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TODAY’S SOUND: VIRNA LISI POR ARTHUR MENDES ROCHA – Japa Girl












































































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Jean Andre Rixens - 1874

                
       
















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TODAY’S SOUND: VIRNA LISI POR ARTHUR MENDES ROCHA

A diva italiana de hoje é Virna Lisi, a belíssima atriz que trabalhou com diretores como Joseph Losey, Dino Risi, Mario Monicelli, Liliana Cavani, Patrice Chéreau, entre outros; era considerada a Marilyn italiana e só veio a ser reconhecida como talento bem mais tarde em sua carreira.

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Virna começou no cinema por causa de sua beleza, mesmo sem nenhum treino como atriz.

Um amigo da família, o cantor Giacomo Rondinella que a apresenta para o diretor Antonio Ferrigno, e, apesar da oposição inicial do pai, ela começa a estrelar em pontas aos quatorze anos.

É em 1953, que ela estrela seu primeiro papel de importância no filme “E Napoli canta” e no ano seguinte, ela participa do sucesso “Questa è la vita”, ao lado do popular Totó, o rei da comédia italiana.

Italian Actress Virna Lisi

Não demorou a que sua beleza chamasse a atenção de vários diretores italianos e ela fosse convidada para diversos filmes como ‘La dona del giorno”, de 1957 onde ela faz um papel mais dramático.

No início da década de 60, ela também é convidada para participar de produções para a televisão.

Virna Lisi photoshoot

Mais é durante a restante da década de 60 que ela realmente estoura como atriz e símbolo sexual, estrelando ao lado de famosos atores em produções internacionais.

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Ela também se dedica ao teatro, atuando em peças de nomes famosos na época como Giorgio Strehler e Luigi Squarzina.

Em 1962, o conceituado diretor Joseph Losey a chama para estrelar no filme ‘Eva”, ao lado de Jeanne Moreau.

Em 1963, ela recusa o papel de Bond girl no filme “From Russia with love”, decisão da qual se arrependeu.

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Em 1964, ela contracena com Alain Delon no filme “A Tulipa Negra”, filme de capa e espada baseada num romance de Alexandre Dumas.

Logo, Hollywood presta atenção nela e lhe oferecem um contrato na Paramount, para estrelar em filmes durante sete anos. Os produtores americanos viam em Virna uma possível substituta para Marilyn Monroe, lhe oferecendo papéis em comédias leves.

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Um de seus primeiros filmes lá é “How to murder your wife” (Como matar sua esposa), de 1965, ao lado de Jack Lemmon e no qual há uma famosa cena dela saindo de um bolo apenas de biquíni:

Porém, mesmo na América, ela continua bastante requisitada na Europa.  No mesmo ano, ela estrela ‘As Bonecas”, filme de episódios no qual ela atua sob a direção de Dino Risi e ao lado de Nino Manfredi.

E também na produção “Casanova 70”, dirigido por Mario Monicelli e com Marcello Mastroianni.

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Virna vivia seu momento de badalação na mídia, e enquanto filmava mais uma produção americana ao lado de Frank Sinatra (‘Assault on a queen”), ela é convidada pelo diretor de arte Georges Lois, para pousar para a icônica capa da revista Esquire, onde ela aparece fazendo a barba.

Virna Lisi na capa da Esquire em 1965, uma das icônicas capas de George Lois.

Virna Lisi na capa da Esquire em 1965, uma das icônicas capas de Georges Lois.

Inclusive, dizem que Sinatra ficou louco com a atriz e queria largar tudo para ficar com ela.

Nos anos seguintes, ela ainda estrela mais filmes nos EUA como “Not with my wife, you don’t” (com Tony Curtis e George C. Scott), “A 25ª Hora” (com Anthony Quinn), entre outros.

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Em 1966, ela atua em “Lord & Gentlemen” (filme premiado em Cannes) e no ano seguinte ela vive ‘Arabella”, comédia de sucesso com Terry Thomas.

Até que em 1968, ela é convidada para estrelar em “Barbarella”, mas ela recusa e o papel acaba indo para Jane Fonda.

Virna andava insatisfeita com os papéis oferecidos a ela nos EUA e rompe seu contrato, voltando para a Itália.

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Em 1969, ela também atua em “O Segredo de Santa Vitória”, novamente com Quinn e também Anna Magnani.

Nos anos seguintes, ela continua a lutar por papéis melhores, seja no cinema como na TV.

Nos anos 70, ela se dedica mais à família, ao marido Franco Pesci e ao filho Corrad, voltando a atuar em 1978, no filme ‘Beyond good na evil” de Lilianna Cavani, mostrando que havia voltado para se dedicar a papéis mais maduros e desafiadores.

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Em 1979, ela ganha o prêmio David di Donatello pelo filme “The Grasshopper” (A Cigarra) de Alberto Lattuada.

Durante os anos 80, ela continua a se dedicar aos filmes de arte e também a minisséries da RAI.

Foi nos anos 90 que a atriz teve seu maior momento de reconhecimento: vencer o prêmio de melhor atriz no Festival de Cannes por sua soberba interpretação como Catarina de Médice em ‘A Rainha Margot’, ao lado de Isabelle Adjani, sob a direção de Patrice Chéreau.

Virna Lisi vencendo o prêmio de melhor atriz em Cannes em 1994, sob o olhar de Quentin Tarantino (que venceu por "Pulp Fiction").

Virna Lisi vencendo o prêmio de melhor atriz em Cannes em 1994, sob o olhar de Quentin Tarantino (que venceu por “Pulp Fiction”).

Pelo mesmo filme, ela também vence o César de melhor atriz coadjuvante, sendo a primeira atriz não francesa a ganhar o prêmio naquela ocasião.

Por ironia da vida, agora que ela estava envelhecida, é que a atriz teve o reconhecimento merecido por uma vida dedicada à arte de atuar.

Virna veio a falecer em 2014, aos 78 anos, de um câncer de pulmão fulminante.

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Seu último filme, “Latin Lover”, foi lançado postumamente no ano passado e sua interpretação foi bastante elogiada.

A bela Virna Lisi teve uma vida inteira admirada pela beleza e nos mostrou que nunca é tarde para mostrar que o talento estava lá todo este tempo, só faltava chance dela demonstrá-lo com papéis mais intensos.

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