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TODAY’S SOUND: CARPENTERS POR ARTHUR MENDES ROCHA

A dupla de hoje é um duo pop que vendeu nada menos que cem milhões de cópias de seus discos, eles são os irmãos ‘Carpenters’.

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O Carpenters (os carpinteiros em tradução livre) era formado por Richard e Karen Carpenter e desde pequenos eles já tinham contato com a música, pois seu pai era admirador de vários grupos pops e Richard já começa a tocar piano com oito anos de idade, enquanto Karen só manifesta desejo de seguir a carreira musical na sua adolescência.

Aos quinze anos, Richard estudava piano em Yale e participava de um trio que se apresentava na cidade de New Haven, em Connecticut (sua cidade natal).

Por volta de 1963, a família se muda para a Califórnia e na universidade, Richard é convidado a participar de uma banda colegial.

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Enquanto isso, Karen treinava a tocar bateria e ensaiava em casa, já pensando na ideia de formar sua própria banda.

Aos quinze anos, ela e o irmão formam o Carpenter Trio, com mais um colega de Richard, Wes Jacobs, e seu repertório era basicamente de jazz.

A voz de Karen, um de seus maiores talentos, começava a se desenvolver e mesmo a banda sendo mais instrumental, ela experimenta cantar em algumas canções.

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Eles acabam participando de uma audição para o selo Magic Lamp, que procurava novos talentos, e assinam com eles, lançando dois singles como Karen Carpenter. Um deles era ‘Looking for Love”:

Porém o selo não tinha uma boa distribuição e acaba não dando certo.

O Richard Carpenter Trio consegue uma boa posição no concurso “The Battle of Bands”, no Hollywood Bowl, em 1966, com musicas como a versão jazzística de “The Girl from Ipanema”, com a qual eles vencem o concurso:

Agora o trio começa a ser procurado por outras gravadoras que se interessam em lançar discos deles, como a RCA, com quem eles assinam e gravam onze faixas, incluindo “Flat Baroque”:

Porém a gravadora não vê muito futuro numa banda de jazz, já que o que estava pegando na época era o rock psicodélico e os dispensa.

Os dois irmãos se unem a outros colaboradores e lançam um novo grupo, o Spectrum. Mesmo abrindo alguns shows em lugares como o Whisky A-Go-Go, o grupo tem pouca duração e os Carpenters voltam a ficar sozinhos.

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Neste período, Karen já enfrentava problemas de peso, se considerando acima do peso normal e se submetendo a dietas rigorosas.

Seu amigo Joe Osborn os convida novamente para gravar no estúdio e eles gravam três novas músicas, em 1968, entre elas “Don’t be afraid”:

O som básico deles estava ali, mas faltava mais destaque para o vocal de Karen, que ainda se considerava uma baterista que sabia cantar.

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Assim, os dois resolvem pelo nome Carpenters (sem o The), para soarem como os grupos da época.

Mas ainda faltava o interesse de uma grande gravadora, o que veio acontecer em 1969, quando eles assinam com a A&M, pertencente ao músico Herb Alpert, que fica impressionado principalmente pelos vocais de Karen (na época com apenas dezenove anos).

Os Carpenters com Herb alpert (primeiro da dir. p a esq.).

Os Carpenters com Herb alpert (primeiro da dir. p a esq.).

Em novembro daquele ano, eles lançam seu primeiro álbum, ‘Offering”, que tem presença tímida nas paradas e continha uma cover de ‘Ticket to Ride”, dos Beatles:

 

Burt Bacharach, também contratado da A&M, se interessa que eles o acompanhem numa turnê, bem como gravem uma de suas composições, ‘(They long to be) Close to you”, alcançando o primeiro lugar da parada americana em 1970:

A canção foi incluída no álbum “Close to you”, que além de lhes dar dois Grammys, ainda origina outro hit, “We’ve only just begun”:

A música foi composta por Paul Williams (de ‘O Fantasma do Paraíso”) e Roger Nichols e acabou se tornando a música mais tocada nos casamentos da época.

Em 1971, eles lançam outro single de sucesso: “Rainy days and Mondays”, também de Nichols e Williams:

Seu próximo single  é “Superstar”, uma de suas canções mais emblemáticas. Aqui eles interpretam a canção no programa da então popular comediante Carol Burnett:

As canções estavam incluídas no seu álbum “Carpenters”, lançado em 1971, e que ainda continha ‘For all we know”:

O disco lhes dá mais um Grammy de melhor duo pop daquele ano.

Os Carpenters com seus Grammys.

Os Carpenters com seus Grammys.

Os Carpenters eram curtidos por uma geração mais adulta, seu pop era jovem, mas não era rock n’ roll; eles atraíam a chamada geração “baby boomer” (que estavam sendo pais na época), mas queriam fazer um pop contemporâneo.

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Em 1972, eles lançam mais um hit com ‘Hurting each other”, que alcança o segundo lugar da parada americana:

E no mesmo ano, outro hit com ‘Goodbye to love”, que também atinge o top 10 inglês:

Ambas as canções faziam parte do quarto disco da dupla, ‘A Song for you”, lançado em 1972.

O estilo de Karen começa a ser copiado pelas meninas mais certinhas da época, com muito vestido longo, mangas bufantes, detalhes em lastex ou crochê, cabelos compridos com franja e enchimento (dando impressão de coque).

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Em 1973, eles já iniciam o ano com outro mega hit, “Sing”, que vende mais de um milhão de cópias:

E logo em seguida, mais um hit com “Yesterday once more”, que além de fazer sucesso nos EUA, lhes dá a melhor colocação na parada inglesa, atingindo o segundo lugar. Abaixo, eles interpretam a música e mais ‘Top of the world” (outro sucesso do mesmo ano):

Depois de lançarem coletânea de sucessos, fazer apresentações na Casa Branca e no Japão, o duo volta em 1975 com uma releitura de um antigo hit das Marvelettes de 1961, “Please Mr. Postman”, outro mega sucesso que chega ao topo das paradas. O single foi o mais vendido deles e o clipe foi gravado na Disneyland:

No mesmo ano, eles lançam outra música que virou símbolo dos Carpenters: “Only Yesterday”:

Ambas estavam incluídas no álbum “Horizon”, mais um álbum que conquista o público de todo o mundo.

Porém, foi nesta época que Karen começa a sofrer de anorexia nervosa, algo que seu irmão não havia percebido no começo, mas que ela já ficava paranoica com sua aparência em especiais de TV e como resultado de exercícios, em que ela parecia mais cheinha que o normal.

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Além disso, a dupla estava sobrecarregada com turnês gigantescas que acabaram por esgotá-los.

Em 1976, eles emplacam mais um hit com “There’s a Kind of Hush”, uma regravação de um antigo sucesso dos Herman’s Hermits, que deu nome a um novo álbum da banda:

Neste período, eles também gravam vários especiais para a Rede ABC, bem como viajam em turnê pela Europa.

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Em 1977, eles lançam uma faixa que remete a uma sonoridade mais moderna com ‘Calling ocuppants of interplanetary craft”:

Nesta época, Richard começa a abusar do Quaalude (a pílula usada para se jogar nas discos da época) que ele utiliza como sonífero, mas não sabia dos efeitos colaterais e acaba ficando dependente.

No final dos anos 70, os hits começam a diminuir, eles lançam novos álbuns e disco de Natal, até que Richard entra para um rehab em 1979.

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Enquanto isso, Karen partia para um projeto solo, com produção de Phil Ramone (produtor de Bob Dylan, Ray Charles, Aretha Franklin, entre outros), mas suas condições físicas estavam precárias com sua constante perda de peso e idas ao hospital.

Karen engaveta o projeto quando decide voltar a gravar novamente com Richard no disco “Made in America”, de 1981.

O álbum vende bem, mas não alcança o sucesso dos anteriores.

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Logo em seguida, Karen continua sua luta contra a anorexia nervosa, frequentando terapias, médicos e não conseguindo engordar o necessário.

Até que em 1983, ela é encontrada inconsciente na casa de seus pais e levada ao hospital, sendo proclamada morta após um ataque do coração, resultado de sua dura batalha contra a anorexia.

A aparência de Karen   a se notar nas fotos onde ela aparecia bem mais magra.

A aparência de Karen a se notar nas fotos onde ela aparecia bem mais magra.

Foi um verdadeiro choque para todos os fãs e admiradores de sua carreira, pois ela tinha apenas 32 anos.

Em 1987, o então iniciante cineasta, Todd Haynes (de “Carol”, “Velvet Goldmine”) fez um curta baseado na vida de Karen e intitulado “Superstar: The Karen Carpenter Story”, onde ele conta a vida dela e de seu irmão, utilizando apenas bonecas Barbie. O filme acabou sendo proibido por Richard, por utilizar canções não autorizadas dos Carpenters e pela temática polêmica em retratar a doença da irmã. Mas ele está disponível no youtube:

O álbum solo de Karen só foi lançado em 1996.

Até hoje, eles são admirados pelo seu pop sofisticado, tendo sido homenageados com novas versões de suas canções, como na coletânea “If I were a Carpenter”, lançada em 1998, com a participação de artistas como Sonic Youth, Shonen Knife, Cranberries, Babes in Toyland, e mais.

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