Bom dia com a paixãozinha da America elétrica, filha de @daniela54321 Posso passar a vida olhando pra essa carinha ❤️Virginia Biddle, atriz e bailarina do Ziegfeld Follies. Hoje no site www.japagirl.com.br/blog/dj-sets/todays-sound-ziegfeld-por-arthur-mendes-rocha/Paixão de lobinho, Tiguelitos ❤️Meu amor Tigre e a roseira roxa. Bom dia, boa semana!
Olha @junmatsui já abriu!!!Blood Moon#Orquídea #DendrobiumNymphea blossom...Cherry blossoms over lake 🌸🌸🌸Viva o sábado de sol!!!
#Orquídea #Miltônia primeira floração comigo 🙅 Primavera chegou!Bom dia! Boa semana!!!

                
       





















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CURRENT MOON


The Great Five

The great five…books about Venice

1) Out of this Century

Confessions of an art addict

The autobiography of Peggy Guggenheim

First published in 1979

Inspiradora a autobiografia de Peggy Guggenheim, que me chamou a atenção inicialmente por ter comprado em 1947 o Palazzo da minha musa mór a Marchesa Casati.

Pertencente da família de milionários das artes os Guggenheim, Peggy (1898-1979), judia, nascida em Nova York,  passou os primeiros 30 anos de sua vida viajando de país em país, trocando de maridos diversas vezes, montando lares e cuidando de seus dois filhos Sinbad e Pegeen, mas foi em Veneza que encontrou a felicidade da sua persona.

Foi uma criança doente, não pode frequentar a escola normalmente e quando tinha 14 anos seu pai morreu no Titanic.

Ele é perfeitamente retratado no épico filme de James Cameron, é o senhor que se recusa a pegar os botes de salvamento e se veste em roupas de gala para se preparar para a morte.

O pai dela, Benjamim Guggenhein, era dos meus.

Então em 1919 herdou uma fortuna de $2.5 milhões de dólares que equivale a $20 milhões mais ou menos, nos parâmetros de hoje.



Japa veste casaco Maria Bonita vintage e gola eduardiana Glória Coelho


Se redescobriu  como patrona das artes, o que ao meu ver ela estava completamente inspirada na Marquesa, apesar de nesse livro não admitir esse fato. (ver post anterior)

Uma vez em Veneza, uma pessoa de sensibilidade básica sente que existe um incentivo ao vestir que está implícito no ar.

Eu sentí isso completamente.

Uma pessoa vestida com peças casuais do dia-a-dia, definitivamente não se encaixa naquele cenário, não combina, é engraçado mas é a mais pura verdade.

Então quando houver a oportunidade de ir até lá, não se esqueça destas palavras que te aconselham e leve na sua mala, pelo menos algumas peças exóticas.

Não irá se arrepender.

Peggy Guggenheim que não me deixaria mentir.

Ela que super usou os seus óculos que viraram sua marca registrada e roupas modernérrimas de vanguarda.

Dona de uma das mais importantes coleções de arte moderna do século XX, entre os artistas que patrocinou estão Ives Tanguy, Paul Delvaux, Kandinsky, Jean Cocteau, Mondrian,  foi super responsável por Jackson Pollock, teve um tórrido affair com Max Ernst, foi grande amiga de Marcel Duchamp, Alexander Calder entre outros modernistas, cubistas, expressionistas abstratos e  surrealistas.

Durante a segunda guerra mundial adquiriu obras de simplesmente Picasso, Miró, Magritte, Dali, Klee e Chagall.

Sua coleção  pode ser vista na íntegra, no que hoje é o Museu Guggenheim de Veneza, no palazzo Venier dei Leoni, lar de antigos leões e da minha diva particular, La Casati.

Peggy escolheu ser enterrada lá ao lado dos seus cãezinhos Lhasa Apsos.


Sem dúvida, Peggy Guggenheim descansa em paz e bem protegida por anjinhos.


2) Diaghilev

A Life

Sjeng Scheijen

2010

Não consigo largar essa biografia de 500 páginas que encantam.

Sergei Pavlovich Diaghilev foi além de crítico de arte, empresário do Ballet e fundador do icônico Ballet Russes que mudou a história dos espetáculos.

De personalidade fortíssima, Sergei Diaghilev transformou  o mundo do ballet, do teatro, da música, das artes visuais, como ninguém antes dele havia feito.

No início de sua carreira Diaghilev, montou um jornal de arte e o seu grupo de artistas e intelectuais consistia simplesmente de Léon Bakst (vide post anterior), Alexandre Benois, Walter Nouvel, Konstantin Somov e Dimitri Filosofov.

Diaghilev que também era profundamente apaixonado por Veneza disse em uma das suas célebres frases: O golpe de gênio de Wagner foi ter morrido em Veneza, pois assim transformou a própria vida em arte, negando assim o caos final da morte.

Só posso concordar!

Até mesmo, “Death in Venice” foi o título usado em um de seus grandes espetáculos.

Em cima da sua tumba, os bailarinos que costumam visitar, deixam suas sapatilhas sobre a pedra, que diz ”Veneza, o apaziguamento da nossa eterna inspiração”.


Retrato de Diaguilev por Aleksandrovich Serov



Todos os grandes talentos da época trabalharam para Diaghilev como seus compositores Igor Stravinski, Claude Debussy, Maurice Ravel e Richard Strauss.

Teve como figuristas desde Bakst seu grande amigo a Nathalia Gontcharova, a Matisse e até Pablo Picasso!

Era do círculo de Gertudre Stein que foi recentemente retratada por Woody Allen em Paris a Meia-Noite por Kathy Bates.

E como não poderia deixar de ser , os grandes bailarinos também eram da sua companhia como Anna Pavlova e um dos maiores de todos os tempos Vaslav Nijinsky  que foi talvez, o maior amor de sua vida.

Amor este que o traiu, casando-se com uma mulher.

Apesar de ser discreto em relação aos seus mais profundos sentimentos, Diaghilev sofria pela dificuldade de viver uma vida abertamente homossexual numa época em que “desvios sexuais” era considerado uma doença.


Nijinsky



Bakst 1921, The Blue Bird



Costume for mandarin by Henri Matisse, 1920



Costume for sea princess by Adolph Bolm for the Ballet Russes



Costume design for a chinese conjurer by Pablo Picasso, 1917



Costume by Pablo Picasso for the Ballet Russes, 1917



Sketch by Bakst for Nijinsky



Vaslav Nijinski in the Bakst costume above


É um prazer enorme mergulhar nessa época mágica e acompanhar cada momento ilustrado com artistas que delinearam a beleza do século XX.

Meu herói e muso.


Sergei Diaguilev



Diaguilev's resting palce in San Michele, Venice


3) Giardini Secreti a Venezia

Cristiana Moldi-Ravenna .  Tudy Sammartini

Fotografie di Gianni Berengo Gardin

1988

Como sou loucamente fascinada por jardins e plantas, precisei incluir na minha lista um livro que mostrasse os jardins secretos de Veneza.

Existe um clima presente naquele livro/filme The Secret Garden (Frances Hodgson Burnett, 1911) que nos permite entrada a um presente exclusivo da natureza, um pedaço de terra fértil exuberante como mágica.

De tempos em tempos dou mais uma folheada e é sempre um mergulho nessa neblina de sonho de morar lá.

Meu amor aos pássaros e a qualquer bicho necessita de um espaço para viver.

Os jardins são raros, escondidos e pertencem as pessoas de sorte.


Me peeking through a secret gate, in search for the Trachycarpus of Venice


Sempre que viajo analizo a flora e notei a presença do mediterrâneo nas plantas destes jardins

Somos de um país tropical e nem damos conta de que palmeiras não existem em qualquer lugar.

Fiquei contente em notar que o Trachycarpus é na minha visão uma palmeira do mediterrâneo e foi vista diversas vezes em Veneza, já na La Sereníssima tudo cabe, tudo vai, o oriente e o ocidente.


4)Venise `A Fleur D’Eau e 5)Essere Venezia

Fulvio Roiter

1953

Fulvio Roiter é O fotógrafo de Veneza, que melhor retratou essa aura fantasmagórica que eu tanto aprecio.

Italiano, autodidata, começou a fotografar como amador em 1947.

A partir de 1948 começou a fazer parte de um clube de fotografia de Veneza chamado a Gondola Fotográfica, fundado em Veneza por Paolo Monti com o objetivo de promover uma investigação mais penetrante.

Foi com Venise la fleur d’eau que se estabeleceu como fotógrafo de renome internacional.

5)Essere Venezia

1977



Em 1977, com Essere Venezia, se tornou um dos maiores best-sellers da sua categoria.

Na minha opinião a melhor visão de Veneza é dele.


Fulvio Roiter, 1970



Fulvio Roiter

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The Great Five…Songs of the week

À partir desta sexta, vamos começar a fazer uma lista das cinco coisas que mais gostamos na redação do site. Não iremos nos prender apenas em novidades, mesmo porque o gosto aqui é bem diversificado e todas as décadas (e séculos) tiveram canções, filmes e livros memoráveis.

Nesta semana temos single novo de uma banda que me homenageou nos anos 2000, um grupo esquecido da new wave,  o nome do momento da cena indie, uma faixa com gritos sampleadas e uma música do provável melhor disco de rock de 2011.

1- CSS – “Hit Me Like A Rock”

Um dos nomes brasileiros mais bem sucedidos no exterior retorna com uma levada reggae sexy em seu mais recente single , que antecipa o lançamento do sucessor de”Donkey”. Elas contaram com a participação do dândi Bobby Gillespie do Primal Scream  nos backing vocals. Já está na minha playlist.

2-Kissing The Pink- “Watching Their Eyes

Um dos nomes mais variados da new wave ressuscitou por aqui. Ouvir um disco deles é como ter uma amostra de tudo que rolava de legal naquela época. “Watching Their Eyes”é a porção dark deles num mix de pós punk e ópera.

3- Metronomy- “The Look”

O grupo britânico é presença garantida nos iPods de todos os moderninhos do planeta graças a  eficiente “The Look”, parte integrante do elogiadíssimo  “English Riviera”. Por aqui, tem tocado com certa frequência.

Yello- “Heavy Whispers”

A dupla suíça que ficou famosa pelo tema do filme “Ferris Bueller’s Day Off”, nunca foi reconhecida justamente pelo grande público por outros singles. “Heavy Whispers”simula a experiência de ouvir um filme de suspense.


5-Foo Fighters- “Bridges Burning

Confesso que passei um tempo sem muita paciência para o Foo Fighters. Até lançarem o perfeito “Wasting Light”. Estou viciado nesse álbum e a faixa de abertura é um pontapé na porta para ouvir todo o álbum. Deus abençoe Dave Grohl.

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