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junho – 2016 – Japa Girl












































































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Archive for junho, 2016

TODAY’S SOUND: OS 15 ANOS DE SIX FEET UNDER POR ARTHUR MENDES ROCHA

Este ano se completa o aniversário de quinze anos de uma das séries mais bacanas de todos os tempos: “Six Feet Under’ (A Sete Palmos), produção da HBO que marcou época por lidar com temas como a mortalidade de maneira sensível e emocionante.

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Não é exagero dizer que “Six Feet Under” foi das melhores séries de todos os tempos, no mesmo nível de séries como “Sopranos”, ‘The Wire”, entre outras.

A série estreou em junho de 2001 e teve um total de cinco temporadas, terminando em agosto de 2005 e desde o começo, já foi aclamada pela critica.

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Criada por Allan Ball (oscarizado pelo roteiro de ‘American Beauty” e criador de séries como “True Blood” e “Banshee”), a série inovou por misturar elementos surrealistas, humor negro, cadáveres que conversam, situações absurdas, tudo para nos contar os dramas desta família disfuncional.

‘Six feet under” é de um tempo que ainda não havia Netflix, HBO Go, Apple TV, enfim, para podermos acompanhá-la, dependíamos da HBO exibir todos os episódios em ordem ou importar os DVDs, já que algumas temporadas demoravam para estrear em relação aos EUA.

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Eu confesso que desde o episódio piloto, já fiquei viciado na estória da família Fisher, donos da funerária “Fisher & Sons”, onde se desenrola grande parte da série, já que a funerária é a casa deles.

No primeiro episódio o pai deles, Nathaniel (Richard Jenkins) já sofre um acidente fatal, bem no momento em que seu filho primogênito, Nate (Peter Krause), estava vindo visitar a família por ocasião das festas de final de ano.

Richard Jenkins, o pai da família, na frente da funerária Fisher & Sons.

Richard Jenkins, o pai da família, na frente da funerária Fisher & Sons.

Com a morte do pai, Nate acaba sendo convencido pela família de permanecer em L.A. (ele morava em Seattle) e assumir a funerária da família ao lado de David (Michael C. Hall), seu irmão.

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Além dos Fisher, a série é centrada nas personagens que fazem parte de suas vidas, incluindo namorados, lances, amigos, colegas, familiares, enfim, vamos a um pouco de cada personagem:

- Nate Fisher (Peter Krause, da série “Parenthood”) – o irmão mais velho que muda sua vida para voltar para sua cidade natal e gerenciar a funerária. Nate é sensível, inteligente, mas cheio de dúvidas, principalmente no amor e em sua relação com a família. Irá sofrer de problemas de saúde no momento que a série avança.

Nate (Peter Krause) à esq. com seu irmão David (Michael C. Hall).

Nate (Peter Krause) à esq. com seu irmão David (Michael C. Hall).

- David Fisher (Michael C. Hall, mais conhecido como o “Dexter” da série homônima) – o irmão gay que no começo da série ainda não é assumido para a família e que se envolve com um policial, Keith, que irá se tornar seu namorado. David tem uma relação de amor-ódio com Nate, já que ficou muito tempo sem conviver e nem sempre concorda com suas decisões para a funerária.

O elenco principal da série.

O elenco principal da série.

- Ruth Fisher (Francis Conroy, de “American Horror Story” e que vem aí em “The Mist”) – a matriarca, dona de personalidade forte, mas confusa, exige demais dos filhos, teve relação conturbada com o marido falecido, se envolve com vários pretendentes (até mais jovens que ela), é das personagens mais fascinantes da série.

A matriaraca Ruth (Francis Conroy) com seus filhos Nate e Claire.

A matriaraca Ruth (Francis Conroy) com seus filhos Nate e David.

- Claire Fisher (Laura Ambrose, que esteve recentemente no reboot de “X-Files”) – a irmã mais nova e que eles sempre querem proteger. Rebelde, dona de si, talentosa, Claire não se deixa abater e está sempre pronta a novas experiências, seja no amor, na faculdade, enfm, ela é daqueles espíritos livres e não se interessa pelos negócios da família.

Claire (Laura Ambrose), seg. da esq. para a dir., com a família.

Claire (Laura Ambrose), seg. da esq. para a dir., com a família.

- Nathaniel Sr. (Richard Jenkins, ótimo ator de filmes como “O Visitante” e minisséries como “Olive Kitteridge”) – o patriarca que morre no primeiro episódio e que continua aparecendo até o final, seja para dar conselho aos filhos, aparecendo para consolá-los, suas aparições são sempre bem boladas e inesperadas.

- Brenda (Rachel Griffiths de “O casamento de Muriel’ e séries como ‘Brothers & Sisters”) – ela conhece Nate na viagem dele para LA e se apaixonam. Porém Brenda tem uma personalidade complicada, teve problemas na infância e adolescência, seus pais são ex-hippies, ela é viciada em sexo, enfim, sua relação com Nate será bem conturbada.

Brenda (Rachel Griffiths) á dir. com Nate numa foto promocional da série.

Brenda (Rachel Griffiths) á dir. com Nate numa foto promocional da série.

- Federico“Rico’ Diaz (Freddy Rodriguez de “Ugly Betty”) – ajudante da funerária, ele é dos melhores talentos da cidade se tratando de “maquiar” os defuntos, especialmente os que foram vítimas de algum acidente que os deixou detonados. Ele irá querer maior participação na funerária com o avançar da série.

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Federico “Rico” Diaz (Freddy Rodriguez), primeiro à esq., com Nate e David.

- Billy (Jeremy Sisto, de série como “Law & Order”, “Suburgatory’, “The Returned”) – irmão de Brenda e bipolar, ele é talentoso artista, porém sua doença acaba o prejudicando. Ele irá se envolver com Claire.

- Keith (Mathew St. Patrick, de “Sons of Anarchy”) – policial assumido que irá se envolver com David, se tornando seu namorado e convivendo com a família Fisher.

Keith (Mathew St. Patrick) com David, o casal gay da série.

Keith (Mathew St. Patrick) com David, o casal gay da série.

Além destes personagens mais fixos, vários outros atores possuíam personagens recorrentes  como Kathy Bates (que também dirigiu alguns episódios), Patricia Clarkson (no papel da irmã artista de Ruth), Joanna Cassidy (de ‘Blade Runner’ e a mãe de Brenda), Lili Taylor (atriz de inúmeros indies), James Cromwell, que esteve recentemente em “American Horror Story”), Robert Foxworth (o pai de Brenda), Rainn Wilson (de “The Office’ americano), Ben Foster ( de “X-Men”, o Confronto final”), Mena Suvari (de “American Beauty”), entre outros.

Francis Conroy com Kathy Bates numa cena da série.

Francis Conroy com Kathy Bates numa cena da série.

“Six Feet Under’ é inteligente, é sempre um toma na cara, focando em temas que envolvem vida/mortalidade de maneira contundente, para se ter uma ideia em todo o episódio da série, sempre escorria uma lágrima no final, pois os roteiros eram soberbos, fora as atuações, a direção, tudo era digno de nota.

Há episódios espetaculares, que lidam com questionamentos de sexualidade (foi das primeiras a ter um personagem gay fixo e de extrema importância), lealdade, loucura, vícios, relacionamentos nas suas mais diferentes formas; tudo isto tratado de maneira adulta e moderna.

Foto promocional com o elenco da série.

Foto promocional com o elenco da série.

Outro detalhe interessante é que cada episódio iniciava com a morte de alguém, geralmente desconhecido da família, e alguém ligado ao falecido (a) procurava a funerária para o velório/enterro. A partir desta morte, cada episódio se desenvolvia, muitas vezes questionando os motivos de cada morte ou desencadeando outras situações.

Abaixo um vídeo com algumas das melhores mortes da série:

Outro fator importante para o sucesso da série foi a afinação entre o elenco, os atores comentam que desde a primeira leitura do roteiro do primeiro episódio já houve uma identificação imediata entre eles, uma ligação que não tinha como explicar e que funcionou de maneira perfeita; a família Fisher parece que eram mesmo uma família de verdade.

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A trilha original foi composta por Thomas Newman (como o lindo tema de abertura abaixo, premiado com o Emmy), que já havia trabalhado com Ball na trilha de “American Beauty”, além de trazer bandas como  Stereo MC’s, The Beta Band, P.J. Harvey, Sia, Zero 7, Peggy Lee, The Dandy Warhols, Phoenix, Radiohead, Arcade Fire, Imogen Heap, Bebel Gilberto, entre outros.

Além disso, a série foi nominada para inúmeros prêmios, tendo conquistado três Globos de Ouro (incluindo melhor série drama), nove Emmys, mais o Screen Guild Awards (SAG) para o melhor elenco de série dramática.

O elenco com o s seus SAG awards.

O elenco com o s seus SAG awards.

Houveram episódios históricos como o que a mãe toma ecstasy sem saber e tem várias viagens, o que David sofre nas mãos de um criminoso, mas nenhum supera o final, que (sem spoilers) é o desfecho perfeito para esta série tão especial.

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Quinze anos se passaram e “Six Feet Under” continua sendo uma unanimidade para quem acompanhou (ou acompanha), sendo que a HBO Go transmitiu durante todo o mês uma maratona do seriado em comemoração ao seu aniversário.

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TODAY’S SOUND: 0S 40 ANOS DE “CHARLIE’S ANGELS (AS PANTERAS)” POR ARTHUR MENDES ROCHA

Os próximos posts vão falar de algumas obras da cultura pop que completam aniversários este ano. Começaremos pelos 40 anos de uma das séries mais famosas de todos os tempos: “Charlie’s Angels” (As Panteras).

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O piloto que deu origem à famosa série estreou em março de 1976, tinha 90 minutos de duração e nos apresentava ás personagens de:

- Sabrina Duncan (Kate Jackson, já conhecida pela série “The Rookies”) – a Angel mais intelectual, menos glamourosa que as outras duas, mas sempre pronta a descobrir o que está por trás de cada crime. Se veste geralmente com terninhos, lenços no pescoço, gola roule, é chamada de a pantera “cereral”.

Kate Jackson como Sabrina Duncan.

Kate Jackson como Sarina Duncan.

- Jill Munroe (Farrah Fawcett-Majors, conhecida por comerciais como do Noxema e que fazia pontas em séries como “The Six Million Dollar Man”, do seu então marido Lee Majors e filmes como “Logan’s Run”) – a Angel que é puro glamour e sensualidade, com sua longa cabeleira, ela pratica esportes, dirige um mustang, está sempre disposta a se arriscar. Jill é companheira, amiga, se veste sempre com modelos mais sensuais, com roupas mais justas, decotes, muito Jersey, sempre explorando sua beleza.

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Farrah Fawcett-Majors como Jill Munroe

- Kelly Garrett (Jaclyn Smith, também mais conhecida por comerciais de TV) – outra Angel que é puro glamour, Kelly é morena, linda, corpo perfeito, usa de sua sensualidade para seduzir quem for preciso. Também usa e abusa de maiôs, biquínis, bustiês, vestidos, roupas que marcam bem seu corpo.

Jaclyn Smith como Kelly Garrett

Jaclyn Smith como Kelly Garrett

As três “angels” ou panteras nos eram introduzidas como recém saídas da academia de polícia de Los Angeles, tendo cada uma sido designada em funções como trabalharem no trânsito ou no escritório da polícia.

Suas vidas mudam quando elas são contratadas pelo milionário Charlie Townsend (cuja voz era feita por John Forsythe, que depois ficou conhecido como Blake Carrington de “Dinastia”) e cujo braço direito, John Bosley (David Doyle, mais conhecido por telefilmes e séries) passava as funções para as panteras, bem como as ajudava nas investigações.

As 'angels" no escritório com Bosley, recebendo as ordens de Charlie.

As ‘angels” no escritório com Bosley, recebendo as ordens de Charlie.

A abertura já nasceu icônica, com cada uma das ‘angels” sendo apresentada e tendo ao fundo a linda música tema composta por Jack Elliot e Allyn Ferguson, era puro luxo e glamour:

A série foi criada por Ivan Goff e Ben Roberts, com produção de Aaron Spelling e Leonard Golberg (produtores de vários sucessos dos anos 70 e 80 como “Love Boat”, “Dinasty”, “Beverly Hills 90210”, entre outras).

O logo da série

O logo da série

A primeira a ser contratada foi Kate Jackson, a mais experiente, já que era atriz profissional e se envolveu bastante na concepção da série. Foi sua a ideia denominá-las como ‘angels”, bem como tornar a figura de Charlie envolta em mistério, nunca mostrando o seu rosto e ele dando as ordens para elas sempre através de um ‘speaker phone”.

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No começo, ela fora contratada para o papel de Kelly Garrett, mas ela se identificou mais com Sabrina Duncan e acabou trocando de personagem com Jaclyn.

O piloto teve sucesso, mas ainda faltavam algumas reformulações; roteiros mais bem amarrados, estórias mais interessantes, investigações mais cheias de reviravoltas, mistérios, perigos, enfim, que cativassem ainda mais o público.

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Teve até um personagem masculino que era para ser fixo e acabou sendo cancelado: Scott Woodville, vivido pelo ator David Ogden Stiers (da série “Mash”).

Claro que isto também incluía tornar nossas heroínas ainda mais sexies, com muitos modelitos que as deixassem ainda mais charmosas, como biquínis e maiôs e de preferência usar roupas sem sutiã.

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 “Charlie’s Angels” achou a fórmula perfeita para agradar o público da época: mulheres bonitas em disfarces dos mais variados, locações diferentes e exóticas, atores e atrizes famosos como convidados, tramas policiais cheias de ação e muita emoção.

Não demorou para que a série se tornasse a número um e a Rede ABC tivesse na mão o maior sucesso do ano de 1976-77.

Exibida nas quartas à noite nos EUA, a série estreou no Brasil no ano seguinte, em 1977, mantendo o mesmo dia na semana, na Quarta Nobre da Rede Globo.

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A pantera que ficou mais famosa com a série foi sem dúvida Farrah Fawcett (que tirou o Majors ao se separar de Lee Majors e trocá-lo por Ryan O’Neal), que se tornou o símbolo sexual máximo da década de 70, principalmente pelo seu penteado com muito volume e ondas, o chamado “Farrah look”, que se tornou o penteado mais in da época, todas as mulheres queriam copiá-la.

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O famoso penteado de Farrah que foi copiado por toda uma geração de mulheres.

Além disso, Farrah passou a ser a mais requisitada das três, posando para as capas de todas as revistas possíveis, de Vogue a Bazaar, passando por Time, Playboy, enfim, todos queriam Farrah, ela se tornou um verdadeiro fenômeno mundial.

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Na época, ela também posara para um pôster no qual está apenas com um maio vermelho e os bicos do peito pronunciados, e que se tornou o pôster mais vendido de todos os tempos, presente no quarto de todos os adolescentes da época (como este aqui que vos fala), e que até aparece numa “ponta” do filme ‘Saturday Night Live’ (Embalos de Sábado à noite) no quarto de Tony Manero (John Travolta).

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O famoso poster de Farrah, que vendeu milhões na época.

O sucesso das angels foi tanto que elas viraram bonecas, lancheiras de escola, inúmeros jogos, álbuns de figurinhas, e Farrah teve até o seu próprio shampoo (da Fabergé).

Todos os episódios mantiam um padrão: iniciava com um crime não resolvido, as panteras sendo chamadas para a agência onde Charlie lhes explicava o que deveriam fazer, a missão propriamente dita e no final a resolução na agência com Charlie lhes cumprimentando.

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Um dos episódios mais famosos era “Angels in Chains”, no qual as três panteras se disfarçam de presidiárias para investigarem uma penitenciária onde rolava de tudo como tráfico de drogas e prostituição, isto anos antes de “Orange is the new black”.

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Cena do famoso episódio “Angels in chains”.

Outro episódio clássico foi “Angels on wheels”, no qual elas participam daquelas competições que havia na época em que dois grupos de patinadoras se desafiavam valendo tudo para derrubar a adversária.

Farrah com seu look roller no episódio "Angels on wheels".

Farrah com seu look roller no episódio “Angels on wheels”.

Porém, uma bomba acontece no final da primeira temporada: Farrah pede para se afastar da série, pois não queria ficar presa ao papel de Jill e desejava fazer filmes no cinema.

Um detalhe importante é que quando as três começaram a série, elas haviam assinado um contrato de cinco anos e assim, depois de várias batalhas judiciais, os produtores concordam em deixar Farrah sair, mas ela deveria voltar para seis participações especiais (que acontecem na terceira e quarta temporada).

Farrah em sua volta como convidada.

Farrah em sua volta como convidada.

No lugar de Farrah, os produtores contratam Cheryl Ladd (atriz e cantora novata), que entra na série na segunda temporada como Kris Munroe (a irmã mais nova de Jill).

A escolha acaba sendo certa, pois Cheryl é bem aceita pelo público e crítica, mantendo a posição alta no Ibope e dando um novo gás para a série.

Cheryl Ladd substitui Farrah a partir da segunda temporada.

Cheryl Ladd substitui Farrah a partir da segunda temporada.

Porém, outra que andava descontente com os rumos do seriado era Kate Jackson, que achava que a qualidade dos roteiros caía a cada episódio, deixando de ser uma série policial para se tornar uma diversão passageira e desinteressante.

Outro motivo da ira de Kate foi que pelos compromissos assumidos pela série, ela havia recusado o papel da esposa de Dustin Hoffman em “Kramer x Kramer”, que acabou dando o Oscar de melhor atriz coadjuvante para a então novata Meryl Streep.

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Kate permanece até a terceira temporada, quando pede seu desligamento e na quarta temporada é substituída por Shelley Hack (então conhecida como o rosto do perfume Charlie, da Revlon) como Tiffany Welles. Entre as várias atrizes testadas para o papel estavam Michelle Pfeiffer (que era uma das favoritas, mas muito inexperiente na época), Bo Derek, Melanie Griffith, Barbara Bach, entre outras.

Shelley Hack (no centro) sustitui Kate na quarta temporada.

Shelley Hack (no centro) sustitui Kate na quarta temporada.

Porém Hack não agrada nem ao público e nem a crítica, que a detona alegando falta de preparo como atriz, bem como perdendo o charme que a série vinha tendo, tendo isto se refletido no Ibope que despenca do 12º lugar para o 17º lugar.

Como com Ibope os produtores não brincam, Hack é substituída na quinta temporada por Tanya Roberts (modelo que mais tarde fez “Sheena, a rainha das selvas”), depois de uma enorme competição com mais de duas mil candidatas.

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Tanya Roberts (primeira à direita) substitui Shelly Hack na quinta (e última) temporada.

Porém, a quinta temporada acaba sendo a última, e o seriado acaba em 1981, depois de um longo reinado na telinha.

Mesmo depois do término, as atrizes envolvidas com a série nunca tiveram a mesma projeção que tiveram em “Charlie’s Angels”; sendo que nenhuma delas teve sucesso no cinema ou mesmo em telefilmes ou outros projetos.

A triste notícia foi que Farrah faleceu em 2009, vítima de um terrível câncer no ânus. A última reunião das panteras originais foi na cerimônia do Emmy em 2006, quando fizeram um triuto ao produtor Aaron Spelling.

O último encontro das Panteras originais no Emmy de 2006.

O último encontro das Panteras originais no Emmy de 2006.

Mas “Charlie’s Angels” se tornou um marco da cultura pop, até hoje quando se fala em detetives femininas elas são as primeiras a serem lembradas, pois nunca as mulheres haviam tido tanto destaque numa série policial como com “As Panteras”.

Além disso, Drew Barrymore adquiriu os direitos para o cinema e lançou em 2000, o filme “Charlie’s Angels”, tendo ela mais Cameron Diaz e Lucy Liu nos papéis principais, mas sendo personagens totalmente novas e diferentes das panteras da TV. O único que manteve o mesmo nome foi o Bosley, desta vez vivido por Bill Murray e mantendo a voz do Charlie original (John Fosythe).

As Angels na versão anos 2000 no cinema.

As Angels na versão anos 2000 no cinema.

O filme teve uma continuação em 2003, “Charlie’s Angels Full Throttle” (com direito a participação de Rodrigo Santoro), porém não teve o mesmo sucesso do primeiro filme.

Houve outra tentativa de revival com o seriado “Charlie’s Angels”, lançado em 2011 e com um elenco totalmente desconhecido, sem nem um pingo do charme e glamour do original e que acabou tendo apenas uma temporada e sendo logo cancelada.

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A última notícia sobre um revival é que este deve acontecer com novo filme e cuja direção deve ser da atriz e diretora Elizabeth Banks (de filmes como “Hunger Games” e diretora dos filmes ‘Pitch Perfect”).

Parabéns às quarentonas ‘angels” que tanto nos divertiram e emocionaram e que deixaram suas marcas profundas no mundo pop, que sempre lembrarão de Sabrina, Jill e Kelly, as originais e eternas panteras.

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TODAY’S SOUND: THE PATH POR ARTHUR MENDES ROCHA

E a série de hoje é “The Path” (caminho, trajeto), que fala sobre um culto, seus ideais e um líder ambicioso e inescrupuloso, traz de volta o ator Aaron Paul (o Jesse de “Breaking Bad’, premiado duas vezes com o Emmy de melhor ator coadjuvante) de volta á TV.

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“The Path’ é uma série que gira em torno dos ‘meyeristas”, uma religião fictícia criada por Stephen Meyer (papel de Keir Dullea, o astronauta de “2001, Uma odisséia no espaço”), na qual existe uma luz que salvará a humanidade.

A religião tem como líder a figura de Cal Roberts (Hugh Dancy, de ‘Hannibal”), um carismático homem que comanda seu séquito e que acha que todos lhe devem obediência e que ele é dono de uma sabedoria extrema.

Hugh Dancy como Cal

Hugh Dancy como Cal

Cal esconde um passado nebuloso, já que foi alcoólatra e foi Stephen e seus ensinamentos que o salvaram da crise. Sua mãe é uma desequilibrada que vive num asilo, papel de Kathleen Turner (de “Corpos Ardentes”).

Kathleen Turner (no centro) como a mãe de Cal

Kathleen Turner (no centro) como a mãe de Cal

No início, ele parece ser uma boa pessoa, mas aos poucos vamos descobrindo que ele não é nenhum santo e sim alguém cheio de ambição e que deseja que sua religião seja cada vez mais conhecida e lucrativa.

Aos poucos vamos conhecendo melhor sua personalidade e os atos dos quais ele é capaz para manter sua posição de líder.

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A série é uma produção do serviço de streaming Hulu (concorrente do Netflix) e foi criada por Jessica Goldberg, com produção executiva de Jason Katims (ambos da série ‘Parenthood”), tendo sido aprovada logo de cara e ainda ganhou uma segunda temporada prometida para o ano que vem.

A criadora da série, Jessica Goldberg, com Aaron Paul

A criadora da série, Jessica Goldberg, com Aaron Paul

Além de Dancy, o elenco inclui:

- Eddie Lane (Aaron Paul) – marido de Sarah e integrante do movimento, ele tem sua crença posta á prova quando viaja ao Peru, toma ayahuasca e descobre que a seita não explica algumas questões e que seu líder enfrenta um problema que ninguém deseja que seja descoberto.

Michelle Monaghan e Aaron Paul numa cena de "The Path'

Michelle Monaghan e Aaron Paul numa cena de “The Path’

- Sarah Lane (Michelle Monaghan, da primeira temporada de “True Detective”) – uma das figuras principais da seita, ela foi criada dentro do movimento desde os anos 70 (seus pais são meyeristas desde esta época) e tem plena confiança em Cal (com quem teve um romance no passado). Casada com Eddie, ela vai questionar a fidelidade do marido ao descobrir que ele estava acompanhado no Peru por uma ex-namorada (Minka Kelly, de “Friday Night Lights”) e que mantém encontros escondidos com Alison.

Michelle Monaghan num dos posters promocionais da série

Michelle Monaghan num dos posters promocionais da série

- Alison Kemp (Sarah Jones, de ‘Alcatraz”) – ex-integrante do movimento, ela abandona tudo quando seu marido morre e ela culpa o culto de ser o responsável por isto. Ela vai se aproximar de Eddie para tentar descobrir mais detalhes sobre a morte do marido.

Sarah Jones como Alison numa cena com Aaron Paul

Sarah Jones como Alison numa cena com Aaron Paul

- Abe Gaines (Rockmond Dunbar, de “Sons of Anarchy”) – detetive do FBI que resolve investigar o culto se fingindo de novo adepto. Ele vai ficar amigo de Eddie e questionar suas crenças quando sua filha pequena enfrenta problemas de saúde que colocam a vida dela em risco.

Rockmund Dunbar como Abbie, o detetive do FBI que vai investigar a seita

Rockmund Dunbar como Abbie, o detetive do FBI que vai investigar a seita

- Hawk Lane (Kyle Allen, ator novato) – filho mais velho de Sarah e Eddie, ele é devotado ao movimento, mas ao conhecer uma garota na escola (Ashley), ele vai se apaixonar e se perguntar se vale a pena ele acreditar em sua religião ou viver como um adolescente normal.

Kyle Allen (Hawk) numa cena da série com Amy Forsyth (Ashley)

Kyle Allen (Hawk) numa cena da série com Amy Forsyth (Ashley)

- Mary Cox (Emma Greenwell, de ‘Pride and Prejudice and Zombies”) – vítima de uma furacão na região do movimento, ela fica sem moradia, tem um pai abusivo e acaba sendo ‘adotada” pelo culto. Ela vai se envolver com Cal, por quem nutre uma forte atração.

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Emma Greenwell como Mary

Além destes atores, há vários outros personagens em papéis recorrentes, na sua maioria parte do movimento como membros novos e antigos.

“The Path” cumpre muito bem o seu papel em falar de religião, de fé, de como há sempre dúvidas e ensinamentos que poderiam ser diferentes e quem sabe mais de acordo com a vida moderna (os meyeristas não vêm TV, nem cinema, nem escutam música pop por exemplo).

Em cada episódio, ficamos mais enveredados na estória, que vai nos mostrar mais mistérios da religião meyerista, que pode ser ou não inspiradas por religiões como a Cientologia ou cultos como o de Jim Jones.

Os personagens de Dancy, Paul e Monaghan, além de excelentes atores, vão nos envolver com seus dramas, seus questionamentos, se vale ou não acreditar em uma filosofia de vida que muitas vezes não condiz com a realidade, mas ao mesmo tempo isto lhes traz um alento que não conhecemos se não vivermos esta experiência.

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O trio pricipal de “The Path”: Michelle Monaghan, Aaron Paul e Hugh Dancy

Com elementos de uma religião ‘hippie”, que acredita em coisas como as fases, já que Cal é 10 R, Sarah é 8 R e Eddie apenas 6 R, o culto tem encontros para abrir a mente, se envolverão com imigrantes, com vítimas de desastre, adolescentes ricos e perdidos, entre outras temáticas.

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O casamento de Eddie e Sarah sofrerá várias provas, com as dúvidas que Eddie começa a ter em relação ao movimento, como isso afetará a vida de seus filhos (especialmente de seu filho Hawk), mas tudo o que ele procura é como encontrar a verdade em tudo isto e o que é melhor para sua família.

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Sarah vai ficar dividida entre a religião e a família, já que ama Eddie, mas sua admiração por Cal também é grande, além disso ela desconfiará do líder quando descobre algumas mentiras dele.

O símbolo dos meyeristas é um olho (na foto abaixo), que ao mesmo tempo assusta algumas pessoas e para outras é sinal de salvação e eles acreditam no ‘the ladder” (escada), que seria uma espécie de salvação para os adeptos da religião.

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Eles habitam numa espécie de condomínio fechado, com casas simples, em upstate NY, mas vivem isolados da cidade, numa vida mais campestre.

Os primeiros episódios da série tiveram a direção de Mike Cahil, diretor do ótimo filme indie “Another Earth”, que utilizou muita luz natural, além de três câmeras simultâneas para dar um efeito ‘espiritual” às tomadas.

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A trilha da série inclui novos e antigos artistas como David Bowie, John Coltrane, Fleet Foxes, Bob Marley & The Wailers, Bob Dylan, The National, Roberta Flack, Willie Nelson, entre outros.

Por enquanto, para assistir a série no Brasil, a opção é o download ou assinar o canal Hulu, até que algum canal adquira os direitos da série.

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">TODAY’S SOUND: GINA LOLLOBRIGIDA POR ARTHUR MENDES ROCHA

E finalizando os posts de divas italianas, hoje falamos de uma das maiores de todas as estrelas que a Itália nos trouxe: Gina Lollobrigida.

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Atriz, fotógrafa, escultora, são várias as atividades que ela se dedicou (ou se dedica), mas ela ficou mesmo famosa por sua beleza, sensualidade e interpretações que conquistaram o mundo.

Linda, ela estraçalhou corações desde Howard Hughes ao Príncipe Rainier e voltou aos noticiários recentemente por homens que disputam seu amor e fortuna.

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Gina já contracenou com os maiores astros, desde Sinatra, passando por Yves Montand, Rock Hudson, Burt Lancaster, Marcello Mastroianni, Steve McQueen, Yul Brynner, Sean Connery, Errol Flynn e muitos outros.

Ela já foi dirigida por diretores como John Huston, King Vidor, Carol Reed, Vittorio De Sica, Robert Siodmak, isto só para citar alguns.

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Gina nasceu de uma família simples, enfrentou dificuldades na guerra, mas conseguiu trabalho como modelo e ajudava a sustentar a família.

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Em 1945, ela estuda pintura e escultura no Instituto de Belas Artes de Roma, até que um descobridor de talentos a convence a participar de filmes rodados na Cinecittà (a Hollywood italiana).

No começo ela recusa, mas já mostra que possuía métodos de persuação, já que os produtores acabam lhe pagando mais do que haviam imaginado.

Em 1947, ela participa de concursos de beleza como o Miss Itália, no qual fica em terceiro lugar (junto com a amiga Silvana Mangano).

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Em 1949, ela se casa com Milko Skofic, que vira seu manager e com o qual ela tem um filho, Andrea.

Em 1950, Howard Hughes a chama (sozinha) para fazer testes em Hollywood, depois de ver fotos suas de maiô e ter ficado enlouquecido com “La Lollo”.

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Porém, ela não se rende aos avanços de Hughes, mas, por insistência deste, assina um contrato. Mais tarde ela declarou ser muito ingênua e não percebera como Hughes era muito mais interessante que seu marido.

Depois de participar de vários filmes, seu primeiro papel importante acontece em 1953 com o filme “Pane, Amore e Fantasia” (Pão, Amor e Fantasia), no qual ela conquista público e crítica no papel de Maria de Ritis ao lado do veterano De Sica, sob a direção de Luigi Comencini.

Gina em 'Pão, amor e fantasia".

Gina em ‘Pão, amor e fantasia”.

No mesmo ano, ela já faz sua estreia no cinema americano pelas mãos de John Huston e tendo como colega de elenco, Humphrey Bogart no filme “Beat the Devil” (O Diabo riu por último).

Gina com Humphrey Bogart em 'Beat the devil".

Gina com Humphrey Bogart em ‘Beat the devil”.

Gina começava a ser notada pelo mundo, a ponto de estampar a capa da revista Time em 1954.

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Em 1955, ela vence seu primeiro David di Donatello como melhor atriz por ‘La Donna più bella del mondo”(A mais bela mulher do mundo). Uma curiosidade: Gina canta todas as músicas do filme como “La Spagnola’ abaixo:

E também a ária de “Tosca” (pela qual recebeu elogios da própria Maria Callas):

Em 1956, ela é dirigida por Carol Reed no drama circense, ‘Trapeze” (Trapézio), no qual ela é disputada por Burt Lancaster e Tony Curtis.

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Gina com Burt Lancaster (à esq.) e Tony Curtis numa cena de “Trapeze”.

Foto promocional de "Trapeze".

Foto promocional de “Trapeze”.

No mesmo ano, mais um sucesso: a versão para o cinema do clássico da literatura mundial, ‘O Corcunda de Notre Dame”, onde ela brilha como Esmeralda, a paixão do corcunda Quasimodo vivido por Anthony Quinn.

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Gina como Esmeralda em ‘O Corcunda de Notre Dame”.

Em 1959, ela estrela como a Rainha de Sabá na superprodução de King Vidor, “Solomon and Sheba” (Salomão e a Rainha de Sabá), desfilando figurino criado por Ralph Jester (de “Os dez mandamentos’) que acentuavam suas belas formas.

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A cena inicial, de uma orgia, foi retratada de maneira realista para um filme hollywoodiano de época, como vemos no clipe abaixo, com Gina no ápice de sua sensualidade arrasando numa dança pagã:

Ainda em 1959, ela é dirigida pelo mestre Jules Dassin (de “Rififi”) no filme “The Law’ (A Lei dos Crápulas”), contracenando com Mastroianni e Yves Montand.

E também no mesmo ano, ela ainda contracena com Frank Sinatra e Steve McQueen em ‘Never so few” (Quando explodem as paixões).

Gina com Frank Sinatra em "Quando explodem as paixões".

Gina com Frank Sinatra em “Torrente de paixões”.

O estilo de Gina conquistava cada vez mais as plateias e seu estilo era copiado e admirado por todos: as mulheres queriam ser como ela e os homens a desejavam.

Em 1961, ela faz uma ótima dupla com Rock Hudson no filme ‘Come September’ (Quando setembro vier). Ela chegou a declarar que Hudson não parecia ser gay, já que demonstrava sentir algo quando a beijava e que ele foi a pessoa mais adorável com quem já trabalhou; os dois fazem outro filme juntos em 1965 (‘Amor à italiana”).

Gina e Rock Hudson em 'Come September".

Gina e Rock Hudson em ‘Come September”.

Em 1964, mais um filme interessante, desta vez ao lado de Sean Connery (o mais famoso James Bond) sob a direção do britânico Basil Dearden (diretor de filmes sobre temas polêmicos como racismo e homossexualismo nos anos 60).

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Porém, o restante de seus filmes desta época ou são muito comerciais ou não fazem o sucesso esperado.

Com o seu divórcio, ela passa a ser disputada por Rainier, o então Príncipe de Mônaco, que era casado com Grace Kelly, mas não podia ver a italiana por perto que ficava flertando com ela.

No final dos anos 70, ela se dedica mais á fotografia, retratando celebridades e políticos como Fidel Castro, com quem consegue uma entrevista exclusiva.

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Gina já fez mais de 60 filmes e durante os anos 80 ela também faz televisão, aparecendo em episódios de ‘The Love Boat” (O Barco do amor) e também em ‘Falcon Crest’ (em papel idealizado para sua ‘rival’ Sophia Loren).

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Além disso, ela faz algumas aparições na TV italiana, mostrando outro de seus talentos, o de cantora, como a vemos abaixo interpretando ‘Bésame Mucho’:

Seu último filme foi em 1997, mas ela continua admirando o cinema e participando de festivais, seja no júri ou homenageada.

Como ela mesma afirma, ela acabou sendo atriz por acaso, já que o que estudava era pintura e escultura.

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Com o passar dos anos, Gina continua arrebatando corações, desta vez de homens mais jovens como Javier Rigau y Rafols que era 27 anos mais moço que ela. Eles marcam casamento em 2006, mas a atriz acaba desmarcando.

Porém, ele se mostra um interesseiro de primeira, ao “forjar” um casamento com a atriz, utilizando uma substituta que se faz passar por Gina.

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O bafo foi tal que até hoje continua a briga entre advogados para provar que o casamento foi uma farsa.

Neste meio tempo, Gina ainda se envolveu com outro jovem, Andrea Piazzola, que agora é seu manager, para desespero do ex-marido e do filho, já que Gina está com 87 anos e eles não a julgam assim tão sã.

Ultimamente Gina se dedica também a esculpir, ela é fã do trabalho de Jeff Koons e já expôs em vários lugares com a ajuda de Piazzola.

Mesmo loira Gina continua linda, ainda mais vestindo Pucci.

Mesmo loira Gina continua linda, ainda mais vestindo Pucci.

A última que a envolve é uma ação movida pelo próprio filho, alegando que sua mãe precisa de um administrador para seus bens, já que ela já não responde pelos próprios atos.

Com todos estes bafos, Gina está aí, continua frequentando eventos sociais, sempre montada em roupas extravagantes, pencas de joias e nem aí para o que vão pensar sobre ela.

Foto mais atual de Gina.

Foto mais atual de Gina.

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