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TODAY’S SOUND: DAVID LYNCH E CRAZY CLOWN TIME POR ARTHUR MENDES ROCHA – Japa Girl



























































                
       
















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TODAY’S SOUND: DAVID LYNCH E CRAZY CLOWN TIME POR ARTHUR MENDES ROCHA
David Lynch é um cara genial, seus filmes são sempre uma aula de cinema, com seus temas bizarros e nos falando sempre do lado dark das coisas, seja em “Blue Velvet”, “Eraserhead”, “Elephant man”, “Wild at heart”, “Mulholland drive” até a incrível série de TV “Twin Peaks”.



Para quem conhece os trabalhos de Lynch, sabe da importância que as trilhas sonoras têm em cada um de seus filmes, elas dão o mood de cada cena, são climáticas, assustadoras ou mesmo tranqüilas, dependendo da cena onde participam.

Lynch vai lançar agora no dia 07 de novembro, sua mais nova empreitada: o álbum “Crazy Clown Time”, que já pode ser ouvido no site www.npr.org.



Ele já havia participado recentemente da compilação “Dark night of the soul”, cantando ao lado de Danger Mouse e Splarkehorse, mas agora ele lança um álbum completo onde ele canta em todas as faixas.

Parece estranho, mas o álbum nos dá bem esta sensação de uma beleza estranha, afinal é assim que Lynch nos conquista. O primeiro single já é uma surpresa, pois é uma faixa dance eletrônica, com uma boa batida para dançar e com os vocais de Lynch em vocoder chamada “Good Day today”, que lembra Underworld (com quem ele foi confundido quando a faixa tocou pela primeira vez no programa de Jason Bentley na KCRW de Los Angeles).

A faixa fez sucesso logo de cara, ela não fará feio em pista nenhuma e já foi comprada pelo selo dance Sunday Best Recording, que deve lançar os remixes somente em janeiro de 2011.

Como um lançamento de Lynch não poderia ser igual aos outros, foi lançado um concurso do melhor vídeopara esta faixa e o vencedor, escolhido pelo próprio Lynch, foi o diretor Arnold de Parscau, que fez um video bizarro bem lynchiniano, conforme vemos abaixo:


O lado B do single é outra música de Lynch chamada “I know”, mais downtempo e com um vocal diferente da anterior. A música também entrou na competição de vídeos e abaixo podemos conferir o vídeo vencedor:


O disco é como se fosse uma trilha de um filme de Lynch, suas letras são enigmáticas, Lynch canta em todas as faixas e bem diferente uma da outra sempre com um efeito em sua voz.

Uma das faixas mais bacanas é “Pinky’s Dream’ com o delicioso vocal de Karen O. (vocalista dos Yeah,Yeah,Yeahs):


As inspirações de Lynch vão desde sonhos até a meditação transcedental, que ele é super adepto desde os anos 70 e chegou até a escrever um livro a respeito chamado “Catching the big fish”.

Lynch participou de cada detalhe do disco, compondo todas as músicas e produzindo ao lado do engenheiro de som Dean Hurley, como podemos ver nas cenas abaixo no estúdio de gravação:


Vale à pena dissecar cada faixa do disco, não tem como não nos sentirmos dentro de um filme dele, as orquestrações, as slide-guitars, os blues, tudo faz parte do universo sonoro e das ambientações criadas por David Lynch.

Enquanto ele não faz um novo filme, Lynch não para de criar, ele acabou de abrir um nightclub em Paris chamado “Club Silencio” (em homenagem ao club que aparece no filme “Mulholand Drive”) e também está fazendo litogravuras, bem como curando a exposição “Mathematics – a beautiful nowhere” na Fundação Cartier em Paris.
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