Pronto! Mamãezinha já foi longe demais mesmo com isso hoje! @hannariusaOlá, eu sou eu o Tigre denovo, venho por meio desta reclamar que Mamãezinha resolveu me torturar mesmo com essa troca de roupinhas! Disse que com este pullover @hannariusa posso ir estudar em Harvard! Já falei que não quero e não adianta mesmo!Alô? Boa tarde, meu nome é Tigre, sou o amor da minha Mamãe porém tô aqui muito #chatiado com isso. Mamãe me abandona na casa da Vovó pra viajar e volta com isso! Disse que eu tô chic de trench coat e gravatinha e que é pra ficar paradinho mesmo mesmo! Meu look #1 @hannariusa modas de Nova IorqueSo good to finally find my partner in crime from the punk rock years in the Lower East Side, Manolo!!! It's been 15 years at least, since I last saw him...! Love you #Mannie Garcia Miss our days...Spreading the word!Ma brotha from anotha motha @ricardoctavaresGoing to my town...Outra novidade babado para 2015  é a abertura do @la_central no Edifício Copan, restaurante de alta gastronomia mexicana, onde meu marido @ddonaire é um dos sócios! Em destaque meu arranjo floral do amor 💚! La Central abre oficialmente para o público dia 15 de dezembro! Nos vemos lá?2014 terminando com grandes alegrias e renovações, entre elas a abertura de LifeUnderZen do meu Brother Mór Jun Matsui, na Galeria do Rock! True style! Meus Ikebanas, Bonsais e arranjos do amor, direto do meu jardim, expostos e a venda lá, tá? Congrats e vida longa @junmatsui e @jlta !!!Another level flower arrangements @liajacinto & Ricardo wedding! Photo by @djfelipevenancio

                
       





















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Today’s Sound

TODAY’S SOUND: NANCY SPUNGEN POR ARTHUR MENDES ROCHA

Nancy Spungen foi uma groupie que conseguiu fisgar o seu alvo, Sid Vicious; a vida dos dois virou filme, e ela foi tema de documentário que tenta explicar até sua misteriosa morte.

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Desde criança, ela teve um comportamento estranho, tendo sido diagnosticada como esquizofrênica aos quinze anos.

Ela foi expulsa de escolas, tentou roubar sua própria família, traficou drogas, aprontou de tudo um pouco até ser banida do estado do Colorado.

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Além disso, ela tinha uma péssima relação com sua irmã, chegou a tentar matar uma de suas babysitter, e tentou o suicídio, isto aos 14 anos.

Aos 17 anos, ela trabalha como stripper, além de correr atrás de várias bandas como o Aerosmith, Ramones, New York Dolls, Bad Company, entre outras.

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Nancy era o próprio bafo em forma de gente, mas tinha um charme que conquistou vários roqueiros até chegar em Sid.

Ela não chegava a ser bonita, era maltratada pela vida, não se cuidava, se vestia geralmente de preto, com muito couro, meias rasgadas, camisetas detonadas, roupas tigradas, maquiagem meio borrada, com olhos enfumaçados, boca com batom vermelho forte,  lançando moda entre as mulheres punks.

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Sua preferência era mesmo por roqueiros que aprontavam todas, que não estavam nem aí para nada.

Por se considerar deslocada, insatisfeita com a sociedade, Nancy acabou se identificando com o movimento punk. Na época que morava em um apartamento alugado pela mãe, ela recebia os punks e lhes oferecia comida.

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Em 1976, depois de causar em NY, ela resolveu mudar de ares e foi para Londres, tendo como principal objetivo pegar Jerry Nolan, o baterista do New York Dolls e do Johnny Thunders & the Heartbreakers.

Ela conhecia Linda Ashby, que morava com os Sex Pistols e acabou fixando residência por lá.

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Ela pensou em dar em cima de Johnny Rotten, mas este não teve o menor interesse por ela.

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Foi um passo para que ela se envolvesse com outro integrante da banda: Sid Vicious, o baixista dos Sex Pistols, o roqueiro mais trash dos últimos tempos, se injetava em banheiros fétidos, agredia quem bem entendesse, não tinha respeito por ninguém e ao mesmo tempo era o punk mais admirado do mundo.

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Apesar de toda banda ser contra o envolvimento dos dois, eles enfrentaram a tudo e a todos e eram apaixonados, se drogando juntos, vivendo do jeito que bem queriam e mais outra, eram celebridades do mundo punk.

O apelido pelo qual ela era conhecida, era “Nauseating Nancy” (nauseante Nancy).

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Apesar de ser detestada por vários, Legs McNeill (autor de “Mate-me se puderes”, a bíblia do punk) declarou sobre ela: ‘Nancy tinha uma destas paixões pelo rock & roll que poucas pessoas possuem. Ela sabia tudo sobre cada álbum. As groupies daquele tempo eram diferentes. Elas eram parte de uma cena. Todo mundo era tratado da mesma maneira. Os roadies eram tratados da mesma maneira que os astros do rock. As groupies eram tratadas como astros do rock. Tudo era muito democrático’.

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Reza a lenda que foi Nancy que apresentou a heroína para Sid e os dois acabaram vivendo intensamente o seu vício.

Além disso, havia sido ela que acendera o apetite sexual de Sid, ensinando a ele as mais diferentes posições e prazeres sexuais e criando nele a aura de sexy.

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Eles causavam por onde andavam e viviam brigando entre si, dizem que Sid batia nela com o seu baixo, era amor na base da porrada, no melhor estilo punk.

Londres acabou ficando pequena para os dois, que resolvem se mudar para NY e morar num dos lugares mais míticos de lá: o Chelsea Hotel.

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O Chelsea era o lugar para ver e ser visto, o lugar que reunia as pessoas mais interessantes, seja das artes, música, literatura, havia de tudo por lá; além de figuras da noite, traficantes, prostitutas, era o legítimo pardieiro, mas com muito estilo.

Para se ter uma ideia, o Chelsea era ou tinha sido habitado por pessoas como Patti Smith, Robert Maplethorne, Charles Bukowski, Bob Dylan, Janis Joplin, William Burroughs, Leonard Cohen, Tennessee Wiliams, Madonna, Nico, a lista é enorme.

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Ela chegou a ser banida da turnê que os Sex Pistols fizeram pelos EUA, pois não a aceitavam.

Até que esta história acabou tendo um fim trágico: em outubro de 1978, Nancy é encontrada morta no quarto deles no Chelsea, no banheiro, com uma facada no abdômen.

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O crime ganhou as páginas dos principais jornais do mundo e a polícia desconfiou imediatamente de Sid, de que ele havia assassinado sua própria namorada numa bad trip de drogas.

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Sid, sempre drogado, não lembrava de nada que havia acontecido e aceitou a prisão sem resistência.

Porém, a polícia não tinha provas contra Sid e ele acabou sendo solto depois de passar alguns dias na prisão.

Na prisão, ele escreve várias canções e poesias para Nancy, que nunca foram lançadas.

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Mas em 1979, Sid se suicida com uma overdose de heroína e morre aos 21 anos, no auge de sua juventude.

Ele deixou uma nota de que havia se matado para ser sepultado ao lado de seu grande amor, Nancy.

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Um ótimo documentário foi realizado sobre as reais causas da morte de Nancy e a mais plausível é a que aponta para um traficante que habitava o Chelsea e era presença constante no apartamento deles. O trafi havia dado uma dose de heroína quase pura para Sid e enquanto ele curtia sua viagem, o traficante matou Nancy e Sid só veio a perceber depois.

Ou, segundo a versão de Malcom McLaren: como o ap deles estava sempre com a porta aberta, um ladrão entrou e para se defender, pegou uma faca que ficava pendurada na parede do quarto de Sid e acabou dando uma facada em Nancy. Dinheiro acabou sumindo do apartamento deles.

Outra versão é de que Nancy havia escrito a sua mãe que não viveria até os 21 anos (ela morreu com 20 anos) e Sid morreu aos 21, coincidência?

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O filme “Sid e Nancy”, de 1985, estrelado por Gary Oldman como Sid e Chloe Webb como Nancy também é imperdível, foi dirigido por Alex Cox (de “Repo Man”) e é um dos melhores retratos sobre o amor louco e suicida dos dois.

Se Sid continuasse vivo, será que saberíamos o que realmente aconteceu? Será que os dois fizeram um pacto suicida? Estas e outras respostas permanecerão sem respostas.

 

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TODAY’S SOUND: PATTIE BOYD POR ARTHUR MENDES ROCHA

Ela fez parte de um dos triângulos amorosos mais famosos da música pop, envolvendo dois astros famosos, George Harrison e Eric Clapton, chegando a casar com os dois, além de ter inspirado três clássicas canções; estamos falando de Pattie Boyd.

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Pattie foi a musa dos dois roqueiros, que compuseram para ela: ‘Something” (George), “Layla” e ‘Wonderful Tonight” (estas duas de Eric).

Pattie é inglesa, nasceu em Sommerset e ainda jovem, se mudou para Londres para tentar a sorte. Ela trabalhou no salão de Elizabeth Arden, até que uma cliente sua, que trabalhava numa revista de moda, a inspirou em ser modelo.

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Ela é a típica inglesa, loira, pele alva, boca carnuda e logo começou a chamar a atenção de fotógrafos interessados no seu tipo, como David Bailey e Terence Donovan, dois dos fotógrafos mais badalados da swinging London.

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Assim, ela fez vários editoriais de moda (inclusive posando com os Stones) e até a disputada capa da Vogue inglesa, sendo considerada uma das top models dos anos 60, inspirando modelos como Twiggy.

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Além disso, ela fazia vários comerciais para TV, pois seu rosto vendia os mais diferentes produtos como as batatinhas Smith’s.

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Num destes comerciais ela foi dirigida por Richard Lester, que a chamou para um pequeno papel ao dirigir seu primeiro filme “A Hard Day’s Night”.

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O filme era estrelado pelos astros do momento, The Beatles, e todas as garotas da época queriam fazer parte do filme (e da cama) deles.

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Pattie gravava uma cena num trem e George Harrison, o Beatle mais tímido, se aproximou dela e a convidou para sair, logo após o término de um dia das filmagens.

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Porém, ela acabou recusando, pois namorava o fotógrafo Eric Swayne. Mesmo assim, George a convidou pela segunda vez num novo dia de filmagens e ela aceitou, pois já tinha terminado com o namorado.

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Os Beatles não faziam nada sem a aprovação do manager deles, Brian Epstein. Assim George pediu permissão a ele e começou a namorar Pattie, noivando com ela em 1965 e casando-se em 1966, tendo como padrinho, Paul McCartney.

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Em sua convivência com George, Pattie experimentou LSD e viajou para a Índia para conhecer o músico Ravi Shankar.

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Ela demonstrou interesse pela religião indiana, pelo misticismo oriental e sua influência para que os Beatles tomassem conhecimento desta cultura foi fundamental, bem como a sua insistência para que a banda conhecesse o guru indiano Maharishi Mahesh Yogi, quando este esteve em Londres, em 1967.

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Graças a este encontro, aconteceu a famosa visita dos Beatles à Índia em 1968, com mulheres, filhos, amigos (incluindo Donovan e Mia Farrow), e nesta viagem foi que ela começou a demonstrar interesse também pela fotografia.

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Porém, durante o seu período de casamento com George, Pattie sofreu as investidas de um dos grandes amigos do marido: o cantor e guitarrista Eric Clapton, que tentava seduzi-la de todas as maneiras.

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Eric se apaixonou a tal ponto por Pattie que chegou a lhe escrever uma declaração de amor e uma música muito especial foi dedicada á seu amor por ela: “Layla”.

Mas ela continuava gostando de George e optou por ficar com este. Eric estava cada vez mais afundado nas drogas e passava por um período ainda mais sombrio por ter o seu amor não correspondido.

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Pattie era tudo o que uma groupie queria ser, pois se casou com um Beatle e foi disputada por ele e seu amigo, que era tão famoso quanto e membro da realeza do rock inglês.

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No início dos anos 70, o casamento de Pattie e George passava por sérias crises como o vício dele em cocaína, bem como sua infidelidade.

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Ela estava tão confusa que acabou se envolvendo secretamente com Ron Wood, dos Faces e depois dos Rolling Stones.

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Tudo culminou quando George se envolveu com a então mulher de Ringo Starr, Maureen Cox, e assim ela pediu o divórcio, o que aconteceu em 1977.

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Com o fim de seu casamento com George, Pattie voltou a aceitar as investidas de Eric Clapton, que não havia desistido dela e assim, os dois se casaram em 1979.

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No começo eram tudo rosas, até que Pattie viu que Eric continuava cada vez mais viciado em heroína e álcool.

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Inclusive, ela chegou a admitir que quando estava casada com ele, ela chegou a experimentar drogas e ficar quase dependente de álcool.

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Além disso, ela sofria com as traições do músico, que se envolvia com várias mulheres, até que ela descobriu que uma de suas namoradas estava grávida dele.

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Foi o estopim para que ela pusesse fim ao seu segundo casamento, se divorciando em 1989.

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Quando George Harrison faleceu, em 2001, ela ficou devastada, pois o considerava o seu grande amor e mesmo quando os dois se separaram e ela foi para os braços de Eric, ele sempre dizia que se ela se arrependesse, poderia voltar para ele.

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Quando Pattie voltou a ficar livre, ela resolveu se dedicar á fotografia, chegando a fazer exposições como “Through the eyes of a muse” (Sob os olhos de uma musa) onde mostrou fotos de bastidores, imagens raras de seus ex-maridos e o círculo de amigos do mundo da música (como Mick Fleetwood, com ela na foto abaixo).

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Ela também publicou, em 2007, o livro “Wonderful Tonight: George Harrison, Eric Clapton & me” onde conta bafos de sua convivência com os dois astros do rock e que entrou para a lista dos best-sellers do NY Times.

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TODAY’S SOUND: ANITA PALLENBERG POR ARTHUR MENDES ROCHA

Se fosse homem, Anita Pallenberg seria um Rolling Stone, mas já que não foi,  teve um affair com Brian Jones, ela foi a companheira de Keith Richards (com quem teve filhos), além de andar com a galera de Andy Warhol e fazer cinema avant-garde nas horas vagas.

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Anita vai além de uma groupie, ela virou uma figura cult nos círculos sociais dos anos 60/70, além de ter livre acesso aos estúdios (e a cama de muitos Stones); até hoje rola o boato que ela também teria ficado com Mick Jagger (mas ela nega).

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Ela viveu a dolce vita com tudo, freqüentou e ficou amiga de várias celebridades, lançou moda com seu estilo naturalmente bohemian, é unha e carne com Marianne Faithfull e Kate Moss, fez “Barbarella” e “Performance” no cinema, enfim, Anita é super ‘cool”.

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Ela nasceu na Itália e desde cedo, seu pai fez o possível para que ela aprendesse o maior número possível de línguas, se tornando fluente em quatro delas.

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A ponto de Keith Richards ter declarado, quando a conheceu: “Ela sabia tudo e podia fazê-lo em cinco línguas. Ela me assustava muito”.

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Aos dezesseis anos, ela foi expulsa da escola e se muda para Roma, onde anda com a chamada “Dolce Vita crowd” que incluía o próprio Fellini, além de Passolini, Visconti e Alberto Moravia.

Nos anos 60, Anita também causou em NY, fez teatro com o Living Theatre atuando na peça ‘Paradise Now”,além de circular com a turminha da Factory de Andy Warhol.

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Um pouco depois, ela se muda para Paris para tentar viver como modelo, mas confessa que nunca gostou muito do mundinho fashion.

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Até que em 1965, quando estava em Munique, uma amiga a convidou para ver um show dos Rolling Stones. Elas conseguem ir para o backstage e oferece um baseado de haxixe para os integrante s da banda, que recusam (pois não se drogavam antes dos shows)…

Mas Brian Jones (que fazia parte da banda na época), a convidou para ir para seu hotel após a apresentação e os dois iniciam um tumultuado romance que irá durar dois anos.

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No começo, era tudo lindo, pois eles viviam escutando música, com Jones tocando muito blues e pedindo opinião dela sobre o que deveria gravar.

Brian era o líder dos Stones na época, porém seu comportamento acabou por prejudicar (e muito) sua carreira.

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Anita declarou em várias entrevistas que Jones era muito doidão, além de paranóico, abusivo e drogado. Certa vez, em uma viagem de férias no Marrocos, em 1967, os dois se desentendem e Jones bate nela, além de arrastá-la pelo chão. Quando Keith Richards viu esta cena, ele colocou imediatamente Anita em uma limusine e a levou para bem longe de Jones.

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Era o fim do romance de Anita e Jones e o início de uma relação com Keith Richards, que gerou três filhos: Marlon, Angela e Tara Jo Jo (que faleceu de pneumonia dez semanas após seu nascimento).

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Já Jones acabou sendo hospitalizado no Marrocos e enfrentou vários problemas com a banda, faltando a ensaios, se mostrando drogado na maioria das vezes e acabou sendo destituído de seu lugar nos Stones. Neste mesmo ano de 1969, Jones veio a falecer.

O filme “Stoned” conta um pouco da vida de Jones e Anita é vivida as telas por Monet Mazur.

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Mas a influência de Anita vai muito além de ser amante dos integrantes dos Stones; Mick Jagger chegou a modificar algumas mixagens do disco ‘Beggar’s Banquet” após ouvir a opinião dela e ela também participou dos vocais de “Sympathy for the Devil”. As músicas “You got the silver” e ‘Happy”, ambas dos Stones, foram inspiradas por ela.

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Além disso, Anita fez cinema, mesmo contra a vontade de Richards, tendo feito ‘Barbarella”(1968), sob a direção de Roger Vadim e onde ela faz o papel de uma das vilãs do filme, The Great Tyrant (a grande tirana).

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O filme revelou Jane Fonda, mas Anita está divina (e morena) como a vilã e quase rouba a cena de Jane nas cenas e que contracenam juntas.

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Ela também está em “Dillinger is dead” (1969) de Marco Ferreri (A Comilança), no papel  da mulher de Michel Piccoli.

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Ela ainda fez pequenas participações em ‘Michael Koolhass- der Rebell” (O Tirano da Aldeia), de 1969, sob a direção de Volker Schlöndorff (de “O Tambor”) e no filme “´Performance” (1970), o excelente filme dirigido por Donald Cammell e Nicolas Ray e o primeiro filme de Mick Jagger como ator.

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Os dois causavam em uma cena do filme de sexo a três como podemos ver abaixo:

E que acabava em um banho de banheira entre os três, o que chocou as plateias mais caretas da época.

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Inclusive foi no filme que ela passou muito tempo ao lado de Mick (e num clima de intimidade, como mostram as fotos deste post). Aí já viu o ciúmes que rolou entre ela e Keith e de onde vieram os boatos de que os dois teriam se atendido (o que faz todo o sentido).

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Em 1969, ela aparece no documentário ‘Sympathy for the devil” dirigido por Jean-Luc Godard e que virou um clássico underground, por mostrar a intimidade das gravações de um disco dos Stones, misturando imagens de arquivo, referências marxistas e muito mais.

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Anita e Keith viveram quase quinze anos juntos, mas seu relacionamento foi marcado pelo uso excessivo de drogas e álcool, especialmente heroína, tendo os dois, inclusive, sido presos por porte da droga em Toronto, no início dos anos 70.

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Eles conseguiram se desvencilhar das acusações e foram para um rehab, Keith conseguiu ficar ficar bem, porém ela não.

Anita afirma que os advogados de Keith é que fizeram os dois se separassem, alegando que ela não era uma boa influência para ele e acabaria prejudicando uma carreira de sucesso.

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Apesar da separação, em 1981, os dois continuaram a se dar bem, se encontrando em eventos e celebrações familiares.

Mesmo tendo passado vários anos dependente das drogas e álcool, Anita conseguiu minimizar seus vícios, freqüentou encontros do AA, além de procurar outras ocupações em sua vida, chegando a estudar moda, jardinagem e desenho.

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Hoje em dia, ela tem feito poucas aparições sociais, só quando algum amigo a leva.

Certa ez a vi em Londres, num evento de inauguração de uma galeria e lá estava, ela e Marianne Faithful, duas senhoras modernas e que viveram sua juventude com muita intensidade.

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Ela continua sendo convidada para pequenas participações em filmes como ‘Mr Lonely” de Harmony Korine e “4:44 Last Day on earth” de Abel Ferrara e bem como de um episódio de Absolutely Fabulous, onde ela fez o papel do diabo.

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Anita Pallenberg é um ícone cultural e fashion; somente sua presença, falando pouco, mas de grande intensidade, será para sempre ligada a movimentos importantes na música, no cinema e na moda.

 

 

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TODAY’S SOUND: BEBE BUELL POR ARTHUR MENDES ROCHA

Ela é mãe de Liv Tyler, já pousou para a revista Playboy, namorou vários roqueiros, além de escrever e também cantar – ela é Bebe Buell.

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Bebe é uma das groupies mais famosas do mundo, pois de seu rápido relacionamento com Steven Tyler (do Aerosmith) gerou a atriz Liv Tyler, tão linda quanto a mãe.

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A lista de conquistas de Bebe inclui Mick Jagger, Iggy Pop, David Bowie, Jimmy Page, Elvis Costello, David Cassidy, Rod Stewart, Stiv Bators, John Taylor (do Duran Duran), Richard Butler (do Psychedeic Furs), Billy Idol, entre outros.

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Por esta lista, Bebe já pode ganhar o título da groupie que mais pegou roqueiros em todos os tempos.

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Bebe é americana, nascida em Virginia, e aos 10 anos ela já cantava no coral de sua igreja.

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Ela foi descoberta aos 17 anos por Eileen Ford, da famosa agência de modelos Ford e tornou-se uma modelo de sucesso, mudando-se para NY.

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Lá, ela fez vários editoriais, campanhas, capas de revistas, até ser convidada para posar nua para a Playboy, em 1974. Ela aceitou o convite e acabou sendo despedida da Ford.

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Ela é carinhosamente chamada de ‘friend to the stars”, pois seu círculo de amigos incluem, além dos pop stars citados, Andy Warhol, Jack Nicholson, Warren Beatty, e mais.

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Bebe badalou o que pode, aproveitando sua juventude, ela causou no mundo da música, jogando seu charme sobre os pop stars e conquistando todos com sua beleza estonteante.

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Ela foi bastante citada no livro “Please Kill me”, especialmente nas noitadas no Max’s Kansas City, entre outros lugares bafônicos de NY na época.

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Na verdade, o sonho dela sempre foi a música e o relacionamento com tantos músicos de talento a inspiraram ainda mais a formar sua própria banda, o que o fez, em 1980, quando formou o the B-Sides. O primeiro EP teve produção de Rundgren.

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Em 1981, ela lançou um EP pelo selo Rhino tendo como integrante de sua banda, Ric Ocasek (do The Cars). Uma das músicas era “The Little Black Egg”:

Em 1985, ela formou uma banda composta somente de mulheres, The Gargoyles, que lançou singles como “Luv Reaction”:

A banda, que chegou a abrir shows para o Ramones, terminou para que ela pudesse se dedicar à carreira da filha, Liv, que acabou virando um grande nome em Hollywood.

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Mas na verdade, aquele que ajudou a criá-la, e que a própria Liv considerou pai durante muito tempo, era o cantor e compositor Todd Rundgren (que ficou com Bebe de 1972 a 1979). Para proteger Liv, Bebe escondeu a verdade dela muito tempo, pois Tyler foi viciado em drogas pesadas e ela achava que isto prejudicaria sua filha.

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Até que, quando Liv ficou mais madura, ela resolveu contar a sua filha e ao mundo que o verdadeiro pai de Liv era Steven Tyler, gerando um frenesi na mídia.

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Cameron Crowe, o diretor de “Almost Famous” também baseou o personagem de Kate Hudson em Bebe do qual era amigo. Apesar de Pamela Des Barres também ter sido consultada para ajudar Hudson a compor melhor sua personagem.

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Em 2001, ela lançou sua autobiografia, “Rebel Heart: An American Rock n’ Roll journey”, cheia de bafos e histórias interessantes envolvendo seus relacionamentos.

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Depois de vários projetos musicais, ela acabou lançando, em 2011, o álbum “Hard Love”, produzido por seu atual marido, James Wallerstein (das bandas Das Damen e Vacationland).

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Seu trabalho mais recente, ‘Secret Sister-Hello Music City”, acabou de ser lançado e neste ela vem acompanhada da banda Nashville Aces.

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Bebe foi das groupies de maior longevidade, nunca desistiu de lançar discos, continua na ativa até hoje, além de ter se tornado um ícone pop.

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TODAY’S SOUND: SABLE STARR E LORI MADDOX POR ARTHUR MENDES ROCHA

Hoje falaremos de duas groupies que fizeram história na cena de L.A. no início dos anos 70: Sable Starr e Lori Maddox.

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Toda a banda que vinha para L.A nesta época queria conhecer estas duas figuras que fotografavam como modelos para a revista teen “Star” (que teve poucos números e virou cult).

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Elas eram modernas, descoladas e adoravam sair nos clubes e bares da moda, onde os roqueiros freqüentavam e fazer plantão até conseguir pegar os seus ídolos.

Entre os lugares que freqüentavam na Sunset Strip, em L.A., estavam o Whiskey a Go Go, Rainbow Bar & Grill, Rodney Bingenheiner’s English Disco, entre outros.

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As duas não mediam esforços para conseguirem o que queriam, as feministas as odiavam, mas elas não estavam nem aí, queriam mais era se divertir, andar em limusines, nos jatinhos particulares e desfrutar da cama dos rock stars.

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Sable Starr foi uma das primeiras “baby groupies”, pois começou sua vida de groupie cedo, aos 14 anos ela botou os pés pela primeira vez no Whiskey a Go Go e já chamava a atenção por sua juventude e estilo, sempre vestida em looks “glam rock”.

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Sable pegou quem ela pode, sua lista de conquistas é um verdadeiro who’s who da cena rocker do início dos anos 70: Led Zeppelin (do qual era o seu favorito, Robert Plant), Marc Bolan, David Bowie, Alice Cooper, Mick Jagger, Rod Stewart, Iggy Pop, Ron Asheton (dos Stooges), Stiv Bators, entre outros.

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Ela quase chegou a casar com Johnny Thunders, guitarrista do New York Dolls, por quem se apaixonou e fugiu de casa aos 16 anos, trocando L.A. por NY.

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Porém Thunders era viciado em heroína, bebia muito, além de abusar fisicamente de Sable a ponto dela tentar o suicídio, cortando os pulsos e sendo acudida por Syl Sylvain (também do New York Dolls) que a levou imediatamente ao hospital.

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Ela acabou engravidando de Thunders, mas optou por não ter a criança, abortando e logo em seguida, voltando para L.A. e morando novamente com os pais.

 No livro “Please Kill Me”, no qual ela é bastante citada, ela declarou: ‘Ele (Thunders) tentou destruir minha personalidade. Depois de ficar com ele, eu já não era mais a Sable Starr. Ele conseguiu destruir Sable Starr’.

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Ela também foi tema de uma canção de Iggy Pop, “Look away”, que dizia: “I slept with Sable when she was 14/Her parents were too rich to do anything/ ‘Til a New York Doll carried her away (Eu dormi com Sable quando ela tinha 14/Seus pais eram muito ricos para fazerem alguma coisa/Até que um New York Doll a levou).

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Sable também se envolveu em bafos com Bianca Jagger, foi amiga de Debbie Harry e chegou a ter um romance com Richard Hell, em suas idas para NY.

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Nos anos 80, ela largou a cena groupie, tendo se mudado para Reno, aonde veio a falecer em 2009, aos 51 anos, vítima de um câncer no cérebro.

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Sua amiga Lori Maddox também causou na cena L.A. , era menor de idade como Sable e deixava os rock stars em polvorosa. Ela tinha apelidos como Lori Lightning e Lori Mattix.

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Reza a lenda que Lori perdeu sua virgindade para David e Angie Bowie aos 13 anos.

No doc “Let’s spend the night together: confessions of rock’s greatest groupies” , Lori e Pamela Des Barres falam da rivalidade que existia entre elas por causa de Jimmy Page.

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Na verdade, Jimmy pegou Lori enquanto estava com Pamela, chegando a abandonar esta no meio de uma festa e sair com Lori.

As duas ficaram inimigas durante muito tempo, mas hoje em dia deixaram o passado para trás e ficaram amigas.

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Page se apaixonou por Lori ao vê-la nas páginas da Star e ao avistá-la num clube, pediu ao roadie Richard Cole que fosse buscá-la e levá-la ao L.A. Hyatt House, onde estava hospedado para um dos shows da banda em L.A.

 

Lori não aceitou de primeira e Cole jogou-a numa limusine e a levou ao hotel ao encontro de Jimmy. Foi uma espécie de sequestro.

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Segundo as próprias palavras de Lori no livro “Hammer of the gods: the Led Zeppelin Saga”: “Foi incrível! Vocês acreditam? Parece ter saído de uma estória! Seqüestrada aos 14!”

Porém, algo atrapalhava esta relação: Lori tinha apenas 14 anos, ou seja, era menor de idade. Só que nos 70’s, as coisas eram tão loucas e não havia tanto esta marcação cerrada da mídia em cima das celebridades.

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Os dois viveram um tórrido romance por quase dois anos, mas tinham que manter a coisa nos bastidores, senão Jimmy poderia ser preso.

Lori saia direto na Star, posando como modelo em editoriais de moda.

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Porém Lori acabou sendo desprezada por Jimmy que a trocou por Bebe Buell (a mãe de Liv Tyler), que era maior de idade.

Mas Lori não deixou por menos e aprontou um bafo com Buell, batendo na porta do hotel onde Jimmy estava hospedado e as duas saíram no tapa.

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Dizem que Lori nunca se recuperou do fora de Jimmy e mesmo quando os dois voltaram a se aproximar nos anos 80, o romance nunca foi o mesmo.

Ela ainda deu uns pegas em Mick Jagger, Syl Sylvain e Mick Ralphs (do Mott the Hoople e Bad Company), entre outros.

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Lori acabou saindo de cena e hoje é compradora de roupas para uma butique em L.A. , vivendo na sua, longe dos holofotes e cercada das memórias de sua conturbada juventude.

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Lori e Sable foram bem amigas, viveram todos os excessos de serem groupies numa época em que tudo se podia no mundo do rock, não havia o controle que há hoje, os olhares atentos dos paparazzis e sites de fofocas; elas eram mais livres, não eram julgadas pelo seu comportamento, estavam ali para se divertirem e curtirem a loucura da época e acabaram se tornando groupies-ícones.

 

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TODAY’S SOUND: TURA SATANA

Tura Satana foi muito mais que uma groupie que ficou com o rei do rock, ela foi uma musa do cinema underground, além de stripper, dançarina exótica e sua vida daria um filme dirigido por Tarantino ou John Waters.

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Tura nasceu Tura Luna Pascual Yamaguchi no Japão, de descendência filipina, índigena e até escocesa. Seu pai era ator de cinema mudo e sua mãe contorcionista de um circo.

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Com esta mistura de raças, ela já chamava atenção por seu visual exótico nas ruas de Chicago (para onde se mudou com a família). Até que, aos dez anos, sofreu um estupro por uma gangue.

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Foi o que bastou para Tura virar durona e procurando vingança, treinando aikido e karatê.

Ela chegou a casar aos treze anos para ter uma ID falsa e poder trabalhar como stripper.

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Tura aprendeu dança exótica e logo se transformou numa das dançarinas de burlesco mais conhecidas na América.

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Seus números eram cheios de acrobacias, além de figurinos orientais, denominando seu ato de Miss Japan Beauty e agradando em cheio o público.

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Porém, fora dos palcos, ela arranjava várias brigas, se desentendendo com os donos das casas noturnas.

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Com sua beleza diferente, Tura conseguiu trabalhos como modelo e conheceu Harold Lloyd, ator de comédias do cinema mudo, que lhe encorajou a tentar o cinema.

 

Através de suas apresentações, ela começou a chamar a atenção de alguns astros da música e de Hollywood, entre eles Billy Wilder, que a convidou para fazer um teste para um pequeno papel no filme “Irma La Doulce” com Shirley MacLaine e Jack Lemmon.

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Tura acabou por ganhar o papel de Suzette Wong, uma das amigas da prostituta vivida por MacLaine.

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Ela também conheceu Frank Sinatra, ou como ela mesmo chama, the stud ( o garanhão) com o qual transou e teve um rápido romance.

Mas seu grande affair foi mesmo com o rei do rock, Elvis Presley, nos anos 50. Eles se conheceram em uma praia, enquanto Tura caminhava até se deparar com os olhos azuis irresistíveis de Elvis. Os dois passaram muito tempo juntos, Elvis confiava nela e se apaixonou por Tura.

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Inclusive, ele teria dito a ela: “You are the only female I will ever love” (Voce é a única mulher que eu amarei), nada mal ouvir isto de Elvis, não é?

Mas Tura acabou por recusar a proposta de casamento dele e guardou ,até o fim de seus dias, o anel de noivado que ele lhe deu.

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Depois de terminar o romance, os dois continuaram amigos e se falando ao telefone.

Reza a lenda que Tura acabou por se vingar de cada um seus agressores do passado, no melhor estilo ‘I spit in your grave” (Doce Vingança); o filme onde a heroína se vinga de forma sádica de cada um que abusou dela.

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Mas a vida de Tura mudaria ao ser chamada para o papel que a tornou um ícone da cultura pop: a personagem Varla em “Faster Pussycat, Kill Kill” de Russ Meyer, lançado em 1965.

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Ela conquistou Meyer ao imprimir sua personalidade no papel, criando suas próprias lutas e muito dos diálogos de sua personagem, como vemos na cena abaixo:

O lindo figurino leather de Varla , bem como o make e o penteado, foram invenções dela.

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Ela passava a ser a rainha dos exploitation films (filmes B cheios de sexo e violência) e cultuada por toda uma geração que pirou com sua interpretação como a violenta Varla.

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Inclusive, o papel de Varla era feminista, já que mostrava que a mulher podia enfrentar o homem de igual para igual, sem medos, sem frescuras e com muita atitude (e força também, pois com Varla era tudo na base da porrada).

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Tura fez também outro filme cult, “The Astro-Zombies” de 1968, que teve mais duas  sequências. Abaixo, um vídeo em homenagem à sua personagem no filme, Christine, com várias cenas dela;

Ela foi requisitada para séries de TV, tendo aparecido em ‘Man from U.N.C.L.E.” (O Agente da UNCLE, que foi refilmado recentemente).

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Outro trabalho cult dela foi em “The Doll Squad”, lançado em 1973 e no qual faz uma dançarina de burlesco.

Logo após o filme ser lançado, ela enfrenta outro bafo: um ex-namorado lhe dá um tiro e ela vai para no hospital. Lá ela fica por um tempo e arranja trabalho como enfermeira, ao se recuperar, já que havia aprendido enfermagem.

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Mas desde este ocorrido, a carreira dela nunca foi a mesma, foi envelhecendo, vivendo de aparições em convenções, além de sofrer mais um baque: sofreu um acidente de carro e quebrou a coluna.

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Além disso, ela também trabalhou na polícia de Los Angeles como despachante, afinal ela precisava ganhar a vida.

Tura passou um bom tempo fazendo operações para tentar melhorar da coluna, até que veio a falecer de um ataque de coração fulminante, já bem gorda e detonada.

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Sua influência na cultura pop inclui nome de uma banda de rock e também referência para várias personagens duronas no cinema como a noiva de ‘Kill Bill”.

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Ela será para sempre lembrada como uma lenda dos filmes underground, uma legítima ‘badass girl’, pronta para enfrentar tudo e a todos; mostrando seus talentos seja como atriz ou dançarina.

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