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Christian Dior – Japa Girl












































































    Unforgetable veggie lunch exxxperience!
Thank you so much @saporebrasil @pietroleemann @lideresempreendedores 
Risoto com aspargos verdes e abóbora, contraste de mousse de couve-flor defumada e arroz silvestre crocante.Happy Sunday!
Plantio de mais de 320 árvores nativas da nossa Mata Atlântica para #florestadebolso de Ricardo Cardim. @fabricadearvores 😉RIP #leeradizwill and #rudolfnureyev 🖤🖤Wake up, Mthrfckrs! 
#10yearchallengeHappy Halloween from Vampirina 🖤“The Proposal” ( between 1880 - 1889) by Knut Ekwall (Swedish - 1843 - 1912)Full purple bloom galore!
#flordesaomiguel #violeteira #ravenala #kaizukaPapa Pirate & Mama Mermaid
#agathalunaJust opened! #cattleyaThe Death of Cleópatra 
Jean Andre Rixens - 1874

                
       
















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CURRENT MOON

Posts Tagged ‘Christian Dior’

Today’s Sound: Madonna’s W.E. por Arthur Mendes Rocha

Madonna deve lançar no ano que vem, no resto do mundo e em circuito comercial, seu mais novo filme: “W.E.”, siglas dos nomes de Wallis Simpson e Edward VIII , mais conhecidos como o Duquesa e o Duque de Windsor.

Sua história de amor já foi tema de inúmeros livros, reportagens, mas ainda faltava um filme que fosse mais a fundo na história dos dois. No filme vencedor do Oscar do ano passado, “O Discurso do Rei”, os dois chegavam a aparecer rapidamente, já que o duque abdica do reino e seu irmão (personagem principal) é quem assume o trono.

Edward tinha tudo na mão, um reino que seria seu, mas ele troca tudo para viver um grande amor ao apaixonar-se perdidamente por Wallis Simpson, uma americana divorciada.  Ele tentou uma aliança com a igreja anglicana, mas chegou-se a conclusão que ele deveria abdicar do trono se quisesse casar com Wallis e foi o que ele fez.

Madonna sempre foi atraída por esta história e escolheu Andrea Riseborough e James D’Arcy para viverem os personagens centrais, mais Abbie Cornish como a mulher que vive no presente e é totalmente fascinada por este romance. Ela (Abbie), infeliz no casamento, resolve viver uma paixão com um guarda de segurança russo.


O elenco é extremamente bem escolhido, Andrea é uma ótima atriz, fez recentemente um filme chamado “Brighton Rock”, que merece ser visto e foi daí que Madonna a descobriu para viver a sua Wallis Simpson.

Eu ainda não tive oportunidade de ver o filme, pois aqui ainda não estreou, mas tenho certeza que o filme não deve ser esta “bomba” que a crítica andou falando quando o filme estreou no Festival de Veneza deste ano.

Neste documentário promocional, recém liberado, vemos os bastidores de filmagem e o quanto Madonna e sua equipe arrasaram na reconstituição de época com uma brilhante direção de arte e figurinos absurdos de Arianne Phillips, a figurinista favorita de Madonna.

Arianne conta no documentário que fez uma extensa pesquisa de figurino, pois sabia da importância que os duques davam para estarem bem vestidos e sempre nas últimas tendências da moda na época, vestindo Christian Dior, Schiaparelli, Vionnet e pencas de jóias Cartier. Aliás tanto a joalheria como a Maison Dior chegaram a fazer peças especiais para o filme, afinal quem negaria algum favor à Madonna?

Outra entrevista mostra o diretor de fotografia Hagen Bogdanski falando de como Madonna escolhe cada plano com a determinação de uma diretora profissional. Ele já havia feito a fotografia de dois ótimos filmes: “A Vida dos outros” e “A Jovem Rainha Vitória”.

O documentário mostra várias cenas filmadas em locações na Inglaterra, NY, Paris, Cote D’Azur, entre outros. A produção foi muito bem cuidada, com uma equipe de primeira e que só por isso já merece toda nossa atenção. Além disso, a pesquisa do filme incluiu acesso às correspondências trocadas entre os dois.

O filme acaba de ser nominado para dois Globos de Ouro: melhor trilha e melhor música para “Masterpiece”, música interpretada por ela e composta especialmente para o filme.

Ela recentemente esteve no programa de Anderson Cooper na CNN comentando suas nominações:

Parece que 2012 será um ano em que Madonna voltará com tudo à mídia, com a estréia do filme nos cinemas, novo álbum, apresentação no Superbowl, ela voltará a dominar o mundo pop com toda a força.

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Majorelle Cap. 2, Jacques o filho pintor e seu Jardim em Marrakech

Verdadeiro símbolo da cidade de Marrakech, os Jardins de Majorelle encantam até um “leigo” em botânica e desinteressados em paisagismo.


Nada mais, nada menos que, a maior e mais importante coleção de plantas de sua era, que além de ter sido o atêlier/residência  de Jacques Majorelle entre 1947 e 1962, foi também a residência de veraneio de Yves Saint Laurent e Pierre Bergé, a partir de 1980 restaurando todos os 12 acres do jardim até a criação da fundação que administra o museu até hoje.

Pudera, este oásis está listado entre os grandes jardins misteriosos do séc XX!

Jacques Majorelle, filho único de Louis Majorelle, grande mestre do movimento Art Nouveau, nasceu em Nancy em 1886, no meio desse rico círculo de artistas absurdamente fechado.

Assim respirou ARTE,  desde o berço.

 


Após ter estudado artes plásticas na École de Nancy e depois na Julian Academy em Paris, decidiu seguir a pintura como seu ofício.

 

O certo é que durante a sua  juventude, contraiu tuberculose e precisou se mudar para o sul onde o clima era mais quente e foi assim que descobriu sua paixão pelo oriente, começando pelo Egito, depois Espanha até encontrar seu lugar preferido no mundo: Marrocos!



 










Sem dúvida, desenvolveu uma paixão particular sobre o Mediterrâneo saindo fora das apresentações clássicas, encorajado pelo rápido tom do fauvismo, as formas simples, as origens.


 

 

 

De fato sua pintura foge completamente daquelas fantasias criadas pelo movimento Orientalista e na minha visão, o traço de Jacques Majorelle captura  uma luz Impressionista com um certo perfume Tiki, mostrando as nuances da vida diária.















Erudito, amante da estética dos Souks (feiras livres típicas), o pintor viajante, se sentiu atraído pelas tribos Berber e pela autenticidade das regiões do Atlas.

Em 1924, Jacques resolve morar na Medina de Marrakech, encontra o terreno perfeito nas bordas de Palm Groove e dá início ao que seria o grande feito de sua vida, um exótico jardim botânico que além de levar o sobrenome de sua família, seria o seu maior legado.

Evidente que um dos grandes destaques do paisagismo de Majorelle, são as palmeiras gigantescas, que mandou trazer do sul da Ásia, do leste da África, das Ilhas Canárias, da região da Mesopotânia e até da Califórnia.



Sem falar nos cactus, nas iucas, as vitórias-régias, o perfume dos jasmins, a encantadora floresta de Bambus que me faz mergulhar nos meus encantos pelo movimento Tiki, mais uma vez.

 

Digamos que a originalidade deste lugar, está na combinação de uma vegetação luxuosa e elementos de arquitetura alinhados com a sobriedade e estética tradicional marroquina.

E muito importante no conceito desse jardim, é a cor ícone usada: o Bleu Majorelle.

O poder desse tom de azul, dá um contraste único a  impressão de quietude e contemplação.



Pesquisei inclusive, a combinação exata de tons para chegarmos ao Bleu Majorelle, caso queiram pintar uma parede:

- Pantone 6050 (RGB)

- RVB (r 96, v 80, b 220)

- Triplet hexa: 6050 DC

- CMJN (c 56%, m64%, j 0%, N 14%)

- TSL (t 247*, s67%, l59%)

 


Reza a lenda que Yves Saint Laurent, que tinha um talento único para misturar cores, foi o responsável pelo tom de hoje, melhorando assim ainda mais a tonalidade de Monsieur Jacques Majorelle.

Modéstia a parte, eu também tenho um olhar para cores e estava pensando outro dia sobre a loucura dessa cor, quando tive um insight: “O Bleu Majorelle é a cor do pescoço do pavão!”

Houve um aspecto que achei fascinante e essencialmente chic enquanto pesquisava sobre  a fundação dos Jardins de Majorelle, o cuidado com as 15 espécies de pássaros LIVRES, exclusivamente encontrados naquela região no Norte da África.

Afinal de contas, um jardim jamais é completo sem os seus devidos passarinhos.





O trabalho de Jacques Majorelle também pode ser visto no famoso Hotel La Mamounia, que o pintor ajudou a decorar, assim como pintou posters de turismo para a cidade de Marrakesch.









Foi em 1962 que Jacques após sofrer um acidente de carro, retorna para a França e vem a falecer logo em seguida.

Nos anos 80, seu Legado paisagístico sofreu grandes deteriorações , até que o casal mais chic do mundo, Yves Saint Laurent e Pierre Bergé descubriram  esse oásis e o recuperaram por completo.

Na terceira parte destes posts, revelo deliciosos segredos da estadia destes últimos proprietários do Jardim Majorelle e sobre a criação da fundação e museu, não percam!



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