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bicicleta – Japa Girl












































































    Hoje!!!
#climatestrikeLunatic Magic Beware...🦇 Theophile-Alexandre Steinlen “Chat au Clair de Lune”, c 1900Greve Global pelo clima - São Paulo, 20.9.2019! É de suma importância que todos participem dessa greve global. Acontece que a Amazônia, o Pantanal e o Cerrado, continuam queimando, numa destruição avassaladora, apesar da pressão feita até agora. Além disso, incêndios se espalham por diversos cantos do mundo, como Sibéria, Indonésia e o continente africano. Não podemos relaxar, enquanto mudanças significativas sejam aplicadas de fato.Emocionante! Nunca vi passeata igual, com tanta gente. Acordamos. Graças à Deus e Deusa. Não podemos mais permitir que isso aconteça as Florestas e aos Animais. Fora demônio #forasalles #sosamazoniaPor favor assistam!Gigante pela própria natureza e pela própria ignorância 🇧🇷Precisamos ir para a rua protestar urgente!!! Profundamente abalada com a destruição de lugares sagrados, lugares que sustentam a Vida neste planeta! Todos vão sofrer as consequências desse desmatamento e queimadas! Árvores de 500 anos já eram! Estão encontrando animais queimados, jamais estudados ou conhecidos pelo homem! Estamos sentenciando nossa existência. #prayfortheamazonÉ com profundo pesar, estão cortando uma pequena floresta de no mínimo 70 anos, que cresceu numa casa desocupada. Ainda que haja autorização da PMSP e compensação em outro local, como fica o entorno? Quem irá compensar os morcegos e periquitos que moram nessas árvores?Unforgetable veggie lunch exxxperience!
Thank you so much @saporebrasil @pietroleemann @lideresempreendedores 
Risoto com aspargos verdes e abóbora, contraste de mousse de couve-flor defumada e arroz silvestre crocante.Happy Sunday!
Plantio de mais de 320 árvores nativas da nossa Mata Atlântica para #florestadebolso de Ricardo Cardim. @fabricadearvores 😉

                
       
















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Posts Tagged ‘bicicleta’

Look Bike

Da Vinci's first bike sketch

Da Vinci’s first bike sketch

Foi Leonardo da Vinci que esboçou os primeiros traços do que conhecemos por bicicleta.

Ela já foi brinquedo de elite no século XVll, mas foi o alemão, Barão Karl von Drais, curiosamente, engenheiro agrônomo e florestal que em 1817, projetou e divulgou o que hoje conhecemos por bicicletas.

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Optar por seu uso no caos urbano é uma atitude sustentável, saudável e solidária.

O aumento desta prática é uma realidade em todas as grandes cidades do nosso planeta azul.

Em Barcelona o movimento “El Bicing” e em Paris o “Velib”, compartilham bicicletas em sinergia com o sistema de transporte público.

Graphic Design by Chris Thornley aka Raid71 - "Summer in the City"

Graphic Design by Chris Thornley aka Raid71 – “Summer in the City”

“País desenvolvido não é aquele que todos tem carros e sim aqueles que a maioria usa o transporte público”, como bem disse alguma citação que li no Facebook.

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Tudo bem…Que esta prática é tudo de bom, todos já sabem, agora o desafio é como pedalar com estilo, não caindo na “normose” de modelitos esportivos que sufocam qualquer produção de figurino.

Com a adesão deste meio de transporte para ir ao trabalho e também se divertir, o “dress code” pede outro tratamento e pode ser bem divertido.

A stylist francesa Catherine Baba, musa do movimento Cycle Chic, pedala todo seu estilo pelas ruas de Paris. Je t'aime!

A stylist francesa Catherine Baba, musa do movimento Cycle Chic, pedala todo seu estilo pelas ruas de Paris.

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Catherine Baba

Catherine Baba

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Uma adequação do seu estilo com as necessidades práticas da bicicleta vem ao encontro do  movimento mundial Cycle Chic, onde andar de bicicleta é um estilo de vida que pode ser chique e ter um carro não é sinônimo de status neste novo paradigma.

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Um exemplo evidente é a embaixatriz da Dinamarca no Brasil, Anne-Marie Overbye, que trouxe seu meio de transporte na bagagem e anda com sua magrela, para lá e para cá, em Brasília.

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A embaixatriz da Dinamarca no Brasil, Anne-Marie Overbye

A embaixatriz da Dinamarca no Brasil, Anne-Marie Overbye

As bicicletas se tornaram queridinhas de fashionistas quando Karl Lagerfeld, o estilista da marca Chanel criou a “Vélo Chanel”, na primavera verão 2008,  repleta de detalhes assinados, pneus que não furam e dispositivo anti-roubo.

A Dior fez o lançamento de um novo perfume onde a campanha era uma modelo, numa bicicleta segurando um enorme vidro de perfume.

Le Velo Chanel

Le Velo Chanel

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Com mais de um século de vida prática, as bicicletas ganham frescor, glamour, além de ser sinônimo de engajamento sócio-ambiental, afinal, colaborar pela qualidade de vida na cidade é algo altamente sofisticado.

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Enquanto você é visto da cabeça ao pés, é melhor unir moda, segurança, praticidade e bom humor.

Desta maneira, reunimos algumas dicas para que nossos leitores ciclistas pedalem ao encontro do seu estilo pessoal e saúde integral:

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Bicicletas vermelhas enfeitam os ciclistas e são chics por definição.

Outros modelos com cara mais antiguinha, dão um ar mais urbano e menos competitivo.

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- Colocar um cesto de algum material orgânico e usá-lo sempre com flores, frutas, jornais, livros e até um comportado cãozinho, farão do seu percurso um respiro para os motoristas e transeuntes.

Lucky's Love Machine goes for a ride ;)

Lucky’s Love Machine goes for a ride ;)

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- Compor a cor da sua bike com peças de figurino e acessórios no mesmo tom, farão uma composição harmoniosa. 

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- Existem capacetes customizados  fazem toda diferença em qualquer look.

O site http://www.bellehelmets.com/ apresenta desenhos simples e antenados.

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- Roupas confortáveis não são sinônimo de roupas de academia.

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- As estampas de bicho são interessantes desde o tempo das cavernas.

No mercado é fácil encontrar sapatilhas, leggings, meias, tops e outros itens que valorizarão seu look.

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- Evite calças muito justas e mini-saias, pode te expor demais e ainda causar acidentes.

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- Lenços ajudam a proteger o cabelo e a garganta.

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Audrey Hepburn

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- Os sapatos devem prender os calcanhares e dá até para encarar um saltinho.

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- Vestidos compridos podem te enroscar.

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- Saias rodadas e óculos vintage são itens super femininos e não atrapalham as pedaladas.

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- Para os meninos calça de sarja com All Star é um look confortável e que costuma fazer o maior sucesso.

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- Terno, tênis e bicicleta é um trio super charmoso.

Acredite.

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- Luvas são importantes para precaver calos na mão.

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Importantíssimo:

- Levar o frescor educado para os outros cidadãos, praticando a gentileza.

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- O ideal é ganhar experiência em ciclofaixas antes de se aventurar no trânsito.

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- Campainha, sinalização noturna e espelho retrovisor esquerdo são itens previstos por lei.

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- Jamais saia sem capacete e sem luvas.

- Nunca use phone de ouvido, cobrindo totalmente sua audição, ouça seu som apenas de um lado.

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- Quando estiver em grupo, ande em fila.

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- Sinalize sua intenção por meio de gestos antes de executar manobras.

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Agora com mais estilo e bastante segurança, se aproprie de sua bicicleta e deixe os ventos inspiradores de Da Vinci, te levarem para esta realidade mais sustentável dentro dos nossos centros urbanos.

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Rio Morto Vivo

Este post foi concebido quando Japa Girl foi andar de bicicleta pela ciclovia do Rio Pinheiros e constatou que há vida neste leito semi morto.

As capivaras impressionam pelo tamanho e docilidade, onde apesar de um ambiente mega hostil, sobrevivem.

Como conseguem ?

Águas negras exalam odores fétidos. Nenhum peixe, milhões de mosquitos transmissores.

Com o que se alimentam ?

Conforme Malu Ribeiro, coordenadora da rede das águas da ONG SOS Mata Atlântica, as bichinhas só sobrevivem, pois se alimentam de gramíneas.

As gramíneas retêm o orvalho que as capivaras absorvem e a água que precisam vem desta alimentação.

Ao nadar as narinas e olhos se fecham e em seu pelo oleoso não gruda sujeira.

Fortes e robustas começaram a aparecer em 1999, com a implantação do projeto Pomar Urbano.

Em mais de uma década plantou- se 700 mil mudas, de 250 espécies nativas, em 26 quilômetros de margens do rio.

Imagem do Rio Pinheiros antes do projeto Pomar Urbano, 1999

Imagem do Rio Pinheiros 12 anos após a implantação do projeto Pomar Urbano

As espécies plantadas em sua maioria são: Palmeira Jerivá, espécie nativa da região, goiabeiras, pitangueiras, amoreiras, uvaias, cerejeiras, manacás, patas-de-vaca, quaresmeiras, jasmins, urucuns, paineiras, ipês, orelhas-de-onça e sálvias emprestam seu colorido às margens do rio Pinheiros.

Algumas das espécies nativas plantadas no Rio Pinheiros

Vida gera vida

Com a revitalização das margens do rio, os animais começaram a voltar.

Além das resistentes capivaras, maritacas, preás, carcarás, lagartos, sapos, rãs, cobras, teiús e calangos.

Ao todo, foram identificadas ainda 35 espécies de pássaros atraídos pela revitalização.

Além das capivaras, outras espécies encontradas no rio Pinheiros

Como os predadores das capivaras são as onças e os jacarés, que precisam de água limpa para sobreviver, elas se procriam em abundância.

Gavião Carrapateiro procura parasitas na capivara

O Rio Tiête tem 3 parques ecológicos onde estes animais aparecem com tranqüilidade, eles foram migrando para o Pinheiros, que é visivelmente, mais poluído que o Rio Tiête. A partir de Mogi e passando por Guarulhos ele começa a ficar poluído, passa esverdeando escuro pela cidade e inicia nova respiração na cidade de Salto.

Parque Ecológico Rio Tiête

Os ambientalistas brincam lamentando, que o Tiête está saindo da UTI, enquanto o Pinheiros está na Unidade Terapia Intensiva sem previsão de alta.

Podemos observar isto através da coloração e do mau cheiro.

O Pinheiros, onde abriga dos metros quadrados mais caros de São Paulo fede doença.

Margem do Rio Tiête após reforma e projeto paisagístico

Margem do rio Pinheiros

Já que a SABESP divulga que faz tratamento de esgoto antes de enviá-lo ao rio, por que os odores? Por que a espuma?

Espuma no leito do Rio Tiête

A espuma é gerada pelo lançamento de sabões, detergentes e outras substâncias desse tipo na Região Metropolitana de São Paulo.

A SABESP não cuida de todos os municípios.

Guarulhos, por exemplo, lança por muitos anos seu esgoto comercial, residencial e industrial no Rio Pinheiros.

Hoje a ACE, que cuida dos esgotos deste município e trata 15% de suas águas, está construindo mais cinco estações.

Estação de tratamento de esgoto da Sabesp. Apenas 15% dos esgotos de S.P. são tratados!

Outro problema são os lançamentos clandestinos, tanto comercial, residencial e industrial, que como ratos, roem o sistema colocando os resíduos nas galerias pluviais.

Também o lixo jogado nas ruas que caem em bueiros formando a poluição difusa que é levada para os rios com o fluxo da chuva através destas galerias.

A contribuição de cada cidadão é fundamental para despoluição das águas.

Uma medida importante é fazer a ligação adequada à rede coletora.

Outra ação é não jogar lixo no vaso sanitário.

Isso pode entupir a rede, fazendo com que os rejeitos extravasem nas ruas ou voltem para dentro dos imóveis.

O mesmo deve ser feito com o óleo de fritura, que endurece dentro dos canos e provoca uma espécie de “infarto” na tubulação.

O óleo deve ser entregue em pontos de coleta para que seja reciclado.

Há uma lista de locais na página

http://site.sabesp.com.br/site/interna/Default.aspx?secaoId=82#ctl00_ContentPlaceHolder1_boxAbas1_rptAbas_ctl02_pnlAba, na aba “Onde entregar”.

Rio Pinheiros, 1929

Rio Pinheiros, pré-retificação, 1930

Rio Pinheiros, 1960

Na Grande São Paulo, a Sabesp possui um conjunto de estações de grande porte, chamado sistema integrado, e outras unidades menores, batizadas de sistemas isolados.

No sistema integrado metropolitano, são cinco estações: ABC, Barueri, Parque Novo Mundo, São Miguel e Suzano.

Além disso, há outros 24 sistemas isolados na Região Metropolitana de SP.

Rio Tietê, Clube de Regata, 1905

Inauguração ponte das Bandeiras, rio Tietê, 1942

Nadador no Rio Tietê

Chamamos de águas negras, aquela que saí do vaso sanitário.

As águas cinzas são provenientes da cozinha e das pias e servem muito bem para limpeza pesada e irrigação.

Se juntar as águas negras de 4 famílias com 4 pessoas, num sistema de tratamento chamado Biodigestor, consegue-se o gás metano que pode abastecer de gás uma residência ou um veículo.

Rio Tietê visto da Ponte Grande, 1914

Este tratamento simples, inteligente e necessário já é uma realidade em várias comunidades de Permacultura pelo mundo afora.

Uma maneira renovável e ecológica, já que o gás natural é uma fonte finita.

Em Franca, interior paulista a SABESP em parceria com o Instituto Fraunhofer, da Alemanha iniciaram a captura  do metano em biodigestores.

“Assim, esse gás vai poder ser usado como combustível.

Inicialmente, 49 carros da frota da Sabesp na região serão abastecidos com um produto limpo, que não emite gases do efeito estufa, nem mau cheiro.

Eles vão consumir 30% da produção de biometano em Franca, o que permite a expansão para mais veículos.” Afirma Roberto Pellin da Assessoria de comunicação da SABESP.

Dejectos de animais ajudam a poupar na factura de energia

Uma luz no fim do esgoto que gera energia e economiza recursos naturais.

No dia 22 de setembro é celebrado o dia do Rio Tiête, a ONG Mata Atlântica prepara manifestações divertidas entre capivaras e calangos.

Vá de bicicleta, mas com uma máscara de proteção.

A Japa Girl foi pedalar sem ela e pegou uma intoxicação.

WebRep
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Bem na bike

Uma das memórias mais livres e alegres da minha vida foi quando aprendi a andar de bicicleta, sem rodinhas, com o auxilio de minha irmã Helena. Entre tombos e aventuras o vento no rosto até hoje me transporta o bem estar daquele tempo.

Muito diferente da impotência que se sente num trânsito enclausurado. Nem para trás, nem para frente. Pessoas sozinhas com seus problemas, mau humoradas com suas rotinas compulsivas, passando horas nesta situação limite… O pior é que nos acostumamos com esta estagnação.


Unir transporte com saúde é uma alternativa vigorosa para a claustrofobia do trânsito gerando mudanças no estilo de vida sedentário. Com trinta minutos de bicicleta queima-se 250 calorias e tornando-se uma hábito, diminui em até 2/3 problemas cardíacos. Aumenta a capacidade respiratória e sendo um exercício de baixo impacto, protege as vulneráveis articulações.

A discussão sobre o uso da bicicleta como meio de transporte tem ganhado corpo nos últimos tempos. A opção é benéfica para o meio ambiente – pois não produz os gases resultantes da queima do combustível – e para a malha urbana, que sofre com o aumento no número de carros nas ruas e avenidas.

Adquirir uma bicicleta é simples e barato. Além da economia com o transporte e estacionamento,  economiza-se também com a academia. Consulte um profissional, já que cada “magrela” é específica para cada estatura de ciclista.

Nos percursos de até 15km, a bicicleta é um dos transportes urbanos mais rápidos do mundo. Com os devidos cuidados de segurança e respeitando as leis, quem anda de bicicleta ajuda a termos um trânsito menos caótico e menos um veículo emitindo CO2.  A cada 30km, 6k de gás deixarão de ser emitidos.

Como alternativa de lazer, também é benéfico para toda a família, criando um vínculo de cumplicidade, amizade e hábito saudável entre pais, filhos, casais, primos, tios e agregados.

Como tudo neste universo tem no mínimo dois lados, vamos ponderar:

Se o percurso para seu trabalho é muito acidentado, do outro lado da cidade ou por avenidas e marginais com fluxo demasiado de carros é melhor deixar a bike para o lazer e pensar mais em transporte público, caronas solidárias com outras pessoas da empresa ou a última moda no Japão…Bikes elétricas.

As bicicletas elétricas são opção assertiva de um veículo não poluente para quem não está disposto a chegar suado ao trabalho. Os preços variam entre R$ 2.400 e R$ 3.700 e também vem com a opção pedalada.

A bateria dura de 30 a 40 quilômetros a uma velocidade média de 30 Km/h. A recarga leva cinco horas e é feita por um carregador semelhante aos de celular, que deve ser ligado à tomada. A novidade é tão eficiente que já está sendo utilizada para patrulhamento pela Guarda Municipal de Santos e Mogi das Cruzes.

Como ainda não há legislação específica para o veículo, ele está sujeito às mesmas regras que as bicicletas comuns.

Outro fator que pode dificultar esta saudável prática é a falta de um chuveiro no local de trabalho ou figurinos desconfortáveis para o esporte. Este não é um problema aos Cyclechics, movimento mundial que promove a mobilidade sustentável com estilo.

O termo cycle-chic, aliás, foi criado pelo fotógrafo e cineasta Mikael Colville-Andersen, editor do site Copenhagen Cycle Chic. Sua proposta era fotografar pessoas de bicicleta com roupas fashion. No inverno, no verão, de vestidos, de salto-altos, de ternos. A bicicleta se integra ao closet do dia a dia.

Foi um sucesso e os sites e blogs com o mesmo conceito se proliferaram. No Brasil, por exemplo, há o Curitiba Cycle Chic, o Cycle Chic de Porto Alegre e o paulista Gata de rodas. Outros, batizam a tendência por conta própria, como o francês Vélocouture.


As políticas públicas e os cuidados com os ciclistas começam, devagarinho, a ganhar notoriedade e vias vão se adequando ao transporte, podendo se apresentar como:

tráfego compartilhado: não há nenhuma delimitação entre as faixas para automóveis ou bicicletas, a faixa é somente alargada de forma a permitir o trânsito de ambos os veículos.

ciclofaixa:é uma faixa das vias, geralmente no mesmo sentido de direção dos automóveis e na maioria das vezes ao lado direito em mão única. Normalmente, nestas circunstâncias, a circulação de bicicletas é integrada ao trânsito de veículos, havendo somente uma faixa ou um separador físico, como blocos de concreto, entre si.

ciclovia: é segregada fisicamente do tráfego automóvel. Podem ser unidireccionais (um só sentido) ou bidireccionais (dois sentidos) e são regra geral adjacentes a vias de circulação automóvel ou em corredores verdes independentes da rede viária.

A prefeitura de Paris criou, em 1862, caminhos especiais nos parques para os velocípedes para não se misturarem com as charretes e carroças, dando assim origem às primeiras ciclovias. Na Suiça os trens tem lugares cativos para bicicletas desde a década de 80. Em NY bicicletário vertical com materiais sustentáveis e energia limpa, concorre ao  Museum’s Design Awards, espécie de Oscar do design mundial, na categoria Transporte. No Japão terno, gravata e bicicleta se compõem em abundância. Em São Paulo a rede Estapar criou bicicletários gratuitos em toda a sua rede.

Quanto mais usuários mais benefícios públicos serão gerados, mais cidadãos saudáveis, livres e leves circularão pelas cidades, diminuindo o trânsito, ganhando créditos de carbono e resgatando a criança interior de cada um.


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