De longe, melhor burrito veggie de São Paulo @veggiesnapraca !!!Orquídea Catleya escândalo #9, abrindo pela primeira vez na Cerejeira. Bom dia! #orquídea #catleya #orchidsDiana Vreeland's portrait by Cecil Beaton.
"You gotta have style. It helps you get down the stairs. It helps you get up in the morning. It's a way of life...I'm not talking about lots of clothes."
Hoje no www.japagirl.com.br/blog/dj-setsAnna Pavlova and her pet swan Jack, 1905Mini-orquídeas abrindo em homenagem a Minha Avó.Minha Tucki era amiga da gatinha Pantufa e adorava quando ela vinha visitar.Cherry blossoms blessings! Boa segunda, boa semana!Hoje faz uma semana que a minha princesa Tucki se foi e só agora consigo falar sobre a minha perda. A perda da minha Filha, da cachorra perfeita, a perda de um pedaço do meu coração, da minha companheira, da minha amiga sempre tão carinhosa. Obrigada Tutu, por ter sido parte da minha vida nesses anos. Vc está fazendo muita falta, pro Papai, pra Mamãe e pro Tigre, que está doente sem vc e nem sabe mais quem ele é, sem a sua presença. Descanse em paz, minha filha, meu amorzinho.Orquídeas Cymbidium abrindo! #orchids #cymbidiumIcy mermaids talking

                
       





















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CURRENT MOON

Today’s Sound: Freaks por Arthur Mendes Rocha

O post de hoje é sobre um dos meus filmes de terror favoritos, uma produção controversa e que foi banido em algumas cidades americanas, na Inglaterra e na Austrália: “Freaks”.

‘Freaks” é um filme preto e branco de 1931, dirigido por Tod Browning, famoso por ter dirigido a primeira versão de “Drácula” com Bela Lugosi e por suas colaborações com Lon Chaney (ator famoso por encarnar tipos inusitados).

Um dos grandes atrativos do filme é que o diretor optou por utilizar freaks de verdade, ou seja, aberrações verdadeiras que ele e sua equipe pesquisaram nos circos da época. Evitando o uso de artifícios como maguiagem, isto acabou sendo um golpe contra ele mesmo, já que o público da época não entendeu o que aquele bando de gente esquisita estava fazendo lá. Abaixo confiram algumas cenas do filme:

O diretor foi extremamente corajoso e abraçou a causa de levar ás telas a história curta, ‘Spurs”, com este elenco desconhecido e fora dos padrões e o estúdio era nada menos que a própria Metro Goldwyn Mayer.

A história gira em torno de um casamento arranjado pela sinistra Cleopatra, que na verdade é um ser humano normal e que resolve tornar-se a esposa de um anão (Hans), por interesse na fortuna dele. Só que seu plano é descoberto, ela é amante de Hercules, o homem forte e normal do circo, gerando a revolta dos freaks.

Outra grande sacada do filme é sua tentativa de humanizar os freaks, sendo que os humanos normais são do mal e os freaks são do bem.

O filme se passa todo nestes circos antigos de aberrações (nos EUA são conhecidos como carnival) daí temos a mulher barbada, as gêmeas que nasceram grudadas, o homem torso (sem braços e pernas), a mulher que é metade homem, além de vários anões dos mais diferentes tipos e figuras bem esquisitas com cabeças pequenas, deformidades, como o homem esqueleto (foto abaixo) e também a garota-passarinho (bird girl).


“Freaks’ teve uma recepção desastrosa nos chamados test-screenings (as projeções teste para ver a recepção da audiência). O público repudiou o filme e suas criaturas e a MGM exigiu cortes e uma diminuição da projeção, encurtando o filme de 90 minutos originais para 64 minutos.

Também exigiu que o filme tivesse um final feliz, cena esta que acabou sendo criada e que não estava no roteiro original, com o casal de anões principais se reconciliando (o que foi amenizado no filme, já que na vida real eles eram irmãos).

Além disso, na Inglaterra, o filme acabou sendo banido durante trinta anos, bem como na Austrália.

Um detalhe interessante é que a idéia original da MGM era colocar as atrizes Myrna Loy e Jean Harlow no elenco, mas a idéia foi abandonada.

Tod Browning acabou sofrendo uma espécie de maldição pelo filme, já que ficou sem trabalho por vários anos depois de tê-lo dirigido.

O filme acabou se tornando um cult com o passar dos anos, especialmente quando foi redescoberto no início dos anos 60 pelos adeptos da contracultura e virou programa obrigatório nas sessões da meia-noite em alguns cinemas americanos dos anos 70 e 80.

Hoje revendo o filme, ele continua a chocar, já que ele é completamente diferente de tudo que vimos, seus climas de sombras, a atmosfera do circo, os freaks todos se unindo contra quem queria prejudicá-los, é um belo tratado sobre a intolerância social.

Na cena do confronto final entre Cleopatra e Hans, a música tocada na flauta é o “Mournful Tune”, da ópera ‘Tristão e Isolda” de Richard Wagner.

Na versão original, que acredita-se perdida para sempre, os freaks castravam Hercules e o filme terminava com ele cantando em falsetto. Em relação à Cleopatra, ela fugia em uma tempestade e uma árvore a atingia cortando suas pernas e os freaks cobriam-na com a lama da chuva. Abaixo vemos alguns destes finais alternativos:



Eu consegui ver o filme apenas na década de 90, tendo que importar uma fita VHS para ter acesso ao filme, já que no Brasil não havia sido lançado nem em vídeo.

Nesta versão havia a cena em que Cleopatra é transformada numa mulher-pato, com deformações que tornam seus como pés como patas e torso com penas, ela acaba se tornando uma atração daquele circo de horrores.





Hoje em dia, o filme pode ser encontrado em locadoras nacionais, lançado pela distribuidora Magnus Opus.

Em Los Angeles, haverá uma sessão especial ainda este mês no Egyptian Theatre da American Cinemateque em homenagem as oitenta anos deste incompreendido filme, que estava há anos-luz na frente de seu tempo.

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1 Comment
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