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Travels – Japa Girl












































































    Unforgetable veggie lunch exxxperience!
Thank you so much @saporebrasil @pietroleemann @lideresempreendedores 
Risoto com aspargos verdes e abóbora, contraste de mousse de couve-flor defumada e arroz silvestre crocante.Happy Sunday!
Plantio de mais de 320 árvores nativas da nossa Mata Atlântica para #florestadebolso de Ricardo Cardim. @fabricadearvores 😉RIP #leeradizwill and #rudolfnureyev 🖤🖤Wake up, Mthrfckrs! 
#10yearchallengeHappy Halloween from Vampirina 🖤“The Proposal” ( between 1880 - 1889) by Knut Ekwall (Swedish - 1843 - 1912)Full purple bloom galore!
#flordesaomiguel #violeteira #ravenala #kaizukaPapa Pirate & Mama Mermaid
#agathalunaJust opened! #cattleyaThe Death of Cleópatra 
Jean Andre Rixens - 1874

                
       
















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CURRENT MOON


Travels

Labirintos, o Caffé Florian e a descoberta do joalheiro dark.

Poucas experiências na vida carregam o status de “indescritível”.

E ao procurar palavras para descrever os Labirintos de Veneza, defino que é realmente indescritível caminhar pela mágica teia de ruas daquela cidade.

Mesmo assim, vou tentar:

Em primeiro lugar, o mistério, sempre.

A cada pequena rua descoberta a sensação de suspense e até mesmo a impressão de estranhas lendas misteriosas, era palpável dentro do peito, que pulsava.

Estreitos becos, passagens secretas, silêncios do vento e de hora em hora o som dos sinos das catedrais, são reino livre para a sua imaginação.

Além de cada esquina uma surpresa de beleza decadente praticamente infinita.

Acredito que a combinação do ingrediente “decadente” ou a imperfeição é essencial para que a beleza não seja óbvia.

A medida que o óbvio não desafia.

Em Segundo, a minha noção de mortalidade é ativada perante a visão do tempo e seus fantasmas que lá viveram um dia.

Qualquer simples estabelecimento tem facilmente 300 anos, sendo nossa média de vida apenas 80 anos, me faz pensar como é breve nossa existência.

Caminhando através dos labirintos notei que na arquitetura de Veneza existem muitos elementos orientais destacados e sentia aqui e alí perfumes árabes, turcos, indianos da era bizantina.

Descobri que Veneza floresceu através do comércio, sendo o último portal entre o ocidente e o oriente.

Tão forte foram suas transações que La Sereníssima foi a cidade mais rica da Itália por 500 anos!

E com este rico comércio acontecendo em alto mar as histórias de piratas fazem parte do folclore veneziano assim como Lampião e o cangaço fazem parte do nosso.

Explorar labirintos perdidos num passado riquíssimo entre a neblina que desce no final da tarde, assistir as sombras que dançam sobre as águas, andar sem destino certo, ora adentro um pequeno antiquário, ora entro numa papelaria artesanal, depois tropeço numa loja de tapeçarias raras…assim, quase “extasiada”de tanto glamour, informação e mistério, levanto os olhos e eis que surge…a avenida mais Linda do mundo: o Grand Canal!

Define felicidade pra mim.


Pallazzos talhados em ouro, fachadas cobertas pelos mais nobres mármores, vitrais, escadarias colunas no melhor do estilo rococo, barroco, gótico, bizantino que saem literalmente de dentro da água do mar!



Que engenharia era esta que erguia palácios de sonho em cima da água do mar, há 900 anos atrás pra mim,  é inimaginável.

Artes perdidas, literalmente.

Embriagados após tanta beleza, estamos com fome e vamos conhecer a casa de chá mais antiga da Itália, o Caffe Florian de 1720.

Nas últimas viagens venho pesquisando e colecionando  chás e aprimoro meu conhecimento a cada viagem.

Não apenas isso, venho estudando o ritual e a etiqueta ao degustar um chá.

Noto que a presença de flores é um constante ingrediente em suas composições.

A ideia de beber flores é fascinante p/ mim, pela pureza que representa.

No chiquérrimo Caffé Florian, recomendo o Venetian Rose tea que é um delicado chá preto com pétalas de rosas, levemente bergamota.

Existe um item indispensável aos cardápios que acompanham chás, são leves sanduichinhos em pão de forma sem casca.

Amei o meu pedido que foi um sanduíche de  pasta de camarões e caviar, a verdadeira perfeição.

O Caffe Florian foi inaugurado em 1720 é o café´mais antigo da Itália.

Situado na famosa piazza San Marco foi ponto de encontro de grandes personalidades européias como Goethe, Charles Dickens, Marcel Proust, Gabrielle D’Annunzio, Rousseau, Modigliani, Lord Byron e até o Don Juan mais conhecido de Veneza o Casanova, assim como é até hoje parada obrigatória para os carnavalescos em festa.

Lord Byron

Jacques-Emile Blanche, Portrait de Marcel Proust, 1892

Pequeno e aconchegante, com serviço impecável, não existe nenhum centrímetro desse café que não seja completamente bem decorado com afrescos, pinturas, espelhos e esculturas.

Acho chic uma pessoa incorporar na sua rotina diária, uma passagem pelo seu café de preferência e pedir sempre a mesma coisa; se puder ser o Caffé Florian então…

Japa veste cashcouer H&M, luvas Prada

A caminho de volta para o hotel, acreditando que já havia visto toda a beleza possível por um dia olho para uma vitrine de jóias e alguma peça me fez parar e olhar novamente.

Eram brincos, colares e anéis em formato de caveira e esqueletos em caixãozinhos com olhos de rubi, serpentes cravejadas de brilhantes, camafeus de crystal bisotado, broches de mouros com seus turbantes em ônix, muitas cruzes esmaltadas e lagartos tudo com aspecto de antiguidade como se fosse um baú de tesouros perdido.

Meus olhos brilhavam, literalmente.

Olho para a placa da loja que dizia “Codognato”; nunca ouví falar!

É um acontecimento quando uma “fashionista” como eu, digamos assim, descobre alguma grife nova.

Especialmente nesse caso, onde essa grife representa tudo o que eu gosto e admiro com fervor desde que me dou por gente.

Outro motivo que me deixa bastante feliz, é o fato dessa joalheria ainda ser uma empresa particular, nos dias de hoje chega a ser bastante raro.

Attilio Codognato, atual designer e proprietário vem de uma família de joalheiros situados exatamente no mesmo local, passando o aprendizado de pai para filho desde 1866.

Digamos que a esta altura da viagem já não podia mais cultivar tais esplendores, infelizmente.

Mas só pela descoberta já valeu a pena…pelo menos por enquanto.

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A história das mágicas máscaras de Veneza.

Impossível passear por Veneza e não se deparar com as máscaras que são o principal souvenir da cidade.

Símbolos fetichistas, mal sabia eu que existe toda uma hierarquia de relações entre os personagens estabelecidas a séculos pela Commedia Dell’Arte italiana. Imaginem agora as possibilidades que surgem quando as nossas identidades são cobertas por máscaras!

Diversas histórias são contadas sobre príncipes e reis que aprontavam escapadas protegendo sua identidade e escala social com o simples uso de uma mascara.
Libertador, não?
Fiz então uma pesquisa sobre o rico folklore do carnaval de Veneza, até para melhor escolher a minha próxima psycho fantasia.

O Arlequim é um dos mais populares personagens Zanni ou cômico servo da Commedia dell’Arte italiana. O arlequim tradicionalmente usava uma roupa de remendos e trapos, que evoluiu para a manta de retalhos em forma de losango visto hoje. Sua máscara é preta com uma mancha grande e vermelha na testa, semelhante a um furúnculo.

O aspecto principal de Arlequim era a sua agilidade física. Embora geralmente descrita como bastante estúpidos e gananciosos (no sentido gastronômico) suas acrobacias eram o que o público esperava ver.

Ele normalmente é escolhido como o servo de um innamorato ou vecchio muito em detrimento dos planos de seu mestre. Arlequim muitas vezes tinham um interesse amoroso na pessoa de Colombina, e sua paixão por ela só foi superada por seu desejo por comida ou por medo de seu mestre.


Brighella é um personagem de quadrinhos mascarados da Commedia dell’Arte, um vilão arranque de dinheiro e um parceiro do Arlecchino. Seu traje consistia de um blusa branca larga e calça verde com arremates e muitas vezes era equipado com um battachio ou pastelão. Ele usava uma meia-máscara verde exibindo um olhar de cobiça e ganância sobrenatural.

Ele é vagamente classificado como um dos zanni ou servo embora muitas vezes fosse retratado como um membro da classe média como um dono de botequim. Ele é essencialmente o irmão mais velho, mais esperto e muito vingativo do Arlecchino. Como é típico dos que subiram da pobreza, ele é muitas vezes mais cruel para aqueles que estão abaixo dele na escala social.

Ele é um golpista inveterado. Freqüentemente emparelhado com Zanni, os planos de Brighella eram sempre frustrados pela sua própria inépcia.

Outros nomes: Figaro, Scapin.


Burrattino é um  personagem menor da Commedia dell’arte, uma das mais clássicas. Ele Zanni muitas vezes não é um servo, mas não é bem para qualquer um fazer. Ele é o companheiro raciocínio rápido que poderia ser o hospedeiro ou merceneiro. Se ele não é um funcionário, ele é muitas vezes amigo deles.

Embora apenas levemente popular no palco, Burrattino encontrou sua verdadeira fama no teatro de marionetes. De acordo com Pierre Louis Ducharte, a influência Burrattino fantoche na Itália foi tão grande que “até o final do século XVI, todos marionetes operadas por cordas e um fio foram chamados Burattini, em vez de Bagatelli ou fantoccini, como haviam sido conhecidos até aquele tempo. “

Outros nomes: Pinóquio, Pedrolino.


Capitan Scaramouche é um jovem aventureiro ou um navegador muito antigo, oficial fanfarrão, muitas vezes, espanhol, vestido para matar de capa, chapéu de penas, botas de cano alto, com a espada na cintura.. Ele contou contos extraordinários sobre como ele derrotou um exército inteiro de turcos e levado a barba do sultão, mas quando havia uma pitada de perigo real, ele foi o primeiro a fugir. Ele fez amor com a serva não muito inocente, e tem raiva de seu amante Arlequim. Este personagem, é claro, é ninguém menos que o Glorioso Milhas de Plauto, chamado na Itália, Il Capitano della Valle Spavento Inferno, ou simplesmente Spavento.

Outros nomes: Capitano Scaramouche, Capitaine Fracasse, Capitão Horribilicribilifax, Ralph Roister Doister e Bobadil.


Colombina (significa “pombinha”, em italiano) é um personagem cômico servo da Commedia dell’Arte. Colombina era usualmente vestida em um vestido esfarrapado e remendado adequado a um funcionário contratado. Ocasionalmente, sob o nome Arlecchina ela usaria trajes multi-coloridossemelhante ao seu homólogo Arlecchino. Ela também era conhecida por usar maquiagem pesada ao redor dos olhos e levar um pandeiro, que ela poderia usar para se defender dos avanços amorosos de Pantaleão. Outros nomes: Arlecchina.


Ill Dottore é um aristocrata local e /ou doutor em medicina ou direito ou qualquer outra coisa que ele diz conhecer, que é a maioria das coisas. Ele tradicionalmente é retratado como tendo sido educado em Bolonha. Ele muitas vezes é extremamente rico, geralmente com o dinheiro “velho”, embora as necessidades do cenário pode ter as coisas de outra maneira. Ele é extremamente pomposo, e adora o som da sua própria voz, jorrando palavras em  latim e grego. Sua interação no jogo é geralmente a maior parte com Pantaleão, quer como amigo, mentor ou concorrente.

Ele é normalmente retratado como um homem idoso que só conhece um absurdo. Ele faz muitas piadas cruéis sobre o sexo oposto e acredita que ele sabe tudo sobre tudo. Ele é um homem obeso que goza a garrafa e comida em excesso. Sua máscara é o único que é a máscara apenas na Commedia dell’Arte para cobrir apenas a testa e o nariz. Às vezes, é de cor preta ou então o tom da pele com um nariz vermelho.

Seu traje é geralmente tudo ou quase preto, às vezes com um colar branco. Ele freqüentemente usa um chapéu, e muito, à direita vestes. Se o ator no papel não é, naturalmente, gordo, então ele está preenchido para fazê-lo parecer assim.

Outros nomes: Dottore Balanzone, Dottore Baloardo, Dottore Graziano.


Pantaleão é um avarento, caráter libidinoso com idade a partir da Commedia dell’Arte. Geralmente ele é um comerciante de Viena, um pouco estúpido, gosta de comida e de mulheres bonitas, falante, crédulo, cheio de temperamento, e alvo de todas as piadas, algumas delas muito indecente, mas perdoado no final.

Ele tradicionalmente usa um tapa-sexo grande para fazer propaganda de sua virilidade, que todos ao seu redor sabem que é muito grande.

Outros nomes: Magnifico.


Pierrot (Pedrolino em sua encarnação italiana) é uma figura de ações na Commedia dell’Arte. Pierrot é normalmente retratado como belo, charmoso e gentil, a ponto de se culpar por erros nunca feitos e por causa de sua natureza boa e de confiança é muitas vezes facilmente enganado. A característica notável do comportamento do Pierrot é a sua inocência. Muitas vezes ele é visto como um tolo, sempre sendo enganado e ainda brincando. Apesar de suas suspeitas sobre as coisas, Pierrot sempre acaba confiando nas pessoas e acreditando em suas mentiras. Pierrot é também chamado de lunático, uma pessoa fora da realidade, em um estado de desconhecimento sobre o que está acontecendo ao redor, alguém para quem nada importa, apenas torcendo e jogando o tempo todo.

Pierrot veste roupas brancas, que são por vezes demasiada grandes para ele. Na  sua cabeça, ele usa um chapéu alto e pontudo. Pierrot é muito ocasionalmente representado com uma lágrima em seu rosto, e ele geralmente não usa máscara, o ator é esperado que tenha uma grande variedade de expressões faciais, e esta tradição tem sido usada, pelo menos desde o início de 1600. Seu rosto é, por vezes esbranquiçada com pó ou farinha.

Outros nomes: Pedrolino.

 

 

 

Pulcinella é um personagem clássico que se originou na “Commedia dell’Arte” do século 17, um corcunda que ainda persegue as mulheres. Pulcinella foi o modelo para Punch no Inglês variação de Punch e Judy. Pulcinella se tornou um personagem de ações em marionetes napolitanas. Sua característica principal, a partir do qual ele adquiriu o seu nome, é o nariz extremamente longo, que se assemelha a um bico. Na América, chegou a ser chamado de “Pulliciniello”e “Pulcinella”, relacionado com o pulcino italiano ou pinto. Seu temperamento tradicional é ser mau, cruel e astuto: o principal modo de defesa de Pulcinello é fingir ser demasiado estúpido para saber o que está acontecendo, e seu modo secundário é fisicamente bater nas pessoas.

Pulcinello muitas vezes usa uma máscara preta e casaco branco longo, e tem o cabelo solto e desordenado.

Outros nomes: Punch, Polichinelo, Puccio d’Aniello.

 

Zanni é o arquétipo dos personagens cômico servo da Commedia dell’arte. Seu nome vem de Giovanni (também afirmou Zan, Zane Zuane), um nome típico dos funcionários cujos antepassados emigraram em busca de Veneza para o trabalho dos vales em torno de Bergamo. Opondo-se à Magnifici (mestres), o papel do Zanni é muito variável: bobo, simplório e vulgar. Uma vez dentro do ambiente da cidade Zanni se torna astuto, esperto, intrometido e atrevido. Muitas vezes, ele continua pobre, constantemente com fome.

Bauta é famosa pelo Carnaval de Veneza, pois é o principal tipo de máscara usada durante o Carnaval. Bauta foi usado também em muitas outras ocasiões como um dispositivo para esconder a identidade do portador e status social. Isso permitiria que o usuário agisse com mais liberdade nos casos em que ele ou ela queria interagir com outros membros da sociedade fora dos limites da identidade e da convenção de todos os dias. Foi, portanto, útil para uma variedade de propósitos, algumas delas ilícitas ou criminosas, outros apenas pessoais, tais como encontros românticos.

Esta máscara veneziana era considerada um disfarce ideal por reis e príncipes, que podem circular livremente na cidade sem ser reconhecido, mas foi usado por estranhos também. Fama da Bauta continuou ao longo da Sereníssima República, com as regras de franceses e austríacos que começaram a desaparecer, considerado como um símbolo reacionário.

Bauta é bastante fantasmagórico e com os séculos, a moda era usá-lo com um preto tricorno (os 3 pontas chapéu típico de Veneza), (capa longa de cetim e macramé) zendale e longa capa.

Outros nomes: Zergling, Casanova.


Dama, que apresenta muitas variações elegantes correspondem às senhoras do Cinquecento (o período de Ticiano), que se cobriram de jóias, roupas caras e penteados elaborados. Em nossos dias, este é provavelmente o tipo de máscara mais popular e mais bonita utilizados durante o Carnaval de Veneza.

Outros nomes: Liberdade, Olga, Valeri, Salomé, Fantasia, Regina.

Gatto (gato significa em italiano) é uma máscara de Carnaval tradicional de Veneza. Os gatos foram tão escassos em Veneza que se tornou tema de uma das máscaras mais típicas. Diz a lenda que um homem que possuía nada além de seu velho gato veio a Veneza da China. O gato livrou o palácio de todos os seus ratos e os homens tornaram-se ricos. Quando ele voltou para casa, seu vizinho rico estava verde de inveja e correu para Veneza com a sua mais preciosa seda, pensando que se um mero gato fez o outro homem rico, ele seria enormemente recompensado por esses itens preciosos. Na verdade, o duque prometeu-lhe o seu bem mais precioso em troca de seus dons … e o vizinho foi para casa com o gato!

 

Jester, ou alegre como uma variante do sexo feminino, é um tipo específico de palhaço na sua maioria associados à Idade Média. A partir da Itália, Jester mudou-se para toda a Europa, influenciando o teatro na Espanha, Holanda, Alemanha, Áustria, Inglaterra, e especialmente, na França.

As origens do Jester dizem ter sido pré-histórico na sociedade ocidental tribal. Plínio, o Velho, menciona um bobo da corte real (regius planus) ao narrar visita Apeles “para o palácio do Rei helenístico de Ptolomeu I. No entanto, Jesters são principalmente lembrados em associação com a Idade Média européia. Todos os bobos e tolos naquela época eram considerados como casos especiais a quem Deus havia tocado com uma criança de presente uma loucura, ou talvez uma maldição. Deficientes mentais, por vezes, encontrado emprego, saltando e se comportando de uma forma divertida. No mundo cruel da Europa medieval, as pessoas que podem não ser capazes de sobreviver de outra forma, portanto, encontraram um nicho social.

Jesters normalmente usava a roupa brilhantemente colorida em um padrão heterogéneo. Seus chapéus eram especialmente distintivos, feitos de pano, que eram disquetes com três pontas, cada um das quais tinha um jingle bell no final. As três pontas do chapéu representam as orelhas de burros e de cauda usados pelos bobos em épocas anteriores. Outras coisas que distinguem o bobo da corte foram o riso incessante e simulações  com seu cetro, conhecido como um brinquedo ou Marotte.

Outro nome: Coringa, Louco, Palhaço / Boufon, Narr / Naaror, Juglar e Joker

Moretta é uma máscara veneziana tradicional. Esta máscara foi usada por mulheres de Veneza o ano todo. Moretta é uma máscara oval de veludo preto que era normalmente usado por mulheres que visitavam conventos. Foi inventada na França e rapidamente se tornou popular em Veneza, uma vez que trouxe a beleza dos traços femininos.


 

 

Volto (meio cara em italiano), também conhecido como a máscara do Cidadão, porque foi usado pelas pessoas comuns durante todos os feriados desde os tempos antigos: o dia de S. Marcos ‘s, Sensa dia de festa, S. Vito e Modesto, as festas de S. Stefano são apenas alguns exemplos


 

Dottore Peste é uma máscara de Carnaval veneziano moderno. Esta máscara tem uma história muito original. Um dos piores flagelos para a cidade de Veneza foi sem dúvida a praga, que assolou a cidade em diversas ocasiões. Por isso, o doutor praga não é uma máscara real, mas era um disfarce usado por médicos locais da Praga que passou a visitar seus pacientes vestindo essa roupa estranha.

A roupa do Dottore Peste consistia de um chapéu para mostrar que o homem era um médico, uma máscara para proteger o rosto que incluía olhos de cristal para proteger os olhos do utente e com o bico que era recheado com especiarias e ervas aromáticas para purificar o ar que o médico respirou, um pedaço de pau para empurrar as vítimas que iriam ficar muito perto dele, um par de luvas de couro para proteger as mãos, um vestido exterior encerado, e botas de comprimento total.

 

 

 

 

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O segredo do Hotel Ca’ Sagredo


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Sendo o principal conceito de qualquer hotel, fazer com que o hóspede se sinta em casa, a escolha da hospedagem faz toda a diferença no tom da viagem.

Para nos ajudar nessa escolha, usamos o guia Small Luxury Hotels of the World (www.slh.com)

E não apenas isso.

Escolhi também pensando em cumprir a fantasia de morar num verdadeiro palazzo do séc. XV.

Desde que me dou por gente, meu coração bate mais forte por casas com um valor histórico.

E meu desejo de viver num museu explorando um palazzo veneziano com peças de arte dos sec.XVII e XVIII de Sebastiano Ricci, Giambattista Tiepolo, Niccoló Bambini e Pietro Longhi, tornou-se realidade.

O Ca’ Sagredo, foi recentemente restaurado, fica localizado as margens do Grand Canal, bem ao lado do palazzo Ca D’oro (que merece todo um post exclusivo) foi a nobre residência da poderosa famíla Sagreddo, comerciantes de madeira durante o seu apogeu.

São simplesmente fascinantes as histórias de quem viveu nos palazzos, desde as primeiras famílias até os dias de hoje.

Nosso quarto era espaçoso, boa cama  king com captonê de veludo, lustres e abajures todos de Murano, incrível banheiro de mármore branco rajado de cinzas (aprendi a reconhecer a forma certa de cortar mármore, inclusive) com uma tevezinha plana bem em frente a banheira (delícia).

Mas a suíte mais absurda e portanto o segredo a ser revelado é a “La Suite della Biblioteca”, que era a biblioteca original do seu primeiro proprietário Zaccaria Sagreddo que ainda mantém livros e manuscritos originais preservados.

O restaurante L’Alcova nos recebeu muito bem, com o seu chef alemão Josef Klostermaier  focando em pratos típicos de época e um queridíssimo garçom brasileiro que matou toda a nossa curiosidade sobre como ele foi viver em Veneza.

Recomendadíssimo!

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Assassinato no Expresso do Oriente

Mistérios apimentados, personagens lendários,
podre de chic…


Para evitar o fenômeno moderno que eu chamo de “viajantes enlatados”, pelas companhias aéreas, sugiro fazer viagens de trem.

Para tanto, nada melhor do que o Venice Simplon Orient Express que foi inaugurado em outubro de 1883, saindo de Paris, atravessando os Alpes, Budapeste, Bucareste e Constantinopla.


Forrado de luxos e ricos detalhes o Oriente Express ficou  conhecido pela sua cozinha requintada, vinhos excelentes e  serviço impecável.

Este lendário trem, transportou reis, celebridades e  personalidades sombrias até os anos 1920 onde  encontrou sua glória.

Entre elas, preciso citar três das minhas grandes musas eternas que eram frequentadoras assíduas: a espiã/dançarina exótica Mata Hari, a bailarina Isadora Duncan e a escritora Agatha Christie que escreveu o seu best-seller “Assassinato no Oriente Express” durante uma viagem.

Mata Hari

Mata Hari

Agatha Christie

Isadora Duncan

Após a Segunda Guerra Mundial, outras formas de transporte provocaram o seu declínio e em 1977 levou seus últimos passageiros.

O responsável pelo resgate do fabuloso trem foi o empresário James B. Sherwood, que após gastar 16 milhões de dólares em 1982, restaurou 35 vagões vintage, comprados num leilão da Sothebys em Monte Carlo.

Cada carro possui um nome e tema distinto com uma decoração única  feita por um mestre-artista-bapho, como por exemplo o vagão ‘Côte d’Azur’ que foi detalhadamente esculpida por ninguém menos que René Lalique em 1929;

Mais um exemplo seria o vagão  ponto de encontro essencial de quem viaja o ‘Bar Car’, todinho em estilo Art Nouveau criado por Gerard Gallet em 1931.

Dentro de tais cenários suntuosos, é esperado que o viajante se vista de acordo.

Uma arte perdida, pra quem sabe a quê me refiro…

Digo, não é viagem para levar na mala, a calça jeans de que tanto gosta.

Aquela calça de moleton tão gostosinha então, nem pensar!

Se joga do trem, por favor…

Falando tanto em trens, não consigo deixar de pensar num filme que mudou a minha vida, o Shanghai Express com a diva Marlene Dietrich.

Acredito que não se trata do mesmo trem, mas como estamos nos referindo a viajar com glamour, este filme é pura montação.

Dietrich vive uma ex-prostituta que se torna milionária e viaja pelo mundo com a sua assistente/mucama/valet chinesa, chiquérrima, chiquérrima e só tomba a cada estação.

Em homenagem a tamanho ícone precisei nomear minha filha Rottweiller que está no céu e pra sempre no meu coração, de Shanghai Lili.

Momento lágrimas nos olhos, um minuto de silêncio…

Digno.

Um detalhe importante sobre o código de figurino numa viagem que se preze:

Naquele momento solene onde descemos (ou subimos) da plataforma, faço questão de estar com o casaco somente sobre os ombros, jamais com os braços colocados.

O mesmo serve para barcos e aviões.

Só um detalhe…

Comigo agora, imaginem:

Sentar numa janela art deco, sentir o vento dos Alpes no rosto e o perfume de boudoir antigo ainda resiste no casaco Galliano. Numa mão está o livro preferido de Honoré de Balzac, na outra uma taça de um vinho amadeirado. O som do piano ecoa pela janela, atrás ficou a magia de Istambul e o futuro agora só resta apenas…Veneza.

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Somewhere over the rainbow

Viajo na ala comercial da Alitalia e consigo me identificar com uma sardinha enlatada.

As sardinhas ainda tem uma vantagem sobre mim, já que estão mortas e não podem sentir mais nada.

Promessas no horizonte

Após igualmente apertada baldeação em Roma, primeiros sinais de magia: um arco-íris de duas pontas sorrí pra mim da janela do avião.

Quase chegando, sobrevoando o céu de Veneza, é possível ver a cidade por inteiro de cima e a vista lembra exatamente um cenário de fábulas encantadas.

Do aeroporto Marco Polo, pegamos um taxi aquático,

começa a aventura.

Chegamos (Dr.Denis and I) em veneza com chuva e frio.

Entramos pelo Grand Canal, uma avenida onde o asfalto é feito de água do mar e… Palazzos….que, pra quem me conhece nem preciso dizer, foi amor `a primeira vista.

Estes pequenos palácios parecem brotar no meio da água do mar e como é possível?

Navegando através da avenida mais linda do mundo, primeiro pensamento que tenho: é uma cidade-fantasma!

A gótica em mim acorda.

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Welcome to the Darkness

Venezia, 28 de dezembro, 2010

Na categoria viagens, começo pela última e sem dúvida uma das mais marcantes.

Tenho lembrança de alguns sonhos que tive na infância.

Existia (no meu sonho) um lugar obscuramente mágico de pequenos palácios em decadência, onde eu dançava.

A aura de mistério era palpável entre antigas ruínas, as  janelas acesas na noite; havia música e eu dançava.

Cheguei em Veneza, lembrei imediatamente do meu sonho de infância e pensei: é aqui.

Realizando antigo sonho,  prometo morar em Veneza por pelo menos um ano, chame de ano sabático, seja o que for, não importa.

E tudo o que eu fizer daqui em diante é para me levar pra lá um dia.

Inicio posts da minha pesquisa sobre La Sereníssima com a imagem dessa máscara que encontrei que, por acaso ou não,  é o desenho do meu logo abaixo da janela gótica do hotel em que fiquei hospedada, o Ca’ Sagredo.

Prego!

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