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Today’s Sound: Diana Ross por Arthur Mendes Rocha – Japa Girl












































































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Jean Andre Rixens - 1874

                
       
















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CURRENT MOON

Today’s Sound: Diana Ross por Arthur Mendes Rocha

Ela foi a musa inspiradora de Michael Jackson, a líder das Supremes, inspirou a peça e o filme “Dreamgirls”, além de ser a deusa da gravadora Motown; o post de hoje é dedicado à Diana Ross!

Diana nasceu em Detroit, em 1944, de uma família simples, filha de um operário e uma professora. No começo, Diana não mostrou interesse pela música e sim por moda, ela sempre teve desde pequena um senso fashion que se refletiu em sua carreira.

Foi somente em 1959, que ela chamou a atenção por seus belos traços e sua figura alta e esguia e foi contratada para participar do grupo feminino Primettes, no qual também estava Florence Ballard, que mais tarde faria parte das Supremes.

Diana convenceu seu vizinho e ex-namorado, Smokey Robinson, agora vice-presidente da gravadora Motown, a fazer um teste de audição com as Primettes e foram ouvidas pelo presidente da gravadora, Barry Gordy. Ele pede para que primeiro elas terminem o ensino médio antes de lançarem-se como cantoras, mas Ross persiste e acaba fazendo bicos como backing vocal em gravações da Motown, além de ser secretária de Gordy.

Diana sabia que um dia seria uma estrela, ela insistiu em ficar fazendo algo na Motown para finalmente assinar com a gravadora como The Supremes, ao invés de Primettes. Ela usa todo seu senso de estilo para transformar o visual das três integrantes (a elas também juntou-se Mary Wilson), pesquisando nas revistas Vogue e Harper’s Bazaar, a inspiração de muitos dos looks glamourosos para as Supremes.

Em 1963, elas conseguem o seu primeiro número um nas paradas, a música “Where did our Love go”. Entre 1964 e 1967, o mundo era das Supremes, elas tiveram nesta época dez singles que chegaram ao número um do top Billboard, entre eles “Stop! In the name of Love”, “Baby Love”, “You keep me hanging on”, “Love is like na itching in my heart”, “Can’t hurry Love”, entre outros, só ficando atrás dos Beatles em vendagens:

Mas, Florence nunca se conformou com a liderança de Diana no grupo e do protecionismo de Gordy para com ela e começa a causar vários problemas como se apresentar alcoolizada, além de brigas constantes que a fazem ser afastada das Supremes. Depois de sua saída, elas passam a se apresentar como Diana Ross & the Supremes, com a nova integrante Cindy Birdsong.

Mesmo assim, a animosidade de suas companheiras continua e Diana começa a apresentar traços de ansiedade e desordens alimentares, desligando-se do grupo em 1970 para dedicar-se à carreira solo.

Ela inicia a nova década com o álbum “Diana Ross” que vai gerar o primeiro hit solo de Diana: “Ain’t no mountain high enough”, composto pela dupla Ashford & Simpson:

Quando a Motown se muda para Hollywood, Diana é a estrela máxima da gravadora e estrela a primeira produção desta para o cinema, “Lady sings the blues”, como Billie Holiday, papel que lhe rende uma indicação ao Oscar.

Em 1973, ela lança um álbum de duetos com seu amigo e colega de gravadora Marvin Gaye: “Diana & Marvin”, mas os dois tem problemas na gravação, já que Diana estava grávida e Marvin não parava de fumar maconha, logo eles acabaram se desentendendo e gravando a maioria das faixas em estúdios separados:

Em 1976, ela estrela outra produção da Motown para o cinema, “Mahogany”, sobre uma modelo e sua busca pelo sucesso em NY. O filme foi massacrado pela crítica, mas foi bem de bilheteria e a música tema, “Do you know where you going to” alcançou o primeiro lugar:

Durante os anos de 1976 a 1980, ela adere à febre disco e lança vários singles de sucesso nas pistas de dança como “Love Hangover”. Mas é com o álbum “Diana”, produzido por Nile Rodgers e Bernard Edwards do grupo disco Chic, que ela arrebenta com os hits “Upside down” (que no vídeo abaixo tem a participação de Michael e todo seu suingue) e “I’m coming out”:

No final dos anos 70, ela também estrela aprodução de “The Wiz”, uma espécie de versão musical de “O mágico de Oz” onde contracena com um elenco todo negro, tendo como destaque Michael Jackson.

Com a chegada dos anos 80, Diana tem mais hits com “Endless Love” (dueto com Lionel Richie) e “Missing you” (homenagem ao seu falecido amigo Marvin Gaye), mas estes serão seus últimos sucessos em vendagens. Ela continua a lançar discos, mas que não alcançam a mesma repercussão do passado.

Nos anos 90 e 2000, Diana diminui bem seu ritmo de turnês e gravações, dedicando-se mais à família.

Em 2003, a diva acaba indo para uma clínica de reabilitação por dependência de drogas e álcool e em 2004 é presa dirigindo embriagada pela contramão.

Michael Jackson também foi muito importante em sua vida, já que Diana praticamente lançou o Jackson 5 em seu programa de TV e ao ser anunciado o testamento de Jackson, ele deixou a guarda de seus filhos para ela, no caso da mãe verdadeira vir a falecer.

Diana nasceu para ser uma estrela, sempre esteve no spotlight na maior parte de sua carreira, gerou brigas e controvérsias, mas uma coisa não se pode negar: sua voz é brilhante, uma das maiores intérpretes da música negra americana de todos os tempos, ela inspirou divas como Beyoncé e recentemente voltou aos palcos com uma nova turnê que deve continuar em 2012.

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