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Caça aos caçadores – Japa Girl












































































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Caça aos caçadores

Em pleno século 21, há humanos que continuam na pré-história. Quando se fala de caça para subsistência como ocorre com indígenas e povos ribeirinhos é uma questão.

Quando a caça serve para fomentar vaidade, alimentar crueldade, vestir egos e caprichos sem medida é outra coisa.

Que prazer hediondo é este em ter como troféu um ser vivo?

Caçar por esporte é matar por futilidade.

Mesmo proibida em todo o Brasil e em outros vários países, a caça esportiva e predatória, continua colocando animais em extinção e promovendo a supremacia equivocada do gênero humano.

A caça esportiva não visa a obtenção de alimentos, mas a conservação de tradições engessadas, a emoção doente da perseguição, a adoração à indústria bélica, o prazer pela morte entre outras razões nada gentis.

Na África do Sul perdeu 227 rinocerontes desde o início do ano devido à caça ilegal, apenas para utilização dos chifres como decoração ou poção afrodisíaca.

Todos os anos são mortas mais de 30 mil focas na costa russa do Mar Branco e cerca de 275 mil no Canadá .

Utilizam-se as peles e também o óleo, a partir do qual são produzidas cápsulas para combater a artrite.

Os asiáticos compram também os órgãos sexuais dos animais, novamente acreditando ter poderes afrodisíacos. Brochante.

Já a cervejaria escosesa, Brew Dog lançou a  “The End of History”, a cerveja mais forte e cara do mundo.

Com 55% de álcool e vendida dentro de arminhos e esquilos empalhados, custam respectivamento 700 e 500 euros por garrafa.

A brutalidade e o mau-gosto

Embora seja regulamentada em países da Europa, África e América do Sul, no Canadá e nos Estados Unidos, a caça vem sendo perseguida com extremo rigor pelos grupos ambientalistas.

No Brasil, ela é proibida na maior parte do território.

Aqui, apenas dois Estados a autorizam: o Paraná e o Rio Grande do Sul.

Até o final do ano, algumas fazendas em Mato Grosso do Sul vão promover o safári com dardos.

No Uruguai tem até caçadas verdes, onde o animal não é abatido mortalmente e sim anestesiado. Menos mau ?

No Rio Grande do Sul tem até revista especializada nesta modalidade de gosto duvidoso, chamando animais de peças e afirmando ser “Fantástico as 48 perdizes abatidas”.

Veja só este trecho de uma matéria publicada:

Alucinante !!! Cabeça de Caça a dor.

Vai atrás da dor e pode sair machucado como o próprio rei da Espanha Juan Carlos, que fraturou o quadril em uma viagem à África, enquanto caçava Elefantes e sua popularidade despencou pelo mundo.

Rei Juan Carlos da Espanha decepciona o mundo

Onde está sua nobreza ? O também caçador Marcos Matsunaga, executivo da Yoki, colecionava armas, praticava a caça e foi vítima fatal de sua própria escolha, acabando como uma presa desprezada.

O caçador Marcos Matsunaga que banalizou a Vida e sua vida foi igualmente banalizada

A caça esportiva não visa a obtenção de alimentos, mas a conservação de tradições engessadas, da emoção doente da perseguição, entre outras razões nada gentis.


Documentos datados de 1535 comprovam a existência, em um navio Francês apreendido pela Coroa Portuguesa, de 6.000 (seis mil) peles de “Leopardo”, muito provavelmente exemplares abatidos de onça-pintada (Panthera onca), além de muitos outros representantes da Fauna Brasileira, como papagaios, por exemplo.

A carnificina é antiga.

As espécies que mais sofreram com este tipo de comércio foram, sem dúvida alguma, aquelas que apresentavam pintas ou manchas na pele, como a Onça-pintada (Panthera onca), a Jaguatirica (Leopardus pardalis), o Maracajá (Leopardus wiedii) e o Gato do Mato Pequeno (Leopardus tigrinus).

Onça Pintada, a Jaguatirica, o Maracajá e o Gato do Mato-Pequeno

A caça esportiva, apesar de amplamente proibida,  continua a acontecer no interior do país, com a justificativa  exercida sobre a morte dos animais domésticos comidos por onças.

Os bovinos, caprinos e eqüinos são prato farto para os felinos, já que com a escassez dos animais silvestres por conta de caça, queimadas e pastos abundantes que acabam com os corredores naturais da cadeia alimentar da floresta, então eles precisam procurar em fazendas seu alimento.

Diminuindo a oferta, os felinos recorrem as criações.

Um círculo vicioso e macabro vai se agravando com a caça predatória e esportiva.

O Brasil é considerado o país de maior diversidade biológica do planeta.

Segundo o Ibama, órgão responsável pelas listas oficiais de espécies da fauna e da flora brasileiras ameaçadas de extinção, 219 espécies animais.

Entre elas, algumas estão praticamente extintas, como a ararinha-azul.

Enquanto isto um americano ex-caçador escreve esta carta abaixo:

Para se ter uma idéia de quanto a caça esportiva é uma atividade bastante cara e alimenta um mercado grande.

Além da espingarda e da munição, o praticante precisa pagar pelos animais que mata.

Na África, o caçador é obrigado a despender de 35.000 a 40.000 dólares por um elefante e de 30.000 a 35.000 dólares por um felino de grande porte.

Entre as justificativas dos defensores da liberação da caça está a de que ela atrairia turistas.

Se fosse uma atividade que trouxesse ativos financeiros para o país a África não viveria a situação de fome que vivem em grande parte do seu território.

Os dois filhos de Donald Trump que praticaram uma verdadeira matança no Zimbabwe

Depois que documentários ambientalistas revelaram ao mundo as cenas chocantes do abate de elefantes, leões e tigres para virar troféus de caçadores, vários parques de caça deram lugar ao safári de observação.

Essa modalidade de turismo atrai um número muito superior de visitantes.

Nada mais “natural”.

Contribuir para a preservação da vida é, certamente, uma experiência mais estimulante do que a promoção da crueldade e da violência.


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