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TODAY’S SOUND: THE CREATURES POR ARTHUR MENDES ROCHA – Japa Girl












































































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TODAY’S SOUND: THE CREATURES POR ARTHUR MENDES ROCHA

Nos próximos posts, falaremos de alguns projetos paralelos (os chamados side-projects) de bandas famosas, começando por The Creatures, o duo formado por Siouxsie Sioux e Budgie.

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Os projetos paralelos costumam ser uma espécie de válvula de escape de alguns artistas, pois permite a eles inovarem, experimentarem com sons que não estão acostumados, bem como parcerias inesperadas.

Tanto Siouxsie como seu então marido na época, Budgie, dedicavam todo seu tempo e energia para o Siouxsie & The Banshees, a banda icônica que iniciou sua carreira de sucesso no punk e pós-punk inglês.

Siouxsie já era a primeira dama do gótico e Budgie seu fiel escudeiro, considerado dos grandes bateristas do pop mundial.

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Durante a gravação do seu famoso álbum “Juju” (de 1981), eles se deram conta de que apenas a voz e a bateria na faixa “But not them” era tão especial, tão diferente do som que eles faziam no Siouxsie & the Banshees que merecia uma dedicação diferenciada.

Assim nascia o The Creatures, que daria uma nova dimensão para a bateria de Budgie e o vocal de Siouxsie, experimentando com sons de lugares como Andaluzia, Japão, Havaí, entre outros.

O primeiro EP deles foi “Wild Thing”, cuja capa já era uma bafo, com uma foto dos dois nus e abraçados num chuveiro, cuja sessão vemos abaixo.

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 O título do EP era uma versão cover do antigo hit do The Troggs e além da faixa-título, havia também “Mad-Eye Screamer”, a qual eles interpretaram no Top of the Pops de 1981, atingindo a 25ª posição:

O som do The Creatures é mais cru que o do Siouxsie & the Banshees, um tribal-gótico, com percussão bombástica de Budgie e o vocal único de Siouxsie.

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Finalmente, em 1983, eles lançam o primeiro álbum do The Creatures, intitulado “Feast”, com destaque para “Miss the Girl”, com outra apresentação deles no Top of the Pops e com Budgie acrescentando um xilofone no som deles:

O álbum foi gravado no Havaí, onde eles foram inspirados pelos sons exóticos e também incluíram a participação dos cantores da Lamalani Hula Academy em algumas faixas.

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O grande hit do álbum acabou sendo “Right Now”, uma regravação de um antigo sucesso de Mel Tormé (cantor de jazz dos anos 50) onde adicionaram mais metais, atingindo o 14º lugar da parada inglesa; este acabou sendo o maior sucesso dos Creatures:

A capa do single foi concebida por Alex McDowell (que também criou capas para Sade) e é um primor de design e incluía também a faixa “Weathercade”:

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Depois de um hiato de seis anos, onde se dedicaram ao Siouxsie & the Banshees, eles voltam com o álbum ‘Boomerang”, lançado em 1989. O disco foi gravado na Andaluzia, Espanha, e mais uma vez eles se deixaram influenciar pelo local, acrescentando elementos de flamenco, blues e jazz, mais metais como trompete, saxofone e trombone.

As fotos da capa e o material de divulgação foram clicadas por Anton CorbiJn, o habitual colaborador do Depeche Mode e U-2.

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Algumas das canções de destaque do álbum eram:

“Standing There” e “You!”, com apresentação ao vivo no programa Big World, do Channel Four:

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Além de ‘Fury Eyes”, que chegou a virar hit club no início de 1990:

Em 1996, quando Siouxsie resolver terminar com o Siouxsie & the Banshees (dizem que por descobrir que os Sex Pistols estavam voltando), eles resolvem se dedicar exclusivamente ao  Creatures e lançam o EP “Eraser Cut”, lançado pelo seu próprio selo, o Sioux Records.

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Além disso, eles fazem uma colaboração com John Cale (ex-Velvet Underground), “Murdering Mouth”, concebida especialmente para o festival holandês, With a little help from my friends, idealizado por Cale:

Até que em 1999, eles lançam seu terceiro disco, ‘Anima Animus’, com capa criada pelos excelentes fotógrafos franceses Pierre et Gilles.

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O disco incluía o primeiro single,  “2nd Floor’, com direito a clipe que mistura colorido e P&B e sonoridade influenciada pelo techno:

O som ficava menos exótico e mais urbano, a percussão de Budgie mais agressiva, como na música ‘Exterminating Angel”, aqui uma apresentação no Festival de Glastonburry:

Depois de mais um período sem gravar, lançando coletâneas e álbum de remixes, eles voltam em 2003 com o álbum “Hái”, gravado em parte no Japão e na França. O disco foi gravado logo após a reunião de Siouxsie & the Banshees que voltaram com álbum ao vivo e show novos.

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Sob a influência japonesa, eles acrescentaram o tambor taiko de Leonard Eto, sendo que o álbum é dominado pelas sessões gravadas entre eles, além de toda a inspiração das paisagens de lá e dos filmes de Kurosawa.

O álbum foi bem recebido pela crítica e o primeiro single, “Godzilla”, teve clipe em P&B com várias cenas de filmes B:

Infelizmente, este acabou sendo o último álbum do The Creatures até o momento, já que Siouxsie e Budgie já não são mais parceiros nem na cama e nem em disco, o casal se divorciou em 2007, mesmo ano em que ela lançou disco solo.

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Em 2013, Siouxsie voltou aos palcos para duas apresentações no Royal Festival House enquanto Budgie se apresentou ao lado de Eto interpretando várias canções do álbum ‘Hái”.

 Em ambas as apresentações, tanto Siouxsie quanto Budgie não voltaram a se reunir e nem depois disto; uma pena para o pop que perdeu esta ótima colaboração entre estes dois parceiros musicais feitos um para o outro.

 

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