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Eco – Japa Girl












































































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Eco

O Fim do Marfim

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O termo ‚Äúmem√≥ria de elefante‚ÄĚ √© absolutamente verdadeiro.

Elefantes são capazes de lembrar de uma pessoa (ou outro elefante) durante anos e o seu cérebro é o maior entre os mamíferos terrestres.

J√° os pacatos rinocerontes podem passar seus 50 anos de vida em apenas um lugar.

Tranq√ľilos, geram um filhote por vez e engravidam a cada 5 anos.

As duas espécies são os maiores mamíferos terrestres e as duas espécies sofrem uma covardia sem precedentes na caça ilegal de seus preciosos chifres e presas.

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Uma crendice, muito popular na China e no Vietn√£, de que o p√≥ de seus chifres teria propriedades medicinais ou milagrosas que curam de ressaca at√© o C√Ęncer.¬†

A ciência já provou que nada há de verdade nessa ideia.

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Harold Varmus, vencedor do Pr√™mio Nobel por seu trabalho na pesquisa do c√Ęncer e chefe do Instituto Nacional do C√Ęncer nos Institutos Nacionais de Sa√ļde dos EUA, publicou uma nota em seu blog derrubando o mito do chifre de rinoceronte como cura do c√Ęncer, que foi divulgada em cerca de 300 publica√ß√Ķes.

Harold Varmus, pr√™mio Nobel na pesquisa do c√Ęncer, derruba o mito do chifre de rinoceronte como cura.

Harold Varmus, pr√™mio Nobel na pesquisa do c√Ęncer, derruba o mito do chifre de rinoceronte como cura.

O pó de chifre é o produto natural mais caro do mundo, chegando a custar, em dólar, cinco vezes mais que o ouro.

Transformados no objeto do desejo de centenas de milhares de pessoas, 1 quilo do pó de chifre de rinoceronte chega a custar 60 000 dólares, em Taiwan.

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A maioria do marfim ‚Äď segundo especialistas, cerca de 70% ‚ÄĒ vai para a China e Taiwan.

Embora os chineses cobicem o material há séculos, nunca antes tantos puderam pagar por objetos de marfim, sinal de família próspera.

O crescimento econ√īmico chin√™s criou uma imensa classe m√©dia.

A demanda aumentou tanto que atualmente as presas de um √ļnico elefante adulto podem valer mais de dez vezes a renda anual m√©dia per capita de v√°rios pa√≠ses africanos.

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Por baixo, pelo menos 25 mil elefantes e 500 rinocerontes s√£o mortos todos os anos ilegalmente.

Usam de artilharia pesada com aparelhagem para visão noturna, armas silenciosas e drogas veterinárias tornando os animais alvos fáceis. 

Foto de George Steinmetz

Foto de George Steinmetz

Foto de George Steinmetz

Foto de George Steinmetz

O ano de 2011 foi recorde de venda de marfim no mundo.

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Michael Nichols, National Geographic Wildlife Photographer

Michael Nichols, National Geographic Wildlife Photographer

Em 2012, completando 30 anos de combate √† ca√ßa, Paul Onvango, administrador de parques florestais africanos encontrou¬† vinte e dois elefantes mortos, incluindo v√°rios filhotes, amontoados em uma savana, muitos mortos com uma √ļnica bala na cabe√ßa.

Tiros de elite.

Ninguém levou carne nem deixaram rastros naturais de caça.

Só levaram chifres. 

Dias mais tarde um helicóptero do exército voando bem baixo, desvia sua rota após ser flagrado.

Photo by MICHAEL NICHOLS - Os elefantes √≥rf√£os estabelecem la√ßos fortes com seus "guardi√Ķes" e vice-versa.

Photo by MICHAEL NICHOLS – Os elefantes √≥rf√£os estabelecem la√ßos fortes com seus “guardi√Ķes” e vice-versa.

Photo by Michael Nichols

Photo by Michael Nichols

A √Āfrica est√° enfrentando um massacre de elefantes de propor√ß√Ķes √©picas.

O marfim parece ser o novo financiador das guerras africanas, retirado de zonas de batalha remotas, facilmente convertido em dinheiro e agora abastece conflitos pelo continente e compra de armas para grupos extremistas.

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¬†‚ÄúElementos de nosso ex√©rcito est√£o envolvidos,‚ÄĚ reconheceu o major Jean-Pierrot Mulaku, promotor militar do Congo.

‚Äú√Č um dinheiro f√°cil‚ÄĚ.

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Vários destes militares ganham cerca de cem dólares por mês e mal sustentam suas famílias.

Fácil e covarde é o recurso dos mafiosos que na intenção de lucros inescrupulosos, topam qualquer atrocidade, matam sem compaixão e cospem na extinção. 

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No passado eram cerca de 30 espécies de rinocerontes.

Das cinco atuais, a mais abundante e estudada é a do rinoceronte-branco africano.

Os de Java s√£o os mais atingidos pela ca√ßa, enquanto o da √ćndia s√£o sagrados e numerosos.

Quanto aos elefantes s√£o encontradas duas esp√©cies na √Āfrica e na √Āsia, o¬†Loxodonta africana, da savana e¬†Loxodonta cyclotis, que vive nas florestas.

Foto de Nick Brandt

Foto de Nick Brandt

Abatidos, rinocerontes ainda vivos têm seus chifres serrados até a base, atingindo a carne.

Feridos, agonizam e morrem abandonados.

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Como o chifre do rinoceronte √© formado por subst√Ęncia bem similar a pelos e unhas condensados, os veterin√°rios protetores da esp√©cie, cortam as presas com respeito e sem dor, que elas crescem cerca de 17cm por ano.

Desta maneira sem chifres, eles não são caçados.

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Uma solução pacífica para a tradição do uso do marfim.

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Há 26.000 anos atrás esculpia-se com marfim para se fazer utensílios domésticos e esculturas primais com dentes de Mamute, como Vênus de Lespugue (Museu de História Natural, Paris).

Na Grécia antiga, os escultores detalhavam suas esculturas com o material e com ouro.

No império bizantino ele resurgiu na decoração e nas capas de evangelhos. 

No século 20 eram usados para fazer bolas de bilhar e teclas de piano.

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Despertai as consci√™ncias e percebam que o planeta tem um c√Ęncer dif√≠cil de tratar, o g√™nero Humano, que possivelmente, assinar√° mais um legado maldito de ter exterminado dois de seus maiores mam√≠feros terrestres da atualidade.

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Viva Ganesh, o deus hindu da sabedoria, que possui cabeça de elefante e carrega em sua memória os tempos onde elefantes e humanos sabiam se favorecer mutuamente. 

Ganesh, Deus hindu da Sabedoria

Ganesh, Deus hindu da Sabedoria

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Horta Arte

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Alimentos org√Ęnicos tem mesmo um sabor pr√≥prio, plantado por voc√™ fica ainda melhor.

Esta experiência tornou-se uma tendência mundial e a agricultura urbana cresce em lares, praças e coberturas de prédios pelo mundo afora.

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A atividade de plantio √© para ser prazerosa e funciona para muitos como uma ¬†terapia que economiza dinheiro, promove sa√ļde, diminui a compra de verduras e temperos com agrot√≥xicos, desestimulando a produ√ß√£o em massa de alimentos e todos os malef√≠cios da monocultura.

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Com sementes de boa vontade, uma dose de tempo e um espaço minimamente adequado você pode fazer um jardim comestível aliando nutrição, decoração e sustentabilidade.

Incrível a quantidade de alimento que se produz em beirais, paredes em quintais e potes em locais ensolarados da casa.

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Para começar sua mini-roça é necessário um passo a passo do hortelão urbano.

 1.   Certifique se o local recebe sol ao menos 2 horas por dia.

2.   Espécies como o alecrim, boldo, hortelã, salsa e coentro são fáceis de plantar e simples de cuidar.

3.¬†¬† Uma vez por dia regue, uma vez por semana trate a terra com aduba√ß√£o org√Ęnica e um olhar bem detalhado se n√£o h√° presen√ßa de invasores, pragas e pulg√Ķes.¬† (Se vc adquirir um minhoc√°rio a aduba√ß√£o e a defesa s√£o caseiras e ainda contribuem para diminuir seu res√≠duo org√Ęnico, mas ¬†tamb√©m se encontra o produto em com√©rcios que vendem plantas).

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O cuidado com sua horta te transporta para o início da nossa humanidade.

Humanidade e H√ļmus t√™m a mesma raiz lingu√≠stica e como o alimento sempre foi elemento central na experi√™ncia humana, me pergunto quando foi que o homem esqueceu que faz parte da natureza?

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¬†A sa√ļde humana est√° intimamente relacionada com a sa√ļde dos recursos naturais.

Cuidando-se de um o outro é beneficiado.

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Os ingleses, como sempre, sustentam o título de vanguarda do planeta, seguido pelos alemães e disseminado pelos americanos.

Em Londres a agricultura urbana j√° faz parte da pol√≠tica de produ√ß√£o de alimentos e terrenos baldios e pra√ßas pouco ou nada aproveitados est√£o dando espa√ßo para o movimento dos hortel√Ķes, cidad√£os que cuidam de parte de seu alimento atrav√©s de jardins comest√≠veis!

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 O prefeito de Nova York Michael R. Bloomberg, criou uma inciativa chamada PlaNYC,  onde pede aos órgãos municipais para identificarem  lotes vagos que possam ser reivindicados para a agricultura urbana.

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Em S√£o Paulo Movimento dos Hortel√Ķes Urbanos nasceu em 2011 quando Tatiana Achcar e Claudia Visoni¬† ministraram uma oficina em S√£o Paulo, sobre agricultura urbana.

Claudia Visoni, uma das criadoras do movimento Hortel√Ķes Urbanos

Claudia Visoni, uma das criadoras do movimento Hortel√Ķes Urbanos

Claudia é jornalista e agricultora urbana.

Ativista ambiental desde sempre, tendo participado da ECO 92, est√° sempre pensando e repensando maneiras de fazer desta nossa casa comum, um lugar melhor para se viver.

‚ÄúReciclo, reutilizo, reaproveito, reduzo mas o que n√£o posso deixar de consumir ?‚ÄĚ

BINGO !!! Comida, ué.

Feij√£o Grand√ļ, da Horta das Corujas, na Vila Beatriz em S√£o Paulo

Feij√£o Grand√ļ, da Horta das Corujas, na Vila Beatriz em S√£o Paulo

‚ÄúFiquei por cinco anos com minha hortinha achando que era a √ļnica do mundo fazendo isto‚ÄĚ.

De pequenas iniciativas pessoais nasce o movimento pela internet e brota a Horta das Corujas na Vila Beatriz, zona oeste de S√£o Paulo.

Hoje a comunidade no Facebook j√° conta com 1.500 pessoas.

Assim os hortel√Ķes se multiplicam e v√£o ocupando os espa√ßos p√ļblicos com respeito, arte e nutri√ß√£o, fornecendo alimentos sem agrot√≥xico, fortalecendo v√≠nculos na vizinhan√ßa, incentivando a educa√ß√£o ambiental com expans√£o da criatividade e da consci√™ncia.

Horta do Ciclista na Avenida Paulista

Horta do Ciclista na Avenida Paulista

Hortel√Ķes Urbanos, Horta do Ciclista na Avenida Paulista

Hortel√Ķes Urbanos, Horta do Ciclista na Avenida Paulista

Da sábia horta das corujas sementes são disseminadas e em plena Avenida Paulista está cultivada a Horta dos Ciclistas, próximo a Angélica a Horta Vegana e também na zona oeste a Horta da Vila Pompéia.

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Cobertura do Shopping Eldorado, S√£o Paulo

 

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Shopping Eldorado, S√£o Paulo

At√© o shopping Eldorado, atrav√©s de um ‚Äúinsight‚ÄĚ ¬†do Gerente de Opera√ß√Ķes do Shopping, S√©rgio Nagai, que uniu um projeto de compostagem dos res√≠duos da pra√ßa de alimenta√ß√£o, com um teto verde comest√≠vel no alto do centro comercial, produzindo entre as¬† tubula√ß√Ķes e¬† antenas da cobertura: berinjela, quiabo, piment√£o, tomate, alface, manjeric√£o e hortel√£.

Por enquanto, o alimento produzido √©¬† compartilhado entre os funcion√°rios em confraterniza√ß√Ķes.

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Esta iniciativa que se multiplica requer  disciplina e foco.

Se você tiver dois ou três amigos que topem a investida e se ligam em alimentação saudável, fica mais divertido.

Formado o grupo é  necessário encontrar o espaço adequado.

Depois ir a sub-prefeitura do seu bairro e pedir as autoriza√ß√Ķes.

Com sorte e visão da administração regional  pode-se até solicitar mão de obra local, ferramentas  e ofereça colocar uma plaquinha de apoio da sub-prefeitura.

Sabe como √©…pol√≠tico adora uma plaquinha.

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Empresas da regi√£o tamb√©m podem ser acionadas e costumam simpatizar com est√° f√©rtil realiza√ß√£o ajudando ¬†em materiais, mutir√Ķes, mudas e outras necessidades.

Agindo a ajuda vem, lembrando sempre que este local precisa de água que não seja contaminada, manutenção e um grupo animado.

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Quando se fala em a√ß√Ķes comunit√°rias, logo se entende como um movimento de periferia, algo para comunidades carentes.

Sim, todos somos carentes de uma alimentação de qualidade.

O ¬†movimento dos hortel√Ķes urbanos, une-se diferentes classes sociais e culturais promovendo um interc√Ęmbio de conviv√™ncia e troca de saberes¬† caracterizando uma verdadeira biodiversidade humana, gerando benef√≠cios igualit√°rios¬† e deixando a cidade mais bonita.

Mike Lieberman, urban organic gardener

Mike Lieberman, urban organic gardener

 

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Neste momento esta pr√°tica pr√©-hist√≥rica junta-se a arte, construindo novas rela√ß√Ķes entre o ser humano, o alimento, o espa√ßo p√ļblico e a conviv√™ncia.

Alecrim

Alecrim

Atitude de semeador na pr√°tica dos novos paradigmas.

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Saber mais:

http://www.youtube.com/watch?v=WmNZV0N0JC8&feature=player_detailpage

http://www.ted.com/talks/ron_finley_a_guerilla_gardener_in_south_central_la.html

http://whirligro.co.uk/whirli-gro-photos/

http://hortadascorujas.wordpress.com/

 

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Olha o óleo

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Conheço quem evite frituras, mas quem absolutamente não goste desta crocante maneira de preparar os alimentos, realmente, desconheço.

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Usado com bom senso, tudo pode.

O mau est√° nos excessos, tanto para o corpo como para o meio ambiente.

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O √≥leo e a gordura utilizados em frituras n√£o se misturam com a √°gua, pois s√£o insol√ļveis.

Se o mesmo for despejado na pia ou descartado inadequadamente, causam entupimento das tubula√ß√Ķes das casas, condom√≠nios e redes de esgoto.

Funciona como uma graxa colante que vai unindo os res√≠duos formando crostas em todas as tubula√ß√Ķes enchentes e alagamentos provenientes dos entupimentos, al√©m de encarecer o tratamento da √°gua em cerca de 45% .

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Após estes empecilhos causados aos sistemas de esgotos, o problema ambiental se agrava quando este mesmo óleo de fritura chega aos rios e aos oceanos.

Com a formação de uma camada sobre a água, serão aglomerados entulhos e lixos dos mais variados tipos, restringindo a passagem da luz, evitando a oxigenação e a evaporação da água.

Causando mortes e asfixia dos seres vivos aqu√°ticos.

Oil and water flow over Ceresco Dam as oil spill cleanup continues Thursday along the Kalamazoo River. / Andre J. Jackson/Detroit Free Press

Oil and water flow over Ceresco Dam as oil spill cleanup continues Thursday along the Kalamazoo River. / Andre J. Jackson/Detroit Free Press

 

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Segundo a ¬†Oil World, o Brasil produz 9 bilh√Ķes de litros de √≥leos vegetais por ano.

Desse volume produzido, 1/3 vai para óleos comestíveis.

O consumo per capita fica em torno de 20 litros/ano, o que resulta em uma produ√ß√£o de 3 bilh√Ķes de litros de √≥leos por ano no pa√≠s.

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Desde montante apenas 1% do total produzido do total √© coletado, ou seja, 6 milh√Ķes e meio de litros de √≥leos usados.

E o restante?

Mais de 200 milh√Ķes de litros de √≥leos usados por m√™s vai poluir as √°guas.

Embora o óleo represente uma porcentagem ínfima do lixo, o seu impacto ambiental é muito grande.

Um litro de óleo é capaz de esgotar o oxigênio de até 20 mil litros de água.

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No caso do óleo ser despejado diretamente no solo, a impermeabilização da terra é o primeiro resultado.

Dificultando, assim, a passagem da água de chuva e propiciando enchentes e esterilização do solo.

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Outro equívoco é colocar o óleo em recipientes (pet, vidros, etc) e descartá-lo no lixo que vai para o aterro.

Este também pode vazar com facilidade, sujar definitivamente os materiais que poderiam ser recicláveis e ainda escorrer para o solo contaminando lençóis freáticos.

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Algumas comunidades coletam para fabricar sab√£o caseiro.

Menos pior que jogar na rede, por√©m tamb√©m √© prejudicial para a sa√ļde pessoal e ambiental, ¬†j√° que contem soda c√°ustica e amon√≠aco.

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Mas o que fazer ent√£o?

A melhor alternativa é procurar alguma empresa ou entidade que reaproveite o produto.

Nesse caso, basta armazenar o óleo já frio em uma garrafa PET ou qualquer outro frasco com tampa e fazer a doação.

Não é necessário coar, apenas saia um pouquinho da zona de conforto e seja um agente ambiental.

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http://www.akatu.org.br/Temas/Residuos/Posts/Onde-entregar-o-oleo-de-cozinha-usado

http://www.ecoleo.org.br/

http://www.compactambiental.com.br

Este resíduo devidamente encaminhado é 100% reaproveitado gerando renda para uma cadeia produtiva extensa.

Das casas e empresas este óleo é coletado pelos catadores que levam para ecopontos, que venderá para beneficiadores que separarão os processos encaminhando para os recicladores que transformarão 70% em biodiesel e 30% em ração animal, desmoldantes, massas e vidraças, tintas e vernizes, lubrificantes, sabão, velas e parafinas.

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Os catadores costumam deixar recipientes de até 200 litros nos postos de coleta trocar o óleo coletado por produtos de limpeza:

A Compact Ambiental inovou a coleta de óleo dando a possibilidade de vc escolher um latão com uma ilustração do artista plástico Malusco.

Além de um objeto assinado, a Compact rastreia  a cadeia produtiva do óleo, encaminha as pets para reciclagem,  transforma o óleo em lubrificantes, troca o resíduo por produtos de limpeza ecológicos  e encaminha para um beneficiador de Biodiesel.

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Falta óleo vegetal para a produção de Biodiesel que cresce a cada dia.

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O uso de combustíveis de origem fóssil tem sido apontado como o principal responsável pela poluição do ar.

A Comunidade Europ√©ia, os Estados Unidos, Argentina e diversos outros pa√≠ses v√™m estimulando a substitui√ß√£o do petr√≥leo por combust√≠veis de fontes renov√°veis, incluindo principalmente o biodiesel, diante de sua expressiva capacidade de redu√ß√£o da emiss√£o de diversos gases causadores do efeito estufa, a exemplo do g√°s carb√īnico e enxofre.

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Biodiesel é um combustível renovável derivado de óleos vegetais, como girassol, mamona, soja, babaçu e demais oleaginosas, ou de gorduras animais, usado em motores a diesel, em qualquer concentração de mistura com o diesel.

Produzido através de um processo químico que remove a glicerina do óleo que servem para matérias prima de sabonetes.

Atualmente o biodiesel vendido nos postos pelo Brasil possui 5% de biodiesel e 95% de diesel (B5).

O biodiesel só pode ser usado em motores a diesel, portanto este combustível é um substituto do diesel.

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Pe√ßo licen√ßa para degustar uma Lula a Dor√© , que acaba de ficar pronta, sabendo que o √≥leo que foi frita, ir√° para um Ecoponto e voltar√° ao ciclo natural em forma de biodiesel, sabonete, velas…

Lembrando que se o óleo entope canos também entope nossas artérias.

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Abismo da existência

 

Animus by Rudrik

Animus by Rudrik

Come√ßa 2013, o mundo n√£o acabou, mas milhares de esp√©cies de animais continuam sendo extintas em ritmo fren√©tico e jamais ser√£o conhecidas pelas pr√≥ximas gera√ß√Ķes.

Para eles foi o final dos tempos  e o gênero humano é o maior responsável.

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Desmatamento, efeito estufa, caça predatória, monoculturas, desertificação, mudanças climáticas e outras peças do efeito dominó geram dados alarmantes.

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O relatório Planeta Vivo, elaborado pela WWF, aponta uma queda significativa na quantidade de espécies entre 1970 a 1995.

Este estudo monitorou diversas esp√©cies e chegou a triste conclus√£o de que 35% dos animais de √°gua doce foram extintos nos √ļltimos 100 anos.

Com relação aos animais marinhos, a perda foi maior, pois atingiu a ordem de 44%.

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A União para a Conservação da Natureza mostrou que um quarto das espécies conhecidas pelo homem estão ameaçadas de extinção.

Entre estes animais, podemos destacar: o panda gigante da China, o elefante africano, o cervo-da-tail√Ęndia, o cavalo selvagem da Europa Central, o bis√£o da Fran√ßa, a baleia-azul, o leopardo, o lobo-vermelho, o orangotango, entre outros.

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No Brasil a situação não é diferente.

O tr√°fico de animais silvestres, as queimadas e as agress√Ķes aos ecossistemas colocaram v√°rios animais brasileiros na triste lista negra.

S√£o alguns exemplos: ariranha, arara-azul, cachorro-vinagre, cervo-do-pantanal, ¬†jaguatirica, lobo-guar√°, mono-carvoeiro, mico-le√£o-dourado, on√ßa-pintada, tamandu√°-bandeira, tat√ļ-canastra, veado-campeiro e outros tantos a beira da inexist√™ncia.

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Veja s√≥ por imagens, alguns dos animais em extin√ß√£o nos √ļltimos 20 anos.

 

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Tartaruga Gigante de Gal√°pagos ‚ÄĒ 24 de junho de 2012

O Lonesome George (ou George, o Solitário) viveu por, aparentemente, um século.

Um bom tempo ao considerarmos que George estava habitando Galápagos tranquilamente no período de duas guerras mundiais.

A parte triste da hist√≥ria, no entanto, est√° no fato de que ele foi o √ļltimo de sua esp√©cie.

Quando vivo, o animal chegou a ser considerado uma das criaturas mais raras do mundo, especialmente por n√£o ter tido filhos ou outro indiv√≠duo conhecido de sua subesp√©cie ‚ÄĒ e √© possivelmente da√≠ que vem o apelido ‚Äúsolit√°rio‚ÄĚ.

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Rinoceronte-Negro-do-Oeste ‚ÄĒ 2011

V√≠tima da ca√ßa desenfreada ‚ÄĒ apesar dos esfor√ßos de ambientalistas e de leis de prote√ß√£o ‚ÄĒ, a subesp√©cie de rinoceronte-negro foi oficialmente declarada extinta em 2011.

Além disso, as outras três subespécies de rinocerontes-negros restantes também estão criticamente em perigo.

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¬†Mergulh√£o-de-Alaotra ‚ÄĒ 2010

Um lago em Madagascar foi, at√© 2010, o lar da esp√©cie de um pequeno pato de mergulho. No entanto, a perda de habitat e a preda√ß√£o por peixes carn√≠voros de esp√©cies n√£o nativas extinguiu os mergulh√Ķes-de-alaotra.

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Foca-Monge-das-Cara√≠bas ‚ÄĒ 2008

Os representantes dessa esp√©cie foram ca√ßados extensivamente durante os s√©culos 1700 e 1800, especialmente pela gordura desses animais ser utilizada como √≥leo para l√Ęmpadas e m√°quinas.

O √ļltimo exemplo da foca-monge-das-cara√≠bas foi visto com vida em 1952, mas foi apenas em 2008 que essa esp√©cie passou a ser considerada oficialmente extinta.

A extinção dessas focas também significa o desaparecimento de uma espécie de inseto que só vivia dentro do nariz desses animais aquáticos.

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Golfinho Baiji ‚ÄĒ 2006/2007

¬†Bastante parecido com o boto da Amaz√īnia, existiu por¬† 20 milh√Ķes de ano. Em 1979 a China declarou-o em perigo de extin√ß√£o.

Após a construção da represa de 3 Gargantas, que alterou de forma irrecuperável seu habitat, foi praticamente dizimando.

A Funda√ß√£o de Conserva√ß√£o de Wuhan “Delf√≠n Baiji”, fundada em dezembro de 1996 gastou ao redor de 100 mil d√≥lares para a preserva√ß√£o de c√©lulas in vitro, pelo qual talvez algum dia possamos v√™lo novamente

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¬†Poouli ‚ÄĒ 2004

Mesmo ainda sendo listada tecnicamente como “criticamente em perigo”, esta esp√©cie de p√°ssaro do Hava√≠ pode ser considerada extinta desde 2004, ¬†j√° que nenhum representante foi encontrado na natureza nos √ļltimos anos.

Muitos apontam que o principal motivo dessa extin√ß√£o foi a apari√ß√£o de esp√©cies n√£o nativas no ecossistema havaiano ‚ÄĒ o que causou o decl√≠nio dessa esp√©cie de p√°ssaro e um desequil√≠brio na natureza.

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Mariana Mallard ‚ÄĒ 2004

Esta esp√©cie de pato foi considerada extinta em 2004, mas o √ļltimo par desses animais foi vistos na natureza ainda em 1979.

A perda de habitat ‚ÄĒ ocasionada pela drenagem de p√Ęntanos para a agricultura e pelos danos na natureza trazidos pela Segunda Guerra Mundial ‚ÄĒ foi o principal motivo que causou o decl√≠nio desta esp√©cie, que era encontrada em apenas tr√™s ilhas do Pac√≠fico.

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√ćbex-dos-Piren√©us ‚ÄĒ 2000

A √ļltima representante desta esp√©cie de mam√≠fero foi morta em 2000 por uma √°rvore que caiu sobre ela.

Ainda assim, os cientistas tentaram manter a linhagem viva, realizando, em 2009, a criação de um clone.

Este, no entanto, morreu ainda pequeno por complica√ß√Ķes nos pulm√Ķes.

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Uma das espécies extintas mais recentemente.

Bastante parecido com o boto da amaz√īnia, e existiu por¬† 20 milh√Ķes de anos.

Em 1979 a China declarou-o em perigo de extinção.

Após a construção da represa de 3 Gargantas, que alterou de forma irrecuperável seu habitat, foi praticamente dizimando.

A Funda√ß√£o de Conserva√ß√£o de Wuhan “Delf√≠n Baiji”, fundada em dezembro de 1996 gastou ao redor de 100 mil d√≥lares para a preserva√ß√£o de c√©lulas in vitro, pelo qual talvez algum dia possamos velo novamente

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Tigre-de-Java ‚ÄĒ 1994

Esta subespécie de tigre vivia em Java, uma ilha da Indonésia.

Ainda em 1984, um representante dela foi morto, mas, até 1993, os cientistas não conseguiram encontrar qualquer outra evidência de que esses tigres ainda estavam por lá.

Aparentemente, a principal causa da extinção foi a perda de habitat ocasionada pela agricultura da região.

Das oito subespécies reconhecidas de tigre, três já estão extintas: o tigre-do-bali, desde 1940; o tigre-do-cáspio, desde 1970 e o tigre-de-java.

O estatuto de conservação dos tigres-brancos não está avaliado pela União Internacional para a Conservação da Natureza.

S√£o animais muito raros que n√£o existem em estado selvagem, apenas sob cativeiro.

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Pica-Pau-Bico-de-Marfim ‚ÄĒ1994

O √ļltimo Pica-pau-bico-de-marfim foi visto na natureza em 1940.

Desde ent√£o, h√° v√°rios relatos de pessoas que j√° avistaram esses p√°ssaros.

Al√©m disso, uma grava√ß√£o de √°udio de 2002 causou um grande alvoro√ßo entre cientistas e aficionados, que passaram a procurar aves dessa esp√©cie ‚ÄĒ aparentemente, o som era de um p√°ssaro bicando uma √°rvore.

Apesar de algumas pistas promissoras, a ave permanece oficialmente extinta.

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Canarian Oystercatcher ‚ÄĒ 1994

Esta ave foi recolhida pela √ļltima vez em 1913 na ihas Can√°rias.

Sup√Ķe-se que morreram por causa do esgotamento de sua fonte de alimento ocasionado pela pesca comercial.

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Concretamente, est√£o amea√ßadas em todo planeta 12% das esp√©cies de aves, 23% de mam√≠feros, 52% de insetos, 32% de anf√≠bios, 51% de r√©pteis, 25% de tubar√Ķes e 20% de raias.

Outros tantos animais são extintos desde a existência de vida.

Que a sele√ß√£o natural v√° fazendo suas escolhas √© perfeitamente natural, o dolorido √© sabermos que o padr√£o de pensamento contempor√Ęneo acelera o consumismo desenfreado fazendo desaparecer em n√≠veis alarmantes esp√©cies animais e vegetais em todo o Planeta.

O medo não é que o mundo acabe; o medo é que ele continue o mesmo rumo ao limite da nossa própria extinção.

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Abrace o Muriqui

 

Imagem de Bart Van Dorp

Imagem de Bart Van Dorp

Jogos Olímpicos de 2016.

A tocha ol√≠mpica acender√° e se as autoridades permitirem e a opini√£o p√ļblica defender, ¬†pela primeira vez uma causa ambiental se tornar√° s√≠mbolo mascote dos Jogos, na defesa da exuberante Mata Atl√Ęntica brasileira, onde vive o Macaco Muriqui, esp√©cie end√™mica, amea√ßada severamente de extin√ß√£o.

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 Conhecido também por macaco aranha é o maior primata não humano do continente americano e o maior mamífero endêmico do Brasil, podendo atingir até 1,5m de altura, 20 quilos e vive entre 10 e 15 anos.

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 Muriqui em tupi-guarani significa gente que bamboleia, que vai e vem.

De natureza d√≥cil, foi apelidado pelos ind√≠genas como ‚Äúpovo manso da floresta‚ÄĚ.

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Foto: cortesia de Carla B. Possamai/Universidade Federal do Espírito Santo

Uma característica encantadora é que em vez de brigarem, os Muriquis têm o hábito de abraçar uns aos outros.

Abraçam para tudo.

Quando se sentem amea√ßados, atra√≠dos, felizes, satisfeitos, famintos…assim vai.

São observados neste ato solidário quando encontram outros Muriquis ou animais de outras espécies.

Abraçam-se durante o encontro de tropas ou num ritual entre indivíduos que, aparentemente, se reconhecem.

Pendurados em suas caudas fazem um grande círculo e promovem um abraço coletivo.

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Imagem de Bart Van Dorp

Na busca de alimento, procuram coletivamente e usando sua cauda comprida que funciona como um braço flexível, coloca seu corpo entre uma árvore e outra, servindo de ponte para outros integrantes do grupo passarem com facilidade.  

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Foto de Luciano Candisani

 O mundo fala de paz e os animais a promovem.

Muito temos que aprender com o comportamento desta espécie.

Foto de Paula Breves

Foto de Paula Breves

¬†Os Muriquis s√£o animais herb√≠voros ¬†ou seja, se alimentam de uma grande diversidade de itens vegetais: frutos, folhas, flores de √°rvores…

Durante a alimenta√ß√£o, o Muriqui demonstra seletividade e sofistica√ß√£o na manipula√ß√£o do alimento, sabendo muito bem separar ‚Äúo joio do trigo‚ÄĚ.

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 Precisando de grandes áreas preservadas para sobreviver, ele é um dispersor natural de sementes.

Sua conserva√ß√£o √© estrat√©gica, pois √© considerada uma esp√©cie ‚Äúguarda-chuva‚ÄĚ, isto √©, sua preserva√ß√£o ajuda tamb√©m √† sobreviv√™ncia de outras esp√©cies da¬†fauna¬†e da¬†flora¬†e, por tabela, de toda a Mata Atl√Ęntica.

‚ÄúS√£o reflorestadores naturais, sendo assim, muitas esp√©cies nativas est√£o sobrevivendo principalmente por causa dessa dispers√£o natural de sementes‚ÄĚ, explica vigorosamente Paula Breves, veterin√°ria a frente da ONG Eco Atl√Ęntica e percussora do movimento pr√≥-Muriqui 2016.

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São duas espécies, o muriqui-do-norte (Brachyteles hypoxanthus) que ocorre nos estados de Minas Gerais, Espírito Santo e sul da Bahia, e o muriqui-do-sul (Brachyteles arachnoides) que ocorre nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e parte do Paraná.

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¬†S√£o Paulo e Minas Gerais j√° conseguiram um plano de manejo para ampliar a mata e os corredores verdes de alguns parques nacionais dando condi√ß√Ķes para que os Muriquis se reproduzam.

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Imagem de Fernanda Tabacow

 No Rio de Janeiro a ação está iniciando e estima-se que existam cerca de 300 Muriquis no estado e uns 3.000 no Brasil.

Infelizmente n√£o se reproduzem em cativeiro e s√≥ existem exemplares desta esp√©cie num √ļnico jardim zool√≥gico do mundo.

O mist√©rio que ronda o ‚ÄúO Povo Manso da Floresta‚ÄĚ √© que, atualmente, todos os filhotes que nascem, s√£o machos.

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Foto de Andrew Young

O projeto, chamado oficialmente de ‚ÄúConserva√ß√£o do Muriqui no Rio de Janeiro‚ÄĚ quer estudar melhor este afetivo primata e far√£o um levantamento da situa√ß√£o da esp√©cie para a elabora√ß√£o de um plano de a√ß√£o estadual, mobilizando especialistas da ONG Ecoatl√Ęntica, do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), entre outras institui√ß√Ķes.

Eles pretendem estudar os hábitos deste peculiar mamífero, o que não será tarefa fácil.

Sensível, ele foge com o mínimo ruído, sua agilidade é tão grande que é praticamente impossível persegui-lo.

A desenvoltura do animal na mata, que faz lembrar a agilidade de um atleta olímpico, é um dos argumentos para fazer do muriqui a mascote dos Jogos Olímpicos do Rio.

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Foto de Luciano Candisani

 

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Foto de Fernanda Tabacow

Este macaco s√≥ muito raramente desce ao ch√£o e nunca abandonam os bosques altos entre 600 e 1800m de altitude ao longo da costa onde a Mata Atl√Ęntica ainda existe.

H√° um s√©culo atr√°s cerca de 100.000 muriquis viviam tranquilamente nesses bosques, por√©m,¬† a ca√ßa e as √°rvores abatidas para criar pastagens e n√ļcleos urbanos, o seu territ√≥rio ficou reduzido e fragmentado a uns dez por cento da extens√£o original e o muriqui tornou-se uma das esp√©cies mais amea√ßadas de extin√ß√£o.¬†

 

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¬†Enquanto a Floresta Atl√Ęntica vai sumindo, o Muriqui tamb√©m.

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¬†A devasta√ß√£o profunda que se deu na Floresta Atl√Ęntica, desde que os portugueses pisaram o solo de Pindorama, em 1500, n√£o acabou.

N√£o se fala FLORESTA ATL√āNTICA, mas MATA (que tem um significado mais restrito e urbano do que o de floresta).

Mesmo cobrindo apenas 13% do territ√≥rio nacional, cerca de 70% da popula√ß√£o brasileira encontra-se na Mata Atl√Ęntica.

Inclusive, 10 das 20 cidades com maior popula√ß√£o no Brasil est√£o dentro da Mata Atl√Ęntica.

Hoje apenas 10% da floresta ainda se encontram de forma nativa.

Apesar de reduzida a poucos fragmentos, na sua maioria descontínuos, a biodiversidade seu ecosistema é uma dos maiores do planeta.

 

Remanescentes da Mata Atl√Ęntica no Brasil em 2010[61]

Estado

Remanescente (Km²)

% remanescente

Alagoas

1.498,72

10,02%

Bahia

16.927,34

8,97%

Cear√°

1.502,83

16,50%

Espírito Santo

5.107,53

11,07%

Goi√°s

493,81

4,7%

Mato Grosso do Sul

3.601,21

5,65%

Minas Gerais

27.339,26

10,04%

Paraíba

756,41

11,34%

Paran√°

20.944,01

10,65%

Pernambuco

2.292,72

12,68%

Rio de Janeiro

8.617,66

19,61%

Rio Grande do Norte

485,48

14,12%

Rio Grande do Sul

10.289,90

7,48%

Santa Catarina

22.100,61

23,04%

S√£o Paulo

26.703,24

15,78%

Sergipe

1.098.87

9,17%

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 Um  aliado incrível na campanha Muriqui 2016 é a Conservation International (CI), uma das mais respeitadas entidades de programas ambientais do mundo.

O seu presidente da CI, Russell Mittermeier, bi√≥logo primatologista renomado, j√° vem difundido a candidatura em suas confer√™ncias e defende ‚ÄúO Muriqui tem import√Ęncia t√£o grande quanto o panda gigante da China.

√Č um animal realmente simb√≥lico para o Brasil, pois s√≥ existe no pa√≠s e s√≥ vive na Mata Atl√Ęntica, ou seja, s√≥ h√° registros neste tipo de bioma.

Em reuni√Ķes internacionais tenho falado do esfor√ßo que estamos fazendo para proteg√™-lo” ‚ÄĒ disse Mittermeier

Russell Mittermeier, biólogo primatologista

Paula Breves defende : ‚ÄúA escolha est√° nas m√£os do COB, que pode deixar um legado que para ajudar a salvar o Muriqui e a Mata Atl√Ęntica.

Esta √© uma grande possibilidade pois o Rio tem uma car√™ncia hist√≥rica de conhecimento sobre o seu maior primata‚ÄĚ.

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A campanha da ONG Ecoatl√Ęntica para transformar o primata em mascote ganhou uma visibilidade in√©dita, levando o Muriqui pela primeira vez, de um modo consistente, ao imagin√°rio da opini√£o p√ļblica.

O trabalho est√° no caminho de tornar o maior primata das Am√©ricas uma das mais importantes esp√©cies-bandeira da Mata Atl√Ęntica e um s√≠mbolo da defesa global da biodiversidade.

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Falando-se de diversidade, na sociedade dos Muriquis n√£o existe predomin√Ęncia de machos sobre f√™meas.

Eles se conservam em seu bando toda uma vida, ela procura outro bando na sua adolescência.

Enquanto outras espécies se agridem na disputa da cópula, os muriquis compartilham a mesma fêmea e abraçados aguardam sua vez na fila da procriação.

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Sem ci√ļmes ou agressividade.

Com generosidade e solidariedade salta o Muriqui de galho em galho, rumo ao estrelato, divulgando a causa ambiental para todos os cantos do nosso amado planetinha.

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http://www.ecoatlantica.org.br

http://oglobo.globo.com/ciencia/os-ultimos-300-muriquis-macaco-um-dos-animais-com-maior-risco-de-extincao-no-mundo-6489325#ixzz2JBIR4TiJ 

 

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A Casa Viva

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Casa Viva √© uma casa que ‚Äúrespira, acolhe, digere, evacua‚ÄĚ e generosamente, come√ßa tudo de novo, promovendo o bem estar dos moradores e do meio ambiente que ela est√° inserida.

Vai desde a escolha do terreno, funda√ß√Ķes, aproveitamento de √°gua, tratamento dos res√≠duos, fontes renov√°veis de energia, escolha de materiais e outros cuidados e t√©cnicas que crescem a cada dia.

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Uma direção incontestável na arquitetura do século 21.

Cada vez mais, mesmo os arquitetos mais tradicionais, percebem a necessidade de usar e reutilizar materiais e recursos naturais com responsabilidade, ética e criatividade.

Reutilização de janelas de demolição

Reutilização de janelas de demolição

Nada de demolir uma casa tradicional conservada para construir outra ecológica no mesmo local.

O consumo de recursos nessa opera√ß√£o poderia anular as vantagens da nova casa, por√©m se for reformar ou construir e optar por solu√ß√Ķes ecol√≥gicas √© olhar para o futuro/presente e entender que se n√£o nos encaixarmos nos movimentos c√≠clicos, a vida humana estar√°, profundamente, comprometida.

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Há nove passos principais para se chegar a uma Construção Sustentável:
‚ÄĘ Planejamento Sustent√°vel da Obra
‚ÄĘ Aproveitamento passivo dos recursos naturais
‚ÄĘ Efici√™ncia energ√©tica
‚ÄĘ Gest√£o e economia da √°gua
‚ÄĘ Gest√£o dos res√≠duos na edifica√ß√£o
‚ÄĘ Qualidade do ar e do ambiente interior
‚ÄĘ Conforto termo-ac√ļstico
‚ÄĘ Uso racional de materiais
‚ÄĘ Uso de produtos e tecnologias ambientalmente amig√°veis

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Normalmente, as casas verdes tem um gasto inicial cerca de 15% maior, porém, este investimento é retornado em cerca de 2 anos gerando economias de água e energia, além de uma consciência cristalina de estar fazendo a coisa certa.

Telhado Verde

Telhado Verde

Para se manifestar na direção da bioarquitetura, não é necessário morar numa ecovila, casa de árvore, numa oca e nem num ambiente com garrafas pet aparentes.

Voc√™ ad√©qua seu projeto a realidade financeira e est√©tica do seu n√ļcleo.

Não há uma forma pré-estabelecida.

Cada projeto tem suas voca√ß√Ķes e impedimentos.

Importante ousar de forma segura com aux√≠lio de um bio-arquiteto, permacultor ou a nova e milenar modalidade de ‚ÄúEngenheiro de √Āguas‚ÄĚ.

Em Kyoto no Japão, esta sisterna em forma de tulipa, capta a água da chuva que cai no telhado, por esta canaleta e é usada para regar o jardim. Construído cerca de 1.000 atrás.

Com criatividade, tecnologia e empenho, coisas incríveis são construídas:

Neste projeto do arquiteto Henrique Pinheiro, ¬†fotografado por Munir Santaella e publicado pela revista ‚ÄúConstruir mais por menos‚ÄĚ √© um exemplo claro de como pode-se construir uma casa bio-arquitetada investindo 50% a menos de dinheiro.

 

Foto de Munir Santaella

‚ÄúOs tijolos de adobe foram constru√≠dos com terra, √°gua e palha de arroz, tudo retirado do quintal‚ÄĚ, diz o propriet√°rio Ant√īnio Zayek.

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Outra característica fundamental das casas vivas é o tratamento das águas negras (banheiro) e águas cinzas (cozinha e torneiras).

As águas negras podem se transformar em energia através de um biodigestor ou em canteiros de evapotranspiração que enfeitarão o jardim com lindas plantas ornamentais, terminando num ciclo de bananeiras com frutas potentes e fortificadas.

Já as águas cinzas podem ser reutilizadas com tranquilidade em vasos sanitários, irrigação e limpeza das áreas eternas.

Simples assim.

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Tratamento de √°guas cinzas

A bioarquitetura também dá preferência a mão-de-obra e produtos locais, pois essa é uma forma de incentivar a economia da região e minimizar a necessidade de transporte Рo que reduz o custo da construção e a emissão de poluentes.

 

Neste projeto de Lilian Avivia Lubochinski, todas as portas e janelas restauradas, são de demolição. Foto: Luís Villaça

Se você pretende reformar com mais consciência se atente as dicas :

  • ‚ÄúPodemos, por exemplo, transformar nossos telhados em telhados verdes (equilibram a temperatura da casa),
  • evitar ao m√°ximo usar produtos que vem da extra√ß√£o do petr√≥leo, como os vinis e as tintas comerciais e os pl√°sticos em geral,
  • podemos priorizar usar madeiras certificadas ‚Äď que vem de florestas com um manejo sustent√°vel,
  • fazer hortas ‚Äď mesmo hortas verticais nos lugares pequenos!
  • Podemos trocar a v√°lvula de descarga por uma caixa de descarga com dois modos.
  • Podemos utilizar a energia do sol para aquecer a √°gua do banho e existem aquecedores econ√īmicos para quem n√£o pode pagar os pre√ßos dos que est√£o no mercado.‚ÄĚ

LILIAN AVIVIA LUBOCHINSKI, bio-arquiteta

Diz com toda maestria a veterana bio arquiteta “LILIAN AVIVIA LUBOCHINSKI e complementa as infinitas possibilidades:

  • ‚ÄúJanelas que aproveitam o sol do inverno para nos aquecer e que se abrem para os ventos no ver√£o.
  • Al√©m de toda uma gama de ¬†t√©cnicas de constru√ß√£o que minimizam o uso do cimento para fazer as paredes e as funda√ß√Ķes: o bambu, a taipa de pil√£o, os tijolos de adobe, o pau a pique (revisitado e encantador), a pedra e tantas outras tecnologias sustent√°veis!!! “

Tijolos de adobe, pintados com tinta sem solvente para o ch√£o

Não há desculpa. Há intenção e força de vontade para fazer a sua parte dentro de suas possibilidades.

Os materiais de demolição são uma alternativa ecológica que pode variar de preços infinitamente.

O material de segunda mão quanto mais antigo, mais valioso devido a sua durabilidade, qualidade e estética.

‚ÄúS√£o portas, janelas, grades que duraram, muitas vezes, cem anos e v√£o durar mais cem‚ÄĚ. Diz Celso Fontes, antiqu√°rio.

‚ÄúO melhor deste material est√° na faixa dos 70 anos em diante. Com esta idade, a madeira n√£o empena, n√£o entorta e j√° est√° t√£o seca que dificilmente ser√° atacada por cupim. S√£o as famosas madeiras de lei, como pinho-de-riga, peroba-rosa, ¬†jacarand√°, que n√£o se encontram mais.‚ÄĚ

Dá mais trabalho, porém os resultados são customizados, ecológicos e com sorte, mais baratos e duráveis que materiais novos.

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Veja uma lista da Grande S√£o Paulo:

Antig√£o Demoli√ß√Ķes ‚Äď Avenida Rebou√ßas, 1.449, zona Sul de S√£o Paulo. Telefone: (0xx11) 3086-3552 ou na rodovia Raposo Tavares, 1.780, km 22,6, Granja Viana, Grande S√£o Paulo. Telefone: (0xx11) 4612-4494.

Como Antigamente ‚Äď Rua Alvarenga, 1.075, Butant√£, zona Sul de S√£o Paulo. Telefone: (0xx11) 3814-5755.

Demolidora Tatuap√© ‚Äď Avenida Salim Farah Maluf, 1.795, Tatuap√©, zona Leste de S√£o Paulo. Telefone: (0xx11) 296-8094.

Jaf Demoli√ß√Ķes ‚Äď Rua Alvarenga, 1.882, Butant√£, zona sul de S√£o Paulo. Telefone: (0xx11) 3815-5054.

Oficina de Reciclagem e Restauro Porte du Temps ‚Äď Rua das Flechas, 53, Jardim Prud√™ncia, zona Sul de S√£o Paulo. Telefone (0xx11) 5677-0997 ou 5563-8155.

O Velh√£o Demoli√ß√£o e Restaura√ß√£o ‚Äď Estrada de Santa In√™s, 3.000, Jd. Samambaia, Mairipor√£, Grande S√£o Paulo. Telefone: (0xx11) 4485-1330 ou 4485-1964.

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  • Para saber mais:

Técnicas : www.idhea.com.br

Oportunidade e doação de materiais de construção: http://blog.pclamin.com.br/construcaocivil/?page_id=289

Bioarquitetura:

Lilian Avivia Lubochinski: lilianlubo@terra.com.br

http://lecycpicorelli-bioarquitetura.blogspot.com.br

http://earthship.com/

http://www.archidomus.com.br/

Engenharia de √°guas:

http://fluxusdesignecologico.wordpress.com/

Tratamento de √°guas negras, sempre usando a bananeira como filtro.

Tratamento de √°guas negras, sempre usando a bananeira como filtro.

Alguns N√ļmeros:

Fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/casa/conteudo_235401.shtml

1. TIJOLO DE SOLO-CIMENTO
Por que é ecológico: seca ao sol Рsem precisar ir ao forno a lenha.

A opção por esse tipo de tijolo poupa a queima de sessenta árvores!

Quanto custa*: 380 reais (1.000 tijolos), o dobro do preço da versão comum

Comentário dos especialistas: vale a pena investir no tijolo ecológico.

Como dispensa acabamento com massa corrida, na ponta do lápis não onera em nada o orçamento da obra

 

Tijolos de Adobe secando ao sol

2. MADEIRA COM CERTIFICAÇÃO DE ORIGEM

Por que é ecológica: vem com um selo que atesta que a madeira foi extraída sem degradado solo nem o ambiente de onde foi retirada

Quanto custa: 2 500 reais (o ip√™, por metro c√ļbico) 15% mais cara do que a mesma madeira sem a certifica√ß√£o

Comentário dos especialistas: circula a idéia de que a madeira ecológica tem melhor qualidade, mas não é verdade.

Sua √ļnica diferen√ßa para as outras est√° no processo de extra√ß√£o

madeira-de-demolicao-oferece-um-acabamento-esteticamente-agradavel-em-moveis-e-construcoes

3. SISTEMA DE ENERGIA SOLAR PARA AQUECER A √ĀGUA

Por que √© ecol√≥gico: com essa “mini-usina” caseira gasta-se 30% menos energia el√©trica

Quanto custa: 5 000 reais

Comentário dos especialistas: com a economia na conta de luz, o investimento se paga em dois anos.

Uma ressalva: o sistema não dá conta das baixas temperaturas, quando é necessário recorrer ao aquecimento elétrico

 

Projeto que usa painéis solares e energia eólica

4. SISTEMA DE CAPTA√á√ÉO DE √ĀGUA DA CHUVA

Por que é ecológico: numa região chuvosa a metade da água necessária à família vem desse sistema.

Quanto custa*: 2 500 reais (para uma casa de 100 metros quadrados)

Coment√°rio dos especialistas: compensa investir no sistema.

Além de ajudar a economizar na conta, é garantia de abastecimento de água para o futuro, quando esse pode se tornar um item mais escasso Рe caro

Cisterna fazendo a captação das águas das chuvas

Cisterna fazendo a captação das águas das chuvas

5. ESTA√á√ÉO DOM√ČSTICA DE TRATAMENTO DE ESGOTO

Por que é ecológica: permite reaproveitar a água para tarefas do dia-a-dia, como a limpeza da casa (como não fica 100% limpa, deve-se evitar usá-la no banho ou para beber)

Quanto custa*: 6 000 reais

Comentário dos especialistas: na comparação com o sistema de captação de água da chuva, é mais caro e de uso mais restrito Рse for escolher entre os dois, fique com o outro.

6. L√āMPADA FLUORESCENTE
Por que √© ecol√≥gica: consome 80% menos energia do que uma l√Ęmpada incandescente e dura dez vezes mais

Quanto custa: 15 reais (a de 20 watts) – seis vezes mais do que as l√Ęmpadas comuns

Coment√°rio dos especialistas: compensa por ter vida √ļtil infinitamente mais longa do que a das l√Ęmpadas convencionais – e ainda poupar energia

Abajour de folhas de acr√≠lico com l√Ęmpada fluorescente no centro

Abajour de folhas de acr√≠lico com l√Ęmpada fluorescente no centro

 

 

 

 

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