Warning: include_once(wp-includes/images/pin.png): failed to open stream: No such file or directory in /home/japagirl/public_html/blog/index.php on line 2

Warning: include_once(): Failed opening 'wp-includes/images/pin.png' for inclusion (include_path='.:/usr/lib/php:/usr/local/lib/php') in /home/japagirl/public_html/blog/index.php on line 2

Warning: session_start(): Cannot send session cookie - headers already sent by (output started at /home/japagirl/public_html/blog/index.php:2) in /home/japagirl/public_html/blog/wp-content/plugins/instagrate-to-wordpress/instagrate-to-wordpress.php on line 48
Bob Dylan – Japa Girl



























































                
       
















bloglovin



CURRENT MOON

Posts Tagged ‘Bob Dylan’

TODAY’S SOUND: SIMON & GARFUNKEL POR ARTHUR MENDES ROCHA

A dupla de hoje foi das mais famosas nos anos 60, no início da predominância do folk nas paradas de música pop americanas; eles são Simon & Garfunkel.

simon-and-garfunkel

Paul Simon e Art Garfunkel se conheceram na escola, aos onze anos, onde Simon (por sua baixa estatura) sofria bullying dos colegas e Garfunkel saía em sua defesa.

Unidos pela mesma paixão pela música, e sob a influência de grupos pop da época como o Everly Brothers, os dois resolvem formar a dupla Tom & Jerry, quando eram adolescentes e gravam a canção “Hey Schoolgirl”, que chega ao top 50 da parada americana em 1957:

Porém, as tentativas seguintes da dupla não dão muito certo e os dois desistem da dupla Tom & Jerry.

simongarfunkel-ps_-5948-1

Alguns anos mais tarde, Simon continuava envolvido com a música, trabalhando para a E.B. Marks, uma editora musical.

Ele volta a se reunir com o amigo Grafunkel e formam a dupla Simon & Garfunkel, conseguindo uma audição com a Columbia Records e chamando a atenção de Tom Wilson, produtor e especialista de jazz, já tendo trabalhado com Miles Davis e Bob Dylan, entre outros.

simon-garfunkel

O que se destacava na dupla era a poesia das canções de Simon e a voz de tenor de Garfunkel e assim eles lançam seu primeiro álbum, em 1964, “Wednesday Morning 3 A.M.”.

A moda na época era o folk de artistas como Bob Dylan e o álbum seguia este caminho, mas faltava algo mais para cair nas graças do grande público.

simon-garfunkel-wednesday-morning-499004

Um das canções presentes neste primeiro disco era “The Sound of Silence”, um lindo folk, suave, apenas com as harmonias vocais dos dois e pouca instrumentalização além de um violão acústico:

Graças à sagacidade do produtor Wilson, que viu mais futuro na canção; ele, sem a permissão da dupla, acrescenta mais instrumentos como baixo, guitarra elétrica e bateria, dando à canção uma nova vida e relançando-a em single.

simongarfunkel-6047-c2-1

O sucesso da nova roupagem da música foi instantâneo, transformando-a num clássico do folk-rock e lançando a dupla para o estrelato, atingindo o primeiro lugar em 1966. Abaixo a versão mais encorpada:

Os dois estavam prontos para lançar um novo álbum, com letras mais consistentes de Simon e para um público mais abrangente e não somente jovem, utilizando o mesmo nome da canção que os fez ressurgir, o disco “Sounds of Silence”.

O álbum também incluía novos hits como ‘I am a rock” e ‘Richard Cory”:

Aproveitando o destaque que a dupla vinha alcançando, a gravadora resolve lançar outro álbum em outubro de 1966, “Parsley, Sage, Rosemary and Thyme”, num momento bastante conturbado, com movimento hippie, manifestações de direitos civis e outros acontecimentos sócio-políticos que sacudiram a América.

parsley-sage-rosemary-and-thyme-cover-1

Era o primeiro álbum onde eles tiveram controle total, desde a engenharia do som até a mixagem, já abrindo com a tocante “Scarborough Fair”, uma de suas canções mais inspiradas e baseada numa canção medieval (aqui no Concerto do Central Park):

Outra canção de destaque do disco era ‘Homeward Bound”,  aqui numa versão no Festival de Monterey, apresentados por John Phillips (do The Mamas & Papas):

O ano de 1967 foi fundamental para a dupla, já que várias de suas canções são incluídas no filme “The Graduate” (A primeira noite de um homem), o clássico de Mike Nichols que fez de Dustin Hoffman um astro e de Anne Bancroft, a eterna Mrs. Robinson; ganhando uma música especialmente para ela (aqui num vídeo com cenas do filme):

A trilha também incluía outras canções da dupla como“The Sound of Silence”, ‘Scarborough Fair”, ‘April come she will”, entre outras e foi um sucesso arrebatador, vencendo o Grammy de melhor trilha.

Mesmo com a música pop tendendo para um lado mais lisérgico, as canções de Simon & Garfunkel não sofreram alteração radical e sim uma evolução de consistência e maturidade que culminou com o álbum “Bookends”, com a icônica capa em P&B (que inspirou o primeiro disco da dupla Kruder & Dorfmeister).

bookends-1

O álbum alcança o primeiro lugar na parada americana e inglesa com canções como ‘America”, a canção que fala de um casal que viaja pela América e que acaba sendo uma metáfora de uma país que enfrentava o assassinato de Martin Luther King, Robert Kennedy e a Guerra do Vietnã:

Outra canção de destaque do álbum era “A Hazy shade of winter”:

Porém, com o final da década de 60 se aproximando, a dupla vai enfraquecendo sua parceria, com Simon se sentindo limitado numa parceria que se estendia por mais de uma década , além de Garfunkel estar tentando uma carreira no cinema (ele estreia em ‘Catch 22” em 1970).

sg1

Seu próximo disco, e último oficial de estúdio como dupla, em 1970, é um de seus maiores êxitos: “Bridge over troubled water”, capitaneado pela música título, um hit mundial absoluto.

Além dessa, o disco ainda gerou mais três músicas de sucesso:

- ‘The Boxer”:

- ‘Cecilia”:

E ‘The Condor Pasa/If I could”:

Além disso, o álbum conquista quatro Grammys, incluindo melhor álbum do ano.

Porém, as desavenças entre os dois tornam-se insustentáveis, inclusive algumas canções de ‘Bridge over troubled water” foram gravadas separadamente e alguns dias após o lançamento do disco, os dois se separam.

Foi um choque para os fãs de todo mundo, com Simon se lançando em carreira solo e Garfunkel indo para Connecticut lecionar matemática, no auge da fama.

New York Simon Garfunkel Concert

Garfunkel continuaria sua carreira de ator no filme “Carnal Knowledge” em 1971 (ao lado de Jack Nicholson e Ann Margret), enquanto Paul Simon lançaria seu primeiro disco solo em 1972, já flertando com a world music.

Os dois voltam a se reunir em 1975, com a canção “My little town”, que atinge o top 10 da parada americana.

Turminha boa reunida no Grammy (da esq. p dir.): Bowie, Garfunkel, Simon, Yoko e John Lennon.

Turminha boa reunida no Grammy (da esq. p dir.): Bowie, Garfunkel, Simon, Yoko e John Lennon.

Depois, eles só voltariam a se reunir em 1981, com um mega concerto no Central Park que atraiu mais de 500 mil fãs e que originou o álbum duplo ao vivo “The Concert in Central Park”.

A

Depois de várias tentativas de reunião dos dois, eles voltam a se reunir quando recebem o Grammy Lifetime Achievement Award, em 2003.

No ano seguinte, eles fazem uma lucrativa turnê e mais um disco ao vivo, o “Old friends live on stage”, que culminou com um show no Coliseu, em Roma.

Em 2009, Simon faz uma apresentação no Beacon Theatre, em NY, e Garfunkel faz aparição surpresa, interpretando algumas antigas canções deles. Mais apresentações se repetiram no mesmo ano, incluindo um show no 25º aniversário do Rock & Roll hall of fame.

Simon and Garfunkel Tour

Porém, em 2010, Garfunkel  sofreu de uma paresia (perda de movimento) nas cordas vocais e acabou cancelando uma provável nova turnê com o antigo colega.

Reclamando da falta de apoio de Simon, que segue em sua carreira solo, uma provável reunião dos dois é algo improvável, ainda mais depois das declarações de Garfunkel de que ele havia criado um monstro (Simon).

Ficam as memórias de músicas inspiradas que os dois fizeram enquanto dupla e que até hoje continuam sendo admiradas e escutadas por quem aprecia música pop de qualidade.

   Comentário RSS Pinterest   
 

TODAY’S SOUND: JACQUES BREL POR ARTHUR MENDES ROCHA

Encerrando nossos posts sobre chanson française, hoje falo sobre Jacques Brel, que na verdade era belga, mas fez sua carreira na França, onde se destacou na música e no cinema.

Jacques Brel On Stage At "La Tete De L'Art", Avenue De L'Opera In Paris, France -

Brel foi dos cantores que optou por temas que fugissem um pouco do gênero romântico, assim suas canções possuem letras mais darks e adultas, temáticas mórbidas, mais ao estilo de um Dylan, Leonard Cohen ou um Woody Guthrie.

Ele cantava as prostitutas, os marinheiros, os desajustados sociais; ele era como um rapper que declama seus versos com toda a emoção possível. Atacando a burguesia e a igreja, ele expressava suas angústias através da música.

Jacques-Brel-12

Brel nasceu na Bélgica, em 1929, e desde cedo foi demonstrando amor pelas artes, especialmente pela música, começando a tocar guitarra aos quinze anos.

Inclusive, no final dos anos 40, ele participava do coral jovem da igreja de seu bairro, além de compor suas próprias canções.

jacques brel3

Em 1953, a gravadora Phillips lança seu primeiro single, “La Foire”:

O lançamento lhe proporciona alguns shows modestos até que decide por se mudar para Paris.

É na capital parisiense que Brel realmente terá o reconhecimento que merece, fazendo sua estreia nos palcos do Olympia em 1954 e logo em seguida, realizando concertos pela França.

jacques

Seu álbum de estreia, “Jacques Brel et sés chansons”, é lançado e entre os destaques estava “Sur la place”, acompanhado da orquestra de François Rauber, que será um de seus habituais colaboradores:

Porém, a venda do álbum é inexpressiva; mesmo assim, ele é notado por Juliette Gréco, que grava a música “Le diable”, de sua autoria.

 Até que, em 1956, ele lança um EP com a canção, “Quand on n’a pás que l’amour”, que se torna o seu primeiro hit, chegando ao 3º lugar na parada francesa:

Até o final da década, ele lança mais três álbuns, além de excursionar por diversos países com shows.

Aos poucos, ele ia conquistando os países de língua inglesa, tendo seu primeiro álbum editado nos EUA, que consistia numa compilação dos discos que gravou pela Phillips e fazendo seu primeiro show em 1963 no solo americano, no Carnegie Hall, em NY.

jacques8

No mesmo ano, ele lança mais um ótimo disco, “Jacques Brel accompagne par François Rauber et son orchestra”, onde se destaca a música “Les Toros”, onde comparava a morte dos touros com soldados na guerra.

Os artistas americanos começavam a prestar mais atenção em suas brilhantes composições, entre eles o poeta McKuen, que faz as versões de Brel para o inglês.

jacques-brel-4de24a2ba2493

No próximo disco, “Brel 6”, mais uma dramática música falando de um soldado: “Le suivant.

Em 1966, McKuen faz a versão para o inglês de uma das composições de Brel, “Ne me quitte pas”, que se transforma em “If you go away” na voz de Damita Jo e que se torna um estouro nos EUA.

Agora sim, o nome de Brel era quente em terras americanas e artistas como Sinatra, Tom Jones, Neil Diamond, Judy Colins, Joan Baez, entre outros, queriam gravar suas canções.

Cansado e esgotado, Brel decide se despedir dos palcos com um último show no Olympia, em 1966, mas como seus discos estavam fazendo sucesso na América, ele tinha ainda uma agenda cheia a cumprir antes de se afastar do stage.

jacques 5

Em 1967, ele resolve atacar no cinema, estrelando o primeiro de uma série de dez filmes, onde ele aparece como ator e tem suas músicas na trilha sonora.

Inclusive, ele também dirigiu um filme, “Franz”, de 1973, no qual atua ao lado de outra diva da música, Barbara.

Ainda em 1968, ele estreia no teatro, com a adaptação de “L’homme de la Manche”, num papel que lhe cabe perfeitamente, o do sonhador e idealista Don Quixote. A peça se torna um sucesso com mais de 150 apresentações.

jacques 7

No mesmo ano, em NY, um musical com suas canções, “Jacques Brel is alive and well and living in Paris”, se torna um grande sucesso na Broadway e coloca seu nome em voga novamente.

Mais artistas como Scott Walker e David Bowie, entre outros, decidem gravar suas composições com letras em inglês. Walker grava “Jackie’, a versão de “Jacky’, de Brel (incluída num episódio de “Absolute Fabulous”):

 

Depois dos anos dedicados ao cinema, Brel decide comprar um veleiro para viajar pelo mundo.

Ele volta assim que descobre que estava com câncer no pulmão, mas consegue se operar a tempo.

jacques-brel-aventure-c-est-aventure

Assim que se recupera, ele volta a viajar de veleiro e se apaixona pelas Ilhas Marquesas, na Polinésia Francesa, onde decide viver.

Ele volta à França para gravar o seu último álbum, “Brel”, lançado após um hiato de dez anos sem gravar e que acaba vendendo mais de um milhão de cópias.

jacques 2

Em 1978, sua saúde volta a se deteriorar e ele volta à Paris, onde vem a falecer de embolia pulmonar, tendo apenas 49 anos de idade.

 

Brel se tornou uma referência na música mundial, suas letras filosóficas (fortemente influenciadas pelo Existencialismo), de um lirismo impressionante, atraíram os mais diferentes intérpretes, de Dusty Springfield a Cindy Lauper, de Brenda Lee a Marc Almond; não teve quem não se rendeu ao seu talento.

jacques 6

Em 2013, o próprio Almond narrou o documentário da BBC, “Behind the Brel”, um tributo à genialidade de Jacques Brel.

 

   Comentário RSS Pinterest   
 

TODAY’S SOUND: STRAY CATS POR ARTHUR MENDES ROCHA

O Stray Cats é a banda que tornou o rockabilly mais moderno, com uma levada punk e que acabou os revelando como um dos grandes representantes do gênero.

stray cats - foto 1

O Stray Cats foi formado em 1980, pelos amigos de colégio Brian Setzer (vocais e guitarra), Lee Rocker (contra-baixo acústico) e Slim Jim Phantom (bateria), em Long Island, NY.

Antes de optarem por este nome, a banda teve nomes como The Tomcats, The Teds e Brian & the Tomcats onde tocavam covers de rockabilly.

Stray_Cats - foto 2

O nome Stray Cats pode ser traduzido como um gato perdido, que vaga pelas ruas e o som deles mostra isso.

stray cats logo

Em 1979, eles se apresentaram várias vezes em clubes com Max Kansa’s City e CBGB, entre outros, formando uma legião de admiradores.

Com o revival do rockabilly pelos Teddy boys na Inglaterra, eles viram que o melhor negócio era mudar para lá e isto se mostrou uma sábia decisão para a banda, que obteve mais respeito e credibilidade.

Photo of STRAY CATS and Slim Jim PHANTOM and Brian SETZER and Lee ROCKER

O rockabilly dos anos 50 tinha como principal expoente os artistas da gravadora Sun Records como Bill Halley & the Comets, Eddie Cochran, Carl Perkins, Gene Vincent, e  teve um forte revival no início dos anos 80.

O som do SC pode ser definido como um neo-rockabilly, já que aumentaram o peso da bateria, o contra-baixo é agressivo, os compassos acelerados, além de arranjos bacanas de guitarra e letras cômicas (na maioria de Setzer).

stray cats - foto 4

Até seu figurino foi altamente influenciado pelo jeito que os roqueiros do final dos anos 50 se vestiam, com topetes altos, terninhos, sapatos creepers, camisas estilo western, ao qual eles misturaram elementos punks como fechos, estampas tigradas, bandanas, coletes cortados e mais.

Em Londres, eles conhecem o produtor Dave Edmunds e, com sua ajuda, gravam o primeiro disco pela gravadora Arista, intitulado apenas de Stray Cats, lançado em 1981. O disco origina três hits logo de cara: “Runaway Boys”, ‘Rock this town’ e “Stray Cat Strut”:

 

O disco seguinte, ‘Gonna Ball’ não tem a mesma receptividade, nem de público e nem de crítica, mas tinha o hit “Baby Blue eyes”:

Para o lançamento nos EUA, a gravadora EMI junta os dois discos ingleses deles e lança o álbum ‘Built for speed’, que acaba se tornando um grande sucesso, ficando 26 semanas no segundo lugar da parada da Billboard dos álbuns mais vendidos, ajudado pela alta rotatividade de seus clipes na MTV.

strayCatsBuiltforSpeed

O novo disco lançado nos EUA, ‘Rant n’ rave with the Stray Cats”, em 1983, origina mais dois hits: ‘She’s sexy (+17)” e ‘I won’t stand in your way’:

Aos poucos, a banda começa a ter alguns problemas de ego, com seus membros se dedicando á outros interesses como Phantom, que se casa com a atriz Britt Ekland (ex-Rod Stewart), e Setzer, que passa a ser convidado para participações especiais em discos de artistas como Bob Dylan, Stevie Nicks, além de membro da banda The Honeydrippers, liderada por Robert Plant (do Led Zeppelin).

STRAY CATS - foto 5

Até que no final de 1984, Setzer decide pelo final da banda, alegando diferenças entre seus integrantes.

Logo, cada um se dedica a seus próprios projetos: Phantom e Rocker se lançam como ‘Phantom, Rocker & Slick” (com o ex-guitarrista de Bowie, Earl Slick) e Setzer lança o seu álbum solo ‘The knife feels like justice”.

stray cats - Brian+Setzer+Setzer

Até que em 1986, o Stray Cats se reúne novamente, deixando as diferenças de lado e lançando o álbum ‘Rock Therapy’, incluindo músicas de Chuck Berry, Buddy Holly, além de composições próprias.

Stray_Cats foto 6

O disco não faz o sucesso esperado e em 1989 eles lançam um novo álbum, “Blast off” e logo em seguida saem em turnê com o grande guitarrista de blues, Stevie Ray Vaughan (falecido em 1990).

stray cats blast

Em 1990, eles se uniram ao produtor Nile Rodgers (do grupo Chic e produtor de Madonna, Bowie, entre outros) para lançar o disco independente ‘Let’s go faster”.

STRAY CATS - LetsGoFaster

Mais dois discos seguintes e o Stray Cats termina novamente em 1993.

Setzer continuou com a Brian Setzer Orchestra, principalmente nos anos 90 com o revival das bandas de swing, Phantom formou a banda Katmen e Rocker excursionou com vários artistas, bem como gravou discos-solo.

stray cats - foto 7

Sua volta só acontece quase dez anos depois com uma turnê europeia e logo em seguida o registro da turnê no álbum “Rumble in Brixton’, de 2004.

Um novo hiato acontece até que em 2007, eles saem em turnê com o Pretenders e ZZ Top e no ano seguinte eles realizam a Farewell Tour, incluindo shows na Austrália e Nova Zelândia.

stray cats farewell

Sua última aparição foi no show dos 50 anos de Brian Setzer, um momento histórico para todos que curtem o som animado do Stray Cats.

STRAY CATS - foto 8

   Comentário RSS Pinterest