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TODAY’S SOUND: HAMMER POR ARTHUR MENDES ROCHA – Japa Girl












































































    Billy Rodolpho, family’s youngestMama Nature is finally happy 🌈Tigre: precisa de lar temporário ou definitivo . ZL/SP/E.Matarazzo
Filhote de +ou- 4 meses de idade.,
Já foi medicado com vermifugo e simparic.
Está bem, se alimentando normalmente, pulmões limpos, temperatura normal. 
Quem pode oferecer um lar definitivo ou temporário para ele?
Vamos dar todas as medicações, só não temos como abrigar pois estamos lotadas de bichos.
Ele precisa sair do terreno para ser devidamente tratado.
Divulguem por favor
Contato (11) 982548962.Agatha Luna e AmeriquitaEncontrei essa cachorra, com mais de 10 anos, castrada, com uma cirurgia ainda cicatrizando na região torácica, cheia de moscas e pulgas, na pracinha em frente ao colégio Santa Cruz, região de Pinheiros. Muito fraca, está pele e osso. Internei no @citvet por 24 hrs, está inteira, sem anemia, sem infecção, fígado e rins bons! Acredito que fugiu! Por favor me ajudem compartilhando, deve ter um dono procurando por ela. Por hora, colocamos o nome de Angelita. #cachorraperdida #procurasecachorroHoje!!!
#climatestrikeLunatic Magic Beware...🦇 Theophile-Alexandre Steinlen “Chat au Clair de Lune”, c 1900Greve Global pelo clima - São Paulo, 20.9.2019! É de suma importância que todos participem dessa greve global. Acontece que a Amazônia, o Pantanal e o Cerrado, continuam queimando, numa destruição avassaladora, apesar da pressão feita até agora. Além disso, incêndios se espalham por diversos cantos do mundo, como Sibéria, Indonésia e o continente africano. Não podemos relaxar, enquanto mudanças significativas sejam aplicadas de fato.Emocionante! Nunca vi passeata igual, com tanta gente. Acordamos. Graças à Deus e Deusa. Não podemos mais permitir que isso aconteça as Florestas e aos Animais. Fora demônio #forasalles #sosamazoniaPor favor assistam!

                
       
















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CURRENT MOON

TODAY’S SOUND: HAMMER POR ARTHUR MENDES ROCHA

Hammer é um dos grandes estúdios de produção de filmes de terror ingleses e teve seu apogeu nos anos 60/70 quando suas películas eram ansiosamente aguardadas.

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O estúdio ficou famoso principalmente com seus filmes em cores fortes e com a presença de mulheres sensuais, criando daí um estilo próprio que foi copiado em várias produções do gênero.

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Além disso, cada produção da Hammer tem um visual bem característico, com direção de arte cuidada, cenários em castelos, calabouços, muita neblina, climas tensos e outros detalhes que se tornaram sua marca registrada: o famoso “Hammer look”.

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A Hammer é baseada em Londres, Inglaterra, e iniciou suas atividades nos anos 30 com o filme ‘The public life of Henry, the ninth”; porém, com a guerra, retornou à atividade somente nos anos 40.

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Seu fundador foi o comediante William Hinds e o nome Hammer teve origem em seu nome artístico, Will Hammer, cujo nome era o que denominava a região onde ele residia, em Hammersmith.

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Nos anos 40, o estúdio se dedicou à produção de thrillers policiais como ‘Death in high heels” até adquirir os direitos de dramas da rádio da BBC.

A companhia enfrentou muitas dificuldades, já que os filmes britânicos não eram tão admirados quanto os americanos e conseguiram sobreviver graças á cota obrigatória para exibição de filmes locais.

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Nesta época, para diminuir custos, eles adquiriram a mansão Bray, em Berkshire, que passou a se chamar Bray Studios e onde várias produções foram filmadas, principalmente após aumentarem o tamanho do terreno que este ocupava.

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A primeira grande produção da Hammer e que estourou foi “The Curse of Frankstein” em 1957 e “Drácula” em 1958, filmes estes que sedimentaram a produtora como a “Hammer House of Horror”.

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Em ambos os filmes, os atores principais eram Christopher Lee e Peter Cushing, nomes que viraram lendas do cinema de terror e que eram exclusivos da Hammer, contribuindo para tornar este um nome respeitável no mundo do terror.

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Um dos grandes negócios do estúdio foi sua associação com outros estúdios ameri-canos, tornando-se distribuidor e assinando várias co-produções com nomes como Universal, Seven Arts, 20th Century Fox, entre outros.

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“The Curse of Frankstein” enfrentou algumas modificações no roteiro, que teve de ser reescrito para se ajustar aos padrões da Hammer, contendo violência e terror gráfico (coisa incomum na época) e a decisão de filmá-lo em cores (estamos falando de 1957) causou polêmica inicialmente, mas mostrou-se uma decisão acertada.

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O filme foi dirigido por Terence Fisher, um dos diretores-símbolo da Hammer, e mostrou-se um sucesso, dando início aos filmes de terror góticos, com sangue e gore em abundância, e tendo seis continuações, todas elas com Cushing no papel principal.

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O próximo na lista era o conde Drácula, mas sua adaptação aconteceu com a ajuda da Universal, que conseguiu o financiamento necessário para realizar o filme, reunindo o clássico time de Christopher Lee como Drácula e Peter Cushing como Van Helsing.

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Esta dupla tornou os filmes de Drácula diferentes dos da Universal, com um aproach mais moderno e atual; o Drácula de Lee é mais sensual, ainda mais assustador quando visto em cores.

Foto dracula

O sucesso foi tanto que o filme bateu recordes de bilheteria na Inglaterra, além de fazer com que a Universal liberasse seu catálogo de filmes de terror para serem refeitos pela Hammer como ‘The mummy”:

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“Drácula” (ou ‘The Horror of Drácula” fora da Inglaterra) originou mais cinco sequências com Lee no papel principal, entre elas, “Drácula, Prince of Darkness’ (que já falamos aqui).

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Outro segredo da Hammer era ter uma equipe quase permanente fazendo filmes, isto fez com que suas produções tivessem este diferencial, com pessoas capacitadas fazendo desde cenários até a trilha destes filmes.

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Durante os anos 60 e 70, a Hammer produziu vários clássicos de terror incluindo “The Plague of the Zombies”, “Quatermass and the pit”, “The devil rides out” e até alguns filmes de aventura como “One Million years B.C.”.

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As estrelas da Hammer, ou as Hammer Hotties (como eram conhecidas), merecem um destaque à parte: mulheres lindas, sensuais, utilizando muito decote e roupas transparentes, loiras ou morenas; elas tornaram o nome do estúdio um verdadeiro celeiro lançador de mitos cinematográficos. Podemos citar: Stephanie Powers (a futura Sra. Hart de “Casal 20” que participou de ‘Die! Die! My Darling”), Joana Lumley (a Patsy Stone de “Absolutely Fabulous”que antes fez “The Satanic rites of Dracula”), Diana Dors (a Marilyn inglesa que participou de “Theatre of Blood”), Stephanie Beecham (‘Dracula A.D. 1972”), Honor Blackman ( a Pussy Galore de James Bond que fez mais tarde “To the devil…a daughter”), Dawn Addams (‘Two faces of Dr. Jekyll”), Ingrid Pitt (“Countess Dracula”, “The Vampire Lovers”), Lesley Anne-Down (atriz que estourou em Hollywood e antes fez “Countess Dracula”), Veronica Carlson (“Dracula has risen from the grave”), Caroline Munro (linda atriz que foi Bond Girl em “The spy who loved me” e antes havia feito “Dracula A.D. 1972”), Barbara Shelley (considerada a grande dama da Hammer depois de estrelar “Dracula, prince of darkness”).

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Bem como Marsha Hunt (“Dracula A.D. 1972”), Yutte Stensgaard (‘Lust for a vampire”), Pippa Steel (‘Lust for a Vampire”), Madeline Smith (‘Taste the blood of Dracula”), Yvonne Romain (“The curse of the werewolf”), Yvonne Monlaur (“Brides of Dracula”), Kirsten Lindholm (“Lust for a vampire”), Valerie Leon (‘Blood from the mummy’s tomb”), Suzanna Leigh (‘Son of Dracula”), Janet Key (‘The Vampire Lovers”), Martine Beswick (‘Dr. Jekyll & Sister Hyde”), Domini Blythe (‘Vampire Circus”), ‘Adrienne Corri (“Vampire Circus”), Hazel Court (a primeira atriz de horror da Hammer em “The curse of Frankstein”), Susan Denberg (“Frankstein created woman”), Valerie Gaunt (“Horror of Dracula”), além de várias outras. Abaixo um video-tributo à algumas delas:

Até Nastassja Kinski, musa dos anos 80 em filmes como “Paris Texas”, chegou a trabalhar num filme da Hammer quando adolescente intitulado “To the devil…a daughter”, um dos últimos filmes que a Hammer lançou nos anos 70.

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Nesta época, também foi realizado um documentário sobre a Hammer intitulado ‘The studio that dripped blood”, que pode ser visto no youtube em cinco partes:

Não demorou muito para que eles enveredassem também para a TV com “Journey to the Unknown” (Jornada ao desconhecido), além de antologias de terror lança-das nos anos 80: “Hammer House of Horror” e “Hammer a House of Mystery and Suspense”.

Hammerstory

Nos anos 00, a Hammer voltou a produzir filmes como ‘Let me in” (refilmagem do ótimo filme sueco sobre uma vampira adolescente) e “The Resident” (estrelando o ícone da Hammer, Christopher Lee).

No ano pasaddo, o estúdio lançou “The Woman in Black” (A Mulher de Preto), com Daniel Radcliffe (o Harry Potter) e que teve excelente bilheteria em todo o mundo e cuja continuação deverá ser lançada no ano que vem.

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O último lançamento da Hammer foi “The Quiet Ones” com Jared Harris (o Layne de ‘Mad Men”), lançado este ano no mercado americano.

A Hammer depois de enfrentar períodos de apogeu e decadência, produz bem menos filmes que no passado, mas mostra que um nome forte e um histórico de filmes marcantes ainda podem fazer a diferença na cultura pop atual.

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