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Abismo da existência – Japa Girl












































































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Thank you so much @saporebrasil @pietroleemann @lideresempreendedores 
Risoto com aspargos verdes e abóbora, contraste de mousse de couve-flor defumada e arroz silvestre crocante.Happy Sunday!
Plantio de mais de 320 árvores nativas da nossa Mata Atlântica para #florestadebolso de Ricardo Cardim. @fabricadearvores 😉RIP #leeradizwill and #rudolfnureyev 🖤🖤Wake up, Mthrfckrs! 
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Jean Andre Rixens - 1874

                
       
















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Abismo da existência

 

Animus by Rudrik

Animus by Rudrik

Começa 2013, o mundo não acabou, mas milhares de espécies de animais continuam sendo extintas em ritmo frenético e jamais serão conhecidas pelas próximas gerações.

Para eles foi o final dos tempos  e o gênero humano é o maior responsável.

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Desmatamento, efeito estufa, caça predatória, monoculturas, desertificação, mudanças climáticas e outras peças do efeito dominó geram dados alarmantes.

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O relatório Planeta Vivo, elaborado pela WWF, aponta uma queda significativa na quantidade de espécies entre 1970 a 1995.

Este estudo monitorou diversas espécies e chegou a triste conclusão de que 35% dos animais de água doce foram extintos nos últimos 100 anos.

Com relação aos animais marinhos, a perda foi maior, pois atingiu a ordem de 44%.

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A União para a Conservação da Natureza mostrou que um quarto das espécies conhecidas pelo homem estão ameaçadas de extinção.

Entre estes animais, podemos destacar: o panda gigante da China, o elefante africano, o cervo-da-tailândia, o cavalo selvagem da Europa Central, o bisão da França, a baleia-azul, o leopardo, o lobo-vermelho, o orangotango, entre outros.

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No Brasil a situação não é diferente.

O tráfico de animais silvestres, as queimadas e as agressões aos ecossistemas colocaram vários animais brasileiros na triste lista negra.

São alguns exemplos: ariranha, arara-azul, cachorro-vinagre, cervo-do-pantanal,  jaguatirica, lobo-guará, mono-carvoeiro, mico-leão-dourado, onça-pintada, tamanduá-bandeira, tatú-canastra, veado-campeiro e outros tantos a beira da inexistência.

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Veja só por imagens, alguns dos animais em extinção nos últimos 20 anos.

 

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Tartaruga Gigante de Galápagos — 24 de junho de 2012

O Lonesome George (ou George, o Solitário) viveu por, aparentemente, um século.

Um bom tempo ao considerarmos que George estava habitando Galápagos tranquilamente no período de duas guerras mundiais.

A parte triste da história, no entanto, está no fato de que ele foi o último de sua espécie.

Quando vivo, o animal chegou a ser considerado uma das criaturas mais raras do mundo, especialmente por não ter tido filhos ou outro indivíduo conhecido de sua subespécie — e é possivelmente daí que vem o apelido “solitário”.

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Rinoceronte-Negro-do-Oeste — 2011

Vítima da caça desenfreada — apesar dos esforços de ambientalistas e de leis de proteção —, a subespécie de rinoceronte-negro foi oficialmente declarada extinta em 2011.

Além disso, as outras três subespécies de rinocerontes-negros restantes também estão criticamente em perigo.

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 Mergulhão-de-Alaotra — 2010

Um lago em Madagascar foi, até 2010, o lar da espécie de um pequeno pato de mergulho. No entanto, a perda de habitat e a predação por peixes carnívoros de espécies não nativas extinguiu os mergulhões-de-alaotra.

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Foca-Monge-das-Caraíbas — 2008

Os representantes dessa espécie foram caçados extensivamente durante os séculos 1700 e 1800, especialmente pela gordura desses animais ser utilizada como óleo para lâmpadas e máquinas.

O último exemplo da foca-monge-das-caraíbas foi visto com vida em 1952, mas foi apenas em 2008 que essa espécie passou a ser considerada oficialmente extinta.

A extinção dessas focas também significa o desaparecimento de uma espécie de inseto que só vivia dentro do nariz desses animais aquáticos.

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Golfinho Baiji — 2006/2007

 Bastante parecido com o boto da Amazônia, existiu por  20 milhões de ano. Em 1979 a China declarou-o em perigo de extinção.

Após a construção da represa de 3 Gargantas, que alterou de forma irrecuperável seu habitat, foi praticamente dizimando.

A Fundação de Conservação de Wuhan “Delfín Baiji”, fundada em dezembro de 1996 gastou ao redor de 100 mil dólares para a preservação de células in vitro, pelo qual talvez algum dia possamos vêlo novamente

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 Poouli — 2004

Mesmo ainda sendo listada tecnicamente como “criticamente em perigo”, esta espécie de pássaro do Havaí pode ser considerada extinta desde 2004,  já que nenhum representante foi encontrado na natureza nos últimos anos.

Muitos apontam que o principal motivo dessa extinção foi a aparição de espécies não nativas no ecossistema havaiano — o que causou o declínio dessa espécie de pássaro e um desequilíbrio na natureza.

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Mariana Mallard — 2004

Esta espécie de pato foi considerada extinta em 2004, mas o último par desses animais foi vistos na natureza ainda em 1979.

A perda de habitat — ocasionada pela drenagem de pântanos para a agricultura e pelos danos na natureza trazidos pela Segunda Guerra Mundial — foi o principal motivo que causou o declínio desta espécie, que era encontrada em apenas três ilhas do Pacífico.

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A última representante desta espécie de mamífero foi morta em 2000 por uma árvore que caiu sobre ela.

Ainda assim, os cientistas tentaram manter a linhagem viva, realizando, em 2009, a criação de um clone.

Este, no entanto, morreu ainda pequeno por complicações nos pulmões.

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Uma das espécies extintas mais recentemente.

Bastante parecido com o boto da amazônia, e existiu por  20 milhões de anos.

Em 1979 a China declarou-o em perigo de extinção.

Após a construção da represa de 3 Gargantas, que alterou de forma irrecuperável seu habitat, foi praticamente dizimando.

A Fundação de Conservação de Wuhan “Delfín Baiji”, fundada em dezembro de 1996 gastou ao redor de 100 mil dólares para a preservação de células in vitro, pelo qual talvez algum dia possamos velo novamente

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Tigre-de-Java — 1994

Esta subespécie de tigre vivia em Java, uma ilha da Indonésia.

Ainda em 1984, um representante dela foi morto, mas, até 1993, os cientistas não conseguiram encontrar qualquer outra evidência de que esses tigres ainda estavam por lá.

Aparentemente, a principal causa da extinção foi a perda de habitat ocasionada pela agricultura da região.

Das oito subespécies reconhecidas de tigre, três já estão extintas: o tigre-do-bali, desde 1940; o tigre-do-cáspio, desde 1970 e o tigre-de-java.

O estatuto de conservação dos tigres-brancos não está avaliado pela União Internacional para a Conservação da Natureza.

São animais muito raros que não existem em estado selvagem, apenas sob cativeiro.

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O último Pica-pau-bico-de-marfim foi visto na natureza em 1940.

Desde então, há vários relatos de pessoas que já avistaram esses pássaros.

Além disso, uma gravação de áudio de 2002 causou um grande alvoroço entre cientistas e aficionados, que passaram a procurar aves dessa espécie — aparentemente, o som era de um pássaro bicando uma árvore.

Apesar de algumas pistas promissoras, a ave permanece oficialmente extinta.

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Canarian Oystercatcher — 1994

Esta ave foi recolhida pela última vez em 1913 na ihas Canárias.

Supõe-se que morreram por causa do esgotamento de sua fonte de alimento ocasionado pela pesca comercial.

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Concretamente, estão ameaçadas em todo planeta 12% das espécies de aves, 23% de mamíferos, 52% de insetos, 32% de anfíbios, 51% de répteis, 25% de tubarões e 20% de raias.

Outros tantos animais são extintos desde a existência de vida.

Que a seleção natural vá fazendo suas escolhas é perfeitamente natural, o dolorido é sabermos que o padrão de pensamento contemporâneo acelera o consumismo desenfreado fazendo desaparecer em níveis alarmantes espécies animais e vegetais em todo o Planeta.

O medo não é que o mundo acabe; o medo é que ele continue o mesmo rumo ao limite da nossa própria extinção.

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