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outubro – 2016 – Japa Girl












































































    Lunatic Magic Beware...🦇 Theophile-Alexandre Steinlen “Chat au Clair de Lune”, c 1900Greve Global pelo clima - São Paulo, 20.9.2019! É de suma importância que todos participem dessa greve global. Acontece que a Amazônia, o Pantanal e o Cerrado, continuam queimando, numa destruição avassaladora, apesar da pressão feita até agora. Além disso, incêndios se espalham por diversos cantos do mundo, como Sibéria, Indonésia e o continente africano. Não podemos relaxar, enquanto mudanças significativas sejam aplicadas de fato.Emocionante! Nunca vi passeata igual, com tanta gente. Acordamos. Graças à Deus e Deusa. Não podemos mais permitir que isso aconteça as Florestas e aos Animais. Fora demônio #forasalles #sosamazoniaPor favor assistam!Gigante pela própria natureza e pela própria ignorância 🇧🇷Precisamos ir para a rua protestar urgente!!! Profundamente abalada com a destruição de lugares sagrados, lugares que sustentam a Vida neste planeta! Todos vão sofrer as consequências desse desmatamento e queimadas! Árvores de 500 anos já eram! Estão encontrando animais queimados, jamais estudados ou conhecidos pelo homem! Estamos sentenciando nossa existência. #prayfortheamazonÉ com profundo pesar, estão cortando uma pequena floresta de no mínimo 70 anos, que cresceu numa casa desocupada. Ainda que haja autorização da PMSP e compensação em outro local, como fica o entorno? Quem irá compensar os morcegos e periquitos que moram nessas árvores?Unforgetable veggie lunch exxxperience!
Thank you so much @saporebrasil @pietroleemann @lideresempreendedores 
Risoto com aspargos verdes e abóbora, contraste de mousse de couve-flor defumada e arroz silvestre crocante.Happy Sunday!
Plantio de mais de 320 árvores nativas da nossa Mata Atlântica para #florestadebolso de Ricardo Cardim. @fabricadearvores 😉RIP #leeradizwill and #rudolfnureyev 🖤🖤

                
       
















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Archive for outubro, 2016

TODAY’S SOUND: ALIDA VALLI POR ARTHUR MENDES ROCHA

A diva italiana de hoje é Alida Valli, atriz que tem no seu currículo trabalhos com Hitchcock, Visconti, Antonioni, Carol Reed, Bertolucci, Pasolini, Dario Argento, Georges Franju, entre outros; tendo participação em mais de 130 filmes dos mais diversos gêneros.

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Valli além de tudo tinha um título de nobreza, sendo batizada de Baronesa Alida Maria Laura Altenburger Von Marckenstein-Frauenberg;  mas claro que para ser uma atriz ela teve que diminuir este pomposo nome.

Ela decidiu pela carreira artística aos quinze anos, quando ingressou na escola de atores e diretores, o Centro Sperimentale di Cinematografia, em Roma.

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Foi graças ao estímulo de professores de lá como Francesco Pasinetti que ela investiu na carreira de atriz de cinema, tendo iniciado por uma pequena participação em “I due sergenti” (The Two Sergeants), em 1936.

Entre 1937 e 1939, ela participa de dez filmes, incluindo ‘Mille lire al mese” (Vida apertada), seu primeiro grande sucesso comercial.

Seu salário ia aumentando a cada filme, principalmente nos gêneros comédia e romance, e ela percebe que poderia ajudar a sustentar a família.

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Em 1941, ela é escolhida como a heroína de “Piccolo Mondo Antico”, dirigida por Mario Soldati, mostrando seu talento em papel dramático que lhe rendeu um prêmio especial de melhor atriz no Festival de Veneza.

Mesmo durante a segunda guerra, ela faz sucesso no filme “Strasera niente de nuovo”, de 1942, onde ela mostra seus dotes de cantora, interpretando a canção “Ma l’amore no”, música que embalou vários romances na época:

No mesmo ano, ela também mostra seu talento dramático em ‘Noi Vivi” (Almas Pecadoras).

Em 1944, ela se casa com o pianista de jazz e pintor, Oscar de Mejo e com ele tem um filho, Carlo.

Encantado com sua beleza e talento, David Selznick (o famoso produtor de “E o vento levou”) achou que havia descoberto uma nova Ingrid Bergman e a contratou para alguns filmes na América.

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Inclusive quando ela tentou conseguir o visto americano, este lhe foi negado por boatos de que ela era simpatizante do fascismo e havia se envolvido com um nazista, mas isto nunca chegou a ser provado.

Seu primeiro trabalho nos EUA foi em “The Paradine Case” (Agonia de Amor), em 1947, ao lado de Gregory Peck, considerado um dos filmes menos badalados de Alfred Hitchcock, pois o diretor já estava cansado de sua parceria com Selznick.

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Alida Valli com Gregory Peck em foto promocional para “The Paradine Case” de Hitchcock.

Na América, os produtores optam por denominá-la apenas como Valli, para que soasse mais ‘exótico” para as plateias americanas.

Em 1948, ela estrela o filme “The Miracle of the Bells” (O Milagre dos Sinos), onde ela contracena com Frank Sinatra e Fred MacMurray (de “Double Idemnity”). Valli ficou completamente apaixonada por Sinatra durante as filmagens e chegou a declarar: “Ele (Sinatra) foi a minha maior paixão (não correspondida)”.

Valli entre Fred MacMurray (à esq.) e Frank Sinatra em foto de "The Miracle of the Bells'.

Valli entre Fred MacMurray (à esq.) e Frank Sinatra em foto de “The Miracle of the Bells’.

Mas o filme de língua inglesa que Valli realmente arrasa é em “The Third Man” (O Terceiro Homem”), filme que se tornou um clássico britânico de espionagem, uma trama cheia de reviravoltas e com elenco excepcional que inclui Orson Welles e Joseph Cotten.

Valli em cena de 'The Third Man", ao lado de Joseph Cotten,

Valli em cena de ‘The Third Man”, ao lado de Joseph Cotten,

A fotografia em p&b é nada menos que exuberante, cheia de climas e jogos de sombras, uma atmosfera bem noir. O filme entrou para a história do cinema como um ds melhores filmes de todos os tempos.

Alida Valli em foto promocional de 'The Third Man".

Alida Valli em foto promocional de ‘The Third Man”.

Seus próximos filmes são produções medianas, com bons atores, mas nada de expressivo.

Até que em 1954, já de volta à Europa e separada do marido, ela é chamada para filmar com o genial Luchino Visconti, no filme ‘Senso’ (Sedução da Carne).

Valli sendo dirigida por Visconti em "Senso".

Valli sendo dirigida por Visconti em “Senso”.

O filme é um melodrama, onde ela está belíssima como uma condessa que se apaixona pelo homem errado, papel vivido por Farley Granger (de “Strangers on a train’), que a faz sofrer por amor.

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Valli com Farley Granger numa cena de “Senso”.

‘Senso’ lhe trazia novamente para a Itália, mais perto da plateia que a consagrara e acaba sendo um sucesso de público e crítica.

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Depois disso, ela resolve se dedicar mais ao teatro, encenando peças da Broadway na Itália, afastando-se por um período do cinema.

Em 1957, ela é requisitada por outro grande diretor, ainda em início de carreira: Michelangelo Antonioni, que filma com ela, “O Grito”.

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Porém o sucesso deste período é eclipsado por um escândalo: ela se envolve com um amigo do ex-marido, Piero Piccioni, filho de um ministro, que se envolve no caso Montesi, que agita a sociedade italiana. O caso envolvia a morte de uma jovem, Wilma Montesi, cujo corpo havia sido encontrado numa em uma praia.

Seu então namorado é um dos suspeitos e Valli é chamada para depor em favor dele, sendo que o caso nunca foi resolvido e isto acaba por lhe trazer má publicidade.

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Ela continua filmando e no início dos anos 60 casa novamente, desta vez com o diretor Giancarlo Zagni (de “A Beleza de Hipólita”), e se muda por um tempo para o México.

Durante a década de 60, ela fará filmes bastante interessantes como o clássico do terror “Les yeux san visage” (Olhos sem rosto) de Georges Franju e “Édipo Rei’ de Pasolini, além de algumas participações em seriados americanos como “Combate’ e ‘Dr. Kildare”.

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Com a chegada dos anos 70, ela filma com Bernado Bertolucci em “Strategia del ragno” (A Estratégia da Aranha) e também “1900”, bem como estrela em alguns filmes de terror, com destaque para o incrível “Suspiria” de Dario Argento.

No teatro ela ainda aparece em diversas peças, como uma versão de ‘Lulu’ sob a direção de Patrice Chéreau (de ‘A Rainha Margot”).

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Durante os anos seguintes, Valli filma produções menores, algumas de exploitation, bem como minisséries para a TV.

No teatro ela fez peças de Pirandello, Ibsen, Arthur Miller, entre outros autores de prestígio.

Em 1997, o Festival de Veneza lhe premia com o Leão de Ouro especial pela sua carreira dedicada ao cinema.

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Ela filmou até 2002, sendo que seu último filme foi ‘Angel of Death” (O Anjo da Morte) com Mira Sorvino.

A atriz veio a falecer em 2006, aos 84 anos.

Valli foi das grandes atrizes do cinema italiano e internacional, tendo atuado quase sem parar, mesmo nos momentos mais difíceis de sua vida, enfrentando guerras, escândalos, mas nada abalava sua garra e paixão por interpretar.

 

 

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A lot of work these guys…but I love them!

A lot of work these guys...but I love them!

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TODAY’S SOUND: VIRNA LISI POR ARTHUR MENDES ROCHA

A diva italiana de hoje é Virna Lisi, a belíssima atriz que trabalhou com diretores como Joseph Losey, Dino Risi, Mario Monicelli, Liliana Cavani, Patrice Chéreau, entre outros; era considerada a Marilyn italiana e só veio a ser reconhecida como talento bem mais tarde em sua carreira.

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Virna começou no cinema por causa de sua beleza, mesmo sem nenhum treino como atriz.

Um amigo da família, o cantor Giacomo Rondinella que a apresenta para o diretor Antonio Ferrigno, e, apesar da oposição inicial do pai, ela começa a estrelar em pontas aos quatorze anos.

É em 1953, que ela estrela seu primeiro papel de importância no filme “E Napoli canta” e no ano seguinte, ela participa do sucesso “Questa è la vita”, ao lado do popular Totó, o rei da comédia italiana.

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Não demorou a que sua beleza chamasse a atenção de vários diretores italianos e ela fosse convidada para diversos filmes como ‘La dona del giorno”, de 1957 onde ela faz um papel mais dramático.

No início da década de 60, ela também é convidada para participar de produções para a televisão.

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Mais é durante a restante da década de 60 que ela realmente estoura como atriz e símbolo sexual, estrelando ao lado de famosos atores em produções internacionais.

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Ela também se dedica ao teatro, atuando em peças de nomes famosos na época como Giorgio Strehler e Luigi Squarzina.

Em 1962, o conceituado diretor Joseph Losey a chama para estrelar no filme ‘Eva”, ao lado de Jeanne Moreau.

Em 1963, ela recusa o papel de Bond girl no filme “From Russia with love”, decisão da qual se arrependeu.

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Em 1964, ela contracena com Alain Delon no filme “A Tulipa Negra”, filme de capa e espada baseada num romance de Alexandre Dumas.

Logo, Hollywood presta atenção nela e lhe oferecem um contrato na Paramount, para estrelar em filmes durante sete anos. Os produtores americanos viam em Virna uma possível substituta para Marilyn Monroe, lhe oferecendo papéis em comédias leves.

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Um de seus primeiros filmes lá é “How to murder your wife” (Como matar sua esposa), de 1965, ao lado de Jack Lemmon e no qual há uma famosa cena dela saindo de um bolo apenas de biquíni:

Porém, mesmo na América, ela continua bastante requisitada na Europa.  No mesmo ano, ela estrela ‘As Bonecas”, filme de episódios no qual ela atua sob a direção de Dino Risi e ao lado de Nino Manfredi.

E também na produção “Casanova 70”, dirigido por Mario Monicelli e com Marcello Mastroianni.

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Virna vivia seu momento de badalação na mídia, e enquanto filmava mais uma produção americana ao lado de Frank Sinatra (‘Assault on a queen”), ela é convidada pelo diretor de arte Georges Lois, para pousar para a icônica capa da revista Esquire, onde ela aparece fazendo a barba.

Virna Lisi na capa da Esquire em 1965, uma das icônicas capas de George Lois.

Virna Lisi na capa da Esquire em 1965, uma das icônicas capas de Georges Lois.

Inclusive, dizem que Sinatra ficou louco com a atriz e queria largar tudo para ficar com ela.

Nos anos seguintes, ela ainda estrela mais filmes nos EUA como “Not with my wife, you don’t” (com Tony Curtis e George C. Scott), “A 25ª Hora” (com Anthony Quinn), entre outros.

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Em 1966, ela atua em “Lord & Gentlemen” (filme premiado em Cannes) e no ano seguinte ela vive ‘Arabella”, comédia de sucesso com Terry Thomas.

Até que em 1968, ela é convidada para estrelar em “Barbarella”, mas ela recusa e o papel acaba indo para Jane Fonda.

Virna andava insatisfeita com os papéis oferecidos a ela nos EUA e rompe seu contrato, voltando para a Itália.

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Em 1969, ela também atua em “O Segredo de Santa Vitória”, novamente com Quinn e também Anna Magnani.

Nos anos seguintes, ela continua a lutar por papéis melhores, seja no cinema como na TV.

Nos anos 70, ela se dedica mais à família, ao marido Franco Pesci e ao filho Corrad, voltando a atuar em 1978, no filme ‘Beyond good na evil” de Lilianna Cavani, mostrando que havia voltado para se dedicar a papéis mais maduros e desafiadores.

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Em 1979, ela ganha o prêmio David di Donatello pelo filme “The Grasshopper” (A Cigarra) de Alberto Lattuada.

Durante os anos 80, ela continua a se dedicar aos filmes de arte e também a minisséries da RAI.

Foi nos anos 90 que a atriz teve seu maior momento de reconhecimento: vencer o prêmio de melhor atriz no Festival de Cannes por sua soberba interpretação como Catarina de Médice em ‘A Rainha Margot’, ao lado de Isabelle Adjani, sob a direção de Patrice Chéreau.

Virna Lisi vencendo o prêmio de melhor atriz em Cannes em 1994, sob o olhar de Quentin Tarantino (que venceu por "Pulp Fiction").

Virna Lisi vencendo o prêmio de melhor atriz em Cannes em 1994, sob o olhar de Quentin Tarantino (que venceu por “Pulp Fiction”).

Pelo mesmo filme, ela também vence o César de melhor atriz coadjuvante, sendo a primeira atriz não francesa a ganhar o prêmio naquela ocasião.

Por ironia da vida, agora que ela estava envelhecida, é que a atriz teve o reconhecimento merecido por uma vida dedicada à arte de atuar.

Virna veio a falecer em 2014, aos 78 anos, de um câncer de pulmão fulminante.

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Seu último filme, “Latin Lover”, foi lançado postumamente no ano passado e sua interpretação foi bastante elogiada.

A bela Virna Lisi teve uma vida inteira admirada pela beleza e nos mostrou que nunca é tarde para mostrar que o talento estava lá todo este tempo, só faltava chance dela demonstrá-lo com papéis mais intensos.

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