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fevereiro – 2016 – Japa Girl












































































    Hoje!!!
#climatestrikeLunatic Magic Beware...🦇 Theophile-Alexandre Steinlen “Chat au Clair de Lune”, c 1900Greve Global pelo clima - São Paulo, 20.9.2019! É de suma importância que todos participem dessa greve global. Acontece que a Amazônia, o Pantanal e o Cerrado, continuam queimando, numa destruição avassaladora, apesar da pressão feita até agora. Além disso, incêndios se espalham por diversos cantos do mundo, como Sibéria, Indonésia e o continente africano. Não podemos relaxar, enquanto mudanças significativas sejam aplicadas de fato.Emocionante! Nunca vi passeata igual, com tanta gente. Acordamos. Graças à Deus e Deusa. Não podemos mais permitir que isso aconteça as Florestas e aos Animais. Fora demônio #forasalles #sosamazoniaPor favor assistam!Gigante pela própria natureza e pela própria ignorância 🇧🇷Precisamos ir para a rua protestar urgente!!! Profundamente abalada com a destruição de lugares sagrados, lugares que sustentam a Vida neste planeta! Todos vão sofrer as consequências desse desmatamento e queimadas! Árvores de 500 anos já eram! Estão encontrando animais queimados, jamais estudados ou conhecidos pelo homem! Estamos sentenciando nossa existência. #prayfortheamazonÉ com profundo pesar, estão cortando uma pequena floresta de no mínimo 70 anos, que cresceu numa casa desocupada. Ainda que haja autorização da PMSP e compensação em outro local, como fica o entorno? Quem irá compensar os morcegos e periquitos que moram nessas árvores?Unforgetable veggie lunch exxxperience!
Thank you so much @saporebrasil @pietroleemann @lideresempreendedores 
Risoto com aspargos verdes e abóbora, contraste de mousse de couve-flor defumada e arroz silvestre crocante.Happy Sunday!
Plantio de mais de 320 árvores nativas da nossa Mata Atlântica para #florestadebolso de Ricardo Cardim. @fabricadearvores 😉

                
       
















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CURRENT MOON

Archive for fevereiro, 2016

TODAY’S SOUND: YAZOO POR ARTHUR MENDES ROCHA

A banda de synthpop de hoje é na verdade um duo, formado por Vince Clarke e Alison Moyet, o Yazoo (ou Yaz no mercado americano), que lançou apenas dois discos em sua carreira, mas que teve alguns hits que permanecem tocando até hoje.

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Tudo começou em 1981, em Basildon, Essex, onde Clarke, recém-saído do Depeche Mode, se uniu a Moyet para criarem música pop, com letras sentimentais, e muitos sintetizadores.

Moyet era uma cantora que já havia participado de grupos de blues/rock e da banda punk The Vandals, mas tudo em pequenos shows em bares e pubs, nada realmente profissional.

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Ela chegou a colocar um anúncio na revista Melody Maker, oferecendo seus serviços como cantora para alguma banda, o que ela não imaginava é que esta pessoa que a procuraria seria Clarke, um cara que acabara de ter um álbum de sucesso.

Os vocais de Moyet são de uma beleza pungente, ela dá tudo de si ao cantar e sua voz é digna de uma cantora soul com toques de diva de ópera.

Clarke se apaixonou pelos vocais de Moyet e assim gravaram uma demo para apresentarem a algumas gravadoras.

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Uma destas canções era “Only You”, que acaba sendo apresentada ao produtor e fundador do selo Mute, Daniel Miller.

Miller decide lançá-la como single e assim, “Only You”, a primeira incursão do Yazoo no mundo pop, é lançada ao público:

O single foi lançado em março de 1982, atingindo o segundo lugar da parada inglesa. No lado B, havia uma pérola “escondida”, a música “Situation”:

“Situation’ é uma música que nos pega de jeito – pop de primeira, dançante, com teclado absurdo e quando entra os vocais de Moyet então – é para arrasar.

‘Situation” acaba por tornar-se o cartão de apresentação deles nos EUA, onde eram chamados de Yaz, ainda mais que os remixes da música acabam agradando aos DJs e torna-se um hit nos clubs undergrounds americanos (um que adorava a música era Larry Levan, o DJ do Paradise Garage).

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O duo se permitia total liberdade criativa para comporem e interpretarem suas canções, não havia nenhuma regra a ser seguida, apenas fazer experimentações que resultassem em músicas que os agradassem, tudo era de um grande frescor.

Ambos eram bastante jovens, estavam na casa dos vinte anos e para eles, escrever melodias ainda era algo novo, ainda mais que não possuíam experiência para falarem de amor; eles não faziam ideia da rapidez de sua ascensão no mundo do pop.

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Seu segundo single acaba por ser um de seus maiores hits, “Don’t Go”, música que se tornou emblemática na década de 80 e que quando toca em alguma pista, ainda causa frison:

“Don’t go” vai direto para o top 5 e no mesmo mês é lançado o álbum de estreia do duo, ‘Upstair’s at Eric’s”. O álbum fora gravado no estúdio Blackwing, onde o engenheiro era Eric Radcliffe (daí o nome do disco) e sua icônica capa com os manequins sentados e cortados é demais.

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O sucesso deles acaba chegando aos EUA, bem como a pressão de lançar mais singles que fossem para o topo das paradas.

A tensão começa a surgir entre eles, enquanto escreviam canções para o segundo álbum, dificultando a comunicação dos dois.

Como Vince relembra: “Nós não estávamos falando um com o outro, eu não tinha ideia de como me comunicar. As coisas em nossas cabeças acabaram ficando fora de controle’.

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Já Moyet era mais explosiva, ela colocava para fora suas emoções, mas já não havia o que pudesse ser feito para amenizar o relacionamento deles.

Quando o segundo álbum, “You and me both”, foi lançado em 1983, os dois já estavam separados. Aliás, o álbum fora concebido em diversas situações em que os dois não estavam presentes no mesmo lugar.

Uma das músicas de destaque do novo álbum era a linda ‘Nobody’s Diary’ (escrita por Moyet aos dezesseis anos), que acaba sendo o último single lançado por eles na época:

Clarke desde o começo vira o Yazoo como um projeto de curta duração, ele não apostava todas as suas fichas no duo e só gravara o segundo disco para não repetir a experiência com o Depeche, o qual ele abandonara após o primeiro álbum.

Pouca promoção foi feita em relação ao álbum, com Moyet fazendo algumas entrevistas de divulgação, mas sem a presença de Clarke.

Mesmo assim, o álbum atinge o primeiro lugar da parada inglesa. Outra música a destacar é “Mr. Blue”:

É interessante notar que a arte da capa foi feita pelo time de design da 23 Envelope (os mesmos que fizeram várias capas para o selo 4AD).

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Enquanto Moyet partiu para a carreira solo, Clarke formou primeiro o The Asembly (com Eric Radcliffe) e depois o Erasure (com Andy Bell), outro duo de synthpop que fez ainda mais sucesso.

Em 2008, num período de descando do Erasure, Clarke e Moyet se reuniram para uma turnê do Yazoo, com ingressos esgotados na maioria de suas apresentações.

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O retorno do Yzzo depois de 25 anos, fez muito bem aos dois, eles reataram sua antiga amizade, mostraram total cumplicidade nos palcos e agradou em cheio aos fãs que haviam ficado órfãos desde a separação deles nos anos 80.

Eles lançam o EP Reconnected, com novas versões para seus sucessos, bem como o disco ao vivo “Reconnected Live”

Como Moyet declarou: “Ele (Clarke) quer trabalhar com minha voz e eu com o som dele, o resto não importa”.

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Hoje em dia, Clarke voltou para o Erasure, enquanto que Moyet segue solo e toda vez que pode, ele canta alguma das músicas do Yazoo, como neste show em Berlin no ano passado:

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">TODAY’S SOUND: BORN TO BE BLUE POR ARTHUR MENDES ROCHA

O filme musical de hoje é baseado na vida de uma das figuras mais interessantes surgidas no mundo do jazz dos anos 50/60, Chet Baker, que é tema da produção “Born to be blue”.

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A película é estrelada por Ethan Hawke no papel de Chet Baker, que tem uma excelente atuação, e pode lhe render (merecidamente) uma indicação ao Oscar de melhor ator para 2017.

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‘Born to be blue” é o nome de uma famosa canção de Baker, ela se refere a uma pessoa que já nasceu para ser sofrida, em constantes mudanças de humor e é bem isto que o artista era: uma pessoa problemática, com dificuldades de se relacionar e viciado em heroína, mas com um talento excepcional. Abaixo a música interpretada por Chet Baker:

Baker foi um artista de jazz genial, mas sempre envolvido em problemas com drogas, já que o vício acabou lhe prejudicando muito, além de fisicamente, também profissionalmente, pois acabava não cumprindo suas obrigações contratuais e acabou sendo afastado das gravadoras pelas quais lançava seus discos ou cancelando apresentações.

Foto de Chet Baker tocando seu trompete.

Foto de Chet Baker tocando seu trompete.

A direção do filme é de Robert Budreau, produtor e diretor canadense que possui um extenso currículo, especialmente como diretor e produtor de curtas para a TV. O diretor conseguiu captar com habilidade esta personalidade difícil de Baker, uma pessoa em constante luta contra seus demônios, como vemos no trailer abaixo:

E Hawke está ótimo no papel de um Baker mais castigado pela vida, onde sua beleza já está mais deteriorada pelo constante abuso das drogas, “Born to be blue” se desenrola nos anos 60, quando Baker estava saindo da prisão, havia se afastado de sua carreira por causa de seu vício, de ter se envolvido com traficantes que o ameaçavam enquanto não acertasse suas dívidas e havia sido afastado dos estúdios de gravação por não aguentarem seu comportamento.

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Um destes estúdios era o da gravadora Pacific Jazz, uma das precursoras do estilo West Coast Jazz, do qual Baker era um dos principais representantes. Um dos mais destacados personagens do filme é justamente Richard (Dick) Bock, o proprietário da Pacific e produtor de importantes discos de jazz, vivido pelo ator Callum Keith Rennie (‘Californication”, ‘The Man in the high castle”).

Callum Keith Rennie om Carmen Enojo numa cena do filme.

Callum Keith Rennie om Carmen Ejogo numa cena do filme.

Em várias situações, Baker pede a ajuda de Dick, seja para voltar a gravar, ou quando precisa de dinheiro emprestado, mas o produtor sempre parece não confiar em Baker, pois a qualquer momento, este poderia ter uma recaída e voltar às drogas. Um dos bons momentos do filme é quando Baker se apresenta nos estúdios da Pacific, como um grande retorno do artista mostrando ao pessoal ligado ao jazz que ele ainda podia arrasar se lhe dessem uma nova chance. born-to-be-blue

Baker também é convidado a estrelar um filme baseado em sua vida e contracena com uma atriz que vive sua antiga paixão (no filme), ela é vivida pela atriz Carmen Ejogo (‘Selma:  uma luta pela igualdade”, “Animais Fantásticos e onde habitam”), que faz os papéis de Jane (no filme dentro do filme) e Elaine.

Carmen Ejogo numa cena do filme.

Carmen Enojo numa cena do filme.

Elaine e Baker acabam tendo uma atração mútua um pelo outro e resolvem namorar e morar juntos. Ela é um personagem fictício, mas através dela podemos ver a dificuldade de se relacionar com uma pessoa como Baker.

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Elaine não sabia da confusão que estava se metendo, pois lidar com os ataques de ciúmes de Baker, das oscilações de humor e temperamento, da sua tentativa de se afastar das drogas e a eterna atração que estas sempre representam na vida do jazzista.

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Ethan Hawke e Carmen Ejogo numa cena do filme.

Baker foi dos grandes jazzistas que já habitaram este planeta, seu jeito único de cantar (que influenciou diretamente cantores como João Gilberto), seu talento em tocar trompete, ele era um dos poucos artistas a cantar e tocar um instrumento com maestria.

O verdadeiro Chet Baker numa foto no auge de sua juventude e beleza.

O verdadeiro Chet Baker numa foto no auge de sua juventude e beleza.

Muitos standards de jazz ficaram famosos em sua voz, como ‘My Funny Valentine”, que também é interpretada no filme por Hawke e que virou uma de suas marcas registradas. Abaixo a interpretação no filme e a original de Chet Baker:

Outro detalhe interessante do filme é mostrar alguns dos artistas de jazz da época, como seu rival Miles Davis (vivido pelo ator Kedar Brown) e Dizzy Gillespie (Kevin Hanchard), especialmente na cena onde Baker retorna ao Birdland (o jazz spot onde ele fez sua estreia justamente com os dois) para uma nova apresentação e tem de enfrentar o julgamento de seus colegas de profissão.

Cena do filme onde Baker (Hawke) encontra com Miles Davis (Kedar Brown).

Cena do filme onde Baker (Hawke) encontra com Miles Davis (Kedar Brown).

Abaixo a cena em que ele volta ao Birdland e interpreta ‘I’ve never been in love before” (também cantada por Ethan Hawke no filme):

E a versão original por Chet Baker:

Em uma cena do filme, ele vai visitar seus pais no interior dos EUA e percebemos a dificuldade de relacionamento dele com o pai (papel do ator Stephen McHattie), já que Baker conseguiu ser um artista de sucesso e seu pai (que tocava guitarra) nunca se destacou como artista de expressão.

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Mas foi seu pai que o estimulou o gosto pela música, por pior que fosse seu relacionamento.

Um dos episódios que só pioraram sua vida foi uma surra que levou em São Francisco (que é mostrada no filme) e que quebrou alguns de seus dentes, prejudicando sua performance, tudo isto relacionado à dívidas contraídas causadas pela heroína.

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Outra presença constante no filme é seu agente de condicional, pois para continuar solto, ele deveria mostrar que estava trabalhando honestamente e tomando sua metadona (para ajudar na falta da heroína). Tendo sido considerado o James Dean do jazz ou o príncipe do cool, Baker começava sua descida ao inferno, até vir a falecer em 1988, ao cair do seu quarto de hotel em Amsterdam (mas isto o filme já não nos mostra).

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Etha Hawke se destaca no filme, tocando e cantando como se fosse Chet Baker.

O filme é correto no seu retrato de Baker, não faz grandes inovações na narrativa, mas é um filme agradável de assistir, pois o tema é muito interessante e Baker é uma personalidade cheia de nuances e que merece ter cada vez mais filmes e relatos sobre sua carreira. Além disso, a trilha está muito bem feita, onde os trompetes de Baker são feitos por Kevin Turcotte e a direção dos números musicais ficou por conta de David Braid (pianista e compositor canadense que já se apresentou mundo a fora), mas nada melhor que ouvir as verdadeiras gravações do jazzista para admirar todo seu talento.

Elenco e equipe do filme no Festival de Toronto.

Elenco e equipe do filme no Festival de Toronto.

“Born to be blue” ainda não tem data de estreia no Brasil, mas já pode ser visto em torrent ou em plataformas de streaming.

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TODAY’S SOUND: SOFT CELL POR ARTHUR MENDES ROCHA

Com o sucesso do synth pop do Human League, outro grupo inglês era adepto do estilo e começava a se destacar nas pistas e paradas do Reino Unido no início dos anos 80: o Soft Cell.

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Soft Cell era o duo composto por Marc Almond, nos vocais e David Ball no sintetizador. Um equilibrava o outro: Almond gostava de dar pinta, com produções extravagantes, uma estética sado chic, onde ele abusava de couro e de preto, acessórios que iam de muitas pulseiras a quepes, luvas sem dedo e tudo isto com muito delineador preto; enquanto Ball fazia uma linha um pouco mais comportada (mas nem tanto).

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Os dois se conheceram na Escola Politécnica de Leeds, Inglaterra, em 1978, onde sonhavam em ter uma banda que juntasse as coisas que gostavam: teatralidade, temas eróticos e visuais exuberantes. Ball era o hetero no do, deixando para Marc arrasar na performance.

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Suas apresentações acabaram se tornando cults na Escola, pois usavam e abusavam dos temas eróticos e bizarros, com Almond passando comida de gato no corpo nu, simulando fazer sexo com um espelho de corpo inteiro ou se vestindo de drag.

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Almond e Ball acabam por conseguir grana com familiares e lançam um EP, ‘Mutant Moments”, onde uma das músicas era “Frustration”, já mostrando os vocais sofridos de Almond, que grita na música ‘I want to die”, e tendo ao fundo bases darks de Ball:

O EP acaba chamando a atenção do selo Some Bizarre, que assina com eles e onde gravam seu primeiro single comercial, “Memorabilia”, que se trona um sucesso nos clubs undergrounds na época:

Apesar do sucesso nas pistas, isto não se refletiu nas vendagens e o Soft Cell precisava urgente de um hit; isto aconteceu ao resolverem regravar uma canção de 1965 de Gloria Jones (namorada de Marc Bolan quando este faleceu), que fez certo sucesso na época do Northern Soul, “Tainted Love”:

O tiro fora certeiro: “Tainted Love” se tornou o maior sucesso da carreira do Soft Cell, alcançando o primeiro lugar em 17 países (incluindo Inglaterra), em 1981, fato raro na época para uma banda nova.

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Interessante notar que quando foi lançado o single, o duo optou por colocar no mesmo single, outra versão cover, a de ‘Where did our love go” (famosa na voz das Supremes); sendo assim, por não terem a autoria das duas canções, deixaram de receber vários royalties com o sucesso do single, coisa que Almond se arrepende até hoje e que culpa sua ingenuidade na época.

O próximo passo era finalmente lançar o LP de estreia deles: “Non-Stop Erotic Cabaret”, que ainda originaria uma de suas melhores canções, ‘Bedsitter”:

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A canção falava da pessoa que aluga um bedsit, ou seja, um quarto em uma casa habitada por outros moradores que muitas vezes nem se falam direito a não ser quando tem que dividir o mesmo banheiro. Na música, esta pessoa faz bastantes festas, dorme sozinho muitas vezes, se sente solitário, é um ótimo retrato da vida urbana em um grande centro.

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Outra canção do disco que também chegou às paradas foi “Say Hello, Wave goodbye”, outra canção clássica do Soft Cell que bombava nas pistas alternativas dos clubs dos anos 80:

Junto com o álbum também foi lançado a compilação de vídeo, “Non-Stop Exotic Video Show”, com alguns vídeos deles dirigidos por Tim Pope (diretor de vídeos para The Cure, David Bowie, The The, Psychedelic Furs, entre outros).Este lançamento teve uma controvérsia ao incluir o video de “Sex Dwarf”, onde aparecem prostitutas de verdade, mulheres nuas esfregando carne crua no corpo, Marc Almond e um anão vestidos com roupas sado, serras elétricas cortando carnes e outras cenas mais ousadas e que tiveram de ser excluídas das primeiras versões lançadas, sendo consideradas “pornográficas”.

Neste período, o Soft Cell passa muito tempo em NY, onde conhecem Cindy Ecstasy, que se tona companhia inseparável de Almond, além de ser a sua fornecedora de drogas e como o próprio nome dela já diz, ela que introduz o ecstasy a eles.

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Na próxima canção do duo, Cindy terá participação fundamental, já que divide em alguns momentos os vocais de “Torch’, uma de suas músicas mais emblemáticas e que acaba atingindo o segundo lugar da parada de singles britânica.

Por incrível que pareça, a gravadora toma a decisão de não incluir a canção no próximo disco deles, “Non-stop Ecstatic Dancing”, mini-álbum de seis músicas incluindo o novo single deles, “What”, lançado em 1982:

Almond declaria mais tarde que este álbum foi todo concebido sob os efeitos do E.

Falando em drogas, o duo vinha abusando destas, bem como se dedicado a projetos paralelos (como Marc & the Mambas), mesmo assim lançam, em 1983, o álbum ‘The Art of Falling Apart’, que incluía a música “Numbers”, track a frente de seu tempo e que possui admiradores como Trent Reznor, do Nine Inch Nails:

Porém o duo já não conseguia colocar músicas no topo, sofriam desgaste no relacionamento, e acabaram por decidir em terminar com o Soft Cell.

Antes disso, eles lançariam mais um último disco na década de 80, “This last night in Sodom”, de 1984, que incluía uma de suas músicas menos incensadas, mas bem bacana, “The Soul Inside”:

Almond participou de algumas bandas, mas optou pela carreira solo, onde teve alguns êxitos nos anos 90. Ele voltou a trabalhar com Ball no álbum ‘Tenent Symphony”, lançado em 1991, onde seu ex-parceiro fez alguns arranjo e remixes. Ball também formou o “The Grid”, ótimo projeto de música eletrônica, com Richard Norris.

Eles voltaram com o Soft Cell em 2001, depois de interesse renovado no duo, com o revival do synth e assim eles fazem alguns shows como o de Milão, lançado em DVD.

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Logo em seguida, eles voltam com um novo álbum, “Cruelty without beauty”, que faz um relativo sucesso, originando dois singles, entre eles “The Night”, regravação de antigo sucesso northern soul de Frankie Vali e que eles quase lançaram, ao invés de ‘Tainted Love”, imaginem se isto tivesse acontecido?

Esperamos que o Soft Cell continue fazendo show e inclua logo o Brasil num deles, taí uma banda que deve arrasar e que eu adoraria ver tocando ao vivo.

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">Após 3 décadas de cabelo muito longo, finalmente CORTEI!!! Vida nova 2017!!!Gracias @celsokamuraoficial

Após 3 décadas de cabelo muito longo, finalmente CORTEI!!! Vida nova 2017!!!Gracias @celsokamuraoficial

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">Mrs. Jones

Mrs. Jones

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