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Today’s Sound: Jane Birkin por Arthur Mendes Rocha – Japa Girl












































































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Thank you so much @saporebrasil @pietroleemann @lideresempreendedores 
Risoto com aspargos verdes e abóbora, contraste de mousse de couve-flor defumada e arroz silvestre crocante.Happy Sunday!
Plantio de mais de 320 árvores nativas da nossa Mata Atlântica para #florestadebolso de Ricardo Cardim. @fabricadearvores 😉RIP #leeradizwill and #rudolfnureyev 🖤🖤Wake up, Mthrfckrs! 
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Jean Andre Rixens - 1874

                
       
















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CURRENT MOON

Today’s Sound: Jane Birkin por Arthur Mendes Rocha

Jane Birkin não é o tipo de beleza tradicional, ela é magra, seus dentes da frente são bem separados, mas ela tem o seu lugar garantido no panteão das estrelas de cinema que também são cantoras.

Jane Birkin é inglesa, a típica it girl da swinging London que queria algo mais além de ser bonita. Uma de suas primeiras aparições no cinema foi no filme “Blow Up”, o clássico de Michelangelo Antonioni dos anos 60, onde ela faz uma pequena participação como uma namoradinha do fotógrafo interpretado por David Hemmings. Logo no início de sua carreira, ela já tinha atração pela música, casando-se com o grande compositor de trilhas de cinema, John Barry.

A vida de Birkin deu uma guinada mesmo quando se separou de Barry e mudou-se para a França, onde conheceu Serge Gainsbourg, que vinha de uma decepção amorosa com Brigitte Bardot. Ela tinha aulas de piano com o pai de Gainsbourg e daí conheceu o gênio da música moderna francesa e apaixonou-se perdidamente por ele.

O casamento dos dois foi um prato perfeito para os tablóides da época, Birkin era linda e descolada, Gainsbourg era o pegador feio e desta combinação saiu apenas Charlotte Gainsbourg (de quem falaremos próxima semana).

A música tema dos dois acabou sendo um dos maiores hinos ao sexo jamais cantados por um casal: “Je t’aime, moi non plus”, escândalo absurdo na época, lançado em 1969, sofrendo toda a espécie de censura possível e entrando para a história como um dos grandes duetos homem-mulher. O single acabou sendo o mais vendido por um casal cantando em uma língua não-inglesa. Birkin sabia que a música não tinha sido feita para ela, mas feliz ao lado de Gainsbourg, ela cantou (e sussurou) divinamente:

O casamento dos dois durou de 1968 a 1980. Neste meio tempo, Jane estreou em filmes de bons diretores franceses como “A piscina”, onde contracena com Alain Delon e Romy Schneider.

Outro de seus papéis de destaque foi na versão cinematográfica de “Je t’aime moi non plus” ao lado de Joe Dallesandro sob a direção de Gainsbourg (sim, ele também dirigia), onde está mais andrógina do que nunca.

Birkin era um ícone fashion, ela era modelo e ditava moda, seu estilo era copiado e ela sempre se manteve cool, investindo mais em sua carreira como atriz e cantora. Não é a toa que ela é a inspiração da icônica bolsa de Hermés, a bolsa Birkin, e inspira editoriais de moda até hoje.

Ela gravou alguns discos com Gainsbourg como “Histoire de Melody Nelson”, onde fez ás vezes de Lolita, posando para a capa como também fez um vídeo da canção “Ballade de Melody Nelson”.

Ela também gravou outras músicas de Gainsbourg como “Quoi”, nesta apresentação para a TV francesa:

Mas Birkin levou sua carreira adiante mesmo sem Gainsbourg, lançando discos solo e também dirigindo um filme.

Lembro que a vi em um show de encerramento da Mostra de Cinema de São Paulo em 2004, ela mantém o mesmo charme e aquele jeitinho de garota francesa cantando músicas em francês e inglês. Abaixo um vídeo dela em dueto com sua filha Charlotte:

Birkin continua na ativa, fazendo shows, lançando discos, fazendo um pouco de cinema bem como se dedicando a causas humanitárias como a Anistia Internacional e também ao combate à Aids.

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