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TODAY’S SOUND: DAVID BAILEY POR ARTHUR MENDES ROCHA – Japa Girl












































































    Hoje!!!
#climatestrikeLunatic Magic Beware...🦇 Theophile-Alexandre Steinlen “Chat au Clair de Lune”, c 1900Greve Global pelo clima - São Paulo, 20.9.2019! É de suma importância que todos participem dessa greve global. Acontece que a Amazônia, o Pantanal e o Cerrado, continuam queimando, numa destruição avassaladora, apesar da pressão feita até agora. Além disso, incêndios se espalham por diversos cantos do mundo, como Sibéria, Indonésia e o continente africano. Não podemos relaxar, enquanto mudanças significativas sejam aplicadas de fato.Emocionante! Nunca vi passeata igual, com tanta gente. Acordamos. Graças à Deus e Deusa. Não podemos mais permitir que isso aconteça as Florestas e aos Animais. Fora demônio #forasalles #sosamazoniaPor favor assistam!Gigante pela própria natureza e pela própria ignorância 🇧🇷Precisamos ir para a rua protestar urgente!!! Profundamente abalada com a destruição de lugares sagrados, lugares que sustentam a Vida neste planeta! Todos vão sofrer as consequências desse desmatamento e queimadas! Árvores de 500 anos já eram! Estão encontrando animais queimados, jamais estudados ou conhecidos pelo homem! Estamos sentenciando nossa existência. #prayfortheamazonÉ com profundo pesar, estão cortando uma pequena floresta de no mínimo 70 anos, que cresceu numa casa desocupada. Ainda que haja autorização da PMSP e compensação em outro local, como fica o entorno? Quem irá compensar os morcegos e periquitos que moram nessas árvores?Unforgetable veggie lunch exxxperience!
Thank you so much @saporebrasil @pietroleemann @lideresempreendedores 
Risoto com aspargos verdes e abóbora, contraste de mousse de couve-flor defumada e arroz silvestre crocante.Happy Sunday!
Plantio de mais de 320 árvores nativas da nossa Mata Atlântica para #florestadebolso de Ricardo Cardim. @fabricadearvores 😉

                
       
















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CURRENT MOON

TODAY’S SOUND: DAVID BAILEY POR ARTHUR MENDES ROCHA

David Bailey é um dos maiores fotógrafos britânicos vivos; já inspirou filmes, teve romances com algumas das mulheres mais estilosas do planeta, além de ser um dos responsáveis pela swinging London e toda uma inovação na fotografia de moda e das celebridades.

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Bailey nasceu em uma família simples, no East End londrino, era disléxico e nunca foi muito chegado nos estudos. Ele gostava de observar a atmosfera ao seu redor até optar pela fotografia.

Ele viveu sua infância e adolescência durante um período conturbado: a Segunda Guerra Mundial, onde presenciou sua cidade (incluindo sua casa) ser bombardeada pelos alemães.

Sua família o levava muito para se esconder nos cinemas, pois era mais barato que ligar o gás em sua casa, até o cinema que frequentava ser bombardeado. Ele declara que os alemães mataram Mickey e os personagens Disney, pois acabaram com o cinema onde ele via seus desenhos favoritos.

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Aos quinze anos, ele abandona de vez a escola e procura se empregar; seu primeiro emprego foi em um pequeno jornal, até ser chamado para servir pela Força aérea britânica em Singapura.

Ao retornar, ele adquire sua primeira câmera, uma Rolleiflex, inspirado pelo trabalho de fotógrafos como Henri Cartier-Bresson, especialmente pela foto ‘Kashmir” (foto baixo).

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Logo ele consegue trabalho como assistente do fotógrafo de moda John French, um dos mais respeitados na Londres do final da década de 50.

No estúdio de French, ele aprende vários macetes de como deixar uma modelo ainda mais atraente e começa a fazer algumas experimentações próprias. Uma de suas primeiras inovações foi a maneira como fotografou um editorial de inverno, com a modelo agachada e dando de comer para um esquilo.

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Em 1960, ele casa com Rosemary Bramble, que o apresenta para John Parsons, diretor de arte da Vogue britânica e aonde vai realizando seus primeiros trabalhos.

Neste período ele conhece aquela que será a sua primeira grande musa: Jean Shrimpton, mais conhecida como “the face of the 60’s”, uma das mulheres mais lindas que a moda já produziu.

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David Bailey's box of pin-ups series; Jean Shrimpton 1965

Em 1962, ele é chamado para um trabalho pela Vogue: fotografar um editorial intitulado ‘Young Ideas Goes West”, com locações em Manhattan. Bailey só aceita o trabalho se Shrimpton fosse a modelo. A revista resiste, mas acaba aceitando suas condições.

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Estas fotos se tornariam históricas, pois foi um dos primeiros editoriais que explorou a locação de maneira original, com Shrimpton vagando pelas ruas com um ursinho de pelúcia e tendo ao fundo anúncios, cabines de telefone, grades de quadras de basquete, numa atmosfera de pop-art.

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As fotos surpreendem a todos ao serem publicadas e chama a atenção do mundo inteiro, especialmente de Diana Vreeland, que convida Bailey e Shripton para fotografarem para a Vogue América. É célebre a frase que Vreeland fala aos dois chegarem lá: ‘Parem tudo, lá vem os britânicos”.

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Este episódio foi tão importante na moda que gerou um telefilme da BBC “We’ll take Manhattan”, de 2012, com o atores Aneurin Barnard e Karen Gillan fazendo os papéis de Bailey e Shrimpton respectivamente e que podemos ver o trailer abaixo.

Eles eram o casal do momento, tanto profissional quanto romanticamente, tendo ele fotografado capas e vários editoriais com ela para as Vogues.

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Bailey era muito atraente, ele conquistava facilmente as mulheres que se entregavam para ele tanto na frente quanto atrás das câmeras, atraídos pelo seu jeito rebelde, bad boy, com ares rock n’ roll.

Bailey, junto com os fotógrafos Terence Donovan e Brian Duffy (que formavam a Black Trinity), fazia parte de um movimento da cultura britânica que reunia moda, música, comportamento, era uma juventude efervescente que tomava conta das artes, da noite, circulava pelos clubs da moda e pela King’s Road e que ficou conhecida no mundo inteiro como a Swinging London.

David Bailey

O movimento foi tão forte que inspirou o filme ‘Blow-Up” de Michelangelo Antonioni e que se baseou em Bailey para compor o fotógrafo que é o personagem central do filme.

Uma das primeiras fotos de Mick Jagger que circularam nas revistas de moda foi feita por Bailey, já que os dois eram amigos, pois Jagger era namorada da irmã de Shrimpton na época.

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O primeiro livro de fotografias de Bailey foi lançado em 1964, “Box of Pin-ups” e causou alvoroço, já que reunia as celebridades da época (como os Beatles), mais gangsters (como os irmãos Krays), mais astros do cinema (como Terence Stamp e Michael Caine)) e a realeza (Lord Snowdon). Este foi um dos motivos pelo qual não foram feitos muitos exemplares e nem uma edição americana. Hoje esta caixa está fora de catálogo e vale pelo menos umas 20 mil libras.

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Outra foto famosa de Bailey nos anos 60 foi a de Marianne Faithful (que ele conheceu através dos Stones), que ele declara ter sido inspirada nos filmes de Bergman como ‘O Sétimo Selo”.

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Aliás, a primeira capa de um disco dos Stones (incluindo Brian Jones) também foi fotografada por ele.

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Em 1965, ele conhece, através de seu amigo Polanski, Catherine Deneuve e se apaixona por ela, vindo a casar no mesmo ano.

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Um pouco desta história é contada no documentário “The Real Blow-Up”, produção da BBC2 e que merece ser assistido:

Enquanto isto, ele continuava fotografando para a Vogue como freelancer, sendo considerado a energia, a eletricidade e o talento que fazia a revista acontecer nesta época.

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No final dos anos 60 e início dos 70, ele também dirige comerciais (para clientes como a Cadbury) e documentários tendo como assunto Cecil Beaton, Andy Warhol e Luchino Visconti.

Nesta época, ele também conhece a socialite e modelo Penelope Tree, outro dos rostos marcantes dos 60’s, e fica fascinado por ela. Não demorou muito para que ele deixasse Deneuve, se divorciando dela em 1972.

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Em 1975, ele casa com outra modelo, Marie Helvin, uma das mais badaladas modelos inglesas dos anos 70.

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Bailey irá lançar vários livros durante sua carreira entre eles “Trouble and Strife”, ‘Nudes 1980-84”, “Rock and Roll heroes”, entre outros.

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Nos anos 80, ele será o fotógrafo oficial do Live Aid, fotografando os músicos envolvidos como Freddie Mercury, Paul Weller, Bob Geldorf, Duran Duran e mais.

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Em 1987, ele ganha um prêmio no Festival de Cannes por um filme produzido para o Greenpeace.

Além disso, também irá lançar um filme em 1995 com sua nova mulher (com a qual é casado até hoje), a também modelo Catherine, e intitulado “The Lady is a Tramp”.

Em 1998, ele dirige outro documentário sobre modelos: “Models Close-up” para o Channel 4.

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Durante os anos 00, Bailey continua produzindo, lançando novos livros, fotografando novas personalidades do momento, contribuindo para revistas de moda, além de ser nomeado Comandante da Ordem do Império Britânico pela rainha.

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Recentemente ele teve uma grande retrospectiva (a maior de sua carreira) na National Portrait Gallery em Londres, intitulada “Stardust” e com mais de 250 retratos de algumas das personalidades mais marcantes do século XX e XXI como Nelson Mandella, David Bowie, Rudolph Nureyev, Karl Lagerfeld, Andy Warhol, Jane Birkin, Jack Nicholson, Kate Moss, Francis Bacon, Bob Dylan, Alexander Mcqueen, Grace Jones, Roman Polanski, e muitos outros.

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1 Comment
  1. Uma aula, valeu Arthur!