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Brooke Shields – Japa Girl












































































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TODAY’S SOUND: STUDIO 54 POR ARTHUR MENDES ROCHA

Nos próximos posts, iremos falar um pouco dos clubs que marcaram época pelo mundo, seja em suas pistas animadas, como seus frequentadores, os Djs que comandavam as festas e a música que embalava estas noitadas.

Claro que teremos que começar pelo mais icônico de todos: O Studio 54! 

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O Studio abriu suas portas na memorável noite do dia 26 de abril de 1977, comandado por Steve Rubell e Ian Schrager, dois empresários da noite que resolveram se aventurar em criar aquela que seria a maior disco de todos os tempos. 

Steve Rubell e Ian Schrager, eternizados por Annie Leibovitz

Os dois haviam sido donos de uma discoteca chamada Enchanted Garden, mas que nunca bombou como eles queriam, já que sua localização no Queens não ajudava; as pessoas que não moravam nas redondezas, não se deslocavam até lá.

 O Studio tinha uma aliada muito forte em Carmen D’Alessio (que será tema de um documen-tário dirigido por Maurício Branco em breve), uma promoter super bem relacionada, que já havia trabalhado para Valentino e Yves Saint Laurent e conhecia boa parte do Jet-set internacional.

 Carmen D'Alessio cercada por Debbie Allen, Michael Jackson, Rubell e Lionel Richie

Carmen D’Alessio cercada por Debbie Allen, Michael Jackson, Rubell e Lionel Richie

Ela foi a responsável direta pelo sucesso do empreendimento de Rubell e Schrager; tendo sido a própria que mostrou o local para os dois fazerem o seu nightclub. 

Carmen com Andy Warhol

Carmen com Andy Warhol

O club ficava localizado na 254 West 54th Street (com tanto 54, o lugar só poderia se chamar assim) e a origem do nome vem de que lá já havia sido localizado um teatro e o Studio 52 da CBS.

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 O projeto foi idealizado por Scott Bromley (arquiteto), Ron Doud (design de interiores) mais Brian Thompson, Jules Fischer e Paul Marantz no design de iluminação. Este time foi o responsável por tornar os ambientes do Studio cheio de trocas de cenários, bem no estilo teatral e que fascinava quem frequentava o lugar, com uma aura hollywoodiana.

 A pista acabou ficando localizada, onde anteriormente era o palco, ou seja, já havia a energia no local voltada para o “aparecer”, o ‘brilhar” dentro da pista.

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 Uma das surpresas da noite era uma lua em neon, que aspirava uma colher cheia de cocaína, a e que aparecia em cima da pista, nos momentos de ápice, e que só vinha a reiterar a ‘drug of choice” da noite. 

The famed Man in the Moon and Coke Spoon at Studio 54

As celebridades tornaram-se figuras indispensáveis lá e não era qualquer celebridade, eram aqueles que estavam no seu ápice na época, seja no cinema, na TV, nas artes, enfim na mídia tais como Mick Jagger, John Travolta, Michael Jackson, Cher, Farrah Fawcett, Brooke Shields, Olivia Newton-John, Jerry Hall, Divine, Calvin Klein, Elton John, Diana Ross, Margaux Hemingway, Debbie Harry, Margaret Trudeau (a então mulher do primeiro ministro canadense), Rick James, Baryshnikov e muitos outros. 

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Da esq. p a dir: Warhol, Calvin Klein, Brooke Shields e Rubell (se mordendo)

Rubell abrindo alas para a passagem de Yves saint Laurent e Lolou de la Falaise

Rubell abrindo alas para a passagem de Yves Saint Laurent mais Lolou de la Falaise e Marina Schiano na festa de lançamento do perfume Opium.

Claro que havia aquele grupo que eram os “habitués” tais como Andy Warhol, Grace Jones, Liza Minelli, Halston, Truman Capote, Bianca Jagger, Elizabeth Taylor, e outros.

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A ‘turminha” da ala VIP: Halston, Bianca, Jack Haley e sua esposa Liza Minelli.

Além disso, o club tinha suas figuras emblemáticas como a Disco Sally (a senhora que dançava sem parar, apesar dos seus 78 anos), a Lady Marian (que ia sempre nua), além de um número enorme de drag-queens, que iam para fechar, com modelitos ultrajantes e inesperados. 

Disco Sally aprontando nas pistas do 54

Disco Sally aprontando nas pistas do 54

Cada detalhe do club foi pensado por Rubell, desde a corda de veludo da porta, como as luzes que desciam até a pista; tudo para fazer com que a clientela tivesse a melhor experiência de suas vidas.E era justamente isto que tornava o Studio um lugar tão especial, além da door policy, onde Rubell escolhia a dedo quem entrava, ele queria que as pessoas lá dentro se sentissem seguras em ser quem desejavam ser, sem medo, sem receios.

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A própria escolha de Rubell de quem deveria entrar não seguia um padrão de bastava ser famoso para entrar, você tinha que ser interessante, ter uma boa energia, estar vestido de maneira atraente. Certa vez, duas mulheres foram nuas e montadas a cavalo e ele deixou apenas entrar o cavalo que elas estavam montadas.

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Ele era um rei do marketing, já que sabia que a publicidade era a alma do negócio, assim o club começava a chamar a atenção na imprensa pelas celebridades que lá eram fotografadas.

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Divine e Grace Jones mandando ver numa festinha do Studio

Rubell dava o truque de que mantinha a privacidade, enquanto convidava fotógrafos escondidos para fotografar estas celebridades.

Studio -Liz Taylor, Halston, Bianca Jagger

Elizabeth Taylor numa animada noitada com Halston e Bianca

 Outras das ideias de Rubell, para diferenciar o local, foi criar festas temáticas onde a imaginação (e o orçamento) não tinha limites, podendo transformar o Studio num circo, numa fazenda (com cavalos e vacas de verdade), numa Disney, numa high school (para a festa de lançamento do filme “Grease”), ou seja lá qual fosse a piração daquele momento. 

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As celebridades tinham o seu próprio local, que era o basement, onde havia a chamada VIP room, onde só entravam convidados e rolava de tudo um pouco.  

studio54

Foi realmente com a festa de aniversário de Bianca Jagger, na qual ela entrou montada em um cavalo branco, que o Studio 54 estourou mundialmente, tornando-o o nightclub onde todos queriam ir, mesmo que você fosse barrado na porta. Lembrando que a festa em si foi um fracasso, mas a sua repercussão na mídia mundial foi mais um golpe de mestre de Rubell.

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A receita de sucesso do público do Studio era uma mistura de celebridades, gays, pessoas bonitas, europeus da alta sociedade, bem como desconhecidos, que faziam o lugar ser realmente especial. 

studio pista

A música contribuía para que tudo isto fosse um grande sucesso, já que a disco predominava nas paradas e o Studio 54 era a “ultimate disco”, o lugar onde o ritmo era o que dominava a noite. O baixo e a batida eram pulsantes o tempo inteiro e era lá que os DJs residentes Richie Kaczor (nos finais de semana) e Nicky Siano (que fora o criador do The Gallery e fazia o som do Studio nos dias de semana) mandavam ver para manter a pista sempre animada.

 A famosa cabine do DJ do Studio, somente para poucos e bons

A famosa cabine do DJ do Studio, somente para poucos e bons

Foi graças a Kaczor que a música “I will survive”, de Gloria Gaynor, clássico das discotecas, bombou da maneira que bombou, já que foi ele que apostou na música, que era o lado B de um single. É claro que a música virou um dos hinos do Studio 54.

 

Além desta, algumas músicas que não podiam faltar no Studio eram:

‘Le Freak” do Chic (música esta concebida quando Nile Rodgers e Bernard Edwards foram barrados na porta e ficaram tão putos que compuseram a canção, que na verdade queria dizer “Fuck off” e foi suavizada para o título final):

 

“Take me home” de Cher

 

“I love the nightlife” de Alicia Bridges

 

“Let’s all chant” de Michael Zagger Band

 

“Disco Heat” de Sylvester

 

“Boogie Oogie Oogie” de Taste of Honey

 

“He’s the greatest dancer” de Sister Sledge

 

 “In the Bush” do Musique:

A própria época que o Studio teve seus anos de glória, era o momento pós-Vietnã e pós-Watergate, a liberação sexual estava no auge e o club acabou refletindo estes novos tempos, onde o que importava era se divertir. Assim, em vários lugares de lá, sejam nas escadas, nos banheiros e principalmente no andar superior, na famosa “rubber’s room, com sua bancada de borracha preta, o povo fazia sexo normalmente, não importando com quantos e com quem. 

Studio 54

As drogas eram consumidas em grande quantidade, seja cocaína ou os quaaludes (também conhecido como mandrix ou methaqualona), distribídos por Rubell para seus amigos ou conhecidos e torná-los ainda mais loucões, fossem eles celebridades, políticos, esportistas, não importava. 

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A festa parecia não ter fim, mas as declarações de Rubell e a sua ‘inocência” em dizer coisas na mídia como “only the Mafia does better” (somente a Máfia faz melhor), fez com que os fiscais do Imposto de Renda abrissem o olho e resolvessem dar uma batida surpresa na casa.

Halston e Liza dão um selinho ao lado de Rubell

Halston e Liza dão um selinho ao lado de Rubell

 Isto aconteceu no final de 1978, quando a polícia descobriu milhares de dólares escondidos em sacos de lixo, no forro do escritório, além de livros de contabilidade e mais dólares escondidos no apartamento de Rubell e também num cofre de um banco.

 Em 1979, ele e Schrager foram condenados a três anos e meio de prisão, por sonegação de impostos, mas não sem antes fazer uma grande festa de despedida, em janeiro de 1980, onde Liza Minelli e Diana Ross cantaram e ele, Rubell, entonou o trecho da canção “My way”: “I did it my way”… (eu fiz do meu jeito). 

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Diana Ross cantando sentada na cabine do DJ na última noite de Rubell e Schrager no comando do Studio.

O club fechou as portas de vez em 1981, enquanto os dois estavam na prisão.

Rubell e Schrager tiveram sua pena reduzida ajudando a polícia em descobrir mais donos de clubs que tentavam burlar o imposto. Alguns dizem que eles também revelaram alguns hábitos das celebridades, ganhando a inimizade de algumas.

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 Na sua dura readaptação, eles tiveram várias portas fechadas, já que muitos de seus amigos dos tempos de Studio se julgaram traídos pela exposição que tiveram com o escândalo.

Até que dois anos depois, eles conseguiram um empréstimo para abrir um novo conceito de hotelaria, com os chamados hotéis-boutiques, cujo primeiro deles foi o Morgan’s em NY.

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Mas a paixão pela noite os fez abrir mais um club em 1985: o Palladium, que não teve o mesmo sucesso do Studio, mas teve seus momentos de glória, só que a noite já não era mais a mesma.

 Rubell veio a falecer em 1989, vítima de uma hepatite crônica (que muitos acreditam ser em decorrência da Aids) e Schrager é um empresário de sucesso no ramo da hotelaria, abrindo vários hotéis durante os anos que se seguiram, tais  como o Hotel Delano (Miami).

Steve Rubell no Studio

Steve Rubell no Studio

 O club foi homenageado de inúmeras maneiras pela cultura pop, seja em livros, documentários e mais. Um deles foi o filme ‘54”, lançado em 1998, que acabou sendo um fracasso no seu lançamento, mas que acaba de ganhar uma versão nova, a ‘Director’s cut” (a versão do diretor) que inclui cenas deletadas e que mostram mais bafos do que acontecia lá, aguardemos então!

 

 

 

 

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TODAY’S SOUND: AREA POR ARTHUR MENDES ROCHA

Acaba de ser lançado nos EUA um curioso livro que nos mostra mais detalhes do que foi um dos grandes clubs nova-iorquinos da década de 80: o Area.

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O livro foi lançado agora em novembro e mostra várias fotos do club Area, um dos spots mais frequentados pelos artistas, celebridades e clubbers da época, que se acabavam em suas pistas e aprontavam de tudo nos seus vários ambientes.

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O nome do livro é “AREA – 1983-1987”, referindo-se ao período de duração do club, que existiu por apenas quatro (intensos) anos no número 157 da Hudson Street.

O club pertencia a quatro sócios, sendo que o mais conhecido e badalado era Eric Goode, que ajudou a escrever o livro junto com sua irmã, Jennifer, contribuindo com seu arquivo pessoal de fotos, muitas delas nunca antes publicadas.

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Goode era o legítimo bon vivant, bem relacionado, ele era amigo de várias celebridades (olha ele na foto abaixo com Madonna, que era vizinha do club na época) e hoje é dono do Bowery Hotel e Bar, do Maritime Hotel e do Waverly Inn, ou seja, mal ele não ficou, mesmo com o declínio do Area.

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O Area era o lugar para ver e ser visto na Manhattan de 1983 em diante, suas festas eram históricas, ele costumava decorar o club com diferentes temas e esta decoração trocava de seis em seis semanas.

Foi o club que pegou em cheio com a cena artsy dos anos 80, suas festas eram antológicas e mesmo nesta atmosfera meio decadente, valia tudo e a diversão era ilimitada.

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Seus convites inusitados eram disputados a tapa pelos artistas e também por atores, atrizes, escritores, diretores, humoristas, músicos e toda a cena artística dos anos 80. Entre eles o primeiro convite, que era uma pílula que deveria ser aberta na água.

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Basicamente, o livro é composto de inúmeras fotos, distribuídas em 368 páginas, com todo tipo de gente, de produção, de modelos inesperados, todos querendo aparecer mais que o outro.

A ação no Area não se resumia apenas ao dancefloor, pois o club era enorme (com mais de 33 mil metros quadrados) era o lugar perfeito para fazer todo tipo de loucuras e estas festas temáticas eram o auge na época.

Há muito pouca coisa em imagens internas do club, mas encontrei este vídeo, onde podemos ver um aquário enorme com peixes (diz que havia um com tubarões também), cenas da pista, do telão, dos sofás etc.

Claro que havia a concorrência de lugares como o Danceteria, o Mudd Club, o Paradise Garage, mas as celebridades, órfãs do Studio 54, optaram mesmo foi pelo Area, onde podíamos encontrar Grace Jones (e seu então namorado Dolph Lundgren), Matt Dillon, Francis Ford Coppola, Sandra Bernhard,  The Ramones, Cher, Sting, Keith Richards (e sua mulher, a top Patti Hansen), Bianca Jagger (que não poderia deixar de faltar), Calvin Klein, Michael Musto (o colunista do Village Voice), Diane Brill, Grace Coddington, Tina Chow, Steven Meisel, Anna Sui, Marc Jacobs (super garoto), John Waters , nosso conterrâneo Patrício Bisso, e até mesmo Fellini, entre muitos outros.

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O rei dos grafites, Keith Harring, era figurinha fácil nas baladas do Area, como vemos nas fotos abaixo com ele grafitando as paredes da pista (na festa Pyramid Wall) e até pintando o corpo de um dos frequentadores:

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O bafo era tal que Andy Warhol, em pessoa, chegou a fazer parte de uma vitrine viva, ao lado de sua escultura invisível, gerando o ciúme de Steve Rubbel, o ex-proprietário do Studio 54.

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Ele também contribuiu muito com a noite Art, fazendo camisetas e tirando fotos como esta com  Jean Paul Gaultier:

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Outros artistas, na época ainda não tão badalados, eram frequentadores assíduos do Area, tais como:  Francesco Clemente, Chuck Close, Julian Schnabel, Barbra Kruger, Sol LeWitt, Jenny Holzer, Kenny Scharf e muito mais.

Na cabine do DJ, acontecia um rodízio de DJs que podia incluir Basquiat, discotecando cool jazz, be-bop, Duke Ellington; não havia este culto ao DJ, se a música era boa não importava quem estava atrás dos decks.

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Mas o club arrasava mesmo eram nas festas temáticas com nomes como Confinamento, Suburbia, Ficção Científica, Acid Flash, Jardins, História Natural, entre outras; muitas destas ideias saíam da cabeça do diretor de arte Mark Garbarino.

Teve até uma ambientação em homenagem à capa de ‘Country Life’ do Roxy Music e também com postos de gasolina, sorveterias, motel, laboratório com robôs e mais:

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Na festa  American Highway, toda a ambientação era de uma típica auto-estrada americana:

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As vitrines dentro do Area eram tão disputadas que até se criou uma noite chamada Prize Fight, com um prêmio de 15 mil dólares para o melhor display.

Personagens como Bernard Zette se montavam com modelos diferentes a cada noite, podendo aparecer da sereia-travesti, Jim Jones, Jesus Cristo, Brooke Shields e até Anne Frank.

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Uma das coisas mais lembradas foi a festa Gnarly, com pistas de skate, corredores drag e nadadores nus que transitavam pela pista.

É claro que o banheiro era uma atração á parte, onde rolava muito sexo e drogas e onde eram vendidos desde camisinhas, sanduíches de galinha e até (pasmem) jaquetas Comme des Garçons.

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O club tinha até piscina, que serviu de cenário para uma festa onde ela virou uma sopa de letrinhas com garçom dentro e tudo.

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Outro detalhe bacana é que para entrar no Area, não bastava o glamour, o que mais contava era a criatividade, a preferência era sempre dos artistas, famosos ou não. Na foto abaixo podemos até avistar John Kennedy esperando para entrar, como um mero mortal.

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Para completar esta comemoração aos 30 anos do club, a galeria nova-iorquina Hole está fazendo uma exposição em homenagem ao Area, com recriações de ambientes e fotos penduradas para o público poder admirar.

Desde pessoas vestidas de lagarta até ursos de pelúcia gigantes, tudo podia acontecer nas instalações do Area; era só ultrapassar a cortina de veludo vermelho e entrar num mundo inacreditável e que até hoje é lembrado como um dos highlights da noite nova-iorquina dos anos 80.

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