixo:

E também foram eles que produziram a primeira música do Massive Attack, lançada de forma independente em 1988, “Any love”:

O som de Bristol apostava muito em samples que incluíam downtemo, soul, hip-hop, reggae, tornando-se uma característica da música feita lá.

bristol foto 2

A cena também contava com grafiteiros e artistas como Nick Walker, 3D, FLX e Inkie, que fazia a maioria dos flyers e cartazes das festas e que fala disto no documentário; do quão era importante chamar a atenção através da melhor arte.

 bristol - arte

 Outra festa famosa eram as realizadas no The Dug Out club, o Studio 54 de Bristol e onde esta turma toda se reunia para dançar, paquerar e fumar seus splifs (baseados).

bristol - the dug out

 

O Massive Attack veio mesmo a estourar mundialmente em 1990/91, ao lançar o single “Unfinished Sypathy”, com os vocais de Shara Nelson, o primeiro single do álbum “Blue Lines” e até hoje é considerada uma das melhores músicas que a dance music já produziu, dando uma diminuída no BPM:

Agora sim, o som de Bristol era a sensação do momento e não demorou muito para que outro membro da comunidade, e que já havia trabalhado no estúdio onde o Massive Attack havia gravado seu álbum, despontasse: Geoff Barrow.

bristol - geoff

 Barrow era trainee do estúdio Coach House, em Bristol, e o Massive também lhe permitia horários livres para gravar suas próprias músicas. Mais tarde ele veio a formar o Portishead, outro grupo que estourou utilizando muitos breaks de hip hop e samples, como notamos na música “Only you”:

Portishead é o nome de uma cidade perto de Bristol onde Barrow foi criado; a banda só veio mesmo estourar em 1994, com o lançamento do álbum ‘Dummy” tornando famosos os vocais de Beth Gibbons.

 bristol - Portishead

 Barrow também produziu algumas canções para Tricky, outro membro do Wild Bunch e Massive Attack que virou um dos nomes de ponta do trip-hop, com músicas como “Aftermath” (com os vocais de Martina):

O doc também mostra que Bristol é uma cidade aberta a novidades, principalmente música com climas dubs; hoje em dia ela é mais conhecida pelo o drum & bass, com Roni Size & Reprazent (na foto abaixo, um dos integrantes, o DJ Die) e pelo dubstep, com nomes como o produtor Addison Groove, Pinch e Gemmy, que são parte da nova geração surgida lá.

bristol - dj die

Gostei de uma explicação de uma frequentadora de festas nos anos 90, Maxine, ela fala que o som de Bristol tem espaço suficiente para ir e voltar na pista, não há aquela obrigação da  música ser bombante e sim que o som vá se espalhando devagar e pesado ao mesmo tempo pelo ambiente.

Abaixo o documentário completo:

Em 2009, Chris Burton e Gary Thompsom lançaram o livro ‘Art & sound of the Bristol Underground” onde compilam flyers e muitas fotos até então inéditas.

bristol - art & soun

E falando em arte, o hypado grafiteiro Banksy também é de Bristol e com certeza frequentou esta cena e de lá tirou muito de sua inspiração.

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TODAY’S SOUND: BERKSHIRE GOES BALEARIC POR ARTHUR MENDES ROCHA

Hoje na segunda parte dos docs do Music Nation, falaremos de “Berkshire goes Balearic”, sobre como a cena Balearic, iniciada em Ibiza, veio se tornar tão popular neste condado inglês, criando uma cena que até hoje influencia DJs e clubbers de todo o mundo.

balearic - foto 1

Balearic é a denominação para um estilo musical que na verdade engloba uma série de outros ritmos, já que o nome se originou do que o DJ Alfredo (residente da Amnesia em Ibiza em 1987/88/89) tocava e ele passeava pelos mais diferentes ritmos, fossem eles soul, disco, rock, new wave, hip-hop, jazz, reggae, downtempo e muito mais.

balearic - dj alfredo

Em um de seus sets era possível ouvir Richie Havens com “Going back to my roots”:

O balearic está totalmente associado à Ibiza, por ter sido lá que DJs ingleses como Danny Rampling e Paul Oakenfold e mais uma turminha super animada tomou êxtase e foi dançar ao som do DJ Alfredo no Amnesia (foto abaixo) e literalmente piraram, viram que aquilo é o que eles queriam fazer na Inglaterra, tocar música num ambiente ao ar livre, sem encanações e onde o que importava era curtir a música e dançar do jeito que fosse.

balearic - amnesia 2

Músicas como The Nightwriters “Let the music use you” embalavam as noitadas:

Quando eles voltaram, o grande objetivo era trazer aquela vibe, aquela sensação de paz e dançar em harmonia no meio de todos,  para a cinzenta Inglaterra.

balearic foto 6

Assim, Danny Rampling e sua esposa Jenny abrem a Shoom, considerada uma das melhores noites que Londres já teve dedicada ao balearic e à house music; os frequentadores iam como quem frequenta uma igreja, aos poucos foi atraindo pop-stars, fashionistas e todos dançavam unidos pelo ritmo. Em 1988 acontece o famoso Summer of love, quando a mistura do balearic com o acid house colocaram toda uma geração para dançar.

balearic - shoom

O balearic formou uma cena forte no interior da Inglaterra, em Berkshire, onde festas ao ar livre eram realizadas e atraíam os amantes do gênero espalhados pelo país.

balearic - flyers

Um deles era Terry Farley, responsável pelo fanzine Boy’s Own, que acabou virando um selo de música, Junior Boy’s Own,  e também nome de festa, formando uma cena importante dentro do balearic, atraindo desde hooligans até os clubbers mais fanáticos.

balearic - boys-own-magazine-cover_480

Abaixo uma entrevista de Farley para a Snub TV com imagens de festas, clipes (como “Raise” do Bocca Juniors) e mais:

 

balearic boys-own-party

Nesta turminha também estavam Pete Heller e Andrew Weatherall (também presentes no vídeo acima), que começava sua carreira como DJ no início dos anos 90 e que acabou se tornando uma das figuras-chave da dance music inglesa, remixando vários artistas entre eles Bobby Gillespie, do Primal Scream, com o hit “Loaded”:

Quando “Loaded” foi lançada em single (o primeiro do álbum Screamadelica) em 1990, eu estava em Londres, e foi mesmo muito marcante, pois as fronteiras entre o rock e a dance haviam sido derrubadas, os tornando a banda mais cool daquele momento.

balearic Primal+Scream+-+Loaded+

Gillespie também está no doc e fala como eram as festas, falando que uma vez viu Weatherall tocando para uma pista com meia dúzia de pessoas.

A cena ia crescendo a cada festa, promoters como Tommy Mac, Phil Perry, mais frequenta-dores como Jay Brooks e a própria diretora do doc, Tabitha Delholm (ambos na foto abaixo), vão falando das incríveis festas que iam dominando a Inglaterra até formarem a “Balearic Network” que ia se espalhando para cidades como Manchester, Cardiff, entre outras.

balearic - foto 4

Outro hit desta época, presente no doc, era “Alone” de Don Carlos, uma das músicas mais inspiradas que o balearic já produziu:

Outra figura importante da cena era Charlie Chester, o fundador da marca Flying, junto com sócios italianos, que incluía um selo, loja de discos (que era o ponto de encontro dos DJs no início dos 90) e festas memoráveis.

flying_records

Sua festa em Londres era no Soho Theatre Club, e o sucesso foi tanto que ele viajou com elas pela Inglaterra, incluindo festas no club Venus em Nottingham.

balearic - venus

Uma das festas mais importantes, segundo o doc, era nos domingos à tarde, no Greyhound Pub em Colnbrook (foto abaixo), com todos curtindo o club dentro do pub e lá fora “chilling out” no sol.

balearic - Greyhound-yarlet-bank

Entre o que tocava lá estava Westbam com “Alarm Clock”

E Cascades com “Sheer Taft”:

O sucesso foi tanto, que atraía vários clubbers de Londres, que saiam depois da festa do sábado e iam para lá, além de celebridades como Boy George, Pet Shop Boys, Derek Jarman, entre outros.

balearic - foto 3

Outro DJ presente no doc é Justin Robertson, também produtor, teve projetos como o Lionrock e chegou a controlar o selo Neverwork, que também iniciava carreira na época e fala com saudades de uma época que se tocava por realmente gostar da música.

balearic - foto 5

O início dos anos 90 era apenas o começo da cultura clubber, muito viria a acontecer, com o surgimento dos superclubs, a cena foi se dividindo, o som começou a ficar mais pesado, enfim,  mas isto é assunto para outros posts.

Abaixo o link para ver Berkshire goes Balearic completo:

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