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Films – Japa Girl



























































                
       
















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Films

JAPA GIRL’S GLAMOUR TV EPISÓDIO 6

Em nosso novo episódio Japa Girl encara mais uma campanha da CHILLI BEANS, desta vez  o tema é EROTIKA onde Japa mostra 4 looks originais e picantes.

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TODAY’S SOUND: DANDY POR ARTHUR MENDES ROCHA

“Dandy” é um filme musical de Peter Sempel, cineasta alemão famoso no circuito underground por seus filmes quase documentais, mas que acabam sendo uma colagem de várias mídias como cinema, música, filosofia, dança e com vários elementos da estética pós-punk.

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O filme foi lançado em 1988 e gira em torno de Blixa Bargeld e Nick Cave, ambos do grupo Bad Seeds e Bliza também do Einsturzende Neubaten (como já falamos aqui).

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Na cena abaixo, Blixa interpreta “Death is a Dandy on a horse” (de onde o filme tirou o seu título e que ele interpreta no início e no final):

“Dandy” é intercalado de músicas de Cave e Blixa, sejam em shows ou ensaiando em bares, em suas casas, além de contribuições de grupos alemães como Dieter Meier (do duo eletrônico sueco Yello), Abwärts, Boris Blank, Mona Mur, além de clássicos de Beethoven, Verdi e Mozart.

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Nesta outra cena, Blixa espera por um ônibus, enquanto alguém lhe atira um peixe morto:

O filme não tem uma história, é um exercício em que Sempel joga várias imagens de dança, música, lugares diferentes, textos filosóficos de Voltaire, natureza, animais, utilizando amigos e colaboradores que incluem Kazuo Ohno (o mestre da dança Butô falecido em 2010) e seu filho Kazuo Ohno, Nina Hagen, Dieter Meier, Campino (vocalista da banda punk Die Toten Hosen e ator de filme de Win Wenders), Gudrun Gut (pioneira da música eletrônica alemã e ex integrante do Neubaten), Lene Lovich (cantora que participou do início do movimento new wave), entre outros.

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Abaixo Cave brinca com uma arma em outra cena do filme:

Até um bule de café, que aparece em mais de uma cena, é creditado como um ator do filme.

Sempel já dirigiu filmes dedicados à Lemmy (do Motorhead), Hagen, Ohno, além de Allen Ginsberg, além de ser amigo pessoal de diretores como Jim Jarmusch, Win Wenders, Dennis Hopper, Kenneth Anger, Jonas Mekas (uma de suas grandes influências e ao qual já dedicou dois documentários) e ter realizado várias exposições de fotos e colagens em todo o mundo.

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Apesar de ter nascido na Alemanha, Semple foi criado na Austrália, onde viveu longe dos centros urbanos e seu amigo era um canguru.

“Dandy” tem várias imagens em cores e p&b, cenas abstratas, filmagens em locações das mais diversas como Marrakesch, NY, Cairo, Berlim, Hamburgo, Madri, Tókio, além do Rio Ganges e as montanhas do Himalaia.

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Abaixo, Nick Cave interpreta, no filme, uma versão acústica de “City of Refuge”:

O filme está disponibilizado em sua totalidade no youtube, conforme link abaixo, e foi exibido pela primeira vez no Brasil na 13ª edição da Mostra Internacional de Cinema de SP.

“Dandy” deve ser encarada como uma obra experimental, onde sonhos, pensamentos, ironias e questionamentos nos mostram a onipresença da morte.

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TODAY’S SOUND: HAMMER POR ARTHUR MENDES ROCHA

Hammer é um dos grandes estúdios de produção de filmes de terror ingleses e teve seu apogeu nos anos 60/70 quando suas películas eram ansiosamente aguardadas.

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O estúdio ficou famoso principalmente com seus filmes em cores fortes e com a presença de mulheres sensuais, criando daí um estilo próprio que foi copiado em várias produções do gênero.

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Além disso, cada produção da Hammer tem um visual bem característico, com direção de arte cuidada, cenários em castelos, calabouços, muita neblina, climas tensos e outros detalhes que se tornaram sua marca registrada: o famoso “Hammer look”.

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A Hammer é baseada em Londres, Inglaterra, e iniciou suas atividades nos anos 30 com o filme ‘The public life of Henry, the ninth”; porém, com a guerra, retornou à atividade somente nos anos 40.

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Seu fundador foi o comediante William Hinds e o nome Hammer teve origem em seu nome artístico, Will Hammer, cujo nome era o que denominava a região onde ele residia, em Hammersmith.

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Nos anos 40, o estúdio se dedicou à produção de thrillers policiais como ‘Death in high heels” até adquirir os direitos de dramas da rádio da BBC.

A companhia enfrentou muitas dificuldades, já que os filmes britânicos não eram tão admirados quanto os americanos e conseguiram sobreviver graças á cota obrigatória para exibição de filmes locais.

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Nesta época, para diminuir custos, eles adquiriram a mansão Bray, em Berkshire, que passou a se chamar Bray Studios e onde várias produções foram filmadas, principalmente após aumentarem o tamanho do terreno que este ocupava.

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A primeira grande produção da Hammer e que estourou foi “The Curse of Frankstein” em 1957 e “Drácula” em 1958, filmes estes que sedimentaram a produtora como a “Hammer House of Horror”.

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Em ambos os filmes, os atores principais eram Christopher Lee e Peter Cushing, nomes que viraram lendas do cinema de terror e que eram exclusivos da Hammer, contribuindo para tornar este um nome respeitável no mundo do terror.

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Um dos grandes negócios do estúdio foi sua associação com outros estúdios ameri-canos, tornando-se distribuidor e assinando várias co-produções com nomes como Universal, Seven Arts, 20th Century Fox, entre outros.

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“The Curse of Frankstein” enfrentou algumas modificações no roteiro, que teve de ser reescrito para se ajustar aos padrões da Hammer, contendo violência e terror gráfico (coisa incomum na época) e a decisão de filmá-lo em cores (estamos falando de 1957) causou polêmica inicialmente, mas mostrou-se uma decisão acertada.

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O filme foi dirigido por Terence Fisher, um dos diretores-símbolo da Hammer, e mostrou-se um sucesso, dando início aos filmes de terror góticos, com sangue e gore em abundância, e tendo seis continuações, todas elas com Cushing no papel principal.

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O próximo na lista era o conde Drácula, mas sua adaptação aconteceu com a ajuda da Universal, que conseguiu o financiamento necessário para realizar o filme, reunindo o clássico time de Christopher Lee como Drácula e Peter Cushing como Van Helsing.

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Esta dupla tornou os filmes de Drácula diferentes dos da Universal, com um aproach mais moderno e atual; o Drácula de Lee é mais sensual, ainda mais assustador quando visto em cores.

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O sucesso foi tanto que o filme bateu recordes de bilheteria na Inglaterra, além de fazer com que a Universal liberasse seu catálogo de filmes de terror para serem refeitos pela Hammer como ‘The mummy”:

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“Drácula” (ou ‘The Horror of Drácula” fora da Inglaterra) originou mais cinco sequências com Lee no papel principal, entre elas, “Drácula, Prince of Darkness’ (que já falamos aqui).

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Outro segredo da Hammer era ter uma equipe quase permanente fazendo filmes, isto fez com que suas produções tivessem este diferencial, com pessoas capacitadas fazendo desde cenários até a trilha destes filmes.

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Durante os anos 60 e 70, a Hammer produziu vários clássicos de terror incluindo “The Plague of the Zombies”, “Quatermass and the pit”, “The devil rides out” e até alguns filmes de aventura como “One Million years B.C.”.

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As estrelas da Hammer, ou as Hammer Hotties (como eram conhecidas), merecem um destaque à parte: mulheres lindas, sensuais, utilizando muito decote e roupas transparentes, loiras ou morenas; elas tornaram o nome do estúdio um verdadeiro celeiro lançador de mitos cinematográficos. Podemos citar: Stephanie Powers (a futura Sra. Hart de “Casal 20” que participou de ‘Die! Die! My Darling”), Joana Lumley (a Patsy Stone de “Absolutely Fabulous”que antes fez “The Satanic rites of Dracula”), Diana Dors (a Marilyn inglesa que participou de “Theatre of Blood”), Stephanie Beecham (‘Dracula A.D. 1972”), Honor Blackman ( a Pussy Galore de James Bond que fez mais tarde “To the devil…a daughter”), Dawn Addams (‘Two faces of Dr. Jekyll”), Ingrid Pitt (“Countess Dracula”, “The Vampire Lovers”), Lesley Anne-Down (atriz que estourou em Hollywood e antes fez “Countess Dracula”), Veronica Carlson (“Dracula has risen from the grave”), Caroline Munro (linda atriz que foi Bond Girl em “The spy who loved me” e antes havia feito “Dracula A.D. 1972”), Barbara Shelley (considerada a grande dama da Hammer depois de estrelar “Dracula, prince of darkness”).

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Bem como Marsha Hunt (“Dracula A.D. 1972”), Yutte Stensgaard (‘Lust for a vampire”), Pippa Steel (‘Lust for a Vampire”), Madeline Smith (‘Taste the blood of Dracula”), Yvonne Romain (“The curse of the werewolf”), Yvonne Monlaur (“Brides of Dracula”), Kirsten Lindholm (“Lust for a vampire”), Valerie Leon (‘Blood from the mummy’s tomb”), Suzanna Leigh (‘Son of Dracula”), Janet Key (‘The Vampire Lovers”), Martine Beswick (‘Dr. Jekyll & Sister Hyde”), Domini Blythe (‘Vampire Circus”), ‘Adrienne Corri (“Vampire Circus”), Hazel Court (a primeira atriz de horror da Hammer em “The curse of Frankstein”), Susan Denberg (“Frankstein created woman”), Valerie Gaunt (“Horror of Dracula”), além de várias outras. Abaixo um video-tributo à algumas delas:

Até Nastassja Kinski, musa dos anos 80 em filmes como “Paris Texas”, chegou a trabalhar num filme da Hammer quando adolescente intitulado “To the devil…a daughter”, um dos últimos filmes que a Hammer lançou nos anos 70.

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Nesta época, também foi realizado um documentário sobre a Hammer intitulado ‘The studio that dripped blood”, que pode ser visto no youtube em cinco partes:

Não demorou muito para que eles enveredassem também para a TV com “Journey to the Unknown” (Jornada ao desconhecido), além de antologias de terror lança-das nos anos 80: “Hammer House of Horror” e “Hammer a House of Mystery and Suspense”.

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Nos anos 00, a Hammer voltou a produzir filmes como ‘Let me in” (refilmagem do ótimo filme sueco sobre uma vampira adolescente) e “The Resident” (estrelando o ícone da Hammer, Christopher Lee).

No ano pasaddo, o estúdio lançou “The Woman in Black” (A Mulher de Preto), com Daniel Radcliffe (o Harry Potter) e que teve excelente bilheteria em todo o mundo e cuja continuação deverá ser lançada no ano que vem.

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O último lançamento da Hammer foi “The Quiet Ones” com Jared Harris (o Layne de ‘Mad Men”), lançado este ano no mercado americano.

A Hammer depois de enfrentar períodos de apogeu e decadência, produz bem menos filmes que no passado, mas mostra que um nome forte e um histórico de filmes marcantes ainda podem fazer a diferença na cultura pop atual.

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TODAY’S SOUND: FASTER PUSSYCAT KILL KILL POR ARTHUR MENDES ROCHA

“Faster Pussycat Kill Kill” talvez tenha sido o filme B de exploitation/grindhouse que mais tenha influenciado toda uma geração de cineastas, a partir dele o gênero tornou-se uma sensação em todo o mundo.

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Grindhouse e exploitation são termos usuais no cinema americano, são os chamados filmes mais trash, com produções mais simples, atores desconhecidos e que usam e abusam de sexo e violência; geralmente eles eram exibidos em programas duplos, até para baratear seu ingresso e atrair um maior número de pessoas.

 Com o tempo, este tipo de filme virou cult, vários diretores foram diretamente influen-ciados por eles, como é o caso de Tarantino e Robert Rodriguez que fizeram um filme chamado Grindhouse que era composto de dois filmes que homenageavam o gênero.

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 O diretor de Faster Pussycat é Russ Meyer, um dos cineastas mais underrated americanos, pois poucas pessoas o conhecem e seus filmes são super inovadores, encarando sexo e violência da maneira mais normal possível.

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Meyer era fotógrafo da Playboy (daí seu bom gosto em mulheres voluptuosas) e já dirigiu vários filmes como “Vixen”, ‘Beyond the valley of the dolls”, “Supervixens”, entre muitos outros, mas nenhum teve a exposição que teve “Faster Pussycat Kill Kill”.

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Meyer tem uma predileção especial por mulheres gostosas, mas elas têm que possuir seios enormes, senão nem são selecionadas para seu casting.

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Lembro que a primeira vez que tive contato com sua obra, em 1990, foi justamente com Faster Pussycat, filme este que fazia parte de um ciclo dedicado ao cineasta e que tive a oportunidade de assistir no Scala Cinema, em Londres, um dos melhores cinemas de repertório do mundo (que infelizmente hoje não existe mais).

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Para um iniciante, Faster pode ser considerado um tanto quanto violento, já que a estória gira em torno de três dançarinas de strip-tease que fazem gato e sapato com os homens e são super fortes, não tendo medo nenhum em partir para a porrada, quando necessário.

É claro que isto causou frisson na época, ver mulheres serem as protagonistas e dominarem os homens, fazer deles mero objetos de seus desejos, sejam os sexuais quanto os mais violentos.

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Estamos falando de 1965, ano em que o filme foi lançado, quando as mulheres lutavam por seus direitos, o feminismo estava no começo e o tema ainda era tabu.

No elenco, nomes que viraram ícones de estilo como Tura Satana e Haji, ambas recentemente falecidas e que ficaram marcadas para sempre por seus papéis no filme.

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 Completando o trio está Lori Williams, como Billie, que faz a linha bombshell, loira, de shortinhos e botas brancas.

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Tura faz o papel da líder da gangue, Varla, que com seu visual todo de preto, com luvinhas e decote ousado, tem uma força física descomunal e domina a todos que ousam enfrentá-la.

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Com seu olhar penetrante, unido a seu busto enorme, Varla causa medo e excitamento.

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Varla já começa o filme apostando corridas com suas amigas, em filmagens feitas no deserto de Mojave, na Califórnia.

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Até que elas encontram um casal e resolvem desafiá-los, claro que o casal sai perdendo, Varla acaba matando o namorado em uma briga e seqüestra a namorada certinha, Linda (Susan Bernard).

A partir daí elas saem estrada a fora até descobrirem em um posto, que um velho senhor que mora nas redondezas, esconde todas suas economias em sua casa.

Este senhor vive com seu filho halterofilista, The Vegetable (Dennis Buch) que na verdade é um bobão e não tem condições de enfrentar as mulheres, é aí que elas vão se aproximar, se convidar para o jantar e seduzir o rapaz enquanto tentam roubar a grana de seu avô.

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 Mas para isso, ainda enfrentarão novos visitantes, a rebeldia de sua prisioneira e outros problemas para porem seu plano em ação.

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Os diálogos são ótimos, com pérolas como: “Honey, we don’t like anything soft. Everything we do is hard” (Querida, nós não gostamos de nada suave. Tudo o que fazemos é pesado.), ou seja, Tura e sua turma não estavam mesmo para brincadeira.

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As atuações não são das melhores, mas isto contribui para a mítica do filme, já que sua mistura de terror psicológico, humor negro, insanidade, suspense, e que nos conquista.

Meyer usa e abusa de planos ousados, linda fotografia em P&B, música sexy, com uma levada jazzy,

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Outro detalhe interessante é que Tura não utilizou dublê em nenhuma de suas cenas, além de assinar um contrato onde previa que toda vez que o filme fosse exibido, vendido, ela deveria ser consultada e levar uma porcentagem na negociação.

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Tura teve sua carreira impulsionada pelo comediante Harold Lloyd, que a incentivou a seguir na profissão, além de ser uma dançarina de burlesco e stripper profissional e também ter sido pedida em casamento por Elvis Presley.

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O que não deixa de ser merecido, já que Tura rouba o filme em cada uma de suas aparições e foi ela mesmo que bolou o seu visual emblemático.

Mas também não podemos deixar de mencionar Haji, no papel de Rosie, falecida este ano, e que tem uma beleza super exótica e uma presença magnética nas telas.

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Inexplicavelmente, o filme nunca foi exibido no circuito comercial no Brasil,  nem nunca lançado em DVD por aqui, só tendo sido exibido em mostrtas de cinema, sessões especiais como o ciclo dedicado à Russ Meyer pelo CCBB em 2010.

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Russ procurou reunir mulheres gostosas, carros velozes e muita violência, mas o filme é mais que isso, tornou-se um ícone, um cult, um filme que não cansamos de ver e rever e que foi eleito por John Waters (o rei do trash) como o melhor filme já feito.

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Exageros á parte, Faster Pussycat deve ser apreciado e já se tornou uma obra célebre da cultura pop, adorado por fãs no mundo inteiro, servindo como referência para editoriais de moda e chegou até a inspirar nome de banda.

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EROTIKA CHILLI BEANS

Figurino: Japa Girl
Assist. de Figurino: Beto Almeida

Inspirada no universo erótico, a coleção Erotika traz óculos, relógios e armações de grau inspirados em 4 universos eróticos: Sado, Ponto G, Sutra e Cabaret.

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PORTO SEGURO – CARTÃO DE CRÉDITO

Figurino: Japa Girl
Assistente de Figurino: Andressa Burgos
Direção: Rodolfo Vanni (Cia de Cinema)

 

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