Brother @djfelipevenancio e eu entrando no clima para preparar o set do lançamento de coleção de verão da #RennerDe longe, melhor burrito veggie de São Paulo @veggiesnapraca !!!Orquídea Catleya escândalo #9, abrindo pela primeira vez na Cerejeira. Bom dia! #orquídea #catleya #orchidsDiana Vreeland's portrait by Cecil Beaton.
"You gotta have style. It helps you get down the stairs. It helps you get up in the morning. It's a way of life...I'm not talking about lots of clothes."
Hoje no www.japagirl.com.br/blog/dj-setsAnna Pavlova and her pet swan Jack, 1905Mini-orquídeas abrindo em homenagem a Minha Avó.Minha Tucki era amiga da gatinha Pantufa e adorava quando ela vinha visitar.Cherry blossoms blessings! Boa segunda, boa semana!Hoje faz uma semana que a minha princesa Tucki se foi e só agora consigo falar sobre a minha perda. A perda da minha Filha, da cachorra perfeita, a perda de um pedaço do meu coração, da minha companheira, da minha amiga sempre tão carinhosa. Obrigada Tutu, por ter sido parte da minha vida nesses anos. Vc está fazendo muita falta, pro Papai, pra Mamãe e pro Tigre, que está doente sem vc e nem sabe mais quem ele é, sem a sua presença. Descanse em paz, minha filha, meu amorzinho.Orquídeas Cymbidium abrindo! #orchids #cymbidium

                
       





















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CURRENT MOON

Today’s Sound: Jules et Jim por Arthur Mendes Rocha

Um dos filmes chaves da Nouvelle Vague, sob a direção de François Truffaut, “Jules et Jim” fala de um triângulo amoroso e causou sensação quando lançado em 1962.

“Jules et  Jim” é baseado no livro de Henri-Pierre Roché, uma semi-autobiografia sobre seu relacionamento com o escritor Franz Hessel e sua esposa Helen Grund.

O livro caiu nas mãos de Truffaut quando este vasculhava um sebo e foi amor à primeira vista: ele acabou ficando amigo de Roché e este lhe deu autorização de transformar seu livro em um filme.

O filme foi todo rodado em preto e branco e contêm muitos dos elementos da Nouvelle Vague: imagens de noticiários, fotografias, imagens congeladas (freeze frame) para dar a impressão de fotografia estática, uso de panning shot (movimento de câmera como se fosse uma pessoa balançando a cabeça ao dizer “não”, com a câmera de movimentado de um lado para o outro), wipe (truque de edição que vai fechando o quadro até aparecer uma nova imagem), travelling, planos longos complementados por uma narração em off.

No elenco, a presença eletrizante de Jeanne Moreau, a grande atriz francesa que vinha dos sucessos de “Ascensor para o Escadafalso”, “Os Amantes” (ambos de Louis Malle) e “A Noite” de Antonioni, no papel de Catherine, a mulher de personalidade forte e disputada pelos amigos Jules e Jim.

No papel de Jules está Oskar Werner, ator que despontou com este filme e depois fez “A Nau dos Insensatos” e “Fahrenheit 451” (também de Truffaut), entre outros.

Como Jim, temos o ator Henri Serre, que não estourou, mas chegou a fazer filmes para Louis Malle e Costa-Gavras.

Seria muito simples dizer que o filme gira em torno deste triângulo amoroso, mas o filme é muito mais denso que isso, trata das relações humanas, incluindo amizade, amor, afeto; é um dos filmes mais belos e sensíveis de todos os tempos.

O filme começa antes da primeira grande guerra, quando Jules (Werner), um tímido escritor austríaco,conhece o francês Jim (Serre), que é mais extrovertido, e acabam virando bons amigos e companheiros na vida bôemia.

Durante a guerra, eles acabam lutando em lados opostos, sempre com medo de ferirem um ao outro.

Com o final da guerra, eles acabam conhecendo Catherine (Moreau), uma mulher charmosa, especial, com espírito livre e ambos ficam atraídos por ela.

Catherine acaba se casando com Jules e tendo uma filha com ele, indo morar num chalé na floresta negra. Mesmo assim, continua tendo casos extraconjugais, para o desespero dele.

Lá eles são visitados por Jim, que acaba percebendo que o casamento não vai bem e acaba se envolvendo também com Catherine.

Os três convivem muito bem durante este período, no que parece ser um perfeito casamento a três.

Só que Catherine não consegue engravidar de Jim e isto gera um desconforto entre eles e Jim acaba voltando para Paris.

Várias trocas de cartas, encontros e desencontros, momentos cômicos e de farsa ainda vão permear suas vidas até o trágico desfecho.

“Jules et Jim” teve uma bela trilha sonora composta por Georges Delerue, famoso compositor de inúmeros scores como “Hirsohima, mon amour”, “O Conformista”, “Platoon”, entre outros. Foi considerada a décima melhor trilha de todos os tempos pela revista Time.

Truffaut vinha de dois filmes, “Os Incompreendidos” e “Atire no pianista”, mas com “Jules et Jim” ele fala mais direto com os jovens, até pelo tema abordado.

Truffaut & Jeanne


O Diretor Truffaut e a atriz Jeanne Moreau

Uma das canções que marcaram o filme foi “Le tourbillon de La vie”, composta por Serge Rezvani (que a acompanha no violão) e interpretada por Jeanne Moreau,como podemos ver abaixo:

Moreau encarna uma personagem que é a cara da Nouvelle Vague: charmosa, sexy e ao mês-mo tempo inteligente, com idéias libertárias; suas cenas viraram ícones, bem como seu jeito de vestir, como na icônica cena em que se veste de homem, com boina, cigarrilha e um bigode falso e aposta uma corrida com os dois:

Ou em outra cena famosa em que, vestida elegantemente ao estilo das mulheres do início do século, ela se atira no rio em protesto á uma discussão dos dois sobre a fidelidade da mulher:

Jules et Jim não é um filme romântico no sentido tradicional, ele fala de amor, de sexo, fala das dificuldades e das complicações das relações amorosas; o filme continua atual em sua aborda-gem franca e sincera do amor sem clichês.

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2 Comments
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