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CBGB – Japa Girl












































































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TODAY’S SOUND: ‘GROWING UP IN THE NEW YORK UNDERGROUND: FROM GLAM TO PUNK” POR ARTHUR MENDES ROCHA

Os posts desta semana falarão de algumas exposições que estão acontecendo em diversas partes do mundo, se concentrando mais na parte fotográfica.

Hoje falaremos de uma que estará acontecendo em New York, intitulada “Growing up in the New York Underground: From Glam to Punk”.

Paul Zone com Debbie Harry

Paul Zone com Debbie Harry

A exposição reúne fotos clicadas por Paul Zone, que era apenas um rapaz de seus quatorze anos e que documentou, sem compromisso , uma boa parte da cena underground da época e que marcava presença em lugares como o CBGB, Max’s Kansas City, Fillmore e o Mercer Arts Centre.

Paul Zone hoje

Paul Zone hoje

Na verdade, mesmo menor de idade, ao invés de jogar com os amigos ou ir a festas da escola,  Zone gostava de se vestir diferente do resto de sua turma, abusando nos brilhos como paetês e glitter, além de ter uma forte atração pela cena destes lugares que seus irmãos mais velhos frequentavam.

Wayne County por Paul Zone

Wayne County por Paul Zone

Seus irmãos , Miki e Mandy, tinham sua própria banda, The Fast,e ensaiavam no porão de casa. Zone só curtia mesmo as aulas de arte e fotografia, com a qual foi treinando com máquinas como a 110 Instamatic, Brownie e Polaroid; para ele não importava a qualidade da máquina e sim os fotografados.

The Fast por Paul Zone

The Fast por Paul Zone

Já que ninguém conferia nenhum documento, Zone entrava nestes lugares e clicava o que achava interessante.

Como ele conseguia conciliar as noitadas com a escola era outra estória, mas ele declara que se desmontava de seu look astro de rock e dormia quase às quatro da manhã para estar inteiro no dia seguinte.

New York Dolls. Foto Paul Zone

New York Dolls. Foto Paul Zone

Este material acabou por se tornar um documento desta cena underground que acontecia na NY de 1972 a 1977, quando o glam terminava e o punk começava.

David Johansen e Richard Hell por Paul Zone

David Johansen e Richard Hell por Paul Zone

Bandas como Blondie, Suicide, New York Dolls estavam apenas começando e Zone estava lá para vê-los tocar e fotografá-los.

Debbie Harry . foto de Paul Zone

Debbie Harry . foto de Paul Zone

Todas as fotos que ilustram este post foram feitas por ele e nelas podemos ver vários rostos conhecidos, que mais tarde se tornaram astros absolutos da música, tais como: Debbie Harry (Blondie), Patti Smith, Ramones, Lou Reed, New York Dolls, Iggy Pop & the Stooges, Richard Hell (Television), Johnny Thunders, Wayne County, Lydia Lunch, Lux Interior e Posion Ivy (The Cramps), Stiv Bators (Dead Boys), entre outros.

lou reed

Lou Reed por Paul Zone

Zone afirma que o que buscava na época era justamente fotografar a cena mais underground, que fugisse aos hippies de Woodstock, ele se atraía por aqueles que iam contra este movimento, tais como David Bowie, Alice Cooper, T-Rex, entre outros.

O legal foi que ele conseguiu captar estes artistas muito antes deles se tornarem famosos e de difícil acesso; eles eram amigos, pessoas que se encontrava na noite e nos mesmos lugares.

ramone gripp

Dee Dee Ramone e sua namorada Connie Gripp no Max’s clicados por Paul Zone

Quando ele ia ao CBGB, por exemplo, costumava ter umas 40 ou 50 pessoas na plateia no máximo e até mesmo jornais da época, como o Village Voice, ainda não havia descoberto esta cena, o que só veio a acontecer após 1975.

Fora que as pessoas que frequentavam estes lugares já era um show a parte, pois incluíam amigos, namorado(a)s, drag queens, travestis (como Divine), estilistas (como Anna Sui e Stephen Sprouse), artistas (como Arturo Vega), pintores drogados, enfim, todos eles desconhecidos e em busca de um lugar ao sol.

arturo vega

Arturo Vega, designer gráfico e criador do logo dos Ramones. Foto: Paul Zone

Por volta de 1975, Zone começa a cantar na banda dos irmãos (por influência de Debbie Harry e Chris Stein) e ficou com cada vez menos tempo para documentar a cena, mas suas fotos despretensiosas acabaram por se tornarem valiosos registros destes artistas e do pessoal que transitava em sua volta.

Em 1976, a banda deles, The Fast, até abriu para o Blondie num show realizado em pleno Max’s Kansas City.

Debbie por Paul Zone

Debbie por Paul Zone

Além de ter vários amigos que se tornaram importantes com o tempo, havia também Bobby Orlando, que se tornaria um importante produtor de high energy (um gênero dance dos anos 80) e com o qual gravaram em seu pequeno estúdio.

Uma das interessantes histórias que Zone vivenciou, foi ensaiar com os Ramones no porão de sua casa e ter a música “Gimme Gimme Shock Treatment’ oferecida a eles por Joey Ramone  que disse: “esta é para os irmãos Zone”:

A exposição também originou um livro, “Playground”, lançado no ano passado e encontrado no site da Amazon, e que conta com prefácio de Debbie Harry e seu marido Chris Stein e texto de Jake Austen (músico e criador do zine Roctober).

playground book cover

Capa do livro Playground

No livro pode ser encontrado ótimo material que inclui fotos, contatos, flyers, tanto nos locais de shows, como na casa de amigos ou na frente dos clubs.

‘Growing in the New York underground: from Glam to Punk” estará rolando no Darkside Records, na cidade de Poughkeepsie, NY, agora em junho.

Duas jovens da cena na frente da primeira loja punk de NY, a Manic Panic, na St. Marks Place, em 1978

Duas jovens da cena na frente da primeira loja punk de NY, a Manic Panic, na St. Marks Place, em 1978

O trabalho de Paul Zone merece ser conhecido, pois mostra um lado fresh da cena punk, a qual ele foi um frequentador assíduo, vendo o movimento, que este ano faz quarenta anos, nascer.

 

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TODAY’S SOUND: DEBBIE HARRY POR ARTHUR MENDES ROCHA

Debbie Harry é a musa nova-iorquina por excelência: vocalista do Blondie, ela agitou a cena dos anos 70/80 com seu estilo de cantar, dançar, se vestir; o punk/new wave jamais seria o mesmo sem ela.

Debbie-Harry by Andy

Apesar de tudo, Debbie nasceu mesmo em Miami, mas no final dos anos 60 ela se mudou de vez para NY, onde fez de tudo: foi secretária, go-go dancer e até coelhinha da Playboy.

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Seu primeiro contato com a música foi através do grupo The Wind in the Willows, banda de folk na qual ela fazia backing vocals.

O grupo lançou um álbum em 1968, pelo selo Capitol, e um segundo que se perdeu com o tempo, mas nenhum dos dois teve grande destaque e ela tinha outros planos.

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Em 1973/74, ela já tinha outra banda, The Stilettos, banda somente de mulheres e pela qual, Chris Stein se impressionou.

Stein era estudante de artes e ficou fascinado pela presença de Debbie, ela acabou abandonando a banda e se juntando a ele para formar o Angel & the Snake, com mais dois outros integrantes.

Debbie, que era morena, resolveu descolorir o cabelo e deixar as pontas escuras. Quando passava pela rua, sempre mexiam com ela, chamando-a de ‘blondie” (loira).

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Foi daí que veio o nome para a nova banda dela e seu (agora) companheiro Stein: o Blondie.

Nesta época, Debbie também fazia bicos como garçonete do Max’s Kansas City e foi lá que ficou conhecendo as bandas punks e foi o que serviu de inspiração para ela e Stein idealizarem como seria o Blondie.

Junto com o baterista Clem Burke, o tecladista Jimmy Destri, mais o baixista Garry Valentine, o Blondie completava sua formação com a guitarra de Stein e os vocais de Debbie. Assim começaram a se apresentar em clubes de NY como o próprio Max’s, mais o CBGB, entre outros.

debbie - blondie

A banda foi se tornando cult, conhecida de um grupo de punks/ pós punks, junto com bandas como o Talking Heads, Ramones, entre outras.

NY vivia a efervescência dos 70’s, onde vários ritmos, movimentos artísticos se misturavam em meio ao caos que a cidade atravessava, mas era uma época de muita música boa, seja rock, disco, hip-hop, o que importava era se divertir, dançar sem que houvesse o amanhã.

Das bandas surgidas no CGBG, o Blondie foi das primeiras a assinar com uma gravadora (na verdade o pequeno selo Private Stock) e assim lançaram seu álbum de estreia no final de 1976, simplesmente intitulado “Blondie”.

Blondie

O som do Blondie tinha a influência dos grupos femininos dos anos 60 com uma pegada mais pesada, mais contemporânea dos 70 e os vocais de Debbie eram contagiantes em músicas como “X Offender”.

Mas o álbum não tem o sucesso esperado, mas mesmo assim, mostra que o Blondie era uma banda a se prestar atenção.

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Em 1976, Debbie também participa de filmes undergrounds como “Unmade beds”(que já falamos aqui e que fazia parte do movimento No Wave).

A gravadora inglesa Chrysalis compra o contrato deles da Private Stock e assim, eles lançam o segundo álbum, “Plastic Letters”, com o single “Denis”, que os estouram na Europa:

Debbie é uma presença absurda nos palcos; ela liderando uma banda de homens com o máximo de atitude é uma inspiração para todas as roqueiras e artistas femininas surgidas depois dela, como Madonna, ela era uma percussora de toda uma revolução das mulheres na música pop.

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Na moda então, sua influência é sentida até hoje, os modelos que ela usava, vestidos com cortes sexys, roupas rasgadas, cores inusitadas, acessórios como faixas no cabelo e meias coloridas, enfim, Debbie é estilo puro.

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Mas faltava o Blondie estourar no mercado americano e no resto do mundo e isto só viria a acontecer com o seu próximo trabalho, “Paralell Lines”, lançado em 1978.

debbie - paralell lines

O disco foi um sucesso estrondoso em todo mundo, atingindo o primeiro lugar na parada inglesa e sexto na parada americana, puxado pelo hit “Heart of Glass”, que arrebentava tanto nas paradas roqueiras como nas de disco:

O álbum também teve hits como “One way or another”, “Hanging on the telephone”, ‘Sunday Girl”, “Picture this” e é considerado o melhor álbum da banda.

Logo em seguida, eles lançam “Eat to the beat” que gera mais hits com “Dreaming” e “Atomic”:

Os sucessos não paravam neste final de década de 70 e assim, o Blondie lançava mais um álbum em 1980, “Autoamerican”.

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O primeiro single “The tide is high” conquistou a todos com sua batida reggae:

O segundo single também arrebenta: “Rapture”, uma das primeiras músicas do pop a reconhecer a influência do hip-hop, sendo o primeiro vídeo rap a ser veiculado na MTV. No vídeo estão presentes Fab Five Freddy, mais o grafiteiro Lee Quinones e o artista Jean-Michel Basquiat:

Para fechar o ano de 1980, outro mega-hit na colaboração de Debbie, mais o mago Giorgio Moroder, para a trilha de “American Gigolo’ com “Call me”, música que tomava conta das pistas disco:

Em 1981, ela ainda terá uma participação no cult “Downtown 81”, filme onde Basquiat nos guia pela NY da época, num dos ótimos registros deste período.

debbie - capa slash

A banda dá uma parada para que seus integrantes se dedicassem a projetos pessoais. Neste meio tempo, Debbie lança seu primeiro trabalho solo, o álbum “Kookoo”, com produção de Nile Rodgers e Bernard Edwards (do Chic) e a controversa capa idealizada por H.R.Giger (o incrível artista recentemente falecido e responsável pelo visual de “Alien”).

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O primeiro vídeo, “Backfired”, também foi dirigido por Giger (que faz uma ponta de máscara):

O álbum teve boa vendagem, recebendo o certificado de ouro, mas nada que comparasse ao seu trabalho com o Blondie.

Falando neles, o novo álbum saiu somente em 1982, “Hunter”, que acabou sendo uma decepção de público e crítica, não gerando nenhum single marcante.

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Este acabou sendo o último disco deles na época, pois resolveram terminar com a banda (pelo menos por enquanto).

Além disso, Stein foi diagnosticado com uma rara e grave doença, sendo necessário um cuidado intenso e Debbie esteve ao lado do companheiro neste período difícil.

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Mas Debbie, não deixava a peteca cair e em 1983, ela tem uma ótima e marcante aparição no filme “Videodrome” de David Cronenberg.

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Aliás, Debbie sempre foi atraída pelo cinema, sua imagem pede isto e durante sua carreira ela participará de vários filmes, seja em papéis menores ou participações especiais, ela já fez mais de quarenta filmes.

Em 1986, ela lança seu segundo trabalho solo, “Rockbird”, com capa idealizada por seu amigo Stephen Sprouse.

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O álbum gerou um single, “French Kissin’ in the USA”, que atingiu o 8º lugar na parada inglesa.

Até o retorno do Blondie em 1999, Debbie continuo gravando alguns álbuns como “Def, dub & blonde” (1989), “Debravation” (1993), todos com vendagens moderadas e também participa da turnê dos Jazz Messengers, como vocalista.

debbie - capa interview

Enquanto isso, a gravadora procurava manter o interesse no Blondie para as novas gerações, lançando novas coletâneas e remixes, que tiveram ótimas vendagens.

O Blondie acaba retornando em 1999 com o álbum “No exit” e mudanças na formação, mas acaba emplacando um novo hit, “Maria”, além de shows em Glastonburry e  uma nova turnê com vendagens esgotadas.

Em 2003, eles lançam um novo trabalho pela sua nova gravadora, a Sony,“The curse of Blondie”, puxado pelo single “Good Boys” que foi bem nas paradas européias.

Nos anos seguintes, o Blondie continua a mil, saindo em turnês, gravando álbuns ao vivo e remixando antigas faixas.

Mas Debbie não queria abandonar seu trabalho solo e deixa bem definido seu trabalho como artista Debbie Harry e como vocalista do Blondie.

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Ela continuava apoiando as causas gays, pelo casamento entre o mesmo sexo, lutando para que doenças como Aids e câncer tivessem melhores tratamentos, participando de shows, passeatas, dando sua contribuição no que fosse necessário.

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Em 2007, ela solta um novo disco, “Necessary Evil”, que chegou ao 37º lugar na parada de discos independentes, além de uma mini-turnê.

debbie hoje

Este ano, o Blondie completou quarenta anos e foi lançada uma nova compilação, “Blondie 4(0)-ever”, acompanhando o seu novo disco de inéditas, “Ghost of download”, o 10º álbum de carreira da banda.

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Debbie permanece incansável, em ótima forma, continua gravando, saindo em turnês; sua presença no palco ainda é marcante e os fãs, novos e velhos, se rendem ao seu talento.

 

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TODAY’S SOUND: LUNACHICKS POR ARTHUR MENDES ROCHA

Lunachicks é uma banda somente de mulheres, na linha “riot girl’, que bagunçaram os anos 90, com seu rock escrachado com punk, metal e o que mais viesse.

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A trajetória delas começou em 1987, em NY, quando as três amigas Theo Kogan, Gina Volpe e Sydney ‘Squid’ Silver e colegas na escola de artes de LaGuardia, se uniram para formar a banda.

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A elas juntou-se Sindi Benezra e Becky Wreck e durante um ano elas ensaiaram e escreveram canções, começando por ‘Theme Song’, na qual elas matavam sua professora de inglês.

A atitude rebelde delas já começava a chamar a atenção do público do colégio e em suas primeiras apresentações podiam ser avistadas presenças como Kim Gordon e Thurston Moore do Sonic Youth.

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Gordon e Moore gostaram do que viram e mandaram um demo tape delas para o produtor Paul Smith, que lançou o primeiro EP das Lunachicks através de seu selo Blast First.

O primeiro disco foi intitulado ‘Babysitters on Acid”, cujo vídeo pode ser conferido abaixo:

O visual delas é uma mistura de tudo: debocham do visual das mulheres comuns, exagerando na maquiagem, com dentes que parecem estragados, cílios grandes, leggings listradas e brilhosas, vestidos de bolinhas, rendados, botas douradas, cabelos espetados, chiquinhas e muito mais, acabando por criar um estilo próprio.

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O segundo álbum foi ‘Binge & purge”, lançado em 1992 e onde podemos destacar “This is serious’

Logo em seguida, Wreck deixa a banda e elas lançam um EP no Japão com a regravação de ‘More than a feeling’ um clássico do Boston:

Depois de uma rápida passagem de Kate Schellembach (do Luscious Jackson) na banda, a baterista Chip Jackson passa a fazer parte do line-up.

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Em 1995, elas assinam com a gravadora Go Kart Records e lançam “Jerk of all trades” que incluía ‘Light as a feather”;

O disco seguinte é “Pretty Ugly’ e nele está presente o maior hit delas, ‘Don’t want you”, lançado em 1997, cujo vídeo é um deboche dos programas de namoro na TV:

O ‘riot girl” (ou riot grrrl) foi como foi denominado o movimento de meados dos anos 90 onde bandas femininas de rock se uniram para falar das questões femininas através de discos, shows, festivais, fanzines e incluiam bandas como L7 (com as Lunachicks na foto abaixo), Sleater-Kinney, Bikini Kill, entre outras.

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O movimento gerou um documentário “Not bad for a girl”, com a participação da banda e cujo trailer vemos abaixo:

O Lunachicks fazia parte deste movimento que buscava uma maior liberação da mulher e maior presença no meio musical, apontando para o feminismo, liberação do aborto, entre outras questões.

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Porém, a banda acaba não tendo muito mais o que dizer depois de seis álbuns e acabam lançando o último em 1999, ‘Luxury Problem’.

Apesar de nunca terem oficializado seu término, as Lunachicks só se reuniram em duas opor-tunidades desde então: em um pequeno show no CBGB em 2002 e em uma marcha pelos direitos femininos em 2004, em Washington.

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A vocalista Theo Kogan ataca também de atriz e modelo em filmes como ‘Zoolander”, ‘Bringing out the dead”, além de participar junto com a banda de “Blue Vengeance”. Ela já participou também do Jon Stewart Show, de campanha da Calvin Klein e hoje em dia ela se dedica á banda Theo & the Skyscrapers (com cujo guitarrista ela é casada).

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Apesar delas não serem consideradas uma super banda, as Lunachicks fazem falta num pop que se leva muito a sério, sua atitude desencanada e rebelde acabou por influenciar muitas bandas femininas que curtem um bom punk/trash rock.

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