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TODAY’S SOUND: GRATEFUL DEAD POR ARTHUR MENDES ROCHA – Japa Girl












































































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Jean Andre Rixens - 1874

                
       
















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TODAY’S SOUND: GRATEFUL DEAD POR ARTHUR MENDES ROCHA

O Grateful Dead foi uma das bandas que mais se apresentou ao vivo na história do rock, e tinha um culto de fãs que os seguiam por onde eles tocavam os chamados ‘deadheads”.

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A banda se formou em 1965, na Califórnia, no auge do movimento hippie e antes se chamavam The Warlocks.

A formação original era composta por Jerry Garcia (vocais e guitarra), Bob Weir (vocais e guitarra), Ron ‘Pigpen’ McKernan (teclados, harmônica e vocais), Phil Lesh (baixos e vocais) e Bill Kreutzmann (bateria).

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Esta formação se manteria por alguns anos, com exceção de ‘Pigpen”, que veio a falecer em 1973, devido ao alcoolismo.

Durante sua existência, a banda acaba tendo outros integrantes que entravam e saíam da banda, mas os membros originais se mantiveram até a morte de Garcia, que faleceu em 1995.

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Garcia era considerado o líder da banda, apesar de recusar este título, era em torno dele que a banda se reunia, e ele acabava por decidir os rumos desta.

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O Grateful Dead tem um som bem eclético, pois mistura vários gêneros como rock, blues, country, jazz, folk, bluegrass, psicodelia, reggae e outros; tendo optado pelo uso de guitarras elétricas e suas músicas são longas com bastante improviso.

Ir a um show do Grateful Dead é como uma religião, os “deadheads” procuram segui-los o máximo possível e eles são considerados uma das bandas que mais se apresentou ao vivo, contabilizando mais de 2.300 concertos.

gratefuldead---deadheads

Os deadheads levam esta adoração super a sério, fazendo tatuagens da banda e todo um ritual para ir aos concertos do GD, além de usar camisetas da banda com logos e tie-dye:

gratefuldead---camiseta

O visual da banda é bem hippie, uma atitude meio desencanada com a moda, optando por se vestir primeiramente mais extravagante combinando camurça, veludo, coletes, cabelos compridos, barbas e costeletas pronunciadas (Garcia), faixas na cabeça, tocas de pele, túnicas, para depois vestir de maneira mais simples conforme as décadas iam passando.

gratefuldead---fashion

Além disso, a banda também é bastante associada com a cultua do LSD – tomar um ácido e ir a um show do Grateful Dead passou a ser uma condição para realmente curtir um show deles e um membro de sua entourage fornecia a droga para os integrantes.

O GD também esteve associado com comunidades como os Hare Krishnas e os Hell’s Angels (o concerto de Altamont, em que morreu uma pessoa no show dos Stones e documentado em “Gimme Shelter”, era para ser com o GD também, que acabou desistindo na última hora).

Outro fato interessante é que durante seus shows, o Grateful Dead nunca repete o mesmo set de canções e é justamente isto que pira seus fãs, já que cada interpretação de uma canção é sempre diferente em cada apresentação.

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Abaixo um vídeo dos anos 70 onde eles interpretam “China Cat Sunflower”, onde podemos ver um pouco da atmosfera flower-power de seus concertos: pessoas dançando nuas, fumando cachimbos de maconha, pais com seus filhos; tudo na atmosfera paz e amor da época:

Até o sistema de som deles, o “wall of sound”, foi criado para dar uma melhor percepção da música, com várias caixas de som e técnicos treinados em tornar o som mais potente que o normal.

Ao longo de sua carreira, o GD lançou vários discos, entre os mais famosos estão o primeiro intitulado ‘Grateful Dead”(1967), ‘American Beauty’ (1970), “Workingman’s Dead” (1970), “Wake of the flood” (1973), além de muitos álbuns ao vivo.

gratefuldead---capas

Em 1989, eles fizeram alguns shows com Bob Dylan, o que rendeu o álbum “Dylan/Death”, onde Dylan canta músicas do GD, acompanhado da banda.

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Geralmente o Grateful Dead se apresentava na região da Califórnia, especialmente em São Francisco, o berço do movimento hippie nos anos 60/70; abaixo uma apresentação deles na Haight Street, com várias imagens do público dançando e curtindo seu som:

E também se apresentaram em Monterey e Woodstock:

Outra preocupação deles era a arte de seus discos e cartazes de seus shows, com imagens bem psicodélicas, usando muito airbrush,  e sempre variando os seus logos, que podiam ser de uma cabeça de caveira nas cores azul, vermelho e branco com um raio atravessado, bem como uma caveira com rosas, o esqueleto do Tio Sam, até ursinhos e tartarugas dançantes.

logos

Esta arte até gerou um livro intitulado “Art of the Dead”, com imagens que marcaram a carreira da banda:

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O GD também inovou na maneira como conduzia o lançamento dos seus discos: primeiramente eles assinaram com a Warner, mas depois optaram por ter seu selo próprio, o Grateful Dead Productions, pelo qual lançavam suas apresentações ao vivo e tinham total controle artístico e criativo de seu catálogo.

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Hoje em dia, eles fizeram um acordo com a Rhino Records, selo pelo qual estão reeditando seus trabalhos, além de desenvolver com a Curious Sense, um jogo online e para celular.

Eles até estimulavam seus fãs a gravarem seus shows em cassete e, para isso, tinham uma parte especialmente dedicadas aos que fossem gravar seus concertos.

Para os “deadheads” de plantão, há também um filme lançado em Blu-ray em 2011, o “Grateful Dead Movie’:

Depois da morte de Garcia, a banda se desmembrou, mas continua se apresentando em novas formações como a The Dead, que fez turnê em 2009, apresentando sucessos do GD, bem como a banda Rhythm Devils, que se apresentou em 2010.

A banda mantém um site oficial com muitas informações sobre arquivos, fotos, discos, lançamentos e mais, basta acessar: www.dead.net.

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