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agosto – 2014 – Japa Girl












































































    Happy Halloween at the witch’s home 🎃☠️🎃☠️🎃My heroes are leaving this world too fast.
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Archive for agosto, 2014
 

TODAY’S SOUND: THE DOUBLE POR ARTHUR MENDES ROCHA

‘The Double” é o filme de hoje, dirigido por Richard Ayoade, baseado em uma história de Dostoiewsky e com ótimo elenco, misturando ansiedade, surrealismo e humor negro.

The Double teve sua estreia mundial no Festival de Toronto no ano passado e foi lançado na Inglaterra este ano e conquistou a crítica com sua história instigante.

No elenco está Jesse Eisenberg (de ‘A Rede Social”) no papel principal, mais Mia Wasikowska (que sabe muito bem escolher seus filmes, já tendo trabalhado com diretores como Tim Burton, Gus Van Sant, entre outros), Wallace Shawn, Noah Taylor, Chris O’Dowd, Cathy Moriarty (de “O Touro Indomável”), James Fox (icônico ator inglês), entre outros.

the double - foto 1

Ayoade teve uma ótima estreia como diretor com o filme “Submarine”, que já mostrou que ele veio pra ficar. Seu estilo é bem interessante, sabe dirigir bem atores, misturando humor e drama de maneira brilhante.

A atmosfera do filme lebra muito filmes como “1984” e “Brazil”, pois coloca um personagem perseguido, com eterno medo do que possa acontecer e controlado por algo maior do que ele.

the-double-poster 3

Outro detalhe interessante é que seus filmes misturam passado, presente e futuro, não ficando totalmente claro a época em que se passa.

Aliás, vários membros do elenco de Submarine aparecem em várias pontas espalhadas pelo filme.

the-double foto 2

“The Double” é a história de Simon James (Eisenberg), um funcionário de uma empresa que vive para isso, do trabalho para casa e da casa para o trabalho, ele é tão tímido e invisível que, toda vez que chega no trabalho, tem que se apresentar para o vigia que nunca o reconhece.

the double-the-2013-002-mia-wasikowska-in-white-dress-production-shot-00o-fxh the-doulbe - foto 6

Seu chefe (Shawn) nunca está satisfeito com seu trabalho, por mais que ele se esforce e ele nutre uma atração pela jovem Hannah (Mia) que trabalha na copiadora (mais uma menção ao conceito de duplo, de cópia que o filme possui).

the double - foto 3

Hannah até aceita sair com ele, mas não demonstra o menor interesse, ele é um nada, um ser nulo.

Eis aí que surge James Simon (outra menção á cópia, desta vez trocando o nome do personagem), um sósia seu ou melhor, um doppelgänger, já que é um clone do mal, alguém que só vai complicar a vida do coitado do Simon.

the-double-foto 5

James é o oposto dele em tudo: é extrovertido, conquista a tudo e a todos com seu charme, conta piadas, todos o admiram.

Mas na verdade, Simon está sugando o lugar de James, pois vai tentando substituí-lo em tudo, seja no trabalho ou no amor.

No trabalho, tudo que James faz de bom, Simon é quem colhe as glórias, ele joga seu charme sobre Hannah e a conquista, na lancheria que freqüentam ele tem a preferência da antipática garçonete e por aí vai.

the double - foto 4

O filme joga muito bem isso, deixando-nos tenso, com situações de suspense e não deixando de lado o humor negro.

Ayoade é famoso por seu papel na divertida série “The IT Crowd” (de onde saiu também Chris O’Dowd), onde vive o engraçadíssimo Moss.

the double - richard

A transição para o cinema e para detrás das câmeras se deu de maneira genial, ele é fã do bom cinema e admite que utilizou em “The Double” influências de Bergman (“O Silêncio”), Fellini (Toby Dammit, episódio de “Estórias Extraordinárias”) e até Hitchcock (“Vertigo”).

the double - diretor e elenco

Ayoade se juntou a Avi Korine (irmão de Harmony) e adaptou a novela de Dostoyevsky de 1846, ele declara: “The Double é quase uma metáfora. Ela antecipa Freud e Jung: a ideia junguiana de que a sombra representa todas as coisas que você não consegue aceitar a seu respeito ou que, em estados extremos, você cria esta outra entidade que faz todas as coisas que você não admite que gostaria de fazer.”

O filme se enquadra na categoria distopias futurísticas, ou como ele mesmo define: “é como o futuro imaginado por alguém do passado que o fez de maneira errada”.

the double - poster 2

Também merece destaque a ótima direção de arte, com cenografia em tonalidades acinzentadas, com poucas cores, além da trilha sonora claustrofóbica e utilizada de maneira a dar a emoção necessária para cada cena.

Não será a primeira nem a última vez que o cinema falará dos clones, seja no recente “O Homem duplicado”, bem como em “Moon”, mas Ayoade dá um aproach original para esta trama e acabamos sofrendo e nos divertindo com o filme.

the double poster 1

“The Double” ainda não tem data definida para estrear por aqui, mas já tem para download  e merece ser visto para termos uma ideia do que novos talentos estão fazendo no cinema e que fujam aos circuitos tradicionais de cinema.

 

 

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Getty Villa é uma réplica exata do Palácio dos Papiros, escavado das cinzas em Pompéia…

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Mummy portrait of a woman Romano-egyptian A.D. 100-110

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TODAY’S SOUND: WE ARE THE BEST POR ARTHUR MENDES ROCHA

O filme de hoje é “We are the Best”, produção da Dinamarca e Suécia, dirigida por Lukas Moodyson e que fala sobre uma banda punk formada por adolescentes nos anos 80.

we are the best - poster 1

O filme foi lançado no Festival de Toronto do ano passado e estreou este ano nos cinemas do hemisfério norte, tendo ótima recepção de crítica.

“We are the best’ (Nós somos os melhores) é uma deliciosa dramédia (mistura de drama e comédia) que nos conta a história de duas garotas, Bobo (Mira Barkhammar) e Klara (Mira Grosin), que são apaixonadas por punk rock e decidem montar uma banda.

we are - poster 2

Apesar de todos falarem a elas que o punk morreu (estamos em 1982), elas são apaixonadas pelo gênero e todo seu visual, usando cabelos curtos e espetados e gerando o preconceito dos demais alunos da escola.

Além disso, as duas parecem dois meninos, pois são completamente diferentes do arquétipo das meninas de cabelos compridos e femininas.

we are - foto 4

O problema é que nenhuma das duas sabe tocar e portanto elas resolvem procurar um terceiro integrante que, pelo menos, entenda de música. Abaixo uma das melhores cenas do filme, onde elas definem o que para elas é o punk:

Numa apresentação da escola, elas conhecem Hedvig (a linda Liv Lemoyne), garota careta e certinha, que toca violão muito bem e é extremamente cristã.

we are - foto 1

As duas a convidam para a banda e Hedvig, procurando ser aceita em algum círculo, acaba topando.

Bobo e Klara vão influenciando Hedvig, fazendo-a mudar seu estilo de vestir e cortam seu cabelo no estilo moicano, gerando a raiva da religiosa mãe de Hedvig, que ameaça de contar a polícia.

Na verdade, tanto Bobo quanto Klara não têm a menor paciência com suas famílias, acham todos uns caretas, chatos e que não entendem seu modo de pensar e seu gosto musical.

we are - foto 2

Elas conseguem um local para ensaiar, no centro cultural da cidade, onde arranjam guitarra, bateria e baixo e criam uma música muito engraçada onde falam do seu ódio por esportes: ‘I hate sports”.

Porém, neste mesmo local, também ensaia uma banda de heavy metal, a Iron Fist, que detém a preferência do gerente do local, e que não simpatiza com o estilo punk das meninas.

we are the best - foto 3

Elas também irão se envolver com uma banda de garotos punks, a Sabotage, pela qual Bono e Klara irão se interessar pelo mesmo garoto, gerando um conflito entre as duas, que disputam o mesmo interesse amoroso e põe sua amizade em jogo.

O desfecho do filme ocorre numa gig em um ginásio de esportes na cidade vizinha, Västeras, a qual elas odeiam e até fazem uma música chochando a cidade e criando a maior confusão.

“We are the best” é sensível, divertido, mostra bem as duvidas da juventude, as revoltas, através do relacionamento das três meninas ele discute a aceitação do ‘diferente” pela sociedade.

Afinal, quem nunca foi jovem e lutava para ter suas ideias aceitas e respeitadas?

we are the best - foto 1

O grande destaque fica mesmo com o trio central, as três garotas são um achado, seguram o filme e tem uma química perfeita.

O diretor Lukas Moodyson já é conhecido do público brasileiro, pois ele dirigiu “Together” (o filme que o revelou, de 2000), além de ‘Lilya 4-ever’ (2002), o polêmico “A hole in my heart” (2004) e o último “Mammoth” (de 2009 e estrelado por Michelle Wiliams e Gael García Bernal).

we are - lukas e elenco

Lukas declara que era muito jovem para o punk e que gostava de escutar músicas punks, mas achava-as muito masculinas e agressivas. Esta é a primeira vez que adapta uma história que não é sua, tendo reescrito algumas cenas e mudado alguns personagens.

O filme foi baseado nos quadrinhos “Never goodnight”, escritos por sua mulher, Coco Moodyson, lançado em 2008.

we are the best - comics

Os quadrinhos de Coco são autobiográficos, já que falam de suas próprias experiências como uma adolescente punk na Estocolmo dos anos 80.

we are - comics 3

Como Coco declara: “Há algo muito interessante sobre a idade de doze, treze ou quatorze anos, quando você não é mais uma criança e é curioso. Ao mesmo tempo, você não tem medo, porque você não passou pelos tempos difíceis que chegam depois’.

we are the best - comics 2

Os desenhos de Coco são ainda mais darks que o filme e seus trabalhos podem ser conferidos  na revista sueca Galago.

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