Este é meu afilhado Iron, um rottweiller mix, para adoção responsável!
Muito brincalhão e carinhoso!
Como é "mixado" tem a vantagem de não crescer, vai ser sempre tamanho médio.
Interessados é só entrar em contato!Orquídea Catleya #7. Descanse em paz minha afilhada Rott Lorena 💔Vixxxen!Orquídea Catleya #6 bombani seus 4 botões! #orquídea #catleya  Bom dia!Orquídea chocolate#1 Bom dia! Boa semana!The best #Tiramisú ever!Orquídea Catleya #5 e orquídea Oncidium #1 (Chuva de Ouro). Primeira floração na árvore!Always the best @hrchcvtch ❤️ #spfw #alexandreherchcovitchOncinha foi beber água! Bom dia! #GatinhaPantufaOrquídea Catleya #4 Most beautiful pink! Bom dia, bom fds! #nofilter #orchids #catleya

                
       



















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TODAY’S SOUND: THE MELVINS POR ARTHUR MENDES ROCHA

Melvins é uma das bandas cults americanas – tendo influenciado Nirvana, Soundgarden e Tool, entre outras fazendo uma mistura de punk, metal, noise-rock, grunge e muita experimentação.

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The Melvins teve seu início em 1983, em Washington, quando os colegas de escola, Buzz (ou Buzzo) Osborne (guitarras e vocais), Matt Lukin (baixo) e Mike Dillard (bateria) resolveram formar uma banda.

No início, eles tocavam covers de Hendrix e Cream, além de punk hardcore.

Em 1984, Dillard deixa a banda e é substituído por Dale Crover, mas vai continuar fazendo algumas aparições esporádicas nos anos seguintes.

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O som dos Melvins era diferente desde o início, pois tinha uma levada mais lenta, porém pesada, com influência do Black Sabbath e também do Black Flag, especialmente na guitarra de Buzzo.

Eles têm uma história interessante dentro do rock, pois são mega influentes e tiveram uma trajetória cheia de altos e baixos, gravando por uma major somente em 1993 e graças a seu amigo Kurt Cobain, tendo sido Buzzo quem apresentou Cobain e Kris Novoselic para Dave Grohl.

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Seu primeiro disco foi lançado em 1987, intitulado “Gluey Porch Treatments”, pelo selo independente Alchemy Records.

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Lukin também abandonaria a banda para formar o Mudhoney, sendo substituído por Lori ‘Lorax’ Black, que era filho de Shirley Temple (a famosa atriz infantil).

Outra ligação com o Nirvana foi que Crover tocou nas sessões do álbum ‘Bleach’.

No final dos anos 80 e início dos 90, eles lançam mais alguns discos independentes até finalmente assinarem com a Atlantic e lançarem o álbum “Houdini’, em 1993, cuja arte da capa foi baseada no seu primeiro disco independente.

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Entre as músicas merece destaque ‘Honey Bucket”:

O som e o visual dos Melvins é estranho, debochado, fora dos padrões; Buzzo com seus cabelos espetados e crespos é uma figura que se destaca, uma espécie de Robert Smith do grunge.

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As artes das capas e posters dos Melvins já mereceram livro e exposições incluindo ilustrações das mais inusitadas, envolvendo coelhinhos malucos, ETs, palhaços, imagens que parecem infantis, mas que nos remetem á uma atitude anarquista, como o pôster abaixo.

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Mais uma troca no line-up se dá quando Lorax sai da banda e em seu lugar entra Mark Deutrom, que também produziu o álbum.

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O segundo álbum deles foi ‘Stoner Witch”, onde pode se destacar a faixa “Revolve”:

Apesar de não arrebentar nas vendagens, os Melvins tinham um culto de seguidores, seu som mais sofisticado e não comercial agrada em cheio a crítica e os apreciadores da boa música, com melodias misturadas á riff de guitarras, influências de rock clássico e pitadas de acid rock.

Uma coisa interessante acontece no seu próximo disco ‘Prick’: devido à seu caráter bem experimental, eles oferecem o trabalho para a gravadora Anphetamine Reptile e por razões contratuais, o nome da banda veio refletido em um espelho.

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Seu último trabalho na Atlantic é o disco “Stag’, lançado em 1996, e no ano seguinte eles são dispensados pela gravadora. O álbum mostra uma maturidade na banda, explorando melhor os efeitos de estúdio e os vocais de Buzzo.

Isto não os impede de continuar gravando e sendo assim, eles recorrem a Anphetamine Reptile para lançarem mais dois discos até o final dos anos 90.

Em 1999, eles passam a colaborar com o selo Ipecac Recordings, pertencente a Mike Patton (do Faith No More), com o qual Buzzo também gravou no projeto Fantomas.

Pela nova gravadora, eles lançam mais três discos, além de vários relançamentos de seu catálogo.

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Nos anos 00, The Melvins continuam a lançar novos discos, além de fazer várias participações especiais e uma turnê com Jello Biafra (dos Dead Kennedys) em 2005, além de um show especial pelo cinquentenário de Biafra, com a formação original.

Um cd de remixes foi lançado em 2009, ‘Chicken Switch”, onde cada remixer teve um álbum inteiro à disposição para fazer a escolha do que remixar.

Em 2012 eles lançam o álbum “The Bulls & the Bees” incluindo “The War on Wisdom”:

2013 marca o ano que os Melvins completam 30 anos de estrada e para isso, comemoraram com uma nova turnê, incluindo a participação do Mudhoney em dois shows. Abaixo um vídeo onde os Melvins interpretam ‘We are doomed” na turnê:

Além disso, eles acabaram de lançar em novembro, um novo álbum “Tres Cabrones”, que reúne novamente parte da formação original deles com Buzzo, Dale Crover e Mike Dillard, motivo suficiente para os fãs comemorarem.

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The Melvins é mesmo uma banda especial, longe das badalações, são respeitados por toda a cena artística e independente, nunca tiveram um estouro comercial e mesmo assim não se importam com isso e sim em continuarem produzindo novas canções, além de shows e apresentações inesperadas.

Japa Girl dedica este post a Dru de Nicola

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TODAY’S SOUND: PUNKS POR ARTHUR MENDES ROCHA

Os punks londrinos já foram até tema de exposição este ano; agora está sendo lançado, na Inglaterra, um novo livro que mostra imagens que permaneciam inéditas até hoje: ‘Punks” da editora Gost.

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As fotos foram feitas em 1977 por Karen Knorr e Olivier Richon, que na época eram estudantes de filme e fotografia na Polytechnic of Central London (a escola politécnica londrina).

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Knorr é alemã e Richon suíço, então a própria visão deles é diferente do jeito que os ingleses encaravam o movimento punk; hoje em dia ela é professora de fotografia na University for the Creative Arts em Surrey e ele é professor de fotografia no Royal College of Art.

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Os dois documentaram a cena punk da época, incluído eles no trabalho, na escola e também á noite, quando se montavam para irem à clubs como o Roxy em Convent Garden e o Global Village em Charing Cross.

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Eles acompanharam os frequentadores durante três meses, documentando suas transformações com o passar do tempo, durante este período. O cenário do club acaba sendo como uma dark room, um estúdio, com o flash revelando os detalhes que estavam no escuro.

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O legal do livro é que além das imagens serem inéditas, elas mostram uma visão mais artística, sem produção forçada, é um retrato fiel da geração que vivia o movimento em seus primórdios.

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Lembremos que o punk era uma novidade em 1977 e “era um movimento não apenas verbal como visual e gestual”, como afirmam os autores.

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As fotos são posadas, mas procuram ser o mais natural possível, pois é mesmo para afirmar a presença dos fotógrafos que procuravam um confronto direto com seus enfocados.

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Eles tiveram como ponto inicial fugir da fotografia suja e granulada que é associada com os punks.

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Até a opção em fotografá-los em p&b foi pensado, pois o contraste das roupas escuras com as peles brancas cria toda uma dramaticidade.

Eles declaram: “Esta era uma rebelião da juventude contra tudo que era jovem, uma recusa à beleza cosmética. Marx, Mao e suásticas cancelam um ao outro. A diferença se torna indiferença”.

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A editora Gost, especializada em livros de fotografia e artes visuais, teve um cuidado gráfico excelente, com uma capa bem bacana, com figuras geométricas cinza sob um fundo preto, conforme foto abaixo.

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Basta analisarmos algumas das fotos e notar que as poses são mais inusitadas: a luz é cheia de contrastes, há muita sombra, vemos somente os detalhes de uma cinta liga em uma delas, em outra apenas as costas, uma mostra uma mão apertando o pescoço de uma punk, entre outras.

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As fotos também celebram o ‘girl Power”, com muitas fotos de punks mulheres, numa época que artistas como Siouxsie, Poly Styrene e outras apresentavam-se no Roxy.

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A visão de Knorr e Richon é que tornam estas fotografias especiais, procurando retratar uma geração que mostrava tédio, utilizando os símbolos usuais do punk, mas com atitudes e códigos próprios, de uma clandestinidade que os torna ainda mais interessantes.

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TODAY’S SOUND: NICK CAVE POR ARTHUR MENDES ROCHA

Nick Cave é um dos músicos mais multimídia em atividade hoje em dia; além de cantor, ele também compõe, escreve romances, redige roteiros, atua, além de tocar instrumentos como o piano.

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Nick é australiano de nascença, cantando em corais da igreja, até perder seu pai aos 19 anos.

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Ele estudou pintura antes de se dedicar à música, participando da banda “The Boys next door”, formada com seus amigos Mick Harvey e Phil Calvert (que mais tarde formariam com ele o Birthday Party). Abaixo o cover que eles fizeram para “These boots are made for walking” (de Nancy Sinatra) em 1978:

Ele até chegou a morar no Brasil em uma determinada época, lembro de encontrá-lo em São Paulo em algumas ocasiões.

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A música de Nick Cave é cheia de referências literárias, é um misto de rock pós punk, blues, gospel, envoltas num clima dark com influências que vão de Scott Walker a Leonard Cohen, dos quais é fã confesso.

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O primeiro grupo musical que participou foi o Birthday Party, banda formada no início dos anos 80 e que terminou em 1983, influenciada pelo movimento punk.

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Eles chegaram a ter uma fama cult com músicas como “She’s hit”, gravada numa apresentação no famoso club Hacienda:

E também o vídeo para “Nick, the Stripper”, do álbum “Prayers on fire” de 1981:

Logo após, ele formou o Nick Cave & the Bad Seeds, composto por seu amigo Mick Harvey, além de Barry Adamson (do Magazine) e Blixa Bargeld (do Einsterzunde Neubaten).

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O primeiro álbum com os Bad Seeds foi “From her to eternity”, lançado em 1984, e super bem recebido por público e crítica. Um dos destaques do álbum é o cover de Elvis Presley, “In the ghetto’:

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Em seguida, eles lançam um álbum só de covers, “Kicking against the pricks”, no qual a canção ‘The Singer” solidifica sua posição como cantor, ficando em primeiro lugar na parada independente inglesa:

O próximo álbum é “Your funeral…my Trial” puxado pela canção título, na qual, além de cantar, Nick também toca o órgão Hammond:

Depois deste álbum Nick faz uma pausa de dois anos, no qual se dedica a outros projetos além da música, como sua participação com duas músicas na trilha do filme “Wings of Desire” (Asas do Desejo) de Win Wenders, além de uma cena dele com os Bad Seeds.

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Neste período, a carreira de Nick vem enfrentando problemas devido à dependência em heroína, hábito adquirido na década de 70, mas no final da década de 80 ele consegue deixar a droga e sua carreira volta a engrenar.

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Ele lança dois livros, além de atuar no filme “Ghosts…of the Civil dead”, para o qual também compõe uma música, além de lançar o álbum “Good Son” em 1990, somente de baladas e mais relax que os trabalhos anteriores. Um dos destaques deste álbum é “The Weeping Song”, dueto dele com Bargeld:

Seu próximo trabalho é um de seus melhores trabalhos, o álbum “The Boatman’s call”, lançado em 1997, um trabalho franco, direto, com influências jazzísticas, introspectivo, como mostra a canção que abre o disco, a linda “Into my arms”:

Durante os anos 90, ele participa do Lolapalooza, grava mais discos, entre eles ‘Murder Ballads”, seu álbum de maior sucesso comercial e que contém um dueto com Kylie Minogue, “Where the wild roses grown”:

No início da década de 00, ele volta a gravar com os Bad Seeds no álbum “No more shall we part”, quase todo instrumental.

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Ele grava mais discos, antes de formar um novo projeto, Grinderman, com alguns de seus colegas do Bad Seeds como Warren Ellis, Martyn Cassey e Jim Sclavunos.

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Com Ellis, ele vai compor várias trilhas de filmes como “The assassination of Jesse James”, “The Proposition” e “Lawless”, estes dois últimos também roteirizados por ele e elogiados pela crítica.

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Ainda com Ellis, ele continua fazendo pequenos shows pelo mundo a fora e também musicaram peças de teatro da Vesturport Theatre Company como “Woyzeck”, “The Metamorphosis” e “Faust”.

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Em 2011, Nick declarou em um show, o final da banda Bad Seeds, mas isto acabou não se confirmando, já que no início deste ano ele lançou “Push the sky away”, 15º álbum da banda e que ganhou uma linda edição limitada (foto abaixo), com livretos, making of do álbum, vinis e mais.

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Um dos vídeos do álbum é “Jubilee Street”:

Em sua vida afetiva, depois de muitos casos amorosos, Nick casou com a linda modelo Susie Bick (uma das modelos inglesas mais conhecidas da década de 90), teve filhos e ainda escreveu mais um ótimo livro chamado “The death of Bunny Munro”, já lançado no Brasil.

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Atualmente Nick e sua banda estão em excursão pelo mundo divulgando o último trabalho e não dão sinais de parar tão cedo.

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