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TODAY’S SOUND: 0S 30 ANOS DO FILME LABYRINTH POR ARTHUR MENDES ROCHA – Japa Girl












































































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TODAY’S SOUND: 0S 30 ANOS DO FILME LABYRINTH POR ARTHUR MENDES ROCHA

Outro aniversário que acaba de ser comemorado é o dos 30 anos de “Labirynth” (Labirinto – A Magia do Tempo), filme de fantasia estrelado por David Bowie e dirigido por Jim Henson.

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Jim Henson, o criador dos Muppets, sempre teve a ideia de fazer um filme sobre gnomos.

Depois de dirigir a fantasia somente com bonecos, “Dark Crystal’ (o Cristal Encantado), Henson começou a discutir a ideia com Brian Froud, ilustrador conhecido por seus desenhos de figuras fantasiosas, que então colaborava com ele, e que foi o responsável pelos designs de ‘Labyrinth”, incluindo também o figurino.

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Froud mostrou seus desenhos para Terry Jones (um dos integrantes do Monthy Python) e este começou a escrever um roteiro a pedido de Henson.

Na verdade foram mais de 25 tentativas de roteiro até se chegar à versão final e que também teve a colaboração de Laura Phillips (de ‘Fraggle Rock”, também com bonecos de Henson), George Lucas (de Star Wars e também um dos produtores de “Labyrinth”), Dennis Lee (poeta e escritor de livros infantis como “Alligator Pie”) e Elaine May (atriz e roteirista, colaboradora de Mike Nichols), porém no filme só foi creditado Jones como único roteirista.

Labyrinth David Bowie the Goblin King, Sarah, Sir Didymus copy

Todas as versões de roteiros foram mostradas a David Bowie, já que Henson fazia questão da participação dele no filme, pois o papel de Jareth, o rei dos gnomos, pedia um popstar a sua altura. Até a bengala que ele carrega lembra um microfone na ponta (o que foi proposital).

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Além de Bowie, Henson chegou a cogitar as participações de Michael Jackson, Prince, Mick Jagger e Sting.

Assim, depois de aprovada a versão final do roteiro, Bowie acertou sua participação no filme, onde ele está com uma peruca a lá Tina Turner (bem arrepiada), maquiagem com lápis preto e olhos bem marcados (com influência kabuki), calças apertadas e bem justas, jaquetas de couro, casacos brilhantes, enfim, ele ficou o perfeito rei dos gnomos, o temido Jareth.

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Bowie dá o charme e sensualidade certa para o papel, já que é ele que leva Sarah (Jennifer Connely) a sair de sua zona de conforto e ir atrás de seu irmão no Labirinto.

Para o papel de Sarah, a menina de 16 anos que não suporta ter que tomar conta do irmão, foi escolhida a atriz Jennifer Connelly, que hoje já é uma atriz bastante conhecida, tendo feito filmes como ‘Requiem for a Dream’ e ganhou o Oscar por “A Beautiful Mind” (Uma mente brilhante).

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Para o papel de Sarah também fizeram testes atrizes como Helena Bonham Carter (que esteve casada recentemente com Tim Burton e já fez vários filmes como “Fight Club” (Clube da Luta), Jane Krakowski (de “30 Rock”), Sarah Jessica Parker (de “Sex & the City”), entre outras.

A estória começa quando Sarah está ensaiando uma peça fantasiosa e seus pais a pedem para que cuide de seu irmão mais novo, Toby, enquanto eles estão fora.

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Sarah se revolta em ter que tomar conta do irmão e profere as palavras que fazem com que os Jareth e seus gnomos o raptem e o levem para o castelo, onde Toby será transformado num gnomo se Sarah não o salvar antes.

Assim, Sarah terá treze horas para chegar até o castelo para salvar seu irmão, mas antes terá que atravessar o labirinto para chegar lá.

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O labirinto é cheio de surpresas: musgos com olhos, portas com figuras falantes, e durante sua trajetória, Sarah vai encontrando criaturas estranhas e deliciosas, todas concebidas pela imaginação absurda de Henson.

Os cenários construídos para o filme são lindos, muito bem executados, além dos bonecos, também incríveis e tudo foi feito pra ao filme sem efeitos especiais, já que era uma época que o CGI ainda não dominava as produções que envolviam fantasia e aventura.

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Aliás, vale citar que o filme foi dos primeiros a utilizar um CGI de animais, já que a coruja que abre o filme foi feita com esta tecnologia.

Os únicos atores humanos são Bowie, Connelly, mais o irmão e os pais dela e os figurantes do baile.

Entre os amigos de Sarah estavam: Hoggle (um boneco anão que exigiu muitos movimentos faciais e que foi conduzido pelo filho de Henson, Brian e também Shari Weiser), Ludo (monstro grande conduzido pelo hoje famoso escultor Ron Mueck e por Rob Mills), Sir Didymus (um gambá conduzido por Dave Goezl e David Barclay), Wiseman (conduzido por Frank Oz, que além de ter feito vários trabalhos com Henson, virou diretor e também manipulou o Yoda da saga ‘Star Wars”), Ambrosius (o cachorrinho que serve de cavalo para Sir Didymus e conduzido por Steve Whitmire e Kevin Clash), entre outros.

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Outro boneco bem interessante é a Junk Lady, com sua cara assustadora e cheia de lixos em suas costas.

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Bowie declarou que teve algumas dificuldades como contracenar com os gnomos, já que as vozes deles saiam de vários lugares, pois os marionetistas tinham que ficar “escondidos” em outras partes. Ele também teve dificuldade de lidar com a bola de cristal que Jareth carrega e fica fazendo malabarismos com esta, tendo sido necessária a presença de um mágico para substituir as mãos de Bowie.

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Bowie canta quatro canções no filme, sendo que uma das mais conhecidas é o tema do filme, “Underground”, que foi lançada como single para divulgar o filme e virou hit nas pistas da época, especialmente pelos remixes lançados. Abaixo o vídeo dirigido por Steve Barron (diretor de “Take on Me” do A-ha e “Billie Jean’ de Michael Jackson), onde ele mistura um pouco de animação e onde participam alguns dos bonecos de “Labyrinth”:

Abaixo uma cena do documentário ‘Inside the Labyrinth”, com cenas dos bastidores da gravação de algumas das músicas do filme, como “Underground”, que teve participação nos backing vocals de Chaka Khan, Cissy Houston (a mãe de Whitney), Luther Vandross, bem como da guitarra do blueseiro Albert Collins:

Outra música famosa do filme é ‘Magic Dance”, na qual Bowie contracena com os gnomos, todos dançando, pulando, e para isso foi necessário a participação de quase 50 marionetistas, incluindo anões que vestiam as fantasias. Abaixo a cena no filme e também o vídeo com os bastidores da filmagem com depoimento de Bowie, que parecia estar se divertindo:

Outra linda música no filme é “When the world falls down’, uma cena de sonho no filme onde Bowie (Jareth) dança com Connely (Sarah), numa espécie de sedução, com dançarinos vestindo máscaras que remetem ao Carnaval de Veneza, com uma atmosfera a lá séc. XXVIII (o filme “Eyes wide shut” também tem uma cena similar):

Abaixo os bastidores da filmagem da cena, do doc “Inside the Labyrinth”:

Outra música de Bowie na trilha é “Within you”, na brilhante cena toda feita em escadarias que lembram os desenhos de escadarias de M.C. Esher:

A trilha foi composta por Bowie juntamente com Trevor Jackson, autor de diversas trilhas para o cinema como “Excalibur”, ‘The Last of Mohicans” (O último dos moicanos”), entre outros.

“Labyrinth” é diversão para família, tanto adultos quanto crianças se fascinam com a estória da garota e suas aventuras neste mundo mágico, habitado por criaturas fantásticas.

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Um rito de passagem da adolescência para a vida adulta, das brincadeiras para um mundo de responsabilidades, “Labyrinth” tem um design de produção impecável, como na cena em que Sarah cai num túnel cheio de mãos, na qual foram necessários cem pessoas para vestirem mãos de látex que formam olhos, rostos, bocas – como vemos na cena abaixo com os bastidores da filmagem:

Quando o filme estreou em 1986, infelizmente este não teve o sucesso e reconhecimento merecido, tendo custado mais de 25 milhões de dólares e tendo arrecadado menos da metade, 12 milhões de dólares, nas bilheterias.

Isto acabou por deprimir bastante o seu diretor, Henson, e este foi o último filme dirigido por ele, que faleceu em 1990.

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Porém, com o passar dos anos, o filme virou cult, sendo apreciado por diversas plateias que até hoje vêm e reveem o filme, seja em DVD, em reprises ou em plataformas de streaming como o Netflix.

Para comemorar o 30º aniversário do filme, recentemente foi exibida uma cópia nova do filme no Shea Stadium, no Brooklyn, em NY, com participação de novas bandas interpretando músicas do filme.

Em setembro, está prevista novas datas em alguns cinemas americanos que irão exibir o filme em comemoração aos seus trinta anos.

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Além disso, terá outro evento com um baile que recria o famoso baile do filme, com participação de Brian Henson e exibição de fotos inéditas do filme, bem como premiação para o melhor figurino.

Também será lançada uma nova edição em Blu-ray do filme, incluindo o documentário, livreto, fotos e extras especiais com depoimentos da família de Henson, Connelly, Froud, entre outros.

E a Amazon lançará a edição exclusiva do DVD incluindo uma réplica da cena da escadaria, como na foto abaixo.

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Também estão previstos lançamentos de games, bonecos, livros e muito mais.

Houve boatos de um reboot do filme, mas nada foi confirmado e parece que não vai mais acontecer (ainda bem).

Uma pena que tanto Henson como Bowie não estão mais vivos para ver como “Labyrinth” marcou tanto a cultura pop que o aniversário de 30 anos não passará em branco e ainda deve conquistar mais público que não teve oportunidade de ver este filme tão especial nos cinemas.

 

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