Florindo no alto do Pessegueiro, #orquídea #catleya #8Este é meu afilhado Iron, um rottweiller mix, para adoção responsável!
Muito brincalhão e carinhoso!
Como é "mixado" tem a vantagem de não crescer, vai ser sempre tamanho médio.
Interessados é só entrar em contato!Orquídea Catleya #7. Descanse em paz minha afilhada Rott Lorena 💔Vixxxen!Orquídea Catleya #6 bombani seus 4 botões! #orquídea #catleya  Bom dia!Orquídea chocolate#1 Bom dia! Boa semana!The best #Tiramisú ever!Orquídea Catleya #5 e orquídea Oncidium #1 (Chuva de Ouro). Primeira floração na árvore!Always the best @hrchcvtch ❤️ #spfw #alexandreherchcovitchOncinha foi beber água! Bom dia! #GatinhaPantufa

                
       



















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CURRENT MOON

Today’s Sound: Maria Callas por Arthur Mendes Rocha

Maria Callas foi uma das grandes divas do século XX, uma das maiores cantoras líricas de todos os tempos, personalidade marcante, temperamental, perfeccionista, sua vida já inspirou inúmeros romances e filmes.


Callas nasceu em NY em 1923, filha de imigrantes gregos, começou cedo sua carreira na música, estudando piano aos 09 anos e, desde então, seu ouvido foi treinado com as notas e partituras musicais.

Na sua adolescência, ela muda novamente para a Grécia e ingressa no Conservatório Nacional de Atenas, mesmo com idade inferior ao permitido e faz seu primeiro recital numa montagem de “Cavalleria Rusticana”, vencendo o prêmio do Conservatório.

Era o início de uma brilhante carreira que começou de verdade em 1940, ao cantar canções de “O Mercador de Veneza” de Shakespeare no Royal Theatre de Atenas.

Callas foi sem dúvida a musa das musas da ópera, seu alcance vocal era estupendo, seu domínio técnico era absurdo, ela se entregava com toda a carga dramática nos papéis que a consagraram como na ópera “Norma” de Bellini.

Sua voz lhe permitia desde o alcance de mezzo-soprano até o do soprano coloratura, isto a tornava a favorita dos diretores de óperas que a chamavam para os papeis mais difíceis.





Mas a personalidade forte de Callas, a atrapalhava também, pois fazia exigências absurdas, além de se meter em escândalos, ela gerava notícias seja pela sua rivalidade com a cantora Renata Tebaldi ou pelo seu romance tempestuoso com Aristóteles Onassis, sua grande paixão.

Na verdade, Callas jamais se conformou de ter sido trocada por Jacqueline Kennedy, já que Onassis a abandonou para se casar com a viúva do presidente americano em 1968, um escândalo na época.


Durante os anos 50, ela vive seu apogeu, cantando nas melhores casas de óperas mundiais como o La Scala (Milão), Convent Garden (Londres) e o Metropolitan (NY), além de interpretar os papéis de maior destaque em óperas como “La Traviata” de Verdi, “Tosca” de Puccini, “Lucia de Lammermoor” de Donizzetti, ‘Die Waküre” de Wagner, entre outras.




Callas revolucionou o mundo da ópera, ela imprimia uma característica única em suas interpretações, já que não beneficiava apenas o canto e sim toda a mise en scène com sua verdadeira presença cênica.

Não é a toa que Callas foi admirada e reverenciada como um mito por seus admiradores fanáticos e pelas celebridades mais famosas como Marilyn Monroe, Grace Kelly, Elizabeth Taylor, entre outras.

Ela abandonou os palcos em 1974, um ano antes da morte de Onassis, fato este que a marcou,  optando por uma vida reclusa em Paris.

No cinema, ela mostrou seus dotes de atriz para Pasolini no filme “Medéia” de 1969, onde fez o papel título.

Um filme que mostra bem a tentativa de Callas em voltar à cena foi levado às telas em 2002 por seu amigo Franco Zefirelli, “Callas Forever”, sendo que realmente Zefirelli (que também dirige óperas) fez esta tentativa quando Callas ainda era viva e seu papel foi vivido por Fanny Ardant.

Nos anos 70, sua voz já estava menos poderosa, ela vivia a depressão de ter perdido Onassis e acabou falecendo em circunstâncias até hoje não muito bem explicadas, solitária em seu refúgio parisiense, em 1977.

Seu estilo e elegância também são fatores determinantes na construção deste mito, com sua maquiagem carregada nos olhos, geralmente de delineador, com coques e vestidos vaporosos que até inspiraram capa da Vogue Paris com Gisele Bünchen no papel da musa.

A atriz Eva Mendes, fascinada por sua história, quer levar às telas uma nova versão da vida emocionante de Callas, aguardemos.

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