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Brigite Bardot – Japa Girl



























































                
       
















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TODAY’S SOUND: SERGE GAINSBOURG POR ARTHUR MENDES ROCHA

E hoje o cantor francês em destaque é um dos maiores artistas que a França já deu ao mundo: Serge Gainsbourg! Com mais de 500 músicas no currículo, além de participar de mais de 50 filmes no cinema e na TV, ele é um mito francês.

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Gainsbourg foi cantor, compositor, ator, pintor, escritor, diretor, produtor, roteirista e se saiu bem em todas elas, especialmente a sua maior paixão: a música.

Ele causou o que pôde em vida; aprontou de tudo um pouco, gerou muita polêmica, além de se envolver com as mulheres mais incríveis como Brigite Bardot e Jane Birkin, entre outras.

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Gainsbourg nasceu em 1928 e por ter um pai músico, ele começou a praticar o piano desde cedo, educando seus ouvidos para os ritmos e melodias.

Ele era de origem judaica e durante a ocupação nazista na França, ele sofreu muito em ter que carregar a cruz amarela costurada em seu peito, pois era o que os identificava a sofrerem todo tipo de preconceito.

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Sua família conseguiu escapar da perseguição e na França do pós-guerra, Gainsbourg foi tendo uma educação rodeada de literatura, pintura e música.

 Primeiramente ele se dedica à pintura, mas quando percebe que não conseguiria viver disso, ele opta por tocar em bares e cabarés, onde vai se destacando.

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Suas primeiras composições são bem ao estilo chanson e tiveram forte influência de Boris Vian, compondo para a cantora de cabaré, Michèle Arnaud, o que vai lhe proporcionando destaque na cena parisiense.

Em 1958, ele lança seu primeiro álbum, “Du chant à la une”, onde se destacava a canção “Le Poinçonneur de Lilas”, que fala sobre um trabalhador do mêtro:

Depois de lançar mais 03 álbuns, ele se destaca com a crítica através do disco “Gainsbourg Confidentiel”, com uma levada mais minimal e jazzista, porém as vendas não são boas.

Neste meio tempo ele também convive muito com Jacques Brel e Juliette Gréco, para a aqual compõe “La Javanaise”.

Mas Gainsbourg estava atento aos novos ritmos que iam surgindo, entre eles o yé-yé, um ritmo francês mais pop que começa a fazer sucesso nos anos 60.

Ele compõe “Poupée de cire, poupée de son”, que é interpretado por France Gall no Eurovision e que acaba conquistando o primeiro lugar, em 1965.

Gainsbourg gostava de experimentar com uma diversidade de ritmos e isto que o torna uma figura ainda mais interessante, pois durante sua carreira ele vai flertar com jazz, rock, música latina, ritmos africanos, reggae, bem como música eletrônica.

Além disso, suas composições possuíam letras com duplo sentido, geralmente com conotação sexual ou brincando com o sentido das palavras.

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Durante os anos 60, ele vai compondo para artistas como Françoise Hardy, Anna Karina, até conhecer Brigite Bardot.

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B.B. foi um furacão que passou em sua vida- ela já era um símbolo sexual, conhecida no mundo inteiro, enquanto ele era um homem feio, mas cheio de charme – e a atração entre eles foi fulminante.

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Um dos hits que ele compôs para ela foi “Harley Davidson”:

Em 1968, ele grava o álbum “Initials B.B.’, que continha “Bonnie & Clyde”, dueto entre ele e Bardot:

Inclusive foi para ela que ele compôs seu maior hit, “Je t’aime… moi non plus”, porém ela não permitiu que a música fosse lançada, pois era casada com Günther Sachs e este era totalmente contra o lançamento. Anos depois é que a música foi lançada em sua versão original:

Com a renúncia de Bardot em lançar a música, ele resolve gravar a canção com Jane Birkin, atriz inglesa que ele conheceu durante as filmagens de ‘Slogan’, e a música é um sucesso rodeado de polêmica, sendo proibida pelo Vaticano e pela BBC, que se recusava a veiculá-la:

Birkin passava a ser sua musa, foi com ela que ele viveu seu momento de maior glória, colhendo os louros pelo sucesso de Je t’aime, além de lançar discos como “Histoire de Melody Nelson”, álbum conceitual de 1971 e considerado um de seus mais importantes trabalhos, sendo eleito pela Rolling Stone francesa como o 4º melhor álbum de rock francês de todos os tempos.

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Entre as músicas estava “Ballade de Melody Nelson”:

Durante os anos 70, ele e Birkin badalam por toda a noite parisiense, lançando moda, mudando os comportamentos, dançando em boates como o Chez Castel e Regine´s, em noitadas regadas a muito álcool.

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Em 1971, eles têm sua primeira filha, Charlotte, que se tornará atriz e cantora de sucesso, tais como os pais.

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No mesmo ano ele grava mais um ótimo dueto com Birkin, “La decadanse”:

Em 1973, ele sofre seu primeiro ataque do coração, ocasionado por sua vida de excessos, especialmente pelo abuso do cigarro.

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Em 1976, ele lança outro disco bacana, “L’homme à tetê de chou”, disco que só foi ter reconhecimento anos depois e que continha “Marilou sous la neige”:

No mesmo ano ele dirige o filme “Je t’aime moi non plus”, onde Jane Birkin faz um papel andrógino, se envolvendo com Joe Dalessandro (ator cult dos filme de Andy Warhol).

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Os discos de Gainsbourg continuavam inovando, seja pelas temáticas políticas, pelas letras críticas, além de flertar com ritmos como o reggae e o funk.

Em 1979, ele lança a versão reggae do hino francês, “La Marseillaise”, com a participação de Sly & Robbie e Rita Marley:

A música se torna um escândalo, já que a ala direita francesa era contra a apropriação de seu hino e Gainsbourg sofre ameaças de morte; mas não estava nem aí, ele gostava mesmo De uma boa confusão.

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Em 1980, Birkin deixa Gainsbourg pelo ator Jacques Doillon.

Nos anos 80, ele se torna figura fácil na mídia francesa, participando de programas de TV, sob o alter ego de Gainsbarre, figura que ele criou para poder falar o que bem entendesse e depois ele declarava, tirando o corpo fora, ‘Foi Gainsbarre que falou”.

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Em 1986, mais uma polêmica: ele lança a música ‘Lemon Incest”, dueto com sua filha adolescente, Charlotte, que causa a ira dos franceses mais caretas:

Gainsbourg permanecia para artistas como Catherine Deneuve, Isabelle Adjani, Vanessa Paradis, entre outras.

No final de sua vida, ele continuava causando, aparecendo bêbado em algumas apresentações e falando de tudo um pouco.

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Seus últimos trabalhos tem bastante influência da música eletrônica, tais como “Love on the beat’ e “You’re under arrest”, ou seja, até o fim de seus dias ele continuava a inovar.

Gainsbourg teve um ataque do coração fulminante e vem a falecer em 1991. Paris literalmente parou com sua morte e o então presidente, Miterrand, o chamou de “o nosso Baudelaire”.

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A casa onde morou permanece intacta, assim fez questão sua filha Charlotte, e a ideia é que se transforme em um museu.

Em 2007, sua vida virou um ótimo filme, “Gainsbourg (Vie Héroique)”, que merece ser conferido, especialmente pela incrível semelhança do ator EricElmosnino com o cantor.

Cena do filme "Gainsbourg" com Eric Elmosnino e Lucy Gordon

Cena do filme “Gainsbourg” com Eric Elmosnino e Lucy Gordon

A influência de Gainsbourg para a cultura pop é inegável, seu legado é impressionante e hoje não há (quase) nenhum músico francês que não tenha sido contagiado pelo seu espírito.

 

 

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TODAY’S SOUND: RICHARD AVEDON POR ARTHUR MENDES ROCHA

Richard Avedon foi outro gênio da fotografia; sejam seus retratos, os editoriais, as capas, tudo é feito com extrema dedicação e brilhantismo, cada foto sua capta um momento único e não é a toa que ele já foi tema de exposições, livros e ensaios que celebram o seu legado.

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Richard Avedon ou Dick, como era chamado pelos amigos, demonstrou interesse pela fotografia cedo, pois aos doze anos já ingressou no clube de fotografia da Associação de jovens hebreus, em NY, fazendo fotos de sua família, especialmente da irmã Louise.

Louise foi diagnosticada com esquizofrenia e este fato teve grande influência em Avedon, que procurava modelos que lembrassem sua irmã, buscando a beleza no meio da tragédia.

Na Dewitt Clinton high school, ele participou da revista da escola, intitulada Magpie, onde colaborava com James Baldwin (que virou um ótimo escritor).

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Ao ingressar na Columbia University, ele optara por estudar poesia e filosofia, mas acabou abandonando a universidade para se alistar no exército.

Em 1942, ele serviu na Marinha Mercante americana, mas seu trabalho era bater fotos para carteiras de identidade, o que ele fez muitas vezes e concluiu que possuía mesmo aptidão pela fotografia.

Depois de dois anos na Marinha, ele vai trabalhar com Alexey Brodovitch, no laboratório de design da New School for Social Research.

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Graças aos ensinamentos de moda e design de Brodovitch, ele consegui trabalho na Harper’s Bazaar (na qual Brodovitch se tornou o diretor de arte), primeiro como free-lancer e depois como um dos principais fotógrafos da revista sob a chefia de Carmel Snow.

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No início dos anos 50, Avedon também contribuía para importantes revistas americana como Life, Look, Graphis, até receber o convite de se tornar o fotógrafo da Theatre Arts magazine.

As fotos de moda de Avedon para a Bazaar marcaram época, já que o fotógrafo gostava de fotos em movimento, não se conformando com os limites do estúdio; assim ele fotografava nas ruas, em locações das mais diferentes como circos, nightclubs, coisas que não eram feitas na época.

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Seus enquadramentos as fotos das capas eram inovadores, pois cortavam partes do corpo das modelos, além de utilizar ângulos inusitados.

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Algumas das suas modelos favoritas eram Suzy Parker, Dovima, Sunny Harnett, Carmen Dell’Orefice, Dorian Leigh, China Machado, entre outras, com as quais criava toda uma cumplicidade, as modelos se transformavam em atrizes em suas fotos, era como se ele dançasse com as modelos.

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Na Harper’s Bazaar Dick conheceu Diana Vreeland, que via em Dick um comparsa, alguém em quem ela poderia confiar que ele iria trazer modernidade e juventude para a publicação, com fotos de extremo bom gosto e que tornariam a revista especial.

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Esta parceria inspirou os personagens de Fred Astaire, que se baseou em Avedon para compor o fotógrafo do filme, e Kay Thompson, a editora de moda a la Vreeland, no filme “Funny Face”(também estrelado por Audrey Hepburn). Dick colaborou como consultor visual do filme, cuja abertura tem muitas de suas fotos.

Ele fazia questão de realçar a personalidade de seus enfocados, seus retratos com fundo branco são altamente estudados, antes de imprimir uma foto ele fazia um estudo de como ele queria estas impressões em termos de intensidade, como vemos abaixo.

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Avedon define fotografar retratos: “A maneira que alguém que está sendo fotografado se apresenta para a câmera e o efeito da resposta do fotógrafo a esta presença, é o que significa fazer um retrato”.

Além disso, ele era famoso por imprimir cópias enormes de suas fotos. Um de seus melhores portraits é o de Marella Agnelli (a elegante socialite, princesa e esposa de Gianni Agnelli, dono da Fiat):

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Uma de suas fotos de moda mais icônicas é, sem dúvida, “Dovima with elephants” de 1958, onde a modelo parece dançar com os animais, como um balé:

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 Com a chegada dos anos 60, o espírito de mudança no ar contagia Avedon, ele fotografa os participantes desta revolução sejam os movimentos pelos direitos civis, as novas bandas que se destacavam, como os Beatles (são famosos seus retratos psicodélicos para a revista Look), ou a turma da Factory de Andy Warhol (todos na maioria nus).

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Uma nova leva de modelos também surgia como Twiggy, Penelope Tree, Jean Shrimpton (com a qual fez a famosa capa da Bazaar que ‘piscava”), Lauren Hutton, Anjelica Huston, todas clicadas por ele.

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Avedon queria movimento, vitalidade, sensualidade em suas fotos, por isso as modelos, em muitas de suas fotos, estão pulando, se movimentando. Ele dirigia suas modelos, parecia estar dançando com elas.

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Ele tinha inspirações tanto em filmes como “A Paixão de Joana D’Arc” de Carl Dreyer como nas comédias sofisticadas de Ernest Lubitsch, além de Rossellini, De Sica e Antonioni.

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Ele foi dos primeiros fotógrafos de moda a contar uma história, como no editorial que fez para a Bazaar onde satiriza os paparazzis – inspirado pelo affair Taylor-Burton, utilizando a modelo Suzy Parker e o cineasta Mike Nichols.

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Em 1964, ele lança o livro ‘Nothing Personal” com fotos de pessoas comuns ao invés das celebridades que estava acostumado e prefácio de seu amigo Baldwin.

Mas seus anos na Bazaar foram trocados por uma proposta milionária da Vogue, e foi para lá que ele foi em 1966, onde trabalhou novamente ao lado de Mrs. Vreeland. A capa abaixo é uma homenagem dele à editora, com uma modelo fazendo às vezes dela, fumando e posando de um jeito a la Vreeland.

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No início dos anos 70, em busca de assuntos mais consistentes, Avedon vai ao Vietnã fotografar o conflito como correspondente do Departamento de Defesa americano.

Em 1974, ele teve uma séria inflamação no coração, mas mesmo assim ele continuava trabalhando levando até uma cama para seu estúdio.

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As fotos que fez de seu pai, Israel, quando este estava bem velho e quase a morte, foram um grande desafio, pois era alguém que conhecia bem e que nas fotos ele descobriu novas sensações.

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Até que em 1979, ele foi convidado a participar de um projeto cuja proposta era fotografar os mais diferentes tipos do Oeste americano, sejam operários, cowboys, mineiros; este trabalho levou anos para ser finalizado e quando o foi, ele lançou o livro ‘In the American West”, em 1985.

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O lançamento do livro foi acompanhado de várias exposições pelos EUA e é considerado a obra-prima de Richard Avedon.

Nos anos seguintes, Avedon não parou, seja fazendo campanhas publicitárias para clientes como Versace e Christian Dior, dirigindo comerciais para a Calvin Klein (os famosos comerciais com Brooke Shields), Chanel, Jun Ropé (cujo comercial com Lauren Hutton e onde ele faz ele mesmo vemos abaixo), ele foi dos fotógrafos mais bem sucedidos.

Avedon não se contentava em apenas fotografar, ele buscava uma complexidade em seus retratados, um misto de contradição e conectividade; ele mudou o olhar que tivemos da cultura, na beleza e estilo do século XX fotografando desde as estrelas mais famosas como Marilyn, Brigite Bardot, até os mais renomados artistas, escritores, políticos e mais.

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Nos anos 80, Avedon realizou umas de suas fotos mais incríveis: a de Nastassja Kinsky enrolada em uma cobra, um momento único em que a cobra dá uma lambida na orelha de Kinsky e que virou um pôster que vendeu dois milhões de cópias.

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Em 1988, ele deixa a Vogue para se dedicar a seus projetos pessoais.

Nos anos 90, Avedon realiza novas exposições e livros como “Evidence” de 1994 e no qual foi o tema do documentário “Darkness and Light”, onde ele conta muito dos bastidores de suas fotos mais famosas e que pode ser assistido na íntegra, abaixo:

Também merecem atenção suas contribuições com a revista New Yorker (onde foi o primeiro fotografado contratado) e na revista francesa Egoiste, sempre com suas fotos marcantes.

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Ele veio a falecer em 2004, de complicações de uma hemorragia cerebral, aos 81 anos de idade.

Avedon é mais que uma tradição americana, é o responsável por documentar boa parte da história desta nação, sua contribuição é gigantesca, ele será sempre considerado um dos grandes fotógrafos de todos os tempos.

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Today’s Sound: Scarlett Johansson por Arthur Mendes Rocha

Scarlett Johansson não é apenas uma das atrizes mais sexy e cool do momento, ela também sabe cantar, e bem.

Scarlett começou a ganhar mais destaque no cinema a partir do filme “Ghost World”, um filme independente baseado nas histórias em quadrinhos ‘Mundo Cão” ,em 2000.

Mas foi com “Lost in Translation” (Encontros e Desencontros) dirigido por Sofia Copolla e com Bill Murray que ela realmente estourou, todos só falavam nela e no quanto o filme era bacana e contava uma história simples e emocionante. Ela foi indicada ao Globo de Ouro e ganhou um BAFTA (O Oscar britânico).

No filme ela já ensaiava cantar, como na famosa cena do karaokê onde interpreta a música “Brass in Pocket” dos Pretenders:

Scarlett conquistou a todos com seu jeito de menina moderna, simples e com algo a dizer,ela era diferente da estrela típica hollywoodiana, era mais alguém como nós, podia ser uma amiga ou mesmo uma colega de escola.

Porém, com o passar dos anos, Scarlett começou a fazer de tudo um pouco e acabou fazendo suas escolhas baseadas mais no retorno comercial e não nos filmes de maior valor artístico. Uma das exceções foram os filmes com Woody Allen (“Match Point”, “Scoop” e “Vicky Christina Barcelona”).

Mesmo assim, no meio desta trajetória, Scarlett lançou em 2008 um álbum bem interessante e surpreendeu a todos com seu talento de cantora: “Anywhere I lay my head down”, um trabalho com covers de canções de Tom Waits no qual destacamos o clipe de “Falling Down”:

Antes de lançar este álbum, ela já vinha preparando sua estréia como cantora, tendo gravado uma colaboração com o compositor Peter Yorn, vários duetos que se tornaram o segundo álbum de Scarlett: “Break Up”. Confiram abaixo o clipe de “Relator”.

Seus álbuns sempre demonstram uma preferência por blues e folk e os vocais de Scarlett são roucos, suaves e sensuais.

Recentemente ela gravou uma participação no álbum de Lulu Gainsbourg, ‘From Gainsbourg to Lulu”, um tributo a Serge Gainsbourg (pai de Lulu), onde os dois regravaram “Bonnie & Clyde” com Scarlett fazendo às vezes de Brigite Bardot:

Scarlett também se dedica à carreira de modelo, já que as grifes adoram seu estilo, tendo posado para  Louis Vuitton, Dolce & Gabbana, Mambo, Moet Chandon, entre outras.

No Natal que passou, ela gravou um dueto com Dean Martin (o falecido ator e cantor hollywoodiano dos anos 50/60), no estilo do que fizeram com Natalie Cole e seu falecido pai Nat King Cole, “casando” as duas vozes em “I’ll be home for Christmas”:

Scarlett está sempre em voga, seja nos noticiários devido ao seu recente caso com Sean Penn (depois de haver se separado de Ryan Reynolds) e no cinema ela está em cartaz no filme “We bought a Zoo” (Compramos um zoológico), ao lado de Matt Damon. Este ano ela deve repetir o papel de a Viúva Negra (que já havia aparecido em “O Homem de Ferro 2”) no filme “The Avengers” (Os Vingadores).


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