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TODAY’S SOUND: DIAMANDA GALÁS POR ARTHUR MENDES ROCHA – Japa Girl












































































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TODAY’S SOUND: DIAMANDA GALÁS POR ARTHUR MENDES ROCHA

O post de hoje é sobre uma das grandes divas do gótico, que incorpora elementos da música e poesia em suas performances: Diamanda Galás.


Diamanda Galás é muito mais que uma simples cantora: ela é uma performer, uma artista que vai muito além de qualquer gênero, com um forte posicionamento político contra as injustiças sociais.



Seu alcance vocal é estupendo, trabalhando ao máximo o seu vibrado, interpretando canções de dor, tortura, sofrimento, amores não correspondidos (as chamadas torch songs); ela passeia por vários estilos como música clássica, jazz e blues de uma maneira única e especial.

Suas origens vêm da Grécia e Anatólia, sendo que seus pais a encorajaram a estudar piano desde cedo, bem como música clássica e jazz e aos 14 anos ela já fazia solos de piano para a orquestra sinfônica de San Diego, na Califórnia.



Sua primeira performance foi no festival de Avignon em 1979, onde era a protagonista da ópera ‘Um jour comme l’autre” de Vinko Globo, baseada na documentação da anistia internacional sobre a tortura e prisão de uma mulher turca injustiçada.
Ela alcançou a fama internacional com suas performances chamadas “Wild women with steak knives” de 1980 e o álbum “The Litanies of Satan” de 1982, cuja performance pode ser vista abaixo:


Outro trabalho seu bem polêmico é “Plague Mass” um réquiem para as vítimas da Aids, que ela interpretou na catedral St John the Divine em NY e lançou uma gravação ao vivo em 1991 e onde um dos destaques é a música “Let my people go”, com ela ao piano:


No disco “The Singer” (de 1992), ela canta standards de jazz, gospell e blues como “Gloomy Sunday”, já interpretada por Billie Holiday, Bjork e Portishead:


Funerais, rituais pagãos, óperas, poesias de Baudelaire, Pasolini, os mais diferentes temas controversos e manifestações artísticas estão presentes no trabalho de Diamanda Gálas.
Além de já haver lançado vários discos, entre eles duas colaborações com John Paul Jones do Led Zeppelin, sua música também serviu como temas musicais nos filmes “Dracula” de Coppola, “Natural Born Killers” de Oliver Stone, bem como em trabalhos de Derek Jarman, Wes Craven, Clive Barker, entre outros. Galás mora em NY desde 1989 e seu disco mais recente é “You’re my thrill” de 2009. Em abril deste ano ela estreou no festival performático de Spill (realizado na Inglaterra) um filme baseado na sua performance “Schrei 27”.

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