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TODAY’S SOUND: PERCY SLEDGE E BEN E. KING – Japa Girl












































































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TODAY’S SOUND: PERCY SLEDGE E BEN E. KING

A soul music perdeu este ano mais duas figuras importantes: Percy Sledge e Ben E. King, dois caras responsáveis por alguns clássicos que ficarão para sempre em nossas memórias e que muitos romances embalaram.

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Percy Sledge é o autor de “When a man loves a woman”, música lançada em 1966, e que desde então, cada vez que toca, nos emociona da mesma maneira.

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Antes de se dedicar à música, ele trabalhou em campos de algodão e também em um hospital, onde ele foi notado por um paciente, quando cantava pelos corredores e este o aconselhou a procurar uma gravadora. Ele compôs a música para uma mulher pela qual foi apaixonado, mas que o deixou para se dedicar à carreira de modelo. Mal sabia que ela, que esta decepção amorosa originaria uma das músicas mais românticas de todo os tempos: “When a man loves a woman” atingiu o primeiro lugar na época e por incrível que pareça, Sledge nunca recebeu os royalties da canção, já que a autoria ele cedeu para seus dois amigos que o ajudaram a reescrever a canção (fato pelo qual se arrependeu mais tarde).

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Quando a música foi utilizada como trilha do filme “Platoon”, em 1987, voltou às paradas, atingindo o segundo lugar da parada inglesa, quase vinte anos depois. Além disso, ela foi regravada por Michael Bolton, Bette Midler, Johnny Rivers, Kenny Rodgers, entre outros, integrou outras trilhas como “O Reencontro”, mas a versão de Sledge ainda é imbatível.

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Sledge também lançou outro single bacana logo em seguida, “Warm and tender love”, que chegou ao 17º lugar da parada.

A influência gospel ainda era forte e a balada é sofrida e de uma beleza contagiante. Sua próxima canção, “It tears me up”, também é puro sofrimento, pois fala de um amigo que trai o outro, roubando-lhe a sua paixão. O resultado só poderia ser muitas lágrimas:

Outro hit seu foi “Take time to know her”, onde mais uma vez ele canta o sofrimento do amor, o que lhe rendeu o título de “The king of pain” (o rei da dor).

Os hits pararam de surgir depois dos anos 60, mas Sledge sobreviveu graças a muitos shows mundo a fora cantando seus sucessos e seu hit principal, fazendo na base de 100 shows por ano. percy4

Nos anos 80, “When a man loves a woman” também foi trilha de comercial da Levi’s e virou nome de filme nos anos 90. Durante os anos 90 e 00, ele continua fazendo shows e lançando discos, sendo que seu ultimo trabalho foi lançado em 2004.

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Este ano, ele não resistiu a um câncer no fígado e faleceu aos 74 anos. Quando “When a man loves a woman” saiu das paradas nos anos 80, a canção cedeu seu lugar para outro revival, desta vez da música ‘Stand by me”, trilha do filme homônimo e que reacendeu o interesse pela figura de Ben E. King.

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Coincidentemente, King faleceu um pouco depois de Sledge e os dois foram da mesma geração de cantores de soul e R&B que cantavam canções de amor, sofrimento; o soul no seu estado mais puro e sentimental.

King teve como seu maior sucesso ‘Stand by me”, canção que fala de amor, amizade e companheirismo e que foi a quarta música mais executada durante o século passado:

Depois de participar de coros em igrejas gospel, ele começou sua carreira no show-business como membro do Five Crowns, que acabou se transformando no The Drifters, que fundia melodias de R&B e gospel, com a sofisticação de arranjos mais pops.

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Era o chamado pop esilo “Brill Building”, referindo-se às canções que eram compostas no edifício Brill, que reunia várias editoras musicais. Uma das canções que King cantou no Drifters foi a balada “Save the last dance for me”:

Em 1960, ele deixa o grupo para seguir carreira solo e em 1961, ele lança “Spanish Harlem”, composta por Phil Spector e Jerry Leiber:

No mesmo ano, ele lança “Stand by me”, que atinge o primeiro lugar da parada R&B.

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Em 1962, ele lança “Don’t play that song (you lied)”, regravada por Aretha Franklin, e que atinge o segundo posto da parada R&B:

Com a chegada do rock n’ roll, o soul e seus artistas tem maior dificuldade de emplacarem sucessos, mas King continua lançando alguns sucessos menores durante a década como “I (Who have nothing)”, regravada anos mais tarde pelo Status Quo.

Ele só voltará às paradas dez anos depois, com o hit pré-disco “Supernatural Thing”:

No final da década de 70, ele ainda vai colaborar com o Average White Band, além de jazzistas como Milt Jackson e David ‘Fathead” Newman (saxofonista de Ray Charles).

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Nos anos seguintes, King continua lançando discos e singles, mas nada consegue atingir a popularidade de “Stand by me”, que volta a fazer sucesso nos anos 80, quando é lançado o filme baseado numa estória de Stephen King e estrelado pelo então astro River Phoenix.

A canção também deu nome a uma fundação que ele manteve até o fim de sua vida, a Stand by me foundation, que ajuda jovens necessitados a terem melhores oportunidades de estudar.

Photo of Ben E. King

King faleceu no final de abril deste ano, aos 76 anos e será para sempre reconhecido como uma das vozes mais lindas do soul. Tanto “When a man loves a woman” quanto “Stand by me” estão entre as 500 melhores canções do século XX e são clássicos absolutos de um período de ouro da música pop. O mundo fica mais triste sem estas duas vozes poderosas da black music.  

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