Orquídea Catleya escândalo #9, abrindo pela primeira vez na Cerejeira. Bom dia! #orquídea #catleya #orchidsDiana Vreeland's portrait by Cecil Beaton.
"You gotta have style. It helps you get down the stairs. It helps you get up in the morning. It's a way of life...I'm not talking about lots of clothes."
Hoje no www.japagirl.com.br/blog/dj-setsAnna Pavlova and her pet swan Jack, 1905Mini-orquídeas abrindo em homenagem a Minha Avó.Minha Tucki era amiga da gatinha Pantufa e adorava quando ela vinha visitar.Cherry blossoms blessings! Boa segunda, boa semana!Hoje faz uma semana que a minha princesa Tucki se foi e só agora consigo falar sobre a minha perda. A perda da minha Filha, da cachorra perfeita, a perda de um pedaço do meu coração, da minha companheira, da minha amiga sempre tão carinhosa. Obrigada Tutu, por ter sido parte da minha vida nesses anos. Vc está fazendo muita falta, pro Papai, pra Mamãe e pro Tigre, que está doente sem vc e nem sabe mais quem ele é, sem a sua presença. Descanse em paz, minha filha, meu amorzinho.Orquídeas Cymbidium abrindo! #orchids #cymbidiumIcy mermaids talkingLição de caligrafia #50
Boa noite!

                
       





















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Today’s Sound – Foo Fighters no Cinema

Dave Grohl é um sujeito que nasceu predestinado a não ser um coadjuvante no cruel mundo do showbizz. Iniciando sua saga na banda de hardcore Scream, passando pelo mítico Nirvana, até largar as baquetas para tornar-se um dos melhores frontman já visto nas últimas décadas. Grohl conseguiu algo que apenas o comportado Phil Collins havia feito muitos anos atrás. Sair da sombra da ex-banda, e sair de trás da bateria para a linha de frente nas apresentações.

O Foo Fighters nasceu em 1995 como um quarteto de ex- integrantes de grandes grupos que terminaram prematuramente (Nirvana e Sunny Day Real State, ambas de Seattle). Seguiram uma carreira brilhante e um tanto turbulenta, com saída e entrada de novos (e antigos) integrantes, 7 álbuns recheados de canções assobiáveis e turnês que desafiavam a sanidade de seus membros. Esses 16 anos de história foram registrados e viraram um documentário dirigido pelo premiado James Moll.


Foo Fighters: Back & Forth“, documenta toda a trajetória da banda, e de todos envolvidos com ela desde sua criação, até a gravação do excelente “Wasting Light”, que saiu este ano e foi gravado de forma analógica com produção de Butch Vig (um sério candidato a melhor disco de 2011 em minha lista pessoal). Misturando imagens de arquivo pessoal, TV, e uma série de depoimentos impagáveis (especialmente os feitos por Pat Smear, ex-The Germs ), o filme é um presente para os fãs.

Dave aparece não como o cara mais legal do mundo ou como um rockstar típico, e sim como um ser-humano que tem defeitos e fraquezas. Em uma das cenas, ele conta do drama que foi ter que demitir o primeiro baterista William goldsmith (substituido pelo exímio Taylor Hawkins) e o segundo guitarrista Franz Stahl (que seria substituído por Chris Shiflett). Em outra memorável, ele narra a ansiedade de se apresentar no titânico Wembley Arena, que lhe custaram algumas noites de sono, seis meses antes do show.

As exibições do filme foram confirmadas (por enquanto) no Kinoplex Itaim em São Paulo e UCI New York City Center no Rio. Após o documentário, é exibido uma apresentação ao vivo e em 3-D do Foo Fighters em sua mais recente tour executando seu último petardo sonoro. Não percam.

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Today’s Sound – Foster the People

Numa época em que a dance music mantém uma sinergia jamais vista com o indie rock, mais um grupo batalha por seu lugar ao sol. São eles, os americanos do Foster The People. O quinteto de Los Angeles poderia ser confundido com algum artista da festejada cena australiana devido a semelhança ao Cut Copy (que se apresenta amanhã em São Paulo), ou até mesmo os ingleses do Friendly Fires (em breve falo do novo álbum deles aqui).

A banda está em evidência em blogs e publicações ligadas a cena musical e tem agradado tanto o público mais alternativo, como fãs de pop descartável. As três faixas de seu EP de estreia fazem-nos lembrar de certas canções grudentas da última década. impossível ouvir “Pump Up Kicks”e não evocar a fofa “Young Folks”do Peter, Bjorn & John.

As composições são feitas para ganhar pistas e remixes de nomes badalados. Não vai mudar o mundo, mas vai nos fazer dançar e cantarolar por algum tempo. Sim, as  músicas são altamente grudentas. O primeiro álbum, “Torches”já está disponível na rede.

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Today’s Sound – Jeff Buckley

Pode-se dizer que a década de 90 produziu uma geração que contestava a alienação e a festa sem fim de seus antecessores. Muitos compositores que renegavam o lado colorido da vida, calcaram seu espaço e conseguiram emplacar canções pouco otimistas em meio ao oceano pop. Jeff Buckley foi aquele caso em que o sujeito tinha tudo para ser grande, porém, um trágico acidente o tirou do mundo antes que ele pudesse presenciar o brilho de fazer parte do primeiro escalão do olimpo do rock n’roll.

Filho do cantor Tim Buckley, Jeff sempre teve receio de ser comparado a seu pai, e decidiu tocar guitarra para não ter a pressão de ficar à frente do palco. Era quase inevitável que ele não se tornasse o frontman devido a sua forma única de cantar (muito sinilar a de seu pai), e de quase entrar em transe quando estava se apresentando.

Teve passagens por bandas de diversos estilos e tocou na banda God & Monsters de Gary Lucas (ex-guitarra do inesquecível Captain Beefhart). Em 1994, ano que foi decretado o fim do movimento grunge, o músico tinha o terreno pronto para o lançamento de seu début “Grace”, impulsionado pelos belo single homônimo e  ”Last Goodbye”, o disco apareceu em todas listas de melhores do ano e recebeu elogios de lendas como Jimmy Page e Paul McCartney.

Por não ter o apelo comercial exigido, o álbum não foi um estouro de vendas, mas isso não o desanimou. Em 96, ele iniciou a gravação de seu segundo rebento com produção do ex- Television, Tom Verlaine. Nada satisfeito com o resultado final, Buckley convocou sua banda para regravar tudo num estúdio localizado em Memphis, sua terra natal.

No meio das gravações, exatamente no dia 29 de maio de 1997, Jeff Buckley sumiu após dar um mergulho no Wolf River. Há muita especulação sobre sua morte, mas nenhum indício de ser suicídio Na década seguinte, dois álbuns póstumos foram retirados dos arquivos para alegria dos fãs.



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