Brother @djfelipevenancio e eu entrando no clima para preparar o set do lançamento de coleção de verão da #RennerDe longe, melhor burrito veggie de São Paulo @veggiesnapraca !!!Orquídea Catleya escândalo #9, abrindo pela primeira vez na Cerejeira. Bom dia! #orquídea #catleya #orchidsDiana Vreeland's portrait by Cecil Beaton.
"You gotta have style. It helps you get down the stairs. It helps you get up in the morning. It's a way of life...I'm not talking about lots of clothes."
Hoje no www.japagirl.com.br/blog/dj-setsAnna Pavlova and her pet swan Jack, 1905Mini-orquídeas abrindo em homenagem a Minha Avó.Minha Tucki era amiga da gatinha Pantufa e adorava quando ela vinha visitar.Cherry blossoms blessings! Boa segunda, boa semana!Hoje faz uma semana que a minha princesa Tucki se foi e só agora consigo falar sobre a minha perda. A perda da minha Filha, da cachorra perfeita, a perda de um pedaço do meu coração, da minha companheira, da minha amiga sempre tão carinhosa. Obrigada Tutu, por ter sido parte da minha vida nesses anos. Vc está fazendo muita falta, pro Papai, pra Mamãe e pro Tigre, que está doente sem vc e nem sabe mais quem ele é, sem a sua presença. Descanse em paz, minha filha, meu amorzinho.Orquídeas Cymbidium abrindo! #orchids #cymbidium

                
       





















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TODAY’S SOUND: MUSIC NATION BRANDY & COKE – DOC SOBRE UK GARAGE POR ARTHUR MENDES ROCHA

A revista Dazed & Confused se uniu ao Channel 4 para produzir uma série de 05 mini-documentários dentro do projeto Music Nation e cada um deles abordando movimentos musicais ocorridos na Inglaterra nos últimos anos.

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O resultado ficou muito bom e merece ser visto – esta semana falaremos de cada um deles iniciando por “Brandy & Coke”, cujo tema é o UK Garage.

O doc foi dirigido por Ewen Spencer, fotógrafo que trabalhava para a revista Sleazenation e que se apaixonou pelo ritmo nos anos 90, registrando os dançarinos, as pessoas que curtiam frequentar as noites dedicadas ao UK Garage.

uk garage - foto 2

UK Garage ou Speed Garage (como também era denominado na época) foi um gênero musical surgido na Inglaterra no final dos anos 90 e cuja batida era uma mistura da house americana e ítalo house com a velocidade aumentada (daí o speed), mais a influência do drum & bass, além de batidas pesadas e com o baixo bem acentuado.

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Como vemos num dos depoimentos, o povo da cena não gostava do nome speed garage, preferia até acid garage, mas era uma maneira das gravadoras rotularem o gênero e lucrar com o mesmo.

Por volta de 1997/1998, este era o ritmo que dominava a juventude inglesa, que adora sair para dançar e se acabar nas pistas de dança; era uma cena que acontecia aos domingos, já que as licenças para sábado eram difíceis de serem obtidas. E outra: o movimento começou como uma extensão do que fazer após sábado à noite.

uk garage - foto 4

Para ter uma ideia do tamanho da coisa, no réveillon de 1998 havia 49 eventos de UK Garage em Londres.

 O UK Garage originou-se também das pirate rádios (rádios piratas), como a Flex FM, algo muito forte na cultura inglesa e que determinou o gosto musical de toda uma geração.

uk garage - foto 5

As pirate radios eram feitas por amantes da música cujo principal objetivo era criar uma cena, fazendo com que a música underground, tocadas nos clubs londrinos, chegassem ao maior número de ouvintes.

Um dos grandes hits do UKG foi “Gabriel” de Roy Davis Jr.:

Tudo começou no sul de Londres, um grupo de DJs, produtores, MCs, começaram a produzir este som bem sujo, mais do gueto mesmo, feito na maioria por negões que tem a música na alma, com pitadas de jungle, ragga, música caribenha, reggae entre vários outros ritmos e culturas.

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O doc mostra um pouco desta cena, é rápido de ver, com duração de 23 minutos, e pode ser assistido abaixo:

 

“Brandy & Coke” traz depoimentos de pessoas fundamentais do UK Garage como Matt ‘Jam” Lamont, produtor que junto com Karl “Tuff Enuff” Brown criou o hypado duo Tuff Jam, que tantos hits produziu na época como “Never gonna let you go’ com os poderosos vocais de Tina Moore:

Além dele, também dão depoimentos Craig David, outro artista que bombou na época, Mighty Moe, Kano, MC Creed, Mike ‘Ruff Cut” Lloyd, DJ Smokey Bublin’, Scott Garcia, cuja música ‘London Thing’, tendo nos vocais MC Styles, nos transporta bem para toda a cena UK Garage, incluindo algumas cenas dos clubs, proclamando que isto era uma coisa de Londres:

Outra música presente no doc é “Black Puppet” de Noodles (que também assina como Groove Chronicles):

Outro fator fundamental no UK Garage é o visual para frequentar as noites, o povo se montava em “fancy lothes” de grifes como Versace, Moschino, Dolce & Gabbana, Patrick Cox, entre outras, muitas vezes os homens usavam paletós, camisas sociais, enquanto as mulheres se montavam em vestidos colados, calças jeans coloridas, mocassins, era uma reação ao estilo ‘baggy” usado pelos ravers.

UKG by Ewen Spencer

 

O drink da noite era champanhe, uísque, tudo era meio ostentação mesmo e atraía muitas mulheres, era uma cena bem hetero e com poucas drogas (no começo).

Lembro que quando estive em Londres em 1997, a princesa Diana havia falecido no dia anterior, era domingo à noite e eu queria muito ir a Twice as Nice, uma das noites mais famosas do gênero, cujo club era comandado por Steve Gordon e ficava em Vauxhall.

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Ao chegar lá, me deparei com as pessoas abaladas com a morte de sua princesa, mas também querendo se divertir, a música era dark, a batida rápida, mas o ritmo extremamente contagiante e grooveado e os negões dando shows na pista; não tive dúvidas e me juntei a eles e dancei até a noite acabar.

A Twice as Nice era uma evolução do Gas Club, fazia fila na porta, era reverenciada nas revistas de comportamento como a The Face (que deu a capa para o UK Garage), além de ser frequentado por Dave e Victoria Beckham, Jay-Z, Wesley Snipes, Jennifer Lopez, entre outras celebridades.

uk garage - face cover

 

Outro sucesso também presente na trilha do doc é “Love Bug” de Ramsey & Fen, que nos conquista com seu groove e os vocais de Lynsey Moore:

Várias outras noites também foram surgindo como a Cookies & Cream, Exposure, Garage Nation e muitas outras, até que o gênero virou mainstream e acabou cansando.

Outra razão para que a cena ficasse desgastada foi o aumento da violência, além das brigas de gangues, bem como o fim das pirate rádios, já que eram ilegais e não demorou para que a polícia acabasse com a festa.

UKG by Ewen Spencer

 

Mas aos poucos o UK Garage vai tendo seu revival, ainda misturado com outras cenas, mas velhos rostos vão reaparecendo e a música vai sendo renovada, muitas fotos bacanas (inclusive a maioria deste post) são do livro “UKG” e foram clicadas por Spencer, que lançou o livro pela editora GOST.

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TODAY’S SOUND: PLAN 9 FROM OUTER SPACE POR ARTHUR MENDES ROCHA

Aproveitando que hoje é Halloween, falaremos de um clássico do cinema trash que entrou para a história do cinema como o “pior filme de todos os tempos”: “Plan 9 from Outer Space”.

Ed Wood dirigiu este híbrido de ficção-científica e terror, estrelando Bela Lugosi, Vampira (Maila Nurmi) e Tor Johnson, entre outros e o filme foi rodado em poucas semanas e com um orçamento bem reduzido (como todo o trash que se preza).

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Só com a direção e este elenco, o filme já mereceria seu lugar na história de Hollywood, já que Wood conseguiu “inserir” a participação de Lugosi através de cenas filmadas antes da morte do mesmo.

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Claro que isto visava aproveitar a figura de Lugosi como chamariz de bilheteria, ainda mais com ele fazendo alusões ao seu icônico personagem Drácula.

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Na verdade, a idéia inicial de Wood era fazer o filme “Tomb of the vampire” (ou “The Ghoul goes west”), por isto as cenas de Lugosi acabaram ficando “perdidas’ no filme.

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A participação de Lugosi acabou sendo uma espécie de homenagem de Wood à figura de Lugosi, um ator eternamente associado ao mito que criou nos filmes da Universal e que enfrentava problemas com seu vício em morfina.

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Os dois conviveram muito nos três últimos anos de vida do ator (ele faleceu em 1956) e isto foi tema do filme “Ed Wood” de Tim Burton, estrelado por Johnny Depp (como Wood) e Martin Balsam, que arrebatou o Oscar de melhor ator coadjuvante, vivendo Lugosi.

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Após a morte de Lugosi, Wood aprontou o roteiro de “Grave robbers from outer space”, em 1956, lançando-o no ano seguinte, mas o distribuidor só o lançou ao grande público em 1959 e com o título de “Plan 9 from Outer Space”. A troca do título foi imposto pela Igreja Batista, que era um dos financiadores do filme.

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Outro detalhe foi que Wood acabou substituindo Lugosi (que já havia falecido) pelo seu quiropata, Tom Mason (em participação não creditada) que, em muitas das cenas, usa a capa tapando o seu rosto para que o público não perceba que não se trata mais de Lugosi.

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Ed Wood também era uma figura peculiar do cinema, conseguia realizar seus projetos, acreditava em suas ideias com fervor, além de dirigir, produzir e escrever suas produções; ele também gostava de andar travestido (ou usando seu pulôver de fedora como na foto abaixo) e fez outro clássico trash “Glen or Glenda”.

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A estória fala de extraterrestres que pretendem impedir os humanos de construir uma arma que destruiria o universo e por isso lançam o ‘Plan 9” para ressuscitar os mortos e impedir estes acontecimentos, instaurando um caos generalizado e dominando a terra.

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Wood já enfocava os zombies, muito antes destes virarem figurinhas fáceis em filmes e séries de TV.

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Revendo o filme hoje, ele não deixa de ser divertido, ousado para a época, mas ao mesmo tempo, cheio de erros de continuidade e edição.

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Para se ter uma idéia, eis algumas “falhas” do filme: as cenas filmadas em estúdio diferem muito das rodadas em locações e deveriam fazer parte da mesma cena; em uma das cenas, é possível ver a sombra de um microfone, coisa que não era perceptível quando o filme foi lançado no cinema; alguns diálogos não fazem o menor sentido, como o texto inicial onde o narrador fala de fatos que irão acontecer no futuro, mas que na verdade já aconteceram no passado; as lápides do cemitério foram feitas de borracha e podemos perceber que estas se mexem.

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A produção era bem simples, os efeitos mal feitos, como os discos voadores que tremem ao voar, os cenários pobres que são preenchidos com cortinas e muita fumaça.

Abaixo um vídeo com algumas destas falhas:

Mas todas estas falhas acabam contribuindo para o charme e a aura cult que o filme foi adquirindo com o passar dos anos.

Outros criticados foram Vampira e Tor Johnson, pelos seus desempenhos fracos, especialmente Tor que mantém a mesma expressão no filme inteiro. Mas afinal, eles eram amigos de Wood e suas participações são fundamentais para o filme.

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 Vampira, persona criada pela atriz Maila Nurmi, foi a primeira host de programas de horror transmitidos pela TV.

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Maila começou a chamar atenção ao estrelar uma peça na Broadway intitulada “Spook Scandals”, um show apresentado à meia noite onde ela já ensaiava seus passos como musa do terror.

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Sobrevivendo como pin up durante os anos 50, ela fez uma aparição vestida de Morticia Adams e foi convidada por um produtor de TV para apresentar o programa The Vampira Show, que durou de 1954 a 1955, criando assim a personagem Vampira.

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 Mas foi com “Plan 9” que Vampira tornou-se uma referência pop, ao sair de uma floresta com as mãos para a frente. Abaixo algumas cenas dela no filme:

 No filme “Ed Wood”, ela foi vivida por Lisa Marie, a então mulher de Tim Burton. Maila veio a falecer em 2008, aos 85 anos de idade.

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Independente de todas as críticas, “Plan 9 from Outer Space” é considerado a obra-prima de Ed Wood, um filme que ele fez de tudo para que se tornasse realidade e que  mais diverte que assusta; graças às suas reprises na TV americana ou em sessões da meia noite transformou-se numa referência fundamental para o cinema trash e de baixo orçamento, conquistando as mais diferentes gerações.

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TODAY’S SOUND: FASTER PUSSYCAT KILL KILL POR ARTHUR MENDES ROCHA

“Faster Pussycat Kill Kill” talvez tenha sido o filme B de exploitation/grindhouse que mais tenha influenciado toda uma geração de cineastas, a partir dele o gênero tornou-se uma sensação em todo o mundo.

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Grindhouse e exploitation são termos usuais no cinema americano, são os chamados filmes mais trash, com produções mais simples, atores desconhecidos e que usam e abusam de sexo e violência; geralmente eles eram exibidos em programas duplos, até para baratear seu ingresso e atrair um maior número de pessoas.

 Com o tempo, este tipo de filme virou cult, vários diretores foram diretamente influen-ciados por eles, como é o caso de Tarantino e Robert Rodriguez que fizeram um filme chamado Grindhouse que era composto de dois filmes que homenageavam o gênero.

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 O diretor de Faster Pussycat é Russ Meyer, um dos cineastas mais underrated americanos, pois poucas pessoas o conhecem e seus filmes são super inovadores, encarando sexo e violência da maneira mais normal possível.

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Meyer era fotógrafo da Playboy (daí seu bom gosto em mulheres voluptuosas) e já dirigiu vários filmes como “Vixen”, ‘Beyond the valley of the dolls”, “Supervixens”, entre muitos outros, mas nenhum teve a exposição que teve “Faster Pussycat Kill Kill”.

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Meyer tem uma predileção especial por mulheres gostosas, mas elas têm que possuir seios enormes, senão nem são selecionadas para seu casting.

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Lembro que a primeira vez que tive contato com sua obra, em 1990, foi justamente com Faster Pussycat, filme este que fazia parte de um ciclo dedicado ao cineasta e que tive a oportunidade de assistir no Scala Cinema, em Londres, um dos melhores cinemas de repertório do mundo (que infelizmente hoje não existe mais).

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Para um iniciante, Faster pode ser considerado um tanto quanto violento, já que a estória gira em torno de três dançarinas de strip-tease que fazem gato e sapato com os homens e são super fortes, não tendo medo nenhum em partir para a porrada, quando necessário.

É claro que isto causou frisson na época, ver mulheres serem as protagonistas e dominarem os homens, fazer deles mero objetos de seus desejos, sejam os sexuais quanto os mais violentos.

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Estamos falando de 1965, ano em que o filme foi lançado, quando as mulheres lutavam por seus direitos, o feminismo estava no começo e o tema ainda era tabu.

No elenco, nomes que viraram ícones de estilo como Tura Satana e Haji, ambas recentemente falecidas e que ficaram marcadas para sempre por seus papéis no filme.

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 Completando o trio está Lori Williams, como Billie, que faz a linha bombshell, loira, de shortinhos e botas brancas.

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Tura faz o papel da líder da gangue, Varla, que com seu visual todo de preto, com luvinhas e decote ousado, tem uma força física descomunal e domina a todos que ousam enfrentá-la.

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Com seu olhar penetrante, unido a seu busto enorme, Varla causa medo e excitamento.

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Varla já começa o filme apostando corridas com suas amigas, em filmagens feitas no deserto de Mojave, na Califórnia.

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Até que elas encontram um casal e resolvem desafiá-los, claro que o casal sai perdendo, Varla acaba matando o namorado em uma briga e seqüestra a namorada certinha, Linda (Susan Bernard).

A partir daí elas saem estrada a fora até descobrirem em um posto, que um velho senhor que mora nas redondezas, esconde todas suas economias em sua casa.

Este senhor vive com seu filho halterofilista, The Vegetable (Dennis Buch) que na verdade é um bobão e não tem condições de enfrentar as mulheres, é aí que elas vão se aproximar, se convidar para o jantar e seduzir o rapaz enquanto tentam roubar a grana de seu avô.

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 Mas para isso, ainda enfrentarão novos visitantes, a rebeldia de sua prisioneira e outros problemas para porem seu plano em ação.

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Os diálogos são ótimos, com pérolas como: “Honey, we don’t like anything soft. Everything we do is hard” (Querida, nós não gostamos de nada suave. Tudo o que fazemos é pesado.), ou seja, Tura e sua turma não estavam mesmo para brincadeira.

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As atuações não são das melhores, mas isto contribui para a mítica do filme, já que sua mistura de terror psicológico, humor negro, insanidade, suspense, e que nos conquista.

Meyer usa e abusa de planos ousados, linda fotografia em P&B, música sexy, com uma levada jazzy,

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Outro detalhe interessante é que Tura não utilizou dublê em nenhuma de suas cenas, além de assinar um contrato onde previa que toda vez que o filme fosse exibido, vendido, ela deveria ser consultada e levar uma porcentagem na negociação.

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Tura teve sua carreira impulsionada pelo comediante Harold Lloyd, que a incentivou a seguir na profissão, além de ser uma dançarina de burlesco e stripper profissional e também ter sido pedida em casamento por Elvis Presley.

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O que não deixa de ser merecido, já que Tura rouba o filme em cada uma de suas aparições e foi ela mesmo que bolou o seu visual emblemático.

Mas também não podemos deixar de mencionar Haji, no papel de Rosie, falecida este ano, e que tem uma beleza super exótica e uma presença magnética nas telas.

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Inexplicavelmente, o filme nunca foi exibido no circuito comercial no Brasil,  nem nunca lançado em DVD por aqui, só tendo sido exibido em mostrtas de cinema, sessões especiais como o ciclo dedicado à Russ Meyer pelo CCBB em 2010.

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Russ procurou reunir mulheres gostosas, carros velozes e muita violência, mas o filme é mais que isso, tornou-se um ícone, um cult, um filme que não cansamos de ver e rever e que foi eleito por John Waters (o rei do trash) como o melhor filme já feito.

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Exageros á parte, Faster Pussycat deve ser apreciado e já se tornou uma obra célebre da cultura pop, adorado por fãs no mundo inteiro, servindo como referência para editoriais de moda e chegou até a inspirar nome de banda.

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