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1987 – Japa Girl












































































    Encontrei essa cachorra, com mais de 10 anos, castrada, com uma cirurgia ainda cicatrizando na região torácica, cheia de moscas e pulgas, na pracinha em frente ao colégio Santa Cruz, região de Pinheiros. Muito fraca, está pele e osso. Internei no @citvet por 24 hrs, está inteira, sem anemia, sem infecção, fígado e rins bons! Acredito que fugiu! Por favor me ajudem compartilhando, deve ter um dono procurando por ela. Por hora, colocamos o nome de Angelita. #cachorraperdida #procurasecachorroHoje!!!
#climatestrikeLunatic Magic Beware...🦇 Theophile-Alexandre Steinlen “Chat au Clair de Lune”, c 1900Greve Global pelo clima - São Paulo, 20.9.2019! É de suma importância que todos participem dessa greve global. Acontece que a Amazônia, o Pantanal e o Cerrado, continuam queimando, numa destruição avassaladora, apesar da pressão feita até agora. Além disso, incêndios se espalham por diversos cantos do mundo, como Sibéria, Indonésia e o continente africano. Não podemos relaxar, enquanto mudanças significativas sejam aplicadas de fato.Emocionante! Nunca vi passeata igual, com tanta gente. Acordamos. Graças à Deus e Deusa. Não podemos mais permitir que isso aconteça as Florestas e aos Animais. Fora demônio #forasalles #sosamazoniaPor favor assistam!Gigante pela própria natureza e pela própria ignorância 🇧🇷Precisamos ir para a rua protestar urgente!!! Profundamente abalada com a destruição de lugares sagrados, lugares que sustentam a Vida neste planeta! Todos vão sofrer as consequências desse desmatamento e queimadas! Árvores de 500 anos já eram! Estão encontrando animais queimados, jamais estudados ou conhecidos pelo homem! Estamos sentenciando nossa existência. #prayfortheamazonÉ com profundo pesar, estão cortando uma pequena floresta de no mínimo 70 anos, que cresceu numa casa desocupada. Ainda que haja autorização da PMSP e compensação em outro local, como fica o entorno? Quem irá compensar os morcegos e periquitos que moram nessas árvores?Unforgetable veggie lunch exxxperience!
Thank you so much @saporebrasil @pietroleemann @lideresempreendedores 
Risoto com aspargos verdes e abóbora, contraste de mousse de couve-flor defumada e arroz silvestre crocante.

                
       
















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Posts Tagged ‘1987’

TODAY’S SOUND: THE EXPLOITED POR ARTHUR MENDES ROCHA

‘Punk rock is a serious business” (Punk rock é um negócio sério), assim a banda Exploited define o gênero que os tornou famosos; toda a rebeldia, aquele sentimento de se sentir vivo, de gritar, de se rebelar contra as corporações, esta atitude o grupo leva sério até hoje.

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Surgido no início de 1980, na Escócia, The Exploited acreditou na energia punk desde o começo, adquirindo uma postura politizada, contra as guerras e injustiças sociais.

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A banda faz parte da segunda geração do punk inglês, angariando fãs entre os skinheads, por cuja união a banda sempre se preocupou.

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Formado por Wattie Buchan (que acabara de servir nas forças armadas inglesas), John Duncan, Gary McCormack e DRU Stix, a banda lança em 1981 do seu primeiro álbum, que já tinha o sugestivo título de “Punk’s not dead” (o punk não está morto).

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O álbum atingiu o 20º lugar na parada inglesa, além de vender mais de 150 mil cópias e lançar os hits “Sex and violence” e ‘Cop Cars”:

Logo em seguida a banda lançava o EP “Dead Cities”, como vemos abaixo na explosiva apresentação no Top of the Pops:

Esta apresentação foi bastante criticada pelos fãs da banda, pois significava a banda se vender ao sistema. Mesmo com todas as críticas, as vendas do EP saltaram de 20 para 50 mil unidades vendidas.

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Era o verão de 1981 e a banda saia na turnê “Apocalypse”, junto com o Discharge, e fazia show em Londres um dia após os conflitos em Brixton e ocasionando um novo renascimento do punk rock na Inglaterra.

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O visual do Exploited sempre foi o punk ao extremo, com o vocalista Buchan desfilando o seu moicano, além das roupas e acessórios característicos do gênero, como os Sex Pistols haviam feito alguns anos antes.

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Uma das polêmicas da banda foi vender camisetas em seus shows com a suástica, associando-os aos nazistas, mas a banda nega isso, afirmando que seu intuito era chocar e não fazer apologia do nazismo. Outra forte crítica era que a banda incitava a violência em seus shows.

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Independente disto tudo e de já ter causado muita confusão como prisão de seus membros e até serem banidos em locais como a Holanda, eles continuam fiéis às suas raízes e se posicionando contra conflitos como a Guerra das Malvinas.

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Em 1982, eles lançam o disco que muitos consideram o seu grande clássico: “Troops of Tomorrow”, que atingiu o décimo lugar na parada inglesa e originou sucessos como “UK 82” e “”Fuck the USA”:

Nos anos seguintes, a banda lançou mais discos (que não tiveram tanto sucesso como os primeiros), excursionou por vários países, incluindo o Brasil e também trocaram muitas vezes de integrantes.

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Em 1987, no disco “Death before dishonour”, a capa é uma referência direta à Margaret Thatcher (falecida nesta semana) com a ex-primeira ministra desenhada já em decomposição e abraçada na morte segurando uma nota de dez libras.

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Se último trabalho foi em 2003, “Fuck the system” com forte influência do metal e também da música eletrônica, o que andou desagradando os fãs mais fiéis ao estilo da banda.

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Tendo recentemente completado 30 anos de existência, o Exploited continua na ativa, com a volta dos membros originais e uma prometida turnê para este ano.

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Sem o Exploited, dificilmente existiria o trash metal de artistas como Metallica, Slayer e Slipknot, além de seu som influenciar grupos como Queens of the Stone age e Nirvana (inclusive Duncan chegou a participar como guitarrista no disco “In Utero”).

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TODAY’S SOUND: SHAM 69 POR ARTHUR MENDES ROCHA

Sham 69 é mais uma banda punk inglesa surgida em 1975, na primeira onda do punk e que tiveram sucessos nas paradas, além de influenciarem os movimentos como o Oi!

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Mesmo não tendo a imagem fashion de outras bandas punk ou não terem vindo de alguma escola de artes, o Sham 69 sempre foram do proletariado e nunca se envergonharam disto.

A banda trouxe para sua música, o canto das torcidas de futebol e até um certo populismo político, misturando punk com hard rock e com letras fáceis de serem assimiladas.

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Tudo começou em Surrey, na Inglaterra, pelo cantor e letrista Jimmy Pursey, que se inspirou num grafite para criar o nome Sham 69.

Pursey tinha a credibilidade das ruas, era um cara comum e da classe trabalhadora (working class) e por isto a geração jovem da época se identificou com o seu som.

A ele se juntaram Dave Parsons (guitarra), Albie Slider (baixo) e Mark Cain (bateria), esta era a formação clássica da banda e no começo mal sabiam tocar algum instrumento.

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No começo, a banda fez vários pequenos shows, abrindo para bandas como o Generation X (de Billy Idol) e até uma residência no clube Roxy em Londres, onde foi se tornando conhecida.

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Seu primeiro single de sucesso foi “I don’t wanna”, lançado apenas em 1977 pelo selo independente Step Forward e produzido por John Cale (do Velvet Underground).

A gravadora Polydor, de olho em sua crescente poularidade, assinou com eles e lançaram seu primeiro álbum no início de 1978, intitulado “Tell us the truth”, gravado metade em estúdio e metade ao vivo.

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Um dos destaques era a música “Borstal Breakout”:

Porém o estilo da banda acabaria voltando contra eles próprios já que esta “facilidade” de memorizar as letras e a atitude populista acabou por atrair os skinheads (tanto os de direita como os de esquerda) e grupos pró-violência gerando muitas brigas durante os shows.

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Os próprios membros da banda declaram que esta identificação dos skinheads  se deu totalmente por acaso, quando Pursey avistou um amigo careca na platéia e falou: “Skinheads are back” (Os skinheads estão de volta); foi o que bastou para a presença maciça nos shows seguintes da banda.

Seus shows acabaram virando o palco favorito para o grupo de extrema direita, e também racista, “National Front”; o que veio a se tornar uma imagem negativa para a banda.

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Mesmo com estes ocorridos e um novo integrante na banda, o Sham 69 lança seu segundo álbum, “That’s life”, com singles como “Hurry up Harry” e “Angels with dirty faces”, com a popularidade cada vez maior, impulsionada por shows e aparições no programa Top of the Pops:

O terceiro álbum vem com mais dois hits: “If the kids are united” e “You’re a better man than I”, que também arrebentam nas paradas:

Mas a banda vem tendo cada vez mais dificuldade de se apresentar em turnês depois de um show na Middlesex Polythecnic ,em 1979, que acabou em pancadaria.

Assim, seus membros e até mesmo o fundador da banda, Pursey, começam a procurar outros projetos.

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Em meados dos anos 80, com a fraca recepção do quarto álbum, Pursey resolve dissolver a banda e se lançar em carreira solo e também num projeto com dois dos membros dos Sex Pistols, Steve Jones e Paul Cook, denominado de “Sham Pistols”.

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O Sham Pistols acaba sendo um fracasso e, em 1987, Pursey e Parsons formam um ‘novo” Sham 69, com dois novos membros.

A banda teve várias formações e inclusive, durante um período, chegaram a existir “dois” Sham 69.

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Hoje em dia, Pursey garante ser o dono do nome Sham 69, recrutou seus velhos companheiros de banda e continuam a se apresentar em turnês pelo mundo.

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Today’s Sound: Public Enemy por Arthur Mendes Rocha

Outro gigante do hip-hop e um dos grupos mais engajados do gênero é o Public Enemy.

A banda foi formada por Chuck D. para dar voz a uma facção do rap que queria dizer algo mais em suas letras, com discussões políticas e sociais, tentando conscientizar a população negra através de sua música.

Os demais membros da banda são Flavor Fav, Terminator X e Professor Griff (que abandonaria o grupo depois de declarações anti-semitas). Eles faziam programas de rádio em Long Island, antes de gravarem discos.

Foi em 1987 que o Public Enemy lançou o seu primeiro álbum: “Yo! Bum Rush the Show”, muito bem recebido pela crítica (mas ainda com pouca vendagem) que chama o grupo de “uma destilação de raiva e resistência negra, destinado a ser a voz de uma comunidade” segundo o New York Times. Além disso, o disco já incluía em sua capa, o famoso logo da banda: a silhueta de um negro sob a mira de uma arma. O New Musical Express considerou o álbum um dos melhores do ano, além dele figurar na lista dos 100 melhores álbuns de rap da revista Source e na lista dos 500 melhores álbuns de todos os tempos da revista Rolling Stone.

No ano seguinte, eles lançam seu segundo disco, o seminal “It takes a Nation of Millions to hold us back”, que origina um dos maiores hits da banda: “Don’t believe the hype”

E também “Rebel without a pause”:

O álbum é super bem recebido pela crítica, figurando nas listas de melhores do ano e atingindo o disco de platina em vendagens.

O Public Enemy começava a ultrapassar as barreiras do hip-hop e em 1989 integram a trilha do famoso filme de Spike Lee “Do the right thing” (Faça a coisa certa) com o megahit “Fight the Power”, um verdadeiro grito de guerra negro onde atacam o poderio de alguns artistas brancos como Elvis Presley e John Wayne, além de vangloriar Malcom X e também os Panteras Negras:

O grupo lançaria bons trabalhos nos anos 90, começando por “Fear of a Black planet” de 1990, que incluía “Fight the Power”, bem como “Welcome to the terrordome”:

No álbum “Apocalypse 91…the empire strikes back” (de 1991)eles fazem um crossover de rap com rock,ao lado do Anthrax na  música “Bring the noise”:

Com esta mensagem política, o grupo também atrai muita polêmica, tendo vídeos e músicas banidos de TV e rádio, por acusações de racismo e também gerando violência em algumas apresentações.

Também em 1991, o Public Enemy realiza um show histórico em São Paulo no Ginásio do Ibirapuera, já que estavam no auge de sua carreira e o próprio Chuck D. elogiou como o povo brasileiro sabe apreciar o hip-hop.

Apesar de excursionar por vários países do mundo e lançarem mais discos, os anos 00 representa um recesso criativo para a banda, que não lança trabalhos de grande expressão e sim coletânea de sucessos como “Power to the people and the beats” (2005).

Um dos posicionamentos da banda foi utilizar a internet como forma de comercialização de sua música, já que acreditam que o modelo das grandes gravadoras está ultrapassado.

Em 2007, é lançado um documentário sobre a banda chamado “Welcome to the terrordome”, com a participação dos Beastie Boys, Henry Rollins, Tom Morello, entre outros, dando depoimentos sobre a importância e o legado do Public Enemy.

Hoje eles continuam na ativa e este ano deve haver comemorações especiais pelo aniversário de 25 anos de um dos maiores grupos de hip-hop de todos os tempos, com previsão do lançamento de dois novos álbuns este ano.

No site da banda dá para conferir as atualizações de shows e lançamentos da banda:

www.publicenemy.com


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